O custo humano e financeiro de uma invasão: mais um ataque terrorista-refugiado em Colônia, Alemanha

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Na segunda-feia, 15, Um homem atacou um restaurante fast food do McDonald’s numa estação de trem com um coquetel molotov e fez um refém em uma farmácia antes de ser baleado e preso pela polícia. Até ai, “tudo bem”, poderia ser mais uma das tantas notícias semelhantes que acontecem no Brasil ou qualquer país cujo povo é submetido a uma economia de subdesenvolvimento. Mas não é. O ataque aconteceu numa estação da cidade de Colônia, Alemanha e foi perpetrado por mais um suposto “sírio refugiado”, segundo o jornal Bild.

O terceiro mundialismo imigracionista em pleno vapor segue a`passos largos no velho continente.

O ataque foi confirmado como sendo de autoria de um “refugiado sírio” de 55 anos pelo serviço de notícias da Deutsche Welle e do citado jornal Bild, que relatou que o mesmo feriu um senhor de idade e uma garota de 14 anos. A garota fugiu do restaurante com as pernas em chamas e foi levada para o hospital.

O refugiado-terrorista foi então a uma farmácia próxima, onde tomou um refém. Quando a polícia interveio, o invasor tentou incendiar seu refém também. Ele foi impedido de fazê-lo quando a polícia atirou e feriu-o.
O porta-voz da polícia, Klaus-Stephan Becker, disse que os investigadores encontraram um documento a ele  pertencente que o identificou como um requerente de asilo, que provavelmente pertencia ao agressor que está sendo tratado no hospital.

O homem exigiu a libertação da custódia de uma mulher tunisiana, e teria sido dito que ele era um membro do “Estado Islâmico”, um acrônimo em árabe para o grupo militante “Estado Islâmico”. Ele tinha em sua residência mais algumas garrafas de coquetel molotov.

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As autoridades disseram que o invasor sofreu ferimentos com risco de morte e que o pessoal de emergência teve que revivê-lo. As autoridades ordenaram a evacuação da estação, que é o principal centro de tráfego ferroviário na Alemanha e na Europa Ocidental.

O terrorista, havia deixado a bagagem para trás no restaurante, tem uma história de atos criminosos, incluindo crimes de roubo e drogas na Alemanha desde que ele invadiu o país pela primeira vez.

Os europeus pagam pela invasão e terrorismo?

Até julho de 2018, pelo menos 56 mil pessoas vindas da regiões mais desgraçadas da África e Ásia solicitaram asilo na Europa, em busca de dinheiro, comida e moradia grátis, embora nenhum deles venha de países onde estão sendo perseguidos ou não são “seguros”, uma revisão das últimas estatísticas publicadas pelo Gabinete Europeu de Apoio em matéria de Asilo (EASO).

Esses números são do “Asylum Trends” do EASO sobre pedidos de proteção internacional foram apresentados em países da UE, cerca de 4. 500 mais do que em junho. O mês seguinte foi o que teve mais pedidos nos últimos oito meses. Até agora, em 2018, mais de 357.500 pedidos foram depositados na UE,  embora 14% menos do que durante o mesmo período de 2017.

Os países de origem desses “requerentes de asilo” mostram que na verdade são todos falsos – porque nenhum deles é totalmente “inseguro” e não há razão real para serem considerados “fugitivos”. Então oque promove esse fluxo tão exacerbado?

Por exemplo, o mesmo relatório aponta que 1.502 requerimentos foram apresentados por “menores não acompanhados” (UAMs), que somam cerca de 2,7% de todos os candidatos.

Quase dois quintos desses UAMs veem de apenas três países: Afeganistão (248), Eritreia (204) e Paquistão (137), e a maior concentração deles vem do Vietnã (13% de todos os vietnamitas os requerentes alegaram ser UAM), no sudeste asiático, seguido da Eritreia (12%) e Gâmbia (11%), na África central.

Os principais países de origem dos candidatos “adultos” em julho foram a Síria, Afeganistão, Iraque, Turquia e Paquistão, e os cidadãos de cada um desses países apresentaram mais pedidos do que em junho de 2018. Dentre esses, o maior aumento absoluto ocorreu para os candidatos sírios (988, 15% mais), enquanto o maior aumento relativo ocorreu para os candidatos turcos (724, 34% mais).

Os cidadãos turcos continuaram a apresentar números crescentes de pedidos pelo quarto mês consecutivo, em julho atingindo o nível mais alto do ano passado.

Em comparação com junho, foram registrados aumentos consideráveis ​​para os solicitantes do Sudão (+512), do Irã (+ 470) e da Somália (+ 251).

Houve menos pedidos apresentados por nacionais de três países sul-americanos com exceção de Venezuela (- 571), Colômbia (- 439) e El Salvador (- 144).

Por último, observou o relatório do EASO, havia consideravelmente menos cidadãos nigerianos (-180) que apresentaram pedidos na UE em comparação com Junho”. Isto é claro, porque o novo governo italiano bloqueou em grande parte a invasão em massa de cidadãos nigerianos e africanos em geral através do mar Mediterrâneo, interrompendo o “neo tráfico negreiro” das Altas Finanças.

