Revisando a história: Um a entrevista com Siegfried Ellwanger Castan

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Siegfried Ellwanger Castan, proprietário da extinta Editora Revisão, é entrevistado pelo jornalista Orestes Andrade Júnior, de Porto Alegre. A entrevista foi publicada no Jornal das Missões a 24 de janeiro de 1998 e a segunda parte da entrevista realizada no dia 27.

Há no mundo atual, uma febre revisionista intensa. A editora Revisão utiliza justamente esse expediente, o da revisão da história. Isto é, procura reescrevê-la. Sobretudo no que se refere a 2ª Guerra Mundial, especificamente ao Holocausto judeu. Negam a existência das câmaras de gás e contestam o número de seis milhões de judeus mortos. Reafirmam a ideia de que os judeus tramam contra a humanidade e almejam dominar o mundo. É acusado, pelos Direitos Humanos, de incitamento ao racismo e de fornecer bibliografia, que inspira a formação de “grupos neonazistas”. Os leitores da editora são, basicamente, nacionalistas, integralistas (saudosistas do Integralismo de Plínio Salgado, da década de 30), revisionistas, “skinheads” e militares. Para eles, Hitler foi um eficiente administrador público e a história da 2ª Guerra Mundial foi totalmente distorcida, pois é a visão dos vencedores. Confira, a seguir, a sequência da polêmica entrevista com S. E. Castan.

Siegfried Ellwanger Castan [1928 – 2010] é brasileiro, nasceu em Candelária, Rio Grande do Sul. É o fundador e proprietário da editora mais polêmica do Brasil – a editora Revisão. Sua origem é de família humilde, vendia pastéis e rapaduras que eram feitos por sua mãe. Em 1946 alistou-se como voluntário no Corpo de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro, onde serviu por quase três anos. Foi designado para trabalhar como escriturário no Estado Maior dessa Corporação, iniciando as suas leituras sobre a 2ª Guerra Mundial, aproveitando o amplo tempo disponível. Comandou sua própria empresa no ramo de comércio industrial de ferros e aço, que dirigiu durante mais de vinte anos, quando vendeu o controle acionário para outra firma gaúcha.

Depois da venda de sua firma, S. E. Castan (como é conhecido), como pesquisador, colecionador e leitor de assuntos sobre a 2ª Guerra Mundial, começou a achar falhas e contradições, segundo ele, nas versões acerca da mesma. Resolveu, então, visitar campos de concentração na Alemanha e na Polônia. Viajou por muitos países. Estudou, igualmente, depoimentos de muitos sobreviventes da guerra, o que acabou gerando seu primeiro livro: “Holocausto Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século”, que se transformou num grande sucesso de vendas e, com certeza, um dos livros mais polêmicos e perseguidos do Brasil. encontra-se, atualmente, na 29ª edição. Foi traduzido para o inglês, o Espanhol e o Alemão.

É ainda autor do livro “Acabou o gás… O fim de um Mito”, obra que procura provar, através de um relatório de um norte-americano, Fred Leuchter Jr., a impossibilidade de terem existido câmaras de gás para execução de pessoas nos campos de concentração de Auschwitz, Birkenau e Majdanek. Escreveu “S.O.S. para Alemanha”, uma espécie de continuação de seu primeiro livro e também “A implosão da Mentira do Século”, contendo entre várias coisas, um relatório polonês a respeito das câmaras de gás de Auschwitz. Fundou a editora Revisão no ano de 1998 e desde lá vem publicando diversos livros de diversos autores de sua preferência. Fundou também, em 1994, o Centro de Pesquisas Históricas, que visa, conforme o estatuto, o correto esclarecimento à população em geral de qualquer controvérsia histórica.

O Jornal das Missões inicia, nesta edição, a publicação de uma entrevista, exclusiva e inédita no Brasil, com uma das personalidades mais polêmicas de nosso país, o revisionista S. E. Castan. O autor de livros nem um pouco politicamente correto é refratário a qualquer tipo de contato com a imprensa, devido à forma pouco profissional com que fora recebido até agora. Suas declarações, repito, são inéditas e exclusivas. Aliás, por ocasião da notícia, repercutida pela grande imprensa nacional e internacional, de que 8 alunos do Colégio Militar de Porto Alegre teriam como maior ídolo o personagem histórico Adolf Hitler, a única declaração dada por ele sobre o assunto foi concedida ao “JM”.

