fbpx
Tachados de ineficientes, Correios atingem 97% em índice de entrega no prazo

A auditoria do TCU avaliou as variações nos resultados dos indicadores de qualidade nos últimos anos. De modo geral, conclui-se que todos apresentaram sensível melhora a partir do segundo semestre de 2018, com índices consideravelmente positivos.

No entanto, antes dessa melhora recente, a quantidade de reclamações registradas nos Procon de todo o País seguiu aumentando desde 2009. Até atingir, em 2018, a quantidade recorde de reclamações, a maior da série histórica, mais de dez mil. Já em 2019 esse número caiu pela metade: foram 4.868 reclamações dos Correios.

Um indicador que pode ser considerado fundamental para a percepção de melhoria dos serviços dos Correios é o Índice de Entrega no Prazo (IEP). Em 2015, era de cerca de 87%. O IEP alcançou em 2019 o seu valor mais expressivo: mais de 97%.

A melhoria no desempenho pode ser atribuída a diversos fatores. O Tribunal de Contas da União destacou que as medidas gerenciais adotadas pela empresa provocaram declínio na insatisfação dos consumidores com os serviços prestados.

Qual a intenção da campanha difamatória que segue anos afio?

Sempre a mesma. Sempre o mesmo modus operandi. É interessante para as multinacionais e os agentes/representantes do capital financeiro internacional e especulativo a privatização dos serviços vitais de um país, causando dependência e precarização. Foi assim desde Collor e FHC nos anos 90, na Era PT e continua assim com Guedes/Bolsonaro… e a tendência não é melhorar.

Para isso, é necessário apoio midiático e corporativo na campanha de difamação e precarização dos serviços, para que a “opinião pública” esteja moldada para aceitar a retirada desse serviço como direito básico. Desde meados da Nova República, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) vem sofrendo com a falta de repasses e recursos, além de cortes de pessoal e sufocamento de garantias.

Como disse Vanderlino Horizonte Ramage – antigo Major da Aeronáutica e nacionalista -, em “Multinacionais: A Face Oculta das Forças Ocultas”:

“Há muitos instrumentos e organizações que os países ditos desenvolvidos utilizam para dominar os povos através da ação NEOCOLONIALISTA. Entretanto um meio sobressai, é da natureza econômica. São as MULTINACIONAIS. Essa denominação é uma consequência da presença simultânea, dessas organizações, em vários países. Sendo que o centro decisório permanece no país de origem, e é para lá que é remetido o produto do saque que elas praticam contra os povos que aceitam suas ações nefastas”.

Razões de não privatização

Muito diferente do que é informado na grande mídia (ou simplesmente não informado), nos últimos 4 anos, a empresa registrou consecutivamente lucro líquido, ultrapassando os R$ 2 bilhões de reais. Para o Sintect-RN, os Correios, como uma empresa estatal, é lucrativo e essencial para o país.

Entre as justificativas comuns de opositores à “quebra de monopólio” dos Correios  que algumas áreas mais afastadas e que possuem menor demanda não despertariam interesse da iniciativa privada. Mas não é só isso… OS CORREIOS NÃO POSSUEM TOTAL MONOPÓLIO dos serviços de entrega no Brasil! Os Correios só detêm um monopólio – o postal –. Ou seja, a empresa pública é a única que pode enviar cartas pessoais e comerciais, cartões-postais e correspondências agrupadas (malotes). Pois não é lucrativo para as empresas privadas. E, mantem-se dessa forma em obrigação com a Constituição, que garante o acesso de todos os brasileiros à correspondência. É livre pra todas as empresas a concorrência com os Correios. Qual o motivo de não querer competir?

Para manter os Correios, cada brasileiro paga por ano menos de dois reais

Além de que, normalmente, a privatização leva ao aumento no número de terceirizados e tende à precarização do trabalho e serviço. É o que acontece hoje nos setores de Telefonia e Comunicação, Energia e Água.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Quer receber nossas notificações?    SIM! Não, obrigado (a)