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De agora em diante, o debate público ficará limitado a socialdemocratas, liberais de esquerda e alguns marxistas, cuja presença servirá para dar um pouco de falsa radicalidade à discussão.

Na semana passada assistimos à maior demonstração de força da ditadura global. Nenhum blindado foi colocado na rua, nenhuma operação de detenção massiva de dissidentes foi realizada, nenhuma junta de militares foi proclamada. Na realidade, tudo foi ainda pior, porque o que se destruiu não foi só a liberdade de opinião, mas também a possibilidade de pensar livremente, de expressar qualquer coisa que se distinga da ortodoxia da esquerda liberal, que escape à cela invisível do consenso habermasiano. De agora em diante, o debate público ficará limitado a socialdemocratas, liberais de esquerda e alguns marxistas, cuja presença servirá para dar um pouco de falsa radicalidade à discussão. O “resto” das opções intelectuais está descartado, sua manifestação já sofre sistemática proscrição, embora corresponda à consciência de milhões de pessoas. Um núcleo acadêmico terá permissão para discutir e matizar o que instâncias superiores do poder já terão deliberado.

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A elite de multibilionários que nos domina sente-se legitimada para fraudar eleições e até para soltar sua matilha de antifas e supremacistas negros nas ruas, onde esses cães atacam cidadãos e incendeiam igrejas. Nos últimos meses, o Partido Democrata americano tocou o terror nas ruas e passou a coibir a liberdade de expressão com uma autoridade e um poder que não teve nem o presidente dos Estados Unidos, o homem mais poderoso do mundo, conforme se dizia. Seria verdade? Não, não nos enganemos: por quatro anos Trump teve o governo em suas mãos, mas nunca teve o poder.

A demonstração mais palpável de quem manda foi-nos oferecida pelo plutocrata Zuckerberg, o amo do Facebook e de quase todos dos mais poderosos meios digitais de comunicação. Esse sujeito excluiu Trump da rede e realizou expurgo massivo de republicanos desse seu palanque no ciberespaço. Não faltará algum desatinado para dizer que a empresa é dele e que, por isso, ele pode mandar embora qualquer um. Ora, o problema é justamente esse: quase todas as plataformas que servem à nossa comunicação são feudos de um grupelho de magnatas, os donos do pedaço, literalmente, que nessa condição julgam-se no direito de escolher quem pode e quem não pode falar. Chegam até, como foi o caso da Parler, a aniquilar todo competidor que não acate seus preconceitos ideológicos. Que fique bem claro: a chave da liberdade de pensamento em todo o mundo está na mão de meia dúzia de senhoritos vermelhos.

Ou pensamos o que mandam pensar ou eles nos banem da rede. Aos inocentes, submissos e coniventes é dada a palavra, porque se manifestam sempre anodinamente; mas aqueles considerados de extrema direita por esquerdistas extremos que controlam a rede sofrem censura ao menor sinal de inconformismo. Em que pese aos seus censores, as pessoas de direita e mesmo de extrema direita existem e têm tanto direito à liberdade de expressão quanto os supremacistas negros, o tirano analfabeto Nicolás Maduro, os supermimados matadores da ETA ou os cleptocratas do PSOE.