Leia, abaixo, a primeira parte, de um total de quatro, desta série especial “REVISANDO A HISTÓRIA”, que além de tratar da questão da revisão da história, incide, entre outras coisas, sobre o tema da liberdade de expressão, tão em pauta nas discussões nacionais dos dias correntes.

A Entrevista

Revisionismo

Orestes de Andrade Júnior: Qual a razão de o senhor ter trocado sua atividade como industrial pela carreira de escritor revisionista?

Siegfried Ellwanger Castan: Olha, tudo que eu queria era contar o que eu tinha visto e estudado, durante minhas viagens e leituras sobre a 2ª Guerra Mundial, principalmente sobre o suposto holocausto judeu. Porque o que estão querendo é que todo mundo pense de uma forma só. Começa que eu estou na minha pátria e não vou aceitar que gente com dupla nacionalidade, ou estrangeiros, venham interferir sobre o meu pensamento, no que eu estudei e estou fazendo. De jeito nenhum. E, ainda mais, o sujeito quando tá com a verdade enfrenta qualquer coisa. Nós estamos muito certos, muito conscientes do que estamos fazendo. Se eu tivesse medo não faria o que estou fazendo. Eu não faço outra coisa, a não ser isso, nos últimos 15 anos, “full time”, só isso. Estou colocando a minha vida nisto. E posso dizer que é um trabalho muito gratificante.

OAJ: Em que se fundamenta o trabalho da editora Revisão? Quais são os objetivos?

SEC: O objetivo é revisar a história. Eu faço isso há mais de 25 anos, lendo e estudando história. E aí nós divulgamos o que nós conhecemos. Tudo é divulgado.

OAJ: O que significa revisar a história?

SEC: É conferir. Revisar é conferir. Nós estamos conferindo a história mentirosa que nos foi atirada no cérebro, já pouco antes da 2ª Guerra Mundial, e principalmente depois dela, e até o que hoje, diariamente, nos empurram. Histórias fabricadas em Hollywood por testemunhas mentirosas, mentem desaforadamente. E nós, então, conferimos e divulgamos a nova versão.

OAJ: Há algum fundamento científico nas afirmações que vocês fazem?

SEC: Totalmente. Tudo que nós publicamos é facilmente comprovável.

OAJ: As fontes utilizadas por vocês são conseguidas de que maneira?

SEC: Lendo, não há outra maneira. E sabendo outro idioma além do português, isso é muito importante. O cara que só sabe português, só olha televisão e assiste esses filmes nojentos que passam por aí, não tem acesso a nada. É preciso saber espanhol, bem. Há muita coisa, também, em inglês e alemão. Aí é só procurar nos livros de história, catando certinho se encontra coisas fabulosas. Inclusive muito do que nós publicamos é oriundo da França, Inglaterra, dos EUA, países que combateram a Alemanha. O importante a dizer é que nós não inventamos nada, tudo tem fundamento e segurança no que nós estamos fazendo e afirmando.

Siegfried Ellwanger Castan apresentando seu livro Holocausto Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século, sucesso de vendas em 29 edições e três idiomas diferentes, foi popular até o dia em que o STF decretou o fechamento da Editora Revisão e a proibição de seus livros. Foto: Arquivo pessoal/Inacreditável.com.br

OAJ: O sr. pode citar alguns autores que servem de referência a vocês?

SEC: (Pensativo) Assim… eu não me lembraria de memória, mas são todos citados em nossos livros, tu pode conferir.

OAJ: O sr. conta com a ajuda de alguém para realizar este trabalho?

SEC: Não, de ninguém. Toda a pesquisa é feita por mim mesmo. Agora, com o monte de livros que nós publicamos, chegam, diariamente, muitas informações de leitores, que leem em outros idiomas, e têm acesso a uma vasta bibliografia. Recebo, assim, um enorme material, contribuindo ainda mais para o meu arquivo, que é fantástico.

