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Ursula Haverbeck, repetidamente condenada por discordar e questionar a versão oficial do “holocausto judaico”, tido como “fato político-histórico inquestionável”, foi novamente condenada à prisão apenas algumas semanas após ser libertada. O Tribunal Distrital de Berlim-Tiergarten impôs uma sentença de prisão de um ano para a senhora de 92 anos! O juiz argumentou que ela era novamente culpada do que a lei alemã chama de “sedição”.

Durante anos, os tribunais criminais perseguiram e condenaram repetidamente por declarações feitas pela idosa. Em 2004, ela foi condenada pela primeira vez por sedição e recebeu uma multa. Mais recentemente, sentenças de prisão foram proferidas sem liberdade condicional.

A idosa afirmou repetidamente que o campo de concentração de Auschwitz não era um campo de extermínio, mas sim um campo de trabalhos forçados.

Na Alemanha, assim como em outros países da Europa, apenas o fato de questionar ou apontar sobre questões referentes ao chamado episódio histórico moderno “holocausto judaico”, inserido dentro do contexto histórico da Segunda Guerra Mundial, é passível de crime federal. É o único “fato” histórico cujo questionamento ou discordância é passivo de restrição de liberdade civil atualmente no mundo.

No Brasil, existe o PL (projeto de lei) 987/2007, de autoria do ex-deputado federal judeu-brasileiro Marcelo Zaturansky Nogueira Itagiba (PSDB/RJ) – investigado por suposta ligação com milícias em 2008 -, que “penaliza quem negar ocorrência do Holocausto” ou qualquer coisa que o Poder considere “crimes contra a humanidade”, que atualmente está apensado ao PL 6418/2005.


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