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Um sistema justo para os dias atuais
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A falência moral, social e filosófica de nossas ideologias políticas/econômicas modernas está se tornando mais aparente a cada dia. O capitalismo de livre mercado, o socialismo convencional, a democracia e o comunismo são todos fracassos demonstráveis. Todos falham em sustentar e elevar a humanidade; eles falham em reconhecer as realidades das diferentes origens sanguíneas; e não conseguem estabelecer uma relação equilibrada e sustentável com a Natureza.

Corrupção política, fraude generalizada, fraqueza sem princípios, decadência moral e espiritual e autoenriquecimento flagrante marcam os sistemas atuais de quase todas as nações desenvolvidas na Terra. Todos aparentemente competem em uma corrida até o fundo, para ver quem pode alcançar a forma mais indigna e degradante de existência social no mais curto espaço de tempo.

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Nos últimos 100 anos, apenas um sistema se mostrou capaz de desafiar essa tendência. Mediante este sistema, em menos de 10 anos foram obtidos ganhos notáveis ​​e sem precedentes em economia, poder militar, avanço social, cultural, moral e nacional – e tudo em meio a uma depressão global que estava esmagando completamente as outras nações avançadas. Este sistema provou ser uma ameaça tão grande para as outras potências mundiais, e especialmente para a oligarquia pertencente ao povo de Javé que governava na Europa e na América, que causou sua determinação a destruí-la. E eles o destruíram.

A ameaça deste governo nunca foi militar – ele nunca procurou a guerra com o Ocidente, sempre quis apenas se expandir para o Leste, a fim de adquirir um espaço de vida extremamente necessário para seu povo e conter a ameaça bolchevique – proveniente do mesmo povo detentor das oligarquias –, que era iminente na União Soviética. Em vez disso, a ameaça era o sucesso deste país: que este país pudesse provar ao mundo que, expulsando tal elemento estrangeiro, reorientando as economias para dentro e promovendo uma visão de mundo não materialista que enaltecia o caráter e o espírito humanos, ele exporia as muitas falhas da sociedade ocidental capitalista-materialista, derivada do espírito estrangeiro de outro povo.

Esse contraexemplo positivo era algo que as potências ocidentais simplesmente não podiam aceitar e, por isso, conspiraram para destruir esta sociedade nascente.

Em Maio de 1945, após cinco longos anos de luta, com todo o mundo industrial alinhado contra uma nação, eles prevaleceram.

Os Aliados derrotaram aquele sistema, mas não suas ideias. As ideias, como se costuma dizer, são à prova de balas. Elas são eternas e imortais. Tal cosmovisão ainda está viva e tem o poder e o potencial de restaurar o mundo a uma aparência de sanidade, sustentabilidade e justiça. Este ensaio descreve brevemente o que é o NS, como uma nação NS pode se parecer hoje e oferece alguns passos preliminares para alcançar tal visão.

O que é o NS?

O NS é uma conjunção de nacionalismo e socialismo.

Nacionalismo é qualquer tendência a favorecer a própria nação ou nacionalidade, em oposição a forasteiros, estrangeiros ou povos provenientes de outras raízes. Normalmente envolve independência nacional, autossuficiência, forte autodeterminação e um forte senso de patriotismo.

Um nacionalista geralmente se preocupa em ter militares capazes de autodefesa (mas não de construir impérios), em ter uma economia e uma moeda que operem independentemente de outras nações e em enfatizar a cultura tradicional e as normas sociais. Uma ‘nação’, por sua vez, é literalmente um povo que compartilha a mesma origem, o conjunto destas pessoas. A palavra deriva do latim nasci ou natus, ‘para nascer.’ Uma nação, então, é um grupo de pessoas geneticamente relacionadas, de ancestralidade comum e que constituem uma etnia unificada. O nacionalismo trabalha para o interesse exclusivo da etnia dominante.

