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Neste vídeo legendado, originalmente executado pelo portal de comentários Representative Express a ex-ministra do Estado artificial de Israel, Shulamit Aloni (1928 – 2014), política, advogada, professora e ex-ministra de comunicações e educação de Israel, numa entrevista num programa de rádio apresentado pela jornalista Amy Goodman no Democracy Now (“Democracia Agora”) revela como a mídia internacional e o estado israelense-sionista usam o holocausto e o antissemitismo para encerrar qualquer debate feito por qualquer pessoa que se posicione contra as políticas arbitrárias do “Deep State” sionista-estadunidense. Trata-se de um tática de comoção e uso e manipulação da imagem e opinião pública para legitimar toda e qualquer ação que seja de interesse do establishment.

 

By Shulamit Aloni

(Tel Aviv ,1927 - Kfar Shmaryahu, 2014) Política, advogada, professora e ex-ministra de Israel, era filha de judeus oriundos da Polônia, adeptos dos valores do sionismo trabalhista. Em 1959, torna-se militante do partido "Mapai", Em 1973, fundou o "Ratz" (Movimento pelos Direitos Civis e pela Paz), do qual foi líder até 1996, ano em que se retirou da vida partidária. O partido conseguiu representação parlamentar em 1974, com três lugares no parlamento; opunha-se à ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza e advogava a separação entre religião e Estado. Entre junho e outubro de 1974, foi ministra sem pasta no governo de Yitzhak Rabin, mas demitiu-se do cargo quando o Mafdal, um partido religioso, se uniu à coligação governamental. Tornou-se conhecida pela suas campanhas contra a corrupção e a favor de uma Constituição escrita para o país. Graças ao trabalho parlamentar desenvolvido por Shulamit, em 1988, as relações homossexuais deixaram de ser criminalizadas pelo código penal israelita. Foi nomeada ministra da Educação e da Cultura no governo de Yitzhak Rabin; viria ainda a desempenhar funções como ministra da Ciência e Tecnologia e ministra das Artes. Ela adquiriu uma reputação pelo seu estilo mordaz, pelo seu ateísmo e pelas suas críticas em relação à forma como os governos de Israel actuaram no conflito com os palestinianos. Em 2000, recebeu um prémio nacional pelas suas contribuições à sociedade israelita, o que gerou fortes críticas por parte dos sectores religiosos. É autora de várias obras na área do direitos civis e de uma autobiografia política, I Can Do No Other. Em 2007, apoiou a candidatura da trabalhista Colette Avital à presidência de Israel, que foi conquistada por Shimon Peres. Quando faleceu, estava ligada ao Bat Shalom, um grupo de mulheres israelitas e palestinianas que lutam pela paz na região.

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