Sionismo une militâncias da direita e esquerda contra André, Bicho Solto

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Entre as propostas principais de André Matos Filho, o “Bicho Solto” para vereador pela cidade de São Paulo estão pontos que agregam um pensamento nacionalista e social. Em seu twitter de campanha, ele expõe nas postagem fixada no topo a criação de:

  • Bancos Comunitários para combater a máfia rentista
  • Banco de alimentos para combater a fome, garantido com redução de IPTU para restaurantes que doarem pro Banco Municipal de alimentos.
  • Setor da guarda municipal de combate à pedofilia
  • Vale-combustível para Uber e entregadores (50% de desconto). Um apoio ao motorista que trabalha de forma precaria na UBER.

Mas nada disso importa para as militâncias de esquerda oriundas até mesmo e principalmente do próprio partido, que juntam-se ao próprios indivíduos que deveriam ser seus “antagonistas”, pelo menos em tese… Não bastando a tentativa de derrubada interna de sua candidatura devido o fato de o candidato não estar alinhado em postura com as demandas progressistas de esquerda mas sim com as causas do trabalho e cidadão e não compactuar o completo “psolismo” que irradia no PDT (Partido Democrático Trabalhista), na manhã de segunda-feira (26), a militância sionista brasileira, que joga dos dois lados sem ser afetada por nenhum deles, entrou em cena para atacar o candidato após uma simples postagem da foto de uma edição  em português do famoso, antigo e polêmico livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião”.

Capitalizando no cancelamento…

Isso foi o suficiente para levantar uma turba ensandecida de justiceiros sociais que correm de todos os lados, da esquerda à direita para atacar e acusar qualquer pessoa de “nazismo” e “antissemitismo”.

E desde que na internet a ideia de “sentir-se ofendido” e pedir “cancelamento” passou a ser moeda de troca, algumas ilustres personalidades passaram a difamar e caluniar gratuitamente André sem sequer saber de que se trata ou sem qualquer acusação clara.

Frederico D’Avila (PSL), Deputado Estadual por São Paulo, da bancada rural e pertencente ao ex-partido do Presidente da República, Jair Bolsonaro, de Direita, foi um dos primeiros:

O próprio Glenn Greenwald, um dos fundadores do The Intercept – ao qual deixou alegando censura quando os editores, segundo ele, não permitiram criticar a conduta de Joe Biden, atual candidato a Presidente nos EUA contra Donald Trump) ganhador do prêmio Prêmio Pulitzer de jornalismo em 2014 por ajudar Edward Snowden a relevar os programas secretos de vigilância global dos Estados Unidos pela NSA -, chamou atenção de Carlos Lupi, atual Presidente Nacional do PDT e Vice-Presidente da Internacional Socialista, para uma suposta “conduta” de André, que afirmou que apesar de seu partido ter entrado com recurso para impugnar a candidatura de André, o TRE-SP fez o óbvio, devolvendo o registro ao mesmo. Lupi afirma ainda que o PDT continua “correndo” para impugnar o Bicho Solto.

Seu produtor, Victor Pougy, também foi outro que entrou na campanha contraria:

Posteriormente, Lupi afirmou em seu twitter que ele e seu partido estão recorrendo a Justiça Eleitoral para impugnar a candidatura de André.

Um certo grupo chamado “Judeus pela Democracia” também entrou em cena para inflamar as opiniões tanto no twitter quando no Facebook para o cancelamento de Bicho Solto.

Na mesma segunda-feira (26) a personalidade Rabino Ventura, candidato a vereador por São Paulo pelo partido Cidadania (antigo PPS) também transmitiu uma live em seu Facebook onde se dedicou a acusar André de “antissemitismo”. Sem dar direito de resposta, o mesmo bloqueou André Bicho Solto.

Contrapartidas e respostas

André respondeu para todos sobre o “cancelamento” através de seu twitter:

Não sou dogmático. Leio de Kropotkin/Bakunin a Dugin. No meu perfil do FB há citações elogiosas a Kropotkin por exemplo, só caçar. Peguei o livro hj pra estudar e tiro a conclusão de que é forjado. Condeno os obscurantistas que n querem ninguém pensando por si.

Dito isso, mantenho que o sionismo internacional é uma força política atuante (fato reconhecido – orgulhosamente até – por muitos judeus) no mundo, contra a qual me levanto.

Minha solidariedade tbm ao povo palestino.

