Trump e Putin celebram a vitória conjunta da Segunda Guerra Mundial: Mas qual vitória?

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Um documento conjunto celebrado por Trump e Putin marcou o aniversário de 25 de abril de 1945, quando, em uma ponte do rio Elba, na Alemanha, soldados soviéticos avançavam do leste e tropas norte-americanas vinham do oeste para uma ação conjunta. Esse dia marcou a derrota conjunta da Alemanha nacional-socialista frente aos dois pólos “opostos” e chega em meio a desgastes entre os dois países.

A data foi a derrota decisiva do regime nazista […] O ‘Espírito do Elba’ é um exemplo de como nossos países podem deixar de lado as diferenças, criar confiança e cooperar na busca de uma causa maior.”, diz a declaração.

A última declaração conjunta sobre a data foi emitida em 2010, quando a administração de Barack Obama pregava uma política de melhores relações com a Rússia. Trump esperava viajar para Moscou para marcar o aniversário. Ele foi elogiado por Putin, promoveu a cooperação com Moscou.

Em 8 de maio de 1945, a Wehrmacht foi vencida. Um povo heroico, sem paralelo na história da humanidade, foi vencido por uma força satânica sobre-humana, após uma luta que durou seis anos. Ao final, o soldado alemão tinha lutado até o último cartucho. Não sobrava mais pedra sobre pedra na maioria das cidades alemãs e sob os escombros encontravam-se milhares de crianças mortas, vítimas do bombardeamento aéreo que transformou as áreas civis urbanas em um inferno – o verdadeiro Holocausto. E para quê?

Fora das “luzes”, qual vitória deve ser realmente comemorada?.. A dos globalistas nos EUA ou os destroços no leste da Europa?

O The Wall Street Journal informou que a decisão de emitir a declaração provocou inquietação dentro do governo estadunidense, com funcionários preocupados com a possibilidade de “prejudicar as mensagens que os EUA têm enviado para Moscou”, pois, autoridades da administração e parlamentares nos EUA, ao contrário do “conto de fadas” desta declaração, têm sido críticos com a relação Washington e Moscou em um dos seus pontos mais baixos desde o fim da Guerra Fria.

Qual mensagem pode ser “prejudicada” e para que finalidade?

Com o retorno em peso da política neoconservador no governo de Trump, especificamente na política externa, devemos levar em conta sobre esse “partido da guerra eterna” o ideologismo neocon vem do trotskismo, nascido de judeus “intelectuais” emigrados para Nova Iorque no pós-guerra.

Os “neocons” pregam que os Estados Unidos é a única superpotência do mundo, dado seu “destino manifesto” para exercer uma suposta liderança global e, que tudo deve ser feito para proteger e promover Israel e seu sionismo internacional, mesmo sacrificar vidas de cidadãos de outros países para atingir seus fins geopolíticos. Como falsos conservadores, abraçam políticas externas e posições de segurança nacional extremamente agressivas enquanto pregam a sutileza a linha liberal judaico-sionista e pós-moderna sobe questões sociais.

Como aponta Philip Giraldi em um artigo:

“Como sempre, eles são uma distinta força para destruição criativa, conforme eles colocam, certamente em primeiro lugar com suas mãos para obter financiamento de suas fundações e think tanks […] que não poupam custos, mas também dirigem ideologicamente, o que tem feito eles a vanguarda intelectual do partido da guerra. Eles fornecem a palatável estrutura para a América tomar o mundo, metaforicamente falando, e constituem a força de ataque que está sempre pronta para aparecer nos programas de entrevistas na televisão ou serem citados na mídia com uma inteligente sonoridade apropriada que pode ser usada para justificar o impensável. Em troca, eles são ricamente recompensados com dinheiro e status.”

Assim, aqueles que defendem as agendas globais da guerra, da sinarquia financeira e do anglo-sionismo vencedor da Segunda Guerra Mundial e da Guerra Fria, por uma razão ou outra, necessitam de um poderoso inimigo para justificar suas políticas insanas e anti-humanidade. Agentes da Defesa necessitam de um inimigo para justificar a existência, os políticos para financiar suas campanhas, a mídia de uma história de terror ou “mocinhos e bandidos” para controle das massas amedrontadas, justificando assim, um governo globalizado, mundial, único e hermeticamente controlado por gigantescos oligopólios de poder.

Sim, os neocons odeiam a Rússia. Mas qual o motivo? Giraldi também explica.

O ódio visceral dos neoconservadores pela Rússia se baseia em maior parte numa “extensão tribal” ou, étnico-religiosa. Desde a Revolução Bolchevique em 1917, assim como durante e depois da Segunda Guerra Mundial, os neoconservadores, trostskistas realistas, “se davam muito bem com a Rússia quando eles e seus oligarcas e ladrões de commodities internacionais com seus amigos financeiros esmagadoramente judeus estavam saqueando os recursos da antiga União Soviética – mesmo durante a Guerra Fria, cenário perfeito para justificativas de controle e orçamentos bilionários de guerra -,  e sob o infeliz presidente Boris Yeltsin durante os anos 1990.” A coisa começa a mudar quando o velho nacionalista e e-agente da KGB, Vladmir Putin, assume a presidência e fez do principal objetivo de seu governo desligar essas conexões de tráfico de dinheiro e influência externas.