O oposto de nacionalismo é ‘internacionalismo’ – isto é, globalismo. Os internacionalistas, como os que predominam no Ocidente hoje, promovem o comércio global, os tratados e pactos de negócios mundiais, a unificação da moeda e o envolvimento ativo nas relações exteriores. Nos velhos tempos, eles pressionavam pelo colonialismo. Hoje, promovem práticas de negócios internacionais (como mão de obra de baixo custo em países do terceiro mundo), gostam de projetar poder militar em todo o mundo e de se envolver na chamada “construção nacional”. Não se preocupando com a unidade étnica ou homogeneidade nacional, os globalistas defendem a imigração em massa, o casamento entre pessoas provenientes de diferentes povos, a igualdade de todos os povos e o multiculturalismo – nenhum dos quais é histórica ou biologicamente natural, e todos são comprovadamente prejudiciais à maioria nacional.

Socialismo – vagamente definido como qualquer sistema em que o governo possua ou controle grandes setores da economia –, é amplamente praticado em todo o mundo, muitas vezes em uma espécie de parceria com atividades capitalistas. O socialismo não é uma entidade única, mas sim um espectro de posições políticas e econômicas que podem variar de relativamente discreto a altamente ativo e controlador. O socialismo tende a beneficiar a sociedade como um todo, especialmente as classes média e baixa, enquanto o capitalismo tende a beneficiar o capital – isto é, os ricos e, na prática, um povo que enriquece desproporcionalmente.

O Líder NS encontrou virtude tanto no nacionalismo quanto no socialismo. Ele decidiu que era necessário, no início de sua carreira, pegar o pequeno Partido dos Trabalhadores já existente e torná-lo nacionalista e socialista. Isso não era extremo nem mau; era simplesmente bom senso, para alguém que se preocupava com o bem-estar de seus conterrâneos.

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Como movimento, o NS era notavelmente progressivo e benigno. Foi codificado nos famosos 25 Pontos que foram estabelecidos há pouco mais de 100 anos, em 1920. Ainda hoje, eles são altamente relevantes. Eles exigem direitos iguais para o próprio povo (Pontos 2 e 9). Eles dão aos cidadãos o direito de selecionar as leis e a estrutura governamental (6). Eles abolem o lucro da guerra (12). Eles exigem a participação nos lucros da empresa com os funcionários (14). Eles apoiam pensões de aposentadoria, uma classe média forte, ensino superior gratuito, saúde pública, assistência à maternidade e liberdade religiosa (15, 16, 20, 21, 24). E eles endossam explicitamente o princípio de “O bem comum antes do bem individual” (24).

Por outro lado, apenas relativamente poucos pontos parecem ameaçadores ou agressivos. Eles concedem cidadania apenas aos nascidos naquele território e pertencentes ao povo, negando-a explicitamente aos estrangeiros (4). Eles bloqueiam a imigração adicional e obrigam os imigrantes recentes a partir (8). Eles procuram proibir toda especulação financeira das terras (17). Mais duramente, o plano prevê a pena de morte contra “traidores, usurários e aproveitadores” (18). Exige que a imprensa de língua pátria seja controlada apenas por seu próprio povo – mas não restringe a imprensa em outras línguas (23). E exige “uma autoridade central forte no Estado” (25), opondo-se, assim, a tudo o que se assemelha à democracia parlamentar.

Determinado povo estrangeiro é mencionados apenas de passagem nos 25 Pontos. Eles estão proibidos de cidadania e, portanto, de qualquer cargo no governo ou na imprensa de língua local. Imigrantes recentes provenientes deste povo (desde agosto de 1914) como todos os imigrantes, devem partir.

A visão NS da liberdade religiosa “luta contra o espírito materialista proveniente desta religião” (24). Mas, além dessas duas referências, não há menção explícita em relação a tal povo ou de quaisquer outras minorias. Não há ameaças de prender ou matar nenhum povo. Residentes desta etnia de longa data podem permanecer no país. Não há confisco da riqueza deles, com as exceções declaradas. Não há repressão contra ciganos ou homossexuais. E certamente não há nada que pareça um genocídio iminente.

Em suma, o NS foi essencialmente o produto do nacionalismo alemão e do socialismo progressivo, combinado com uma forma branda de oposição ao poderio oligárquico de outro povo. Não é o mal que é retratado. Na verdade, muito pelo contrário: provou ser uma receita para um sucesso surpreendente.