Na quarta-feira (28), André anunciou em seu Facebook que entrou junto com seu advogado com pedido de danos morais contra o Brasil 247 e o Diário do Centro do Mundo, cada um no valor de 20 mil reais por conta de matérias ultradifamatórias alegando difamação (art. 138 CP) de que o candidato estaria fazendo “propaganda” ao antissemitismo e ideias que “influenciaram o nazismo” (Lei 7.716/89, art. 20).

Ao que parece, com a simples leitura de um livro do qual os defensores de esquerda e direita do sionismo nacional e internacional não cansam de dizer que é “falso” e “racista”, André consegue unir todos os liberais brasileiros em torno da bandeira de Sião, da esquerda lacradora à direita entreguista.

Não obstante, no programa matinal no Youtube, Duplo Expresso, apresentado por Romulus Maya em sua edição da última terça-feira, o historiador judeu Wendel Pinheiro, membro do Diretório Nacional do PDT, atacou André Bicho Solto chamando-o de antissemita, neonazista e todos os outros jargões possíveis e imagináveis para descreditar qualquer pessoa por transgredir um ato sensorial do qual a “cartilha comandada” e o “porrete politicamente correto” manda… como ler um livro.

 

André Bicho Solto incomodou liberais, explicitamente-contra o Brasil e as vontades populares e que “coincidentemente” são sionistas. É óbvio que qualquer migalha como uma mera leitura em um livro seriam pano de fundo para fundamentarem contra qualquer pessoa que não fale exatamente aquilo que o lobby sionista e seus agentes exatamente querem que diga, como foi o caso do ataque gratuito à governadora interina do estado de Santa Catarina, Daniela Reinehr (sem partido) perpetrado por Reinaldo Azevedo (Uol) e Fábio Bispo (The Intercept Brasil).

Por detrás do cancelamento virtual está aquilo que não se pode falar 

O curioso caso dos “defensores da liberdade” e dos “oprimidos”, que repreendem a simples leitura livre de um livro, mesmo que aquele que esteja lendo, em momento algum faça qualquer apologia, defendem a criminalização e o banimento civil e da vida pública daqueles que leem determinada coisa. Qual o nome disso se não… autoritarismo?

No Brasil, a apologia ao nazismo e ao fascismo, em forma de divulgação partidária e política, a comercialização ou distribuição de materiais que contenham simbologia ou estejam diretamente ligados para esses fins apologéticos, é considerada crime. Qual será então o motivo pelo qual André Bicho Solto teve sua candidatura aceita pelo TRE-SP em frustração dos tão corretos e “bajuladores sionistas” do PDT? Qual motivo pelo qual nem ação cível concreta contra André pode ser tomada? É simples, não existem crime. Ele leu um livro e o fotografou, mas para os censores isso é tudo que precisa ser feito.

“É falsa a briga entre eles”

O apedrejamento através das redes sociais é uma tática usada por essas tropas de choque do sistema do qual precisamos aprender neutralizar ou nossa liberdade de pensamento e escolha estará completamente ameaçada por qualquer eufemismo sutilmente manipulado por um lobby antinacional, como é o caso do sionismo e seus agentes na política brasileira, tanto na esquerda quanto na direita. Como dizia Enéas, “é falsa a briga entre eles”.

Além do mais, se o livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, do qual independente de se tratar de obra fictícia ou não, racista ou não, é já tão descreditado e “batido”, qual o motivo do alarde? Qual motivo pelo qual a sinagoga sionista e a tropa de choque do lado de fora na contenção ficam tão apavorados? Qual o nome que se dá a um regime onde existe literatura que pode e não se pode ler? Pensamentos que podemos ou não podemos ter?

“Para saber quem domina o mundo, você deve saber qual grupo não se pode criticar” – Kevin Alfred Strom

Que fique aqui bem claro, enquanto os militantes sionistas e os justiceiros sociais brigam pela defesa de Israel – sim, o sionismo internacional tem como finalidade política e geopolítica, um nacionalismo étnico religioso (para alguns racial) do povo judeu para o Estado artificial de Israel – o povo palestino é massacrado, tratado como cidadão de segunda classe, os cristãos são perseguidos, expulsos, apedrejados e ambos os tipos sofrem perdas constantes de direitos civis. Israel livremente desrespeita diversas resoluções da ONU para os Direitos Humanos e nada, absolutamente nada acontece.

Sentinela Mídia Independente
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