A Noção de Diversidade Racial na Academia Alemã e na Legislação Nacional-Socialista (Primeira Parte)

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Introdução

O que segue abaixo são as traduções de vários trechos de raros livros e ensaios sobre raça publicados pelos proeminentes estudiosos de direito, biologistas e médicos alemães que eram também membros do alto escalão do Partido Nacional-Socialista antes e durante a Segunda Guerra Mundial. O foco das passagens traduzidas é sobre a análise verbal, legal e sociológica sobre raça. Não é intenção minha ou do The Occidental Observer tornar aprazível o Nacional-Socialismo ou glorificar o trabalho de seus porta-vozes acadêmicos ou militares. O fato que depois da tomada de poder do Nacional-Socialismo o número de membros do partido nacional socialista disparou como um foguete dos modestos 800 mil para 8 milhões em 1943, um número o qual também incluem um grande número de acadêmicos e cientistas alemães conhecidos mundialmente, prova que o oportunismo e a duplicidade intelectual entre os estudiosos é nada nova. Ideias dominantes, por mais bizarras, ou perigosas que possam basicamente soar, contanto que elas sejam escudadas pela classe dominante e sua polícia, irão sempre atrair líderes de torcida entre os rebanhos de acadêmicos sedentos de glória, pesquisadores na ribalta, e um bando de sicofantas. Muitos deles irão rapidamente rejeitar as crenças deles quando diferentes tendências culturais ou ideológicas começarem a espreitar no horizonte político.

O grande perigo, contudo, reside no fato que ideias políticas dominantes invariavelmente tem um impacto na definição de ciência natural – e nunca o contrário. Portanto, é uma perda de tempo hoje tentar convencer o adversário político sobre diferenças raciais inundando ele / ela com dados empíricos, especialmente se as ideias dominantes expostas pelas elites são hostis no avanço de qualquer discussão sobre raça. Fatos são raramente importantes – o que conta é a interpretação dos fatos.

A única intenção destes ensaios é apontar erros semânticos e conceituais significativos que surgiram hoje com o uso de conceitos políticos e legais da anterior Alemanha relacionados a questão da raça a qual, enquanto comum no ensino superior e na política na Alemanha Nacional Socialista, frequentemente voltou-se após a Segunda Guerra Mundial em demoníacas apropriações indevidas de termos.

Seguindo a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA, acompanhada pelas distorções de linguagem em curso na mídia e no ensino superior, também conhecidas como fake news, e na luz da chegada em massa de migrantes não brancos para os EUA e Europa, bem como pela crescente racialização do discurso, alguns paralelos no clima intelectual entre a Alemanha de Weimar e a Nacional-Socialista e os EUA e os EUA de hoje podem ser traçados.

A beleza e a tragédia da língua alemã é que como a mais rica língua europeia ela é altamente passível para todos tipos de escapadas legais e conceituais. Sua formação de palavras permite ao locutor o luxo de criar incontáveis substantivos compostos, cada um com um significado específico, frequentemente soando estranho e pesado nos ouvidos de um locutor estrangeiro. Não é por acidente que muitos alemães continuam a considerar a língua deles a língua dos “pensadores e poetas” (Denker und Dichter). Muitas antigas palavras alemãs, do campo da legislação e do estudo da raça, quando traduzido para o inglês, têm uma ressonância desajeitada, ainda mais que o significado original delas hoje está frequentemente sendo distorcido. Por exemplo, a difundida depreciativa palavra “Nazi”nunca esteve em uso na Alemanha Nacional-Socialista. A palavra “Nazi” tinha sido cunhada pelos soviéticos nos anos da década de 1930, obtendo depois disso uma infame popularidade ao redor do mundo. Imagine um jornal acadêmico dos EUA usando uma similar palavra depreciativa, tal como “commie”, quando descrevendo a época comunista na União Soviética!.

Substantivos compostos alemães com um específico significado, tais como Estudos de Raça e Teorias de Raça (“Rassenkunde”, “Rassenlehre”), ou dotação genética (“Erbanlage”) com dúzias de derivativos verbais, quando traduzidos para o Inglês, frequentemente evocam um diferente, se não um assustador significado.