Uma Visão Moderna de tal sistema

O sistema naquele período foi um produto único daquele povo e daquela época. Falando formalmente, não pode ser duplicado hoje. No entanto, certos elementos centrais dessa ideologia podem ser reproduzidos e implementados nos dias atuais.

A seguir, apresento uma visão de um programa NS moderno e, em seguida, sugiro algumas etapas propostas sobre como alcançar essa visão.

Este sistema era explícita e exclusivamente germânico – por e para o povo germânico. Mas sabemos que ele exaltou as virtudes do povo proveniente da mesma raiz genética em geral, isto é, dos europeus autóctones. Qualquer forma moderna de NS deve, portanto, ser generalizada para se referir a todas as pessoas europeias globalmente. Nosso povo pode ser vagamente definido como o coletivo de pessoas de etnia predominantemente europeia, que se estende à Ucrânia e às partes ocidentais da Rússia. Não é uma questão de cor de pele, mas de origem étnica nacional; como tal, nem os povos do Oriente Médio, nem os árabes, nem os asiáticos, nem os norte-africanos se qualificam como europeus, por mais pálidos que pareçam.

Como uma primeira etapa, podemos atualizar, generalizar, condensar e reeditar os famosos 25 pontos. Venho por este meio apresentar um novo programa:

20 pontos do NS contemporâneo

1. Exigimos que todas as pessoas provenientes do nosso povo em todos os lugares tenham o direito de viver em uma nação condizente ao nosso povo, com governança proveniente de pessoas provenientes da mesma raiz, com base no princípio universal de autodeterminação de todos os povos.

2. Exigimos que o nosso povo tenha o direito de autogoverno em todas as nações e regiões que foram historicamente colonizadas e desenvolvidas por nossos ancestrais – isto é, Europa (incluindo o Reino Unido), Ucrânia, Rússia ocidental, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e regiões e enclaves predominantemente habitados por nós em outros lugares. Nós não precisamos formar uma única nação global; em vez disso, regiões individuais e grupos pertencentes a nós devem ser livres para criar suas próprias nações regionais, aquelas que são mais capazes de responder às suas condições locais.

3. Somente os pertencentes ao nosso povo podem se tornar cidadãos de nossas nações. Somente aqueles que têm uma ancestralidade em comum podem ser compatriotas. Portanto, nem pessoas do Oriente Médio, árabes ou norte-africanos podem ser cidadãos de nossa nação.

4. Aqueles que não são cidadãos devem viver em nossas nações como estrangeiros e devem estar sujeitos à lei de estrangeiros. Os não-cidadãos não têm direito a nenhum dos direitos dos cidadãos locais.

5. O direito de escolher o governo e determinar as leis do estado pertence apenas aos cidadãos. Exigimos, portanto, que nenhum cargo público, de qualquer natureza, seja no governo central, na província ou no município, seja ocupado por quem não seja cidadão. Opomo-nos veementemente à prática generalizada das democracias parlamentares e representativas, nas quais as pessoas são nomeadas para cargos no governo a favor do partido, de líderes individuais ou de doadores financeiros, independentemente do caráter e da capacidade.

6. Exigimos que o Estado se comprometa acima de tudo a assegurar que todo cidadão tenha a possibilidade de viver decentemente e ganhar a vida. Se isso se tornar difícil de alcançar, então os estrangeiros (não cidadãos) podem ser expulsos para liberar espaço e recursos para os cidadãos.

7. Qualquer imigração de outros povos para nossas nações deve ser evitada. Todos os estrangeiros não nascidos em nosso território serão obrigados a partir imediatamente. Todos os estrangeiros que se tornaram nativos, porém, que são automaticamente não cidadãos, deve ser encorajado a partir por todos os meios possíveis.

8. Todos os cidadãos, incluindo as mulheres, devem possuir direitos e deveres iguais. Isso, entretanto, não implica qualquer tipo de igualdade humana.