No final de julho, havia 431.171 pedidos aguardando uma decisão em primeira instância, com cidadãos sírios, afegãos e nigerianos tendo os casos mais pendentes em julho, juntos representando um quarto de todos os casos pendentes na UE”. Outros estados listados nos números do EASO como “países originários” incluem a Guiné, a Costa do Marfim e o Senegal.

Como pode ser visto na lista de “países de origem” fornecida pelo EASO, nenhum deles “persegue” qualquer grupo ou indivíduos e, portanto, não há absolutamente nenhuma razão para que qualquer um de seus cidadãos reivindique “asilo” na Europa.

É claro que todo este processo não tem nada a ver com genuínos casos de “asilo”, mas é simplesmente uma invasão maciça da Europa, ajudada e encorajada pelo establishment transnacional das Altas Finanças que nega a pátria e a nação em busca do lucro, procurando inundar a Europa de Terceiro Mundo, e destruir a civilização através da substituição populacional e criando mercados de grandes produções e mão-de-obra precária.

Corrupção política e imigração em massa

Especificamente a França é um caso impressionante para nós brasileiros. De acordo com um artigo no jornal Le Figaro, o número de imigrantes afro-asiáticos recém-chegados posando como “crianças refugiadas” subiu de 4.000 em 2010 para mais de 25.000 este ano. E cada um desses custa ao Estado francês entre 40.000 e 50.000 euros por ano! Não obstante, a realidade é que muitas vezes, esses adolescentes são usados por seus pais como meio de estabelecer-se na França, disse o Le Figaro… e você ai reclamando do custo dos presos no Brasil?

O jornal também relata que o fluxo de “menores estrangeiros desacompanhados” é agora um “padrão bem estabelecido, com contrabandistas humanos transportando essas crianças para as fronteiras da Europa, onde as organizações humanitárias cuidam delas antes de entregá-las aos estados. As crianças são consideradas clientes perfeitos para os traficantes, uma vez que recebem automaticamente asilo”, continua o artigo.

“Além disso, de acordo com a lei francesa, quando chegam ao país, podem convidar seus pais, um fato que incentiva os pais a empurrar seus filhos para invadirem a Europa por si mesmos. Em alguns casos, a questão de quem é realmente uma criança também se torna um problema, com homens jovens sem identificação e com as características biológicas dos homens na faixa dos vinte anos, alegando estar entre 15 e 18 anos, também tratados como menores”, – Le Figaro.

A França registrou mais de 323.900 pedidos de asilo registrados entre 2014 e 2017, todos eles falsos, pois todos vieram de países seguros antes de chegar à França. No entanto, os liberais negadores de raça que formam a elite dominante na França continuam a receber a crescente quantidade de parasitas, acelerando o dia em que a França – e grande parte da Europa Ocidental – fica completamente invadida por não-brancos e cai em uma réplica. do Terceiro Mundo de onde os invasores se originaram.

Não obstante traficantes, ONG´s a serviço do globalismo e pessoas interesseiras, na Itália, podemos ver como se aproveitam da situação alguns políticos progressistas e liberais de “cara lavada”. O mundialmente famoso prefeito italiano de Riace, Domenico Lucano, incentivador fanático da imigração em massa e apontado pela  revista Fortune como um dos “maiores líderes do mundo em 2016” – foi preso por fraude na imigração de centenas de imigrantes africanos em sua cidade ilegalmente, os quais foram reunidos em preparação para serem deportados.

Africanos fazem demonstração de força em Riace após a prisão do prefeito da cidade por acusações de fraude nos processos de imigração.

O esquema para fechar o que a mídia controlada chama de “projeto Riace” foi feito no último fim de semana e apoiado pelo ministro do Interior italiano Matteo Salvini, de acordo com o jornal La Repubblica.

A medida segue da prisão de Lucano no início deste mês por acusações de envolvimento na organização de “casamentos de conveniência” para fins de refúgio. O prefeito de está atualmente em prisão domiciliar em sua própria cidade.

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Lucano também se fez culpado de acusações de corrupção quando ele ignorou um processo de licitação para conceder um contrato de gestão de lixo a uma cooperativa local que estava empregando os invasores africanos – uma clara violação da lei.

Salvini recebeu bem a prisão de Lucano e o embarque dos invasores africanos como “prova de que o governo de mudança declarou guerra aos negócios de imigração”. Aqueles que cometerem crimes pagarão, e não podemos tolerar irregularidades no uso de fundos públicos, mesmo quando a desculpa está sendo usada para gastá-lo em imigrantes”, acrescentou Salvini.

Havia 430 africanos em Riace que compõem pouco menos de um quarto dos moradores. Não está claro ainda para onde os africanos serão enviados, mas Salvini prometeu cuidar para que fossem enviados, na maioria deles, para seus lugares de origem.


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