As alegações que Moscou interferiu na eleição presidencial de 2016 nos EUA, questão citada e criticada dentro do governo Trump por seu gesto para com Putin, é claramente uma farsa e hoje em dia já se trabalha com a linha de que não os russos, mas Israel, através do seu Mossad tenham feito isso com conluio de Trump.

Por outro lado, Patrick Buchanan aponta com razão, que: “A ‘Liberação da Europa’, no 75º aniversário do qual nós celebramos a praia de Omaha em 6 de junho, foi uma liberação que se estendeu apenas até o Rio Elba no coração da Alemanha.” O resultado real foi que o leste e a metade da Europa Central ficou na custódia soviética. Se esse foi o resultado da guerra na qual os nacional-socialistas confrontaram os bolcheviques, porque a Grã-Bretanha foi à guerra? Em defesa de uma Polônia que terminou ocupada pela URSS ou por uma Checoslováquia que teve o mesmo destino? Ou os Bálcãs?

A Grã-Bretanha, declarando guerra a um país que não podia defender, transformou um conflito germano-polaco numa guerra mundial que a levou para a bancarrota detonando seu império.

A história hoje confirma aquilo que Buchanan escreve: que “os habitantes de Danzig nunca quiseram deixar a Alemanha, e 90% queria retornar. Mesmo o gabinete britânico achou que a Alemanha tinha um caso e Danzig deveria ser devolvido.” Mas Chamberlain deu um cheque em branco aos poloneses em caso de resposta alemã quanto ao extermínio étnico que faziam contra alemães nas fronteiras. Mas, no fim, Churchill consentiu a anexação da metade da Polônia por Stalin e sua incorporação no Bloco Soviético. Para apaziguar Stalin, Churchill declarou guerra à Finlândia. A França, assim como a Inglaterra, destroçada, perderiam nas próximas décadas seus impérios e recursos.

Assim, os soviéticos, ocuparam Berlim, anexaram os estados bálticos e transformaram a Europa Oriental num campo de base, estendo seu domínio até o Oriente Médio para que seu país fosse “triturado” e “caísse de podre” frente ao avanço da política neoliberal sem pátria nem ideologia, que respeitava apenas o conselho tribal e desenraizado. Esse sim, cerca a atual Rússia como um lobo que fareja a presa, promovendo conflitos em seu quinta como Ucrânia, Geórgia e etc.

Assim, as guerras entre 1914 e 1945, a Grande Guerra Civil do Ocidente, terminaram na perda de todos impérios ocidentais e na conquista definitiva do Ocidente pelos povos libertados de suas ex-colônias.

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2 thoughts on “Trump e Putin celebram a vitória conjunta da Segunda Guerra Mundial: Mas qual vitória?”