9. O primeiro dever de todo cidadão deve ser trabalhar, física ou intelectualmente, para o benefício de todos. Nenhum indivíduo deve fazer qualquer trabalho que ofenda os interesses da comunidade de nosso povo.

Portanto, exigimos:

10. Que toda a renda não obtida – isto é, renda puramente financeira derivada da especulação e juros de empréstimos – seja abolida. Na prática, essa receita será tributada a 100%. Isso evitará que as pessoas, especialmente os pobres e a classe média, caiam na condição de escravidão por juros.

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11. Exigimos participação nos lucros para os funcionários em todas as grandes indústrias.

12. Exigimos um aumento generoso nas pensões para idosos.

13. Exigimos a criação e manutenção de uma grande e sólida classe média.

14. Exigimos a reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais. Exigimos a proibição de toda especulação imobiliária. Exigimos respeito pela Natureza – pelos animais, plantas e pela terra – e exigimos a designação e proteção de vastas áreas silvestres em cada biorregião.

15. Exigimos a mais severa punição para aqueles que trabalham em detrimento do bem comum. Traidores, usurários, aproveitadores, etc., devem ser punidos na máxima extensão da lei, independentemente de credo ou raça.

16. A fim de tornar possível para todo cidadão de nosso povo, capaz e trabalhador, a obtenção da educação superior e, portanto, a oportunidade de alcançar posições de liderança, o estado deve assumir a responsabilidade de organizar completamente todo o sistema cultural público. A concepção da ideia de estado NS (civismo) deve ser ensinada nas escolas desde o início. Exigimos que os filhos excepcionalmente talentosos de pais de baixa renda, qualquer que seja sua posição ou ocupação, sejam totalmente educados à custa do Estado.

17. O Estado tem o dever de contribuir para a elevação do padrão de saúde nacional, fornecendo centros de assistência à maternidade, proibindo o trabalho infantil, aumentando a aptidão física através da introdução de jogos e ginástica obrigatórios, e pelo maior incentivo possível às associações preocupadas com a educação física de jovens. Ênfase especial deve ser dada à dieta e nutrição saudáveis.

18. Exigimos a firme oposição àqueles que propagam mentiras políticas deliberadas e as divulgam por meio da imprensa ou da mídia. Para tornar possível a criação de uma imprensa verdadeira e imparcial, exigimos que todos os meios de comunicação e imprensa estejam sob o controle total de cidadãos nacionais, sem influência estrangeira ou não-nacional. No que se refere aos conteúdos midiáticos e de entretenimento, exigimos a firme oposição a todas as tendências da arte, da televisão, do cinema e da literatura que possuam uma influência destrutiva ou degradante na vida de nosso povo; quaisquer organizações que ofendam esta base serão dissolvidas.

19. Exigimos liberdade de pensamento para todas as cosmovisões e filosofias racionais e moralmente edificantes, na medida em que não coloque em perigo a nação, o estado NS, ou ofendam o senso moral e ético do nosso povo. Nações criadas pelo nosso povo em todos os lugares devem lutar contra o espírito materialista javélico dentro e fora, incluindo suas formas marxista e capitalista. A prosperidade do nosso povo só pode advir do princípio: o bem comum antes do bem individual.

20. Para levar a cabo este programa, exigimos a criação de uma autoridade central forte no estado.

Esses princípios formam o núcleo do que pode ser chamado de NS contemporâneo do século XXI. Eles podem se aplicar a todas as pessoas pertencentes ao nosso povo em qualquer lugar do mundo.

Passos para a implementação:

O nosso povo globalmente está sob ameaça devido ao declínio da saúde, declínio numérico/demográfico e declínio da influência em suas próprias nações. Todas essas tendências devem ser revertidas, e serão revertidas, sob um novo NS.

Os 20 pontos acima apresentam uma visão da vida nacional que está longe da situação atual, onde nosso povo é dominado por uma pequena elite estrangeira e seus colaboradores não pertencentes a ela, está sujeito a valores culturais estrangeiros degradantes e humilhantes e é compelido a compartilhar o espaço nacional e os recursos nacionais com um grande (e crescente) número de pessoas provenientes de outras nações.