Dominar a mídia não é o mesmo que dominar a realidade, mas significa dominar a imagem que grande parte da população tem da realidade. As televisoras, as rádios e todas as plataformas digitais são propriedades de alguns poucos multibilionários, de uma elite internacional que impõe seus pontos de vista a quase todo o planeta. Suponho que o leitor tenha deixado de ver os telejornais e ler os jornalões, há bastante tempo, para não se aborrecer, porque essa mídia fala muito, e sempre a mesma coisa, mas não diz nada; há um acordo geral e só se discute sobre que facção do Grande Partido Único Mundial assume o governo. Toda a imprensa “espanhola”, desde o ABC e El Mundo até El País e Público coincide numa coisa: o inimigo é Trump e vale qualquer coisa para acabar com ele (o que já conseguiram) e com seus partidários (nós somos o próximo alvo). Várias parlamentares histéricas do Partido Democrata começam a desatinar e estigmatizam como “terroristas” 75 milhões de americanos que votaram em Trump, indicando isto que nos Estados Unidos não haverá nenhuma reconciliação, mas sim campanha implacável do governo federal para destruir e escravizar as classes médias e instituir a ditadura das minorias, acompanhada do terror e do vandalismo de rua que a Black Lives Matter e os antifas estarão livres para perpetrar, agora que contam com a carta branca dada pela supremacia moral da esquerda. Os brancos na base da pirâmide social pagarão preço ainda mais alto pelo privilégio dermatológico de que jamais desfrutaram. Ocorre uma guerra de classes nos Estados Unidos, sem dúvida: a guerra que a elite do Partido Democrata, mancomunada com a elite republicana que traiu Trump, move contra os agricultores, trabalhadores e empregados brancos. A América branca deve se preparar para retomar a iniciativa e desencadear a contraofensiva.

Aparentemente, a vitória do regime plutocrático é total. O Partido Republicano, último reduto das classes médias, foi destroçado por traição interna e ataque externo. Todo o poder está com os magnatas, sem contestação possível. Esses multibilionários encontram-se na mesma situação de Stalin em 1935, depois da eliminação de Kirov, ou na de Hitler em 1934, depois da neutralização de Röhm. Um testa de ferro, figura subserviente e senil, um agonizante Hindenburg, ocupa a Casa Branca e talvez não chegue ao final de seu mandato, dada a sua vida pregressa e a de seu filho. É bem possível que o sonho dourado da elite, colocar uma mulher mais ou menos negra na mais alta magistratura, culmine o experimento em menos de dois ou três anos. Até lá, a estranha adversidade da tão oportuna pandemia ― essa de cuja origem chinesa não se pode falar, embora muito se fale da sua cepa inglesa ― terá arruinado esse inimigo que sempre tolheu o desfrute incontestado do poder das elites: a classe média.

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Nos últimos trinta anos, o objetivo prioritário dos ricaços senhores das finanças tem sido a destruição das nações, a criação de um governo planetário que faça dos Estados simples divisões administrativas do grande cartel financeiro e tecnológico, que decidiu reconstruir o mundo a sua imagem e semelhança. O que nós podemos pensar, sobeja dizê-lo, conta pouco, ou melhor, não conta nada. Uma corja de nababos acabou por acreditar na divindade de sua própria natureza (leia-se, a propósito, as múltiplas declarações de Gates, Schwab, Soros, Zuckerberg et alii) e está recriando uma humanidade de novo tipo, cuja conduta, pensamento e reprodução estarão ferreamente controlados e dirigidos por esses bandidos, cela va sans dire. Nesse intento eles recorrem a expediente tradicional do pastoreio de gado ovino: o medo… do vírus, da Rússia, ou do que seja. Tampouco falta outro recurso muito inteligente: a mulher, que ao longo de toda a história tem transmitido os valores mais fundamentais das diversas tradições. A Nova Humanidade de Gates, Soros, Zuckerberg et similia fundamenta-se na destruição de toda identidade religiosa, cultural e política, dos valores das classes populares, daí o empoderecimento feminista hoje imposto e que é artigo de fé tão importante e irrenunciável como o aborto, a eutanásia, ou as cirurgias para mudança de “gênero”.

Acabando-se com a mulher, acaba-se com a Tradição e com a identidade. Também não ocorre por acaso o culto à esterilidade. Tenta-se convencer as mulheres a não ter filhos, na alegação aberrante de que filhos são um estorvo, ideia patrocinada por esses filantropos, esses bondosos plutocratas: os Senhores do Mundo consideram que há pobres em demasia e que urge despovoar o planeta. E não se trata apenas de especulação teórica de fanáticos neomalthusianos. As consequências práticas estão aí: a eutanásia e o aborto massivos.