Muitas palavras do campo da ciência social, carregando hoje uma conotação negativa, são falsamente atribuídas ao jargão nacional socialista. Por exemplo, uma palavra popular hoje em dia na mídia dominante, “totalitarismo”, era não existente na ciência social na Europa até 1945. Na Alemanha Nacional Socialista, no estudo da política, a palavra “Estado Total” [1] (totaler Staat) foi usada [2] ao invés, embora sua denotação original na língua alemã difere significativamente de sua denotação hoje. A autora judia Hannah Arendt [3], logo após a Segunda Guerra Mundial, popularizou o termo “totalitarismo” em sua exaustiva descrição do nacional-socialismo e comunismo – como se o liberalismo fosse miraculosamente destinado para sempre a permanecer imune as tentações totalitárias. Além disso, a palavra “raça”, tanto nos EUA como na Europa hoje, tem praticamente desaparecido do currículo estudantil e discurso político, depois de ter sido substituída por uma mansa, genérica e imprecisa palavra “étnica”.

Os eruditos raciais alemães mais bem conhecidos [4], mesmo antes do Nacional Socialismo assumir o poder, eram Hans F. Günther e Ludwig F. Clauss, que por sua vez influenciaram os trabalhos dos autores cujos textos estão abaixo. Deve ser ressaltado, contudo, que os trabalhos de Clauss e Günther raramente focaram nos aspectos biológicos da raça. Ambos pensadores mergulharam, muito em linha com a velha tradição erudita alemã de “aprendizado” (Gelehrtheit), numa perspectiva mais ampla, cobrindo linguística, antigas línguas semitas, história, estudo do latim e grego antigo, toda maneira de pesquisa deles do pensamento político moderno e suas inter-relações com o estudo da raça.

Eu estava tentando não tirar as passagens traduzidas fora de seu contexto maior. Só estou adicionando as legendas e as fontes em negrito, sem meus comentários.

I. Visão de mundo define (in)consciência racial

“Primeiro e acima de tudo, cada declínio de um claro e coeso ponto de vista em uma visão de mundo leva a uma propensão frente à dano biológico e paralisia na segurança instintiva. Assim, por exemplo, uma pessoa cuja visão de mundo é saudável, com um correspondente estilo de vida, é imune à corrupção racial. Ele simplesmente ignora isso. Uma pessoa com uma visão doentia do mundo é basicamente inclinada a fazer compromissos, permitindo tacitamente a disseminação da mistura racial. Como resultado, irá tolerar a decomposição de seu corpo nacional. Ao entrar, contudo, o último estágio de sua vida, ele irá começar propagar a mistura racial como um ‘ideal cultural’ (“Kulturideal” – ênfase no texto). Nós temos já testemunhado vários estágios deste modelo de decomposição racial entre os povos. Sua causa primária foi sempre a decomposição de uma visão de mundo. Contrariamente, na luta contra a mistura racial, o objetivo final deve consistir na imunização do corpo nacional por meios de uma visão de mundo salvaguardada pelas leis raciais da vida.” – (Dr. Ferdinand Rossner, “Rasse als lebensgesetz” (Raça como uma Lei da Vida), em Rassenpolitik im Krieg, editado pelo Dr. Walter Kopp, (Hannover: Verlag M. & H. Schaper 1941), página 70.

Nt: Uma palavra alemã popular “Weltanschauung” (visão de mundo) é frequentemente traduzida pela palavra “ideologia”. Isto é falso. As autoridades Nacional Socialistas usam o termo “Weltanschauung” (visão de mundo) exclusivamente para o Nacional Socialismo, um substantivo composto carregando um significado amplamente literário e filosófico, com significado radicalmente diferente da palavra “ideologia”. O termo “ideologia” foi atribuído pelos eruditos alemães e autoridades nacional-socialistas ao comunismo.