Como começar?  Como na história original, devemos começar pequenos. O precursor deste partido foi um pequeno grupo de apenas sete homens que se reunia semanalmente – “os mesmos velhos sete”, como disse o Líder. Mas eles eram estáveis ​​e consistentes. Eles tinham uma série de tarefas a cumprir e se puseram a trabalhar, retardando o crescimento de um verdadeiro movimento social.

A educação é, sem dúvida, a primeira tarefa – a educação de si e dos outros. Hoje, devemos aprender com a história e aprender os fatos do mundo contemporâneo. Qualquer um que avance com um programa de NS contemporâneo deve estar intelectualmente bem armado. Conheça os fatos: conheça a história, conheça o inimigo. Aqui, então, estão os fatos básicos:

A nacionalidade é importante. O nosso povo, como todos os outros, tem qualidades e capacidades únicas. Mas, como a história mostra, o nosso povo é excepcional na habilidade de construir cultura e civilização. Outros povos geralmente se mostraram incapazes de construir sociedades complexas e elevadas. Já os oligarcas participam da civilização ocidental, mas de maneira parasitária e, em última análise, destrutiva. Os asiáticos têm alguma habilidade para a construção de cultura, mas em termos bastante diferentes do Ocidente.

O multiculturalismo é destrutivo. Ao longo da história, conforme as nações e civilizações se tornaram mais diversas, elas declinaram. As maiores civilizações da história sempre foram monoculturais e monoétnicas. O multiculturalismo e a mistura entre povos são receitas para a decadência e o colapso. Esta é uma lei de ferro da história.

Determinado povo, pertencente à outra crença é excepcionalmente perigoso. Como os líderes do passado e outros entenderam, eles representam riscos únicos e mortais para a nossa sociedade. Como eles frequentemente se parecem conosco, podem se mover pela nossa sociedade sem serem detectados. No entanto, eles quase sempre mantêm sua identidade sanguínea e tribal como pertencentes a este povo, e trabalham coletivamente (e às vezes subconscientemente) para os próprios interesses, apesar de qualquer aparência contrária. Este povo, alheio ao nosso, promove os valores sociais e culturais mais baixos, pelos quais ele simultaneamente degrada e lucra com os ingênuos. A ênfase deles no dinheiro e no poder reflete a antiquíssima fixação típica deste povo nas coisas materiais e uma consequente rejeição de objetivos e metas mais elevados. Eles se rebaixarão às ações mais vis e cruéis se isso favorecer seus interesses; guerra, assassinato em massa, doenças e epidemias, destruição ambiental, empobrecimento em massa – todas essas são armas prontas para a esta elite.

Nosso povo é altamente vulnerável. Geralmente somos pessoas abertas, honestas e confiantes. Somos generosos, altruístas e idealistas. Esses valores deram ao mundo as mais altas realizações artísticas, culturais e intelectuais. Esses valores devem ser honrados e protegidos. Mas, infelizmente, eles também nos tornam vulneráveis ​​ao controle e à manipulação de outros povos implacáveis, parasitas e imorais – determinado povo nômade em primeiro lugar entre todos. Em uma cruel ironia, as melhores das nossas qualidades se voltaram contra nós. Consequentemente, somos mais sensíveis aos perigos naturais. Não há nada pior para o bem-estar do nosso povo do que um crédulo e ingênuo liberalismo.

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A nossa sociedade é correta e justa. A mídia pertencente aos oligarcas e as elites políticas financiadas por eles são implacáveis ​​em sua condenação da “supremacia do nosso povo” e do “nacionalismo do nosso povo”, embora sem este último conceito, nossa sociedade nunca poderia ter surgido. Qualquer coisa remotamente nesse sentido é rotulada como “nazista” ou “neonazista”, com a implicação óbvia de que representa algo ruim. E ainda, “Black Lives Matter”, assim como outros povos que defendem seus próprios interesses, além dos imigrantes ilegais e refugiados aos quais “devemos” proteção e direitos civis. A hipocrisia e a falta de lógica são terríveis.