OAJ: Quem são os leitores das obras da editora? A juventude é a principal consumidora?

SEC: Eu diria que os leitores de nossos livos vão desde os 12 até os 91 anos. Podemos dizer isso, baseados na correspondência que recebemos constantemente de nossos leitores. A juventude é muito curiosa, está querendo saber das coisas. Vale lembrar que jovens pra mim é essa turma um pouco acima da faixa de 20 anos. Até essa idade o pessoal tem pouco tempo e interesse por essas coisas.

OAJ: O sr. possui ídolos? Quem são?

SEC: Admiro muito o Sadam Hussein, o Fidel Castro, o Muammar Gaddafi, Stálin, Mao Tse-Tung. Sou fã do Gustavo Barroso, que eu considero o maior historiador brasileiro.

OAJ: O que o sr. achou da notícia de que 10% dos formandos de uma turma de 2º grau do Colégio Militar, do ano de 95, terem declarado possuírem como ídolo Adolf Hitler?

SEC: Em primeiro lugar, eu quero externar minha estranheza pelo fato de somente agora, após 3 anos, a revista do Colégio Militar ter divulgado a opinião de 8 dos 84 formandos desse importante colégio. Pela imediata repercussão e agitação do assunto, que vem sendo explorado pela grande imprensa, em todo o país e até no exterior, não posso deixar de pensar tratar-se de uma armação, principalmente sabendo quem comanda os grandes veículos de comunicação. Estou pensando qual o objetivo que pretenderiam alcançar. Isso não está sendo feito de graça. Em segundo lugar, acredito que a escolha feita por esses jovens, futuros líderes de nossa sociedade, é realmente surpreendente e mostra que não se tratam de opiniões de vaquinhas de presépio, que concordam com tudo e nem se tratam de macacos ou papagaios repetidores de pretensas verdades históricas sobre a 2ª Guerra Mundial. Sem nenhuma dúvida tratam-se de jovens que pensam, pois Deus lhes deu o cérebro para pensar e naturalmente também expressar suas opiniões. É provável que os jovens, que escolheram Hitler como seu ídolo, deixaram de acreditar nas histórias que os vencedores nos empurram até hoje, fato que, ao invés de ser atacado e criticado, deve ser tratado com maior respeito. Querer impedir a opinião de qualquer pessoa, é discriminação, é violência, é gol contra!

OAJ: Qual foi a movimentação de vendas na última Feira do Livro?

SEC: Houve um crescimento de vendas significativo este ano. Em comparação com o ano passado, as vendas triplicaram.

OAJ: Qual é o faturamento da editora? Há lucro?

SEC: De maneira nenhuma. Só prejuízo. Eu tenho investido todo meu patrimônio neste projeto. A venda de livros não cobre o nosso investimento, ainda. Nós sofremos boicote, ameaças contra gráficas que imprimiam nossos livros. Imagine, uma gráfica brasileira sendo ameaçada por, na melhor das hipóteses, meio brasileiros.

Stand da Editora Revisão na Feira do Livro em Porto Alegre em novembro de 1997. Foto: Reprodução

OAJ: Quem é que ameaça?

SEC: A comunidade sionista, eles são muito eficientes, fanáticos, são muito poderosos não só aqui como em todo o mundo.

2ª Guerra Mundial

Orestes de Andrade Júnior: Por que revisar a história, sobretudo a história da Segunda Guerra Mundial, especialmente o Holocausto judeu?

Siegfried Ellwanger Castan: Porque são falsidades, deformações, mentiras escabrosas que nos foram passadas principalmente pra eleger os heróis e as vítimas, e assim condenar um povo e absolver outro, com objetivos muito mais claros pra nós.

OAJ: Como mentiras? Os nazistas não mataram 6 milhões de judeus durante a guerra?

SEC: Claro que não. Esse número é irreal. Aliás, nós, no ano de 1994, lançamos um prêmio de esclarecimento no valor de 6 milhões de cruzeiros reais, para a primeira testemunha ocular judaica que provasse a morte não de 6 milhões, mas de um único judeu morto em câmaras de gás. O resultado? Não apareceu ninguém. Porque eles podem ser mentirosos, mas eles não são burros.