  1. Estes covardes comunistas e capitalista são aliados até hoje e por isso festejam sempre a sua “vitória” juntos! Não existe briga entre eles, tudo farsa e mentiras! A farsa do covarde “exército vermelho” que se não fosse ajudado sempre pela desgraçada “democracia” capitalista Anglo- Americana, seria esmagado pelo exército alemão como uma pulga! Os criminosos capitalistas anglo-americanos logo pularam para ajudarem o seu aliado genocida comunista Stálin com armas e materiais capitalistas para salvar a mais suja tirania do mundo, a Tirania Comunista Soviética, o mais criminoso estado do mundo, com milhões de mortos no Gulag e Sibéria! O comunista Stálin recebeu mais de 400.000 jipes e caminhões, locomotivas e 13.000 vagões, 90 navios de carga, 4.000 bombardeiros! Os britânicos e os canadenses deram mais de 5.000 tanques e 7.000 aviões. Outra ajuda segue; 14.795 aeronaves, 7056 tanques, 8.218 armas antiaéreas, 131,633 metralhadoras, 105 caçadores submarinos, 197 torpedeiros, 1.541.7000 par de botas! Ainda ajuda capitalista para a tirania comunista segue; 4.062 milhões de toneladas de alimentos, 2,54 milhões de toneladas de aço, 728.000 toneladas de metal não ferroso, 764.000 toneladas de produtos químicos, 2,42 milhões de toneladas de produtos petroquímicos! Segue mais ajuda bilionária para a tirania comunista; 77.900 jipes, 151.000 veículos comerciais ligeiros, 200.000 Caminhões Studebaker, 1,5 milhão de quilômetros de cabos telefônicos, 35.000 estações de rádio, 380.000 telefones de campo, 43% de todos os pneus, 56% de todos os serviços ferroviários, 1900 Locomotivas (produção própria de 932 locomotivas), 1/3 de todos os explosivos! Imediatamente após o ataque à União Soviética em junho de 1941 o “democrata” Roosevelt prometeu ajuda ao genocida Stalin que pediu ajuda capitalista. Stalin enviou uma lista de pedidos, o que significava que os EUA e a Grã-Bretanha em face das necessidades de armas temiam um colapso rápido do galinheiro comunista soviético. Os Comboios do Ártico da Segunda Guerra Mundial foram comboios oceânicos que navegavam do Reino Unido, Islândia e da América do Norte para os portos do norte da União Soviética principalmente Arkhangelsk e Murmansk, na atual Rússia. Houve 78 comboios entre agosto de 1941 e maio de 1945, navegando através dos mares do Atlântico e do Oceano Ártico. Cerca de 1400 navios mercantes entregaram suprimentos vitais para a União Soviética por meio do programa Lend-Lease, (nome do programa capitalista americano para ajudar o seu irmão comunista soviético), escoltados por navios da Marinha Real Britânica, Marinha Canadense, e da Marinha dos Estados Unidos. unknow15 de novembro de 2019 12:17.Mais ajuda capitalista atravês do tal de Corredor Persa. Era outro caminho para ajudar a tirania soviética, foi atravês de Irã, ou Persia naquela época! Os capitalistas aliados anglo-americanos entregaram todo o tipo de material para os soviéticos, de caminhões Studebaker US6 a bombardeiros americanos B-24. A maioria dos suprimentos chegava de navio nos portos do Golfo Pérsico, e em seguida, eram enviados em direção norte por caminho de ferro ou em comboios de caminhões. Os esforços de abastecimento aliados foram enormes. Os capitalistas norte-americanos entregaram mais de 16,3 milhões de toneladas para os soviéticos durante a guerra, através de três rotas:Os Comboios do Ártico para os portos de Murmansk e Archangelsk. A partir da costa oeste dos Estados Unidos e Canadá para Vladivostok no Extremo Oriente, uma vez que a União Soviética só entrou em guerra com o Japão em agosto de 1945. O Corredor persa foi a rota para mais de 4,2 milhões toneladas desta carga enviada pelos capitalistas americanos. No entanto, esta não foi a única contribuição através do Corredor Persa, outras contribuições dos aliados, como Grã-Bretanha, Canadá, África do Sul, Austrália, e inúmeras outras nações capitalistas aliadas a tirania soviética, colônias e protetorados dos países aliados passaram por ele. Ao todo, cerca de 7,9 milhões de toneladas de carga a partir de fontes aliadas transitaram pelo Corredor, a maior parte com destino de ajuda capitalista para o comunismo assassino! Como “Maxim Litvinov” (“Litvinov”, foi o judeu Meir Hanoch Finkelstein 1876-1951) foi ministro de exterior de Stalin até 1939 e em 1951 foi morto pela KGB em um acidente de caro, que foi típica técnica socialista usada pelo “camarada” Stalin e seus sucessores para matar os seus próprios “camaradas”!) foi comissário do “povo” em setembro de 1941 em uma reunião no Kremlin na frente do enviado especial de Roosevelt, o capitalista judeu Harriman, viu a lista de remessas de ajuda capitalista americanos prometidos, ele levantou-se da cadeira e exclamou: “Agora vamos ganhar a guerra!” É assim o exército vermelho entrou em Berlim, com ajuda capitalista! Aliás, os povos da Europa do Leste quando foram ocupados em 1945 por esse criminoso exército vermelho, olhavam estarrecidos que o exército vermelho era armado até os dentes com armamento anglo-americano que recebeu como ajuda do capitalismo internacional! Veja isso e no Livro; Yalta ou a Partilha do Mundo. Do escritor francês Arthur Conte (1920-2013), mas dá para ver até no Google. Não é a toa que nas tiranias comunistas da Europa do Leste e na própria União Soviética, circulava essa verdade que dizia que: os americanos são como os comunistas soviéticos, só que os americanos tem mais estrelas na sua bandeira! E tem que acredita até hoje na farsa do “invencível” exército vermelho! Esse covarde exército vermelho foi vencido até e na revolta anticomunista húngara em 1956 e, também foi vencido no Afeganistão no tempo de Brejenev, anos 1980!

  2. No caso da Rússia, os EUA (leia-se, os judeus) estão tentando associar a Rússia ao Nazismo, e tentando ignorar – e até negar – que a Rússia é quem venceu os nazistas.

    Na semana passada a Casa Branca postou uma foto dizendo que os EUA e Inglaterra venceram os nazistas (rídiculo) – por isso o Putin estava ‘relembrando a guerra’ nesse caso.

    O cachorro de Israel (os EUA) perdeu a noção do rídiculo.

    Ao mesmo tempo que ‘eles’ vão enchendo os paises de africanos, a mídia (‘deles’ mesmo) fica repetindo histórias feias do Nazismo – para transferir a culpa.

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