Christa Savitri: O ponto de equilíbrio na utilização da técnica a serviço do homem

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É evidente que a utilização das criações tecnológicas facilita a vida do homem, mas até que ponto isso pode ser realmente benéfico?

Há um abismo de opiniões entre os que defendem a abolição completa da técnica e os que apoiam a liberdade total do avanço tecnológico.

Os argumentos dos primeiros são que a aplicação da técnica enfraqueceu o homem, porque com maiores facilidades em suas vidas, eles ficaram naturalmente acomodados passando a lutar muito menos e estão dependente de confortos desnecessários à sobrevivência; Há também que ser dito que muitas das tecnologias criadas em diversos setores desequilibraram a saúde do homem, da natureza e da sociedade como um todo.

A favor dos anti-tecnológicos, existem evidências que apontam para um equilíbrio prejudicial à saúde do homem: a exposição à luz artificial, por exemplo, nos períodos noturnos, causa um desequilíbrio no ciclo circadiano, assim como na produção de melatonina, prejudicando o sono e o pico de GH, hormônio relacionado com a síntese proteica, que dentro de uma cadeia de reações, auxilia a formação de massa magra, por exemplo, entre outras funções importantes para a saúde humana;

A engenharia alimentar e a aplicação tecnológica no plantio, em definitiva, em muitos pontos foram um despreocupa e proposital erro.

A produção e o consumo de alimentos artificiais, ultra-processados e transgênicos tem aumentado a incidência de doenças e anormalidades como autismo, desequilíbrios hormonais, hipertensão, diabete, obesidade, síndrome metabólica, depressão, distúrbio de ansiedade, inflamações em geral, dislipidemias, vícios, transtornos alimentares, câncer, quedas imunológicas, aumento inadequado dos níveis de estrógeno e redução dos níveis de testosterona, anemias e deficiências nutricionais;

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A especulação e o crime contra o solo, realizados através da monocultura e do uso de agrotóxicos têm destruído e tornado definitivamente inférteis milhas e milhas de solo para o plantio. Sem contar a saúde dos povos campesinos e de sua prole que, só por estarem expostos aos venenos que precisam aplicar nas plantações, têm suas vidas destruídas por diversas doenças, onde principalmente pode-se citar um aumento devastador do câncer, do autismo e da prematuridade.

Todo esse aparato tecnológico desempregou milhões de agricultores pelo mundo inteiro e nem por isso o problema da fome foi resolvido. O uso da técnica permitiu um aumento exponencial da colheita, o que gerou lucros exorbitantes a esse setor, mas em nada ajudou o povo, que, mesmo no Brasil, onde há terreno e clima propício para o plantio, há incontáveis famílias em situação de fome em contraste com toneladas de alimentos que são cruelmente descartados todos os dias a fim de manter os preços dos alimentos em alta.

Completamente ligada à prejudicial tecnologia de alimentos está o aumento dos investimentos farmacêuticos e da técnica em saúde. Aumenta-se a doença, pressupõe-se a criação da cura. E que sentido faz manter uma população doente através de uma alimentação incontestavelmente nociva e um estilo de vida anti-natural e depois direcionar a cura ao consumo de medicamentos? Por quantos milênios nossos ancestrais cuidavam-se com a medicina natural e obtiveram curas reais? E em contrapartida, grande parte dos medicamentos modernos causam outras doenças, efeitos colaterais graves e vícios, nem sempre direcionando o doente à sua cura, mas ao consumo indiscriminado de mais e mais medicamentos.

E até que ponto vale à pena manter a vida de um doente incurável? É benéfico individual e socialmente que se prolongue uma vida sem qualidade? Os equipamentos modernos em saúde são capazes de manter um corpo em estado vegetativo, “vivo” por décadas e décadas. Técnica esta que só fomenta o apego doentio entre parentes, o medo da morte, além de prolongar o sofrimento de um corpo;

Nas palavras de Savitri Devi, a técnica mais desprezível é aplicada na medicina moderna.