OAJ: Não me lembro de ter lido nada a respeito disso?

SEC: O que demonstra que nossa imprensa é totalmente dominada, pois nenhum órgão de comunicação foi capaz de noticiar o prêmio. O anúncio deste prêmio foi feito em entrevista coletiva, no dia 2 de maio de 1994, no Hotel Continental, com a presença de vários jornais, sendo que toda a grande imprensa do país recebeu fax comunicando sobre o acontecimento. A imprensa é amarrada. Ela pratica uma autocensura pra não perder as verbas de publicidade, a gente sabe disso. Nós temos experiências aqui mesmo em Porto Alegre, quando a gente tenta e consegue publicar um anúncio, a pressão que os órgãos de imprensa sofrem, com ameaças intensas de corte de verbas publicitárias. Dizem que o que nós falamos poderia ofender as coitadas das vítimas.

S. E. Castan durante palestra revisionista. Foto: Arquivo Pessoal/Inacreditavel.com.br

OAJ: Qual a base empírica utilizada para se fazer a afirmação de que o Holocausto é uma obra de ficção da história? E as câmaras de gás, não existiram? Qual a comprovação destas afirmações?

SEC: A população judaica aumentou, e não diminuiu no período da guerra. O próprio presidente do congresso mundial judaico, o seu Naum Goldman, reconheceu isso. Tu conhece algum judeu burro? Não, né. É muito raro. Tu achas que ele iriam deixar matar 6 milhões de judeus, nem tinha 6 milhões, cacete. E ainda mais em câmara de gás. Nunca existiu câmara de gás. A única câmara de gás que há no mundo é nos EUA. Eles não conseguem nem recompor no Museu do Holocausto como seria uma câmara de gás.

OAJ: Então não houve perseguição e matança de judeus?

SEC: Ah, certamente houve mortes, falecimentos de judeus. Mas muito menos do que se noticia. Perseguição havia pra quem contrariava as leis existentes na Alemanha. A propaganda favorável aos judeus é imensa. Na televisão, em filmes, pra todo mundo ficar com pena dos coitadinhos dos judeus.

OAJ: Os alemães, por exemplo, não eram proibidos de casarem com mulheres judias?

SEC: Eram. Como as judias também eram proibidas de casarem com alemães, poloneses, americanos e qualquer outro povo. Vocês (a imprensa) parece que esqueceram que em muitos estados americanos a lei proibia o casamento de negros e brancos.

OAJ: O sr. acredita mesmo que os judeus querem dominar o mundo e conspiram contra a humanidade, ainda, se é que um dia tiveram este tipo de atitude?

SEC: Exatamente. É só ler os Protocolos dos Sábios de Sião. Tu já leste? Tem que ler pra entender o que eu estou falando. Senão tu via achar que isso é balela. Este ano até, eles estão festejando 100 anos desse apócrifo, como eles chamam. E o que está previsto nele está realmente se realizando em detalhes. É tudo excelente, para o domínio deles, mas um desaforo contra a humanidade. É eles, e só eles. E como eles são organizados, tem dinheiro, o pessoal se submete, veja por exemplo as livrarias de Porto Alegre, que não vendem meus livros por medo de sofrerem boicotes da comunidade judaica. É uma barbaridade!

OAJ: Esta atitude da comunidade judaica não é compreensível já que a história é uma roda, onde práticas passadas podem retornar a ativa se não forem tomadas as devidas precauções? Não se trata de uma natural autodefesa, pra que as atrocidades cometidas no passado nunca mais voltem a ser praticadas?

SEC: Que atrocidades?

OAJ: As conhecidas por todos, de domínio público e notório!