Quando alguém se considera Deus, não pode deixar de idear um decálogo, as Tábuas da Lei que regulem a nova religião mundial. Até são revelados diversos profetas, como a Santa Piralha Greta, padroeira do Clima. Além disso, são o Bem, os juízes morais da Humanidade. Uma das características mais insuportáveis da clericalha progressista é sua convicção de que são bons, de que aqueles que não pensamos como seria devido somos gente ruim. É que eles precisam de um demônio, um Mefistófeles, un Adversário que seja a encarnação do Mal. Esse Satã encarnado é o homem branco, com sua civilização e seus valores. Por quê? Porque o sentimento nacional nos Estados Unidos e na Europa está ligado, inevitavelmente, aos povos brancos e cristãos. A oposição natural ao despotismo planetário vem do branco, orgulhoso de sua tradição, de sua cultura e de sua pátria, zeloso de sua soberania e nada inclinado ao emotivismo da religião oficial mundialista. Para converter as nações à Nova Ordem há que conseguir que reneguem e abominem seu passado, sua tradição, é necessário que considerem sua pátria e sua história nacional como algo maligno a ser repudiado. Só assim poder-se-ia aceitar como alguma coisa boa a aniquilação das nações e da soberania nacional. Nisso estão empenhadas as muito ricas e muito vermelhas elites “brancas” das últimas quatro décadas, disso vive a próspera indústria da culpa no Ocidente. O sucesso foi total: não sobrou quase nenhum professor patriota nas universidades da Ivy League.

Em princípio, a vitória é terminante, avassaladora. Trump acabará arruinado e preso, e o Partido Republicano será uma facção direitista da socialdemocracia mundial, equivalente ao PP [Partido Popular] na Espanha. Os plutocratas estão no auge de seu poder e parece que ninguém pode derrubá-los; não obstante… 75 milhões de americanos viram-se excluídos do Sistema, demonizados e perseguidos.

A administração democrata vai querer tirar vingança dos “deploráveis”, a quem os inimigos de Trump sempre odiaram, pois que agora os vingadores dispõem da desculpa perfeita para perseguir, encurralar e abater os membros da resistência patriótica. Porém, por maior que seja o seu ódio e por mais que empreguem milhões de seus prepostos na lavagem de cérebros, resta enorme parte da nação silenciosamente hostil e que já sabe, porque isso ela sofreu na carne, que o atual sistema político não a representa, que é seu inimigo e que esse inimigo tem todas as opções sobre a mesa, restando aos patriotas a só opção de virar a mesa. Se os “deploráveis” americanos quiserem sobreviver, terão de destruir o regime vigente. Pelosi, Harris e seu amo Zuckerberg agem movidos por ódio e revanche, mas estão desesperados, pois seu futuro está escrito, e o que é deles está guardado.

Os Estados Unidos retomarão a política externa agressiva de Obama e Clinton. Não haverá surpresa se uma nova guerra irromper, envolvendo algum aliado de Moscou (Bielorrússia, Irã ou Síria) ou a própria Rússia. Putin é o próximo alvo da Nova Ordem Mundial, mas contra ele não adianta nada qualquer fraude em urnas eletrônicas ou o voto de gente que já morreu pelos Correios. Uma guerra perdida, por exemplo, pode significar o fim do Sistema nos Estados Unidos. Terá o mesmo efeito alguma crise brutal provocada pela especulação desenfreada de financistas autonomizados. Seria esse o momento da grande revolta daqueles a quem os democratas excluíram. Estará sempre ali, surda, latente, tenaz, esperando a hora do grande ajuste de contas. Podem despojar os revoltados, mas não poderão extingui-los. E agora os tabus centenários foram quebrados.


Fonte: El Manifiesto. Autor: Sertorio. Título original: Adiós a todo eso. Data de publicação: 11 de janeiro de 2021. Versão brasilesa: Chauke Stephan Filho.


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