“A técnica mais nefasta – a diretamente responsável por todas as consequências da formação indiscriminada de massas sobre a superfície da Terra – é sem dúvida a arte da medicina; é a técnica mais nefasta, porque a medicina está em oposição flagrante com o espírito da natureza, de um extremo ao outro da escala dos seres viventes; já que a medicina, ao invés de intentar conservar a saúde e toda forma de propriedade biológica dos fortes, se esforça em curar enfermidades e em prolongar a vida dos débeis ou intervém para alongar a vida dos incuráveis, dos monstruosos, idiotas, loucos e toda classe de gente que uma sociedade fundada sobre princípios sãos consideraria desejável suprimir.

O resultado dos progressos realizados por esta medicina – realizados às custas de terríveis experimentos praticados em animais perfeitamente sãos e belos, que tem sido torturados e massacrados em nome do ‘direito’ do homem a sacrificar tudo à sua espécie – é que o número de homens sobre a Terra aumenta em proporções alarmantes, enquanto sua qualidade só diminui.” [1]

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Como uma das questões mais alarmantes, o aumento da utilização do maquinário industrial e dos veículos em geral prejudica a saúde de todo ser vivente devido aos subprodutos da produção em larga escala. Poluição do ar, dos rios e da terra. E tantos são os proletários vivendo suas horas infernais em fábricas, tentando dar conta de um consumo populacional excessivo e, portanto, gerando um ciclo onde o próprio trabalhador, enquanto membro do povo, também se prejudica pra conseguir consumir em excesso aquilo que não é realmente primordial.

Além do mais, deve ser citado que o acesse tecnológico pelas massas nem sempre traz resultados benéficos, mas geralmente, apontam apontam a uma dependência e por fim, a uma decadência.

É sabido que hoje, o homem sem um celular em mãos encontra-se totalmente perdido. Não sabem mais se guiar pelos pontos cardeais ou fazer uma pesquisa que seria muito mais produtiva em uma biblioteca; passa horas e horas de seu dia em pleno sedentarismo. A TV pensa por ele, o computador e o celular terminavam de escrever suas frases e seus filhos só dormem se assistirem antes um desenho animado, ou só se tranquilizam mediante o uso de distração tecnológica.

Pra que ele deveria fazer tais coisas por si só, se hoje existem aparatos que fazer por ele?

Pelo simples fato de que o homem não pode tronar-se dependente do que ele criou para sua serventia e auxílio. Se cria-se algo que pensa pelo ser humano, podemos considerar uma inevitável atrofia do pensamento. Da mesma forma que os músculos não utilizados se atrofiam, o cérebro igualmente.

São muitos os problemas da aplicação técnica atual, mas o que deveríamos fazer? Vivermos uma vida primitiva? Rechaçar todo e qualquer progresso tecnológico?

Nas palavras de Adolf Hitler:

“Não poucas vezes o nível de vida de um povo que há trinta anos teria parecido máximo, se considera inadequado simplesmente pela razão de que o curso destes trinta anos passa-se a ter conhecimento do nível de vida de outros povos. Do mesmo modo, a generalidade dos homens, inclusive os das esferas mais baixas, olha como comodidades naturais, coisas que há oitenta anos teriam parecido luxos inauditos inclusive para as classes superiores.

É uma opinião errônea a de que um povo de determinada capacidade cultural, e, além disso, de verdadeira importância cultural, pode ser mantido muito tempo sujeito a um nível de vida, ainda que seja válido em geral, mediante uma manipulação a feitos perceptíveis ou inclusive a ideias. Especialmente as grandes massas não mostram nenhuma compreensão acerca deste ponto. Percebem a carência e grunhem contra os que, em suas opiniões, são responsáveis por ela – o que é perigoso, ao menos nos Estados democráticos, posto que assim se alimenta o depósito para todos os intentos de subversão revolucionária -, ou bem tratam de levar a cabo uma retificação como a concebem o como brota de seu discernimento e que é ajeitada com medidas tomadas pelas próprias massas.” [2]

Como dito nestes trechos, as sociedades sempre tenderão a aumentar seu nível de vida e a busca por mais facilidade e confortos.

Se levarmos em consideração as antigas escrituras e sociedades arianas nos depararemos com um avanço tecnológico impressionante; Hoje nos dizem que as sociedades antigas eram primitivas – as mesmas sociedades que construíram as pirâmides, por exemplo. Com um olhar atento à história antiga torna-se óbvio que sociedades com poder de manipulação da natureza e potencial tecnológico muitíssimo melhores do que os de hoje. Até mesmo a manipulação das energias telúricas é mencionada.