II. Auto-consciência racial x outras raças

“Uma situação muita séria surge do fato de que outros povos e estados, especialmente as nações não-arianas, sentiram que a dignidade e honra das nações deles tinha sido difamada e ofendida após a aprovação da Legislação Racial Alemã e sua separação das raças estrangeiras. Eu não posso enumerar todos aqueles povos e países com quem, sobre estas bases, sérios argumentos tinham ocorrido. É suficiente dizer, por exemplo, que o inteiro do mundo no Extremo Oriente ficou por um longo tempo sobre a impressão que um homem alemão, com sua nova crença nacional-socialista, era inclinado a retratar todos eles como não-arianos. Sendo descritos como não-arianos, ele era, portanto, inclinado a considerar eles num todo como uma ralé inferior. Daí se segue: Os alemães discernem todos eles como inferior, humanos de segunda-classe, enquanto projetava eles próprios como os reais portadores da cultura. É suficiente dizer, compreensivelmente, que uma tal crença entre orgulhosos, autoconscientes e sinceros povos nacionais, como é o Japão por exemplo, estava inclinada a provocar interminável comoção e ódio contra essa Alemanha nazista. Similar ocorrências nós tínhamos de alguma maneira experimentado na área da Índia, bem como entre os povos do Oriente Médio.” (Prof. Dr. Walter Gross – Chefe do Escritório de Políticas Raciais do NSDAP). “Der Deutsche Rassengedanke und die Welt” (Pensamento Racial Alemão e o Mundo), (Berlin: Juncker und Dünnhaupt, 1939), página 24.

“O que nós estávamos supondo fazer em considerar esta propensão do pensamento racial alemão sendo geralmente alvo de difamação por diversos povos? Nós poderíamos fazer nada mais que colocar o pensamento racial alemão, calmamente em nossa própria vantagem, dentro de sua forma adequada, fazendo claro que a essência do vislumbre racial não consiste na avaliação ou desvalorização de outros grupos humanos deste mundo, mas sim usar uma avaliação da ciência natural – em uma maneira sóbria, eu devo adicionar, e sem usar quaisquer outras avaliações – de diferentes grupos humanos vivendo neste mundo. Exemplo: ‘Você é de um tipo racial diferente em seu relacionamento conosco’ não contém nem mais, ou menos um julgamento de valor que uma observação científica de um homem andando através da floresta e falando para si mesmo: ‘Estas não são apenas árvores na floresta, mas estas árvores são abetos, pinheiros, bétulas, e ali, há carvalhos.’ Isto somente significa uma declaração do fato, assim como quando nós fazemos uma afirmação que especifica povos e grupos étnicos nesta Terra são racialmente relacionados a nós, com alguns sendo totalmente estranhos para nós.” (idem, páginas 26-27).

“Uma ideia genuína, um vislumbre correto, bem como boa vontade para fazer o bem para seu próprio povo, podem ser eventualmente reconciliados com os interesses de outros povos e em alguma forma tê-los unidos. Mas nenhuma conciliação é possível com os sistemas de pensamento de marca internacional, porque estes sistemas, em seu estágio final intelectual, não são nem genuínos nem honrosos. Estes sistemas são baseados em mentiras horrendas, isto é, a mentira da igualdade das pessoas.” (Idem. página 30).