As nossas sociedades foram as maiores da história. Das primeiras civilizações da Grécia e Roma antigas às alturas da Renascença e do Iluminismo, ao Império Britânico e ao experimento americano inicial, o nosso povo alcançou feitos surpreendentes e incomparáveis. Arte, literatura, ciência, filosofia, música – as maiores conquistas em todos esses campos ocorreram nas nossas nações. Nosso atual mundo degradado não permite a grandeza do nosso povo; mas com foco e esforço isso ainda pode ser restaurado.

Talvez nenhuma sociedade na história moderna tenha alcançado mais, em menos tempo, do que aquela que aplicou o sistema referenciado neste texto. Após assumir a liderança, em apenas três anos, a inflação galopante foi superado, o desemprego diminuiu e a indústria pôde voltar ao trabalho. Depois de seis anos, este país era mais uma vez uma potência mundial. E dentro de oito anos, apenas os militares unidos de todas as outras nações industrializadas poderiam detê-los.

A matança generalizada atribuída a este sistema, em grande parte, foi uma ficção. Esse suposto mal é em grande parte um composto de boato, hipérbole e fraude absoluta. As câmaras de gás nunca poderiam ter operado da maneira reivindicada, e a maioria certamente eram câmaras de despiolhamento que salvavam vidas. Muitos dos outros povos mortos durante a 2ª Guerra Mundial eram combatentes partidários, especialmente na Rússia, e, portanto, eram um ‘jogo justo’ para os soldados alemães. Muitas mortes nos campos de trabalho foram resultado de tifo e outras doenças que foram agravadas pelos ataques dos Aliados. O plano original deste sistema sempre foi apenas retirar daquele território o outro povo e despachá-lo para os territórios soviéticos capturados, nunca matá-los em massa. O total real de fatalidades em relação a este determinado povo foi de cerca de 500.000, não seis milhões.

As chamadas virtudes da sociedade moderna, como democracia, igualdade e liberdade, são na verdade vícios. A democracia é, com efeito, governada pelas massas, e o nível moral e intelectual das massas é tão baixo que pode ser desastroso, se elas detêm o poder de escolher líderes. O típico parlamentar “representante do povo” é um idiota sem princípios e amoral de lobbies políticos, totalmente indignos de posições de autoridade. Tudo isso explica por que o discurso político atual e as palavras de nossos políticos são tão rudes e simplistas. A democracia é baseada na igualdade humana, mas infelizmente a igualdade humana é um mito que tem suas raízes na Bíblia judaico-cristã; na realidade, não há um sentido significativo de que as pessoas sejam iguais. E as liberdades modernas – como a liberdade de imprensa – são ilusões ou conceitos sem sentido. A libertinagem, o liberalismo e a liberdade excessiva atuais levam à decadência social, como até mesmo Platão reconheceu. A solução para esses problemas é um governo central voltado para o povo, mas forte, com governantes de visão e caráter que são da mesma etnia de seus cidadãos.

O Judaico-Cristianismo tradicional é uma armadilha mortal ideológica. O Cristianismo tradicional é uma construção inteiramente judaica, e ainda assim fraudulenta. A história de Jesus é uma pilha de absurdos que não podem ser verdadeiros e, de qualquer forma, depende da fé cega em um rabino judeu itinerante, “Jesus de Nazaré”. Todo o Novo Testamento é ex post facto construção de Paulo de Tarso, simplesmente para iludir e rebaixar as massas gentias crédulas e voltá-las contra os valores romanos mais fortes e nobres. Acreditar no Deus judeu (Jeová) e em uma vida após a morte de conto de fadas é levar uma vida de estupidez suprema. Os líderes do sistema reverenciado neste artigo entenderam isso, e é por isso que enfatizaram o valor, para as massas, de um “cristianismo positivo” – ou seja, uma visão de mundo nobre e transcendente apropriada para a nossa humanidade. Mas isso quase não tem conexão com o cristianismo da sarjeta de inspiração judaica do catolicismo ou protestantismo.

