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Em meu livro “Faked Atrocities” (distribuído pelo Institute for Historical Reivew, US $ 5,00 {na época que este artigo foi escrito}), eu tenho descrito algumas das maneiras pelas quais a nação alemã é envilecida por meio do uso de fotografias de atrocidade forjadas. Meu livro lida abrangentemente com esse problema e mostra o seguinte:

1 Quão muitas fotos aparecem com legendas diferentes de acordo com a circunstância. A legenda pode descrever um local, hora e circunstância totalmente diferente de outra legenda na mesma foto publicada em outro lugar.

2 Quantas fotos são alteradas; às vezes com nenhuma razão aparente; como no que diz respeito a vestimentas, penteados, expressões faciais. Essas alterações lançam severas dúvidas sobre a origem da própria foto.

3 Quão muitas fotos são impossíveis, em que as sombras estão todas erradas ou contraditórias; ou inexistente. Ou que a anatomia física das pessoas retratadas é impossível, quando comparada com esqueletos. Esses tipos de fotos de atrocidade são geralmente pinturas ou desenhos.

4 Quantas fotos de atrocidade são de origem comunista.

5 Quantas fotos não provam, afinal, nada. Por exemplo, uma foto de uma pilha de óculos, ou de dentes falsos, ou de escovas de barbear, poderia ser facilmente tirada em uma fábrica de óculos, uma fábrica de dentes falsos ou uma fábrica de escovas de barbear.

Nos exemplos que eu estou apresentando hoje, eu desejo mostrar algumas das falsificações mais desavergonhadamente escancaradas. Claro, havia outros métodos, além de fotografias forjadas, usados para a lavagem cerebral do povo alemão depois da guerra. Para uma pesquisa sobre isso, os alunos devem consultar meu livro mais recente, The Methods of Re-Education (também distribuído pelo IHR, $ 2,00 {na época que este artigo foi escrito}).

Mauthausen

Essa foi a legenda dada a essa foto em Macht Ohne Moral (Poder sem Moral) de R. Schnabel, Roederberg Publishing, Frankfurt, 1957, página 341.

Roll Call

Esta é a legenda dada à mesma foto, mas sem a pilha de corpos, no Julgamento de Nuremberg. A fotografia aparece duas vezes; uma vez no Vol. 30 página 421, e novamente nas alegações do governo francês como documento F321.

Essa também foi reproduzida em vários livretos comunistas, como Der KZ-Staat (O Estado do Campo de Concentração) de Heinz Kuehnerich, Berlim Oriental, 1960, página 81; e no Mauthausen de Vaclav Berdych, Praga, 1959.

Essa fraude fotográfica também é comentada por Richard Harwood em Six Million Lost and Found (anteriormente Did Six Million Really Die?)

Milhares de sapatos de prisioneiros assassinados em Auschwitz

A imagem apareceu com esta legenda em Macht Ohne Moral (Poder sem Moral) de R. Schnabel, Roederberg Publishing, Frankfurt, 1957, página 244.

Esta foto apareceu sem nenhuma legenda em The Lublin Extermination Camp, de Constantin Simonow, Moscou, 1944, página 12.

Seria desejável que os Exterminacionistas {os que afirmam a existência do alegado Holocausto} pelo menos fossem direto em suas histórias. Os sapatos foram encontrados em Auschwitz ou em Lublin? (Na verdade, também é importante notar aqui que Lublin é a mesma coisa que Maidanek ou Majdanek, mas fica a 160 quilômetros de Auschwitz-Birkenau.)

Em ambas as fotos, pode-se ver que os sapatos individuais em primeiro plano são idênticos, mas existem dois fundos diferentes. Além disso, não há sombras na imagem, fazendo com que pareça provável que ela tenha sido “retocada.” Também nos perguntamos maravilhados por que os ultraeficientes nazistas permitiram que os sapatos de suas vítimas fossem empilhados sem serem amarrados aos pares. Nós somos gratos a um Exterminacionista-Sobrevivente Eugen Kogon que nos disse em Der SS Staat (O Estado SS), 1ª edição na página 132, ou 5ª edição na página 167, que havia uma grande placa na frente da sala de despir da câmara de gás dizendo às vítimas para dobrarem suas roupas cuidadosamente e amarrarem seus sapatos aos pares!

Legenda na Illustrierte Geschichte des Zweiten Weltkriegs (História Ilustrada da Segunda Guerra Mundial) por K. Zentner, página 490.

Esta mesma imagem também aparece em Der Gelbe Stern (A Estrela Amarela) de Gerhard Schoenberner, página 96 nas edições alemã e inglesa (Corgi-Trans World 1969), com a legenda Mass Executions in Lijepaja, Latvia {Execuções em massa em Liepaja, Letônia}.

Um grupo de mulheres antes de serem baleadas. À esquerda da imagem está Purve Rosa, operária da fábrica Kursa, e sua mãe ao lado dela. Fotografia do chefe da unidade da Gestapo em Ljiepaja, Hauptscharführer Karl Schrot, 15 de dezembro de 1941.