Outro ponto importante é o da tecnologia bélica. Da mesma fora que uma mação fica dependente do progresso tecnológico de outras nações caso não avance nessa questão em seu próprio território, fica também refém das outras potências caso não se torne em si mesma uma potência que apresente grande risco de destruição contra potências inimigas. Se uma nação quer viver de acordo com os próprios princípios precisa saber se proteger e, portanto, deve ter armas insuperáveis para isso.

Cabe como reflexão a ideia de que o conhecimento técnico é próprio dos Deuses, pois estes, em teoria, conhecem cada ramificação de suas manifestações energéticas sobre a Terra.

Se objetivarmos homens que buscam superar suas capacidades é evidente que estes homens tenderão ao gênio criativo e seria um crime barrar isso.

Barrar o gênio criativo do homem seria pensar em um mundo sem nossa arquitetura, arte, a beleza das nossas vestimentas, sem a possiblidade da melhora da saúde dos sãos e sem as descobertas que nos trouxe uma vida um pouco mais confortável e produtiva.

Mas se este conhecimento é próprio dos Deuses, deve-se levar em conta que Eles, enquanto conhecedores dos efeitos de suas manifestações terrestres saberiam quando, como e onde aplicar tal sabedoria e todas as suas eventuais consequências.

Se a aplicação da técnica tem deixado o homem mais fraco ela não nos serve;

Se o homem hoje depende da técnica, é escravo dela, e não seu soberano;

Eis então a chave de toda a questão:

A técnica pode apresentar um potencial devastador, mas ao mesmo tempo pode engrandecer uma sociedade; tendo em vista caminhos tão opostos que o mesmo tempo pode levar, é necessário que a técnica esteja nas mãos de um Estado forte e defensor de seu povo. Isso significa que um novo invento não deveria ser vendido de forma irresponsável se este prejudica o bem comum por si só;

A técnica hoje é nociva, porém, não o é por si mesma, mas por estar a serviço do grande capital e não do homem. A técnica nas mãos do capital é inescrupulosa. Cria a doença pra vender a cura. Cria o vício para vender o elemento viciador. Destrói a natureza e depois vende soluções ecológicas. Coloca o homem a serviço da técnica a partir do momento em que populações inteiras, mundialmente, trabalham mais de 8 horas ao dia para produzir de entretenimento a bens materiais, para um consumo exacerbado de um povo que misteriosamente trabalha muito em coisas inúteis para depois usar seu tempo livre em ócios debilitantes; pode-se destacar que se o homem trabalhasse apenas para sobrevivência e itens básicos, trabalharia muito menos, hipertrofiaria seus músculos, melhoraria seu cérebro e voltaria a ter importância social real.

A automatização de tudo inutiliza o homem e é a dessacralização dos ofícios.

Que não haja inversão de valores e de necessidades. Enquanto a tecnologia servir a uma vida menos sacrificante, porém, ainda produtiva, ela é válida. Se auxilia o homem, é preciosa. Se é aplicada pelas mentes justas e por um Estado que protege seu povo, engrandece o homem. A criação do homem não é culpável pela sua queda, mas a capitalização do aparato tecnológico o é.

Não é benéfico e nem lógico que se dê acesso aos confrontos da tecnologia às massas se para usufruí-los é preciso a escravização social; se para ter um smartphone alguém se enforque em uma dívida, em parcelamentos com juros, e ainda mais, se obriga-se o indivíduo da massa a ter acesso à essa tecnologia para que assim este não seja excluindo das relações laborais e sociais. Mas é benéfico que famílias possam viver mais confortavelmente, até o ponto que utilizem seus cérebros e seu corpo saudavelmente; Até que a medicina possa servir para o engrandecimento e aumento das possibilidades humanas e não para a manutenção repleta de sofrimento dos incuráveis. É benéfico que a tecnologia agrícola detenha a fome no mundo, mas não que esta aparentemente sirva para acabar com a fome, quando em realidade sirva apenas para o lucro genocida.

Que não seja nunca detido o gênio criativo do homem, mas que este nunca seja convertido em um medíocre escravo do capital.

Christa Savitri


Notas

[1] Trechos traduzidos do livro “Lembranças e Reflexões de uma Ária – Savitri Devi”
[2] Trechos traduzidos de “Segundo livro de Hitler”


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