SEC: Pois é justamente isso que nós estamos contestando. Há uma técnica muito conhecida, que consiste em difamar o autor e tentar ridicularizá-lo, para que “os leitores não percam tempo, não gastem seu dinheiro, lendo besteiras”, visto que, afinal, a história já foi escrita e não admite contestações. Por que será que existe essa preocupação toda com os nossos livros, a ponto de quererem proibi-los e até queimá-los? Eu desafio qualquer um a vir discutir comigo. Sobre fatos, não com acusações. Discussão de gente grande, porra. Estamos iniciando uma “Campanha pela Verdade Histórica”, onde estamos dispostos a oferecer diretamente nossos livros para um milhão de leitores importantes dentro de nosso país, entre juízes, desembargadores, professores em geral, profissionais liberais, autoridades civis, religiosas etc.

Preconceito

OAJ: Como o sr. se sente o grande guru de grupos neonazistas, que perseguem, violentam e matam outros seres humanos? O sr. não acha que as suas obras influenciam muitos destes grupos? É este o objetivo, afinal?

SEC: Isso não existe. Há muita mentira nisso tudo. Eles não matam, não espancam, não perseguem ninguém. Senão, porque não provam e prendem eles. Mas caso isso exista, eu sou totalmente contrário. Isso é um crime. E nas minhas obras não existe nada que diga que se tem que perseguir homossexuais, narcotraficantes, coisas assim. Não há nada em minhas obras que dê motivos para que aconteçam essas coisas. Nada a ver. Eu não sou guru de coisa nenhuma, quer saber (irritado). O fato de alguém ler algum livro não quer dizer nada. Afinal o pessoal não assiste um monte de filmes mentirosos, como A Lista de Schindler. O próprio Spielberg declarou, certa vez, que ficção é mais eficiente do que documentário. Isso é de ninguém, estou apenas contando a verdadeira história.

Siegfried Ellwanger Castan e sua estante com coleção de livros e arquivos. Foto: Arquivo pessoal

OAJ: O sr. considera que pode estar havendo um mau uso de suas ideias, então?

SEC: Não, não acho que há mau uso não. Eu acho que quando alguém agride um homossexual, isso vem totalmente da cabeça dele, que não deve estar funcionando muito bem. Não tem nada a ver com os meus livros.

OAJ: Mas o sr. não teme que, direta ou indiretamente, suas obras acabem influenciando ataques aos judeus?

SEC: Isso não existe. Sabemos, muito bem, que esses supostos ataques sofridos pelos judeus são forjados pelos próprios sionistas. Essa tática é velha e conhecida. Eles pintam suásticas com dizeres antijudaicos nas paredes de sinagogas, colégios e cemitérios judeus. E muitas dessas ameaças de bomba são falsas, promovidas por eles próprios.

OAJ: O sr. tem algum tipo de preconceito contra negros e homossexuais? O que o sr. pensa a respeito dessas pessoas?

SEC: Absolutamente. Inclusive, nós temos livros publicados pela editora, que mostram que muitos negros foram escravizados por hebreus e judeus, o que motivou uma certa inferioridade dos negros na sociedade. Mas eles estão se recuperando e vão vencer. Publicamos livros editados pela USP (Universidade de São Paulo), que dão nomes dos judeus que trabalharam e lucraram com a escravidão. Também não tenho nada contra homossexuais. Tenho até amigo que são. São pessoas que podem ter algum tipo de distúrbio, sei lá. Mas não tenho nada contra eles.

OAJ: E quanto aos judeus, pelo visto, o sr. é contra?

SEC: Não sou contra judeus. Sou contra sionistas, esses nacionalistas, fanáticos. Não por serem nacionalistas, mas o negócio é que eles são nacionalistas pro lado deles, só querem o bem estar de Israel, da comunidade judaica. Se fosse o contrário, pro nosso lado, eu fecharia com eles.

OAJ: Então o sr. admite ser anti-sionista?

SEC: Sim. Pode publicar que eu sou mesmo anti-sionista.

OAJ: O sr. acha legítimo que um país avance sobre os outros pra se tornar mais forte e grande, como fez Hitler à frente da Alemanha?

SEC: Eu acho que cada governante deve levar o seu povo o mais alto possível, mas pra isso não precisa dominar, tomar ou agredir outros países. Basta cuidar do seu.

Fonte: Inacreditável

Sentinela Mídia Independente
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