Legenda de Verbrecherische Ziele – Verbrecherische Mittel, publicada pelo Instituto Marxista-Leninista, Moscou, 1963, página 132.

Embora, em face disto, esta possa parecer a mesma foto, estude por um momento as roupas que as mulheres estão usando. A mulher nº 2 na fotografia alemã tem uma camiseta que vai até o pescoço. No entanto, a mesma mulher na fotografia soviética tem uma roupa de gola redonda. A mulher nº 3 tem um decote em V na fotografia alemã e um decote redondo na soviética! A Mulher 4 e a Mulher 1 também tiveram seus decotes alterados. Também é preciso especular sobre como as pessoas conseguem ficar paradas tão calmas em suas roupas de baixo na Letônia em meados de dezembro, quando as temperaturas são de 40 graus centígrados negativos!

Mas tal é o padrão de nossa mídia popular que eles reciclarão um lixo como este com impunidade. A foto soviética apareceu mais tarde na popular revista Stern, e sua legenda dizia que a cena agora era a Rutênia Branca!

Guarda do campo de concentração, com vítimas, em Buchenwald.

Essa era a legenda no Der Spiegel de 10 de outubro de 1966, página 101. A mesma imagem também foi usada em cartões postais com o slogan: Este criminoso de guerra não tem sido encontrado! O qual foi distribuído por organizações sionistas americanas na primavera de 1979. Os cartões deveriam ser enviados ao primeiro-ministro alemão, exigindo uma extensão do estatuto de limitações. A campanha foi um sucesso.

No entanto, a imagem é obviamente não genuína. O uniforme do guarda está todo errado. Os bolsos laterais sob o cinto estão faltando. A borda abotoada da jaqueta não corre corretamente de cima para baixo. A pistola está pendurada do lado errado. Um “unterscharfüher” não seria permitido usar calças de oficial com botas.

Em segundo lugar, a iluminação está totalmente errada. O “guarda” e as duas vítimas penduradas não projetam sombras, enquanto a vítima deitada faz.

Por último, pareceria terrivelmente ineficiente da parte desses nazistas perversos escolher árvores tão altas para enforcar as pessoas. Alguém teria de ter tido muito trabalho para colocar as cordas no alto da copa da árvore. Também nos perguntamos maravilhados se é anatomicamente possível que pessoas penduradas pelos pulsos assim puxem as pernas para cima. Além disso, não se pode ver as cordas; quando visitei o museu de Dachau em janeiro de 1968, eles exibiam uma ampliação em tamanho real dessa mesma imagem e ainda não havia cordas detectáveis. Ou as vítimas estão flutuando no ar ou alguém se esqueceu de desenhá-las!

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander


Fonte: Udo Walendy,  “The fake photograph problem”, The Journal for Historical Review, volume 1, nº 1, primavera de 1980. Disponível em http://www.ihr.org/jhr/v01/v01p-59_Walendy.html. Tradução de World Traditional Front

By Udo Walendy

Udo Walendy (1927) é um dos mais prolíficos pesquisadores, escritores e editores revisionistas do mundo. Após servir nas forças armadas, formou-se na escola de jornalismo em Aachen, e graduou-se em Ciência Política na Hochschule für Politik em Berlim Ocidental. Ele dirige a editora revisionista alemã Verlag for Volkstum e Zeitgeschichtsforschung. Walendy escreveu muitos trabalhos revisionistas por conta própria, incluindo uma análise única de fotografias falsas de atrocidade. Ele escreveu vários livros e desde o início dos anos 1970 tem publicado o periódico alemão Historische Tatsachen (fatos históricos), até agora abrangendo mais de 110 edições - incluindo a versão alemã de Did Six Million Really Die?, a versão em alemão do primeiro Relatório Leuchter e é o tradutor e editor da edição alemã do livro de Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century (Der Jahrhundert Betrug em alemão). Walendy foi um dos conselheiros e testemunhas de Ernst Zündel durante os Grandes Julgamentos do Holocausto de 1985 e 1988. Como resultado de suas atividades, sua casa e escritórios foram frequentemente invadidos pela polícia, arquivos de negócios, livros, chapas de impressão e computadores foram confiscados. Muitas de suas publicações são indexadas (ou seja, não podem ser oferecidas publicamente) ou são totalmente proibidas. Em 1996 e 1997, Walendy, então com 70 anos, foi condenado na Alemanha e condenado a 15 e 14 meses sem liberdade condicional, respetivamente, por ter publicado e distribuído vários números do seu periódico Historische Tatsachen. Entre suas principais obras estão: "Who Started World War II: Truth for a War-Torn World" (uma edição atualizada, ampliada, recém-traduzida e corrigida de Truth for Germany - The Question of Guilt for the Second War World), Castle Hill Publishers, 1 de setembro de 2014; "Forged War Crimes Malign the German Nation Truth for Germany – The Question of Guilt for the Second World War" (Wahrheit für Deutschland – Die Schuldfrage des Zweiten Weltkriegs), publicado originalmente em 1964. Reimpressão pela Barnes Review.

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