III. Sobre a questão judaica

“Se quisermos compreender a influência judaica na legislação, então nós necessitamos conhecer primeiro que traços específicos caracterizam os judeus. Nós necessitamos estar cientes da composição racial judaica, assim como nós necessitamos saber que esta composição racial significa da perspectiva do ensinamento da alma-racial [Rassensellenkunde]. Nós nunca vamos resolver a questão judaica através de um rábido “antissemitismo,” conforme tem sido mostrado para nós pela história judaica, não apenas na Alemanha, mas pela história do mundo também. A solução para a questão judaica é somente e exclusivamente possível com um satisfatório pleno cumprimento da ideia de raça por cada raça. Nós nunca iremos cumprir a ideia de raça a não ser que nós façamos a distinção entre raça e povo (Rasse und Volk). Não existe tal coisa como raça alemã, e não existe tal coisa como raça judaica. Existe o povo alemão, e existe o povo judeu. Deve também ser levado em conta que o povo alemão tem obtido suas intrínsecas características da raça nórdica, o qual é seu elemento de vínculo. O elemento de vínculo do povo judeu, contudo, não é a raça europeia, mas uma não europeia, raça oriental. Dado que cada raça tem seu estilo intrínseco, o povo alemão e o povo judeu, devido a diferente composição racial deles, precisam fazer uma distinção fundamental um do outro. Muitas vezes isso não é reconhecido. Frequentemente, somente a distinção numa aparência do corpo [Erscheinungsbild; isto é, ‘fenótipo’ em português] é levado em conta, esquecendo que cada raça possui, baseado em seu próprio estilo intrínseco, sua própria escala de valores. Devemos ter cuidado para não impor a escala de valores do povo alemão sobre outros povos com uma composição racial completamente diferente. Tais visões levam a efeitos adversos. Nacional socialismo não é antissemita; ele é não-semita”. – (Prof. Dr. Falk Ruttke, F. Wilhelm Universtität, Berlim, “Judentum um Recht” (Judeus na Legislação) em Rasse, Recht und Volk (Raça, Lei e Povo), (Berlim: F. Lehmanns Verlag, 1937), página 12.

Tradução por Mykel Alexander

Fonte: The Occidental Observer

Tradução: World Traditional Front

Notas:

[1] Fonte utilizada pelo autor: “The Total State”, de Ernst Forsthoff. Originalmente publicado em Ernst Forsthoff, “Der Totale Staat” (Hamburg: Hanseatische Verlagsanstalt, 1933), 30–32, 37–39.

[2] Fonte utilizada pelo autor: “Carl Schmitt’s ‘Jews in Jurisprudence” (Part 1)”, por Tomislav Sunić, 06/01/2012, The Occidental Observer.

[3] Fonte utilizada pelo autor: Hannah Arendt, “The Origins of Totalitarianism“. (Em português publicado como ‘Origens do Totalitarismo’).

[4] Fonte utilizada pelo autor: Ludwig F. Clauss: Racial Style, Racial Character (Part I)”, por Tomislav Sunić, 09/11/2011, The Occidental Observer; “Racial Studies of Jews in National Socialist Germany”, por Dan Michaels, 13/03/2010, The Occidental Observer.

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Tomislav Sunić

Tomislav Sunić (1953 -) conhecido como Tom Sunic nos países de língua inglesa é um escritor croata-estadunidense tradutor e ex-professor de de ciência política e historia. Suas opiniões são citadas frequentemente como parte do movimento da Nova Direita na Europa e no IHR nos Estados Unidos.

Estudou francês, inglês e literatura na Universidade de Zagreb, possui mestrado na Califórnia State University e recebeu seu doutorado em Ciência Política na Universidade da Califórnia, Santa Bárbara.

De 1993 até 2001 ele trabalhou como funcionário do governo croata em diversas posições diplomáticas em Zagreb, Londres, Compenhagen e Bruxelas. Entre seus livros estão:

"Against Democracy and Equality: The European New Right;
"Homo americanus: Child of the Postmodern Age"

"Postmortem Report: Cultural Examinations from Postmodernity"
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One thought on “A Noção de Diversidade Racial na Academia Alemã e na Legislação Nacional-Socialista (Primeira Parte)”

  1. A palavra “Nazi-Nazista” foi engendrada por esse judeu;Konrad Heiden(1901-1966), judeu marxista nascido em Munique, ele é o autor do jargão “Nazi” usado até hoje com a finalidade de ridicularizar os Nacional Socialistas de Hitler na Alemanha nos anos 1920-1933, mas serve até hoje para atacar em especial os alemães e os europeus que não odeiam sua própria raça, cultura e história, e que desejam proteger e preservar os seus povos e o futuro dos seus países. “Nazi” ou “nazistas”, são aqueles que se opõem à imigração massiva de milhões de invasores, maioria analfabetos, drogados, maconheiros e criminosos que encheram as prisões européias, são a maioria! Em 1933, esse criminoso judeu anti-alemão tive que fugir da Alemanha de Hitler, fui para Suíça e depois pra New York, a capital mundial dos racistas talmudistas que dominam Estados Unidos até hoje!

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