O Nosso Sistema não é nem ‘ódio’ nem ‘supremacia’. Não há nada de odioso nos 20 pontos acima, ou nessas várias elaborações. O único ódio verdadeiro a ser encontrado é o ódio ultraliberal a essas ideias, ódio este que é proveniente de outro povo contra nós, que apenas desejamos viver nossa própria vida, longe de seu controle. Ao buscar viver em uma sociedade típica de nosso povo, nós obviamente não desejamos nem precisamos ser “supremos” sobre ninguém. Todos os outros povos são incentivados a viver suas próprias vidas de acordo com seus próprios valores – em seus próprios países. O referenciado sistema encorajaria e ajudaria este processo na maior extensão possível.

A “América” acabou. A maior nação da Terra, pertencente ao nosso povo são os Estados Unidos, com cerca de 200 milhões de pessoas de semelhante origem. Infelizmente, os EUA também são a nação mais corrompida e degradada da Terra. Em nenhum outro lugar os valores de outro povo e a riqueza deste mesmo povo são mais dominantes. As sementes da decadência americana foram plantadas há muitos anos, na importação de milhões de escravos (com a ajuda considerável de comerciantes de escravos pertencentes à mesma oligarquia de sempre), na cláusula “todos os homens são criados iguais” da Declaração e na imigração em massa de tal povo na virada do século XX. Nesse ponto, estávamos condenados. Era só questão de tempo. Hoje, estamos vendo o fruto desses erros trágicos. A “América” acabou. Portanto, larguem suas bandeiras e estandartes dos EUA, joguem fora seus chapéus MAGA e se dediquem ao trabalho árduo de construir uma nova nação para o nosso povo sob os princípios citados.

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A educação, então, é a tarefa prioritária no momento. Mas deixe-me encerrar este ensaio com algumas pequenas reflexões sobre ações adicionais que nós podemos realizar em autodefesa.

Se a educação é a primeira tarefa, a organização em pequena escala é a segunda. Inicie grupos locais, com reuniões presenciais reais. [Afilie-os à National Alliance.] Chame-os de “Dissidência correta”, “Nossas vidas importam” ou algum nome relacionado. Anuncie localmente e espere resistência. Discuta questões locais, discuta história, discuta política global. Desenvolva estratégias locais apropriadas para cada região local. Não há substituto para a interação face a face.

Tarefa três: Alcance o público. Estabeleça sites ou mídia social. Faça panfletos ou publicidade local. Deixe as pessoas saberem quem você é e não tenha vergonha de defender o que acreditamos. Quando eles o chamarem de “NS”, diga “Obrigado!”

Tarefa quatro: reivindicar autoridade. Marque um território local e declare-o livre do controle oligarca. Estabeleça uma “zona autônoma livre de parasitas”. Declare que é somente pertencente ao nosso povo e incentive todos os outros a sair. Declare o governo local pelos nossos princípios. Explique à população local que você não oferece riscos, não é violento e está trabalhando apenas em seus próprios interesses. Faça bons trabalhos locais: caridade, voluntariado, ajuda ao meio-ambiente.

Defenda os mais altos padrões de caráter e moralidade. Dê um bom exemplo e mostre-se digno de respeito e autogoverno.

Tarefa cinco: rede. Entre em contato com outros grupos próximos e estabeleça vínculos de trabalho. Aprenda com os sucessos e fracassos uns dos outros. Construa alianças, mas não sacrifique seus princípios NS básicos.

Tarefa seis: aguarde seu tempo e esteja preparado. Todas as tendências sociais atuais são negativas e as coisas podem piorar muito rapidamente. Na América, o regime de Biden e sua comitiva javélica com certeza irão acelerar a decadência. No caos social que se aproxima, as oportunidades surgirão. Esteja pronto. Esteja preparado para assumir um papel mais ativo na governança local.

Em meio às contendas e decadências generalizadas que se aproxima, o melhor surgirá. Seja essa vanguarda. O futuro espera.


Fonte: National Vanguard
Autor: Thomas Dalton, PhD
Editor: Kevin Alfred Strom
Artigo original: National Socialism Today
Publicação: 4 de janeiro de 20201
Adaptação para o Brasil: Christa Savitri
Editor da versão brasileira: André Marques


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