Até que ponto vai a proibição de nacionalismos no Facebook?

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A multinacional Facebook Inc., anunciou semana passada que o Facebook e o Instagram irão banir o nacionalismo e separatismo brancos em suas redes sociais como uma medida a ser implementada já nessa semana. A decisão, noticiada inicialmente pelo Motherboard, ligada diretamente a mídia ultra-progressista internacional, VICE, e anunciada pelo Facebook em seu site na semana passada.

Após o atentando transmitido ao vivo no Facebook do terrorista australiano de 28 anos que matou 51 pessoas em duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, neste mês, suas consequências imediatas surgem tão rápidas quanto seus tiros e escacaram as verdadeiras motivações dos atentados.

Desde o ocorrido, as empresas de redes sociais são alvo de fortes críticas por não “fazer o suficiente” para policiar conteúdos considerador “extremistas” em suas plataformas. Mas qualquer um que use o Facebook e suas outras plataformas e que não seja um progressista globalista sabe que isso não é bem verdade. Qualquer coisa é desculpa para o policiamento de quem vai contra a palavra inquestionável do multiculturalismo do establishment. A multinacional Facebook Inc., diz que está tentando melhorar a identificação de extremismo, utilizando inteligência artificial e aprendizado de máquina.

Como era antes?

Até então, o Facebook Inc., multinacional quase dona de toda a internet convencional (incluindo Facebook, Instagram e WhatsApp), em suas resoluções anteriores, considerava uma divisão entre o que se entendia como “nacionalismo branco” e “supremacia branca”, sendo este último proibido já em 2018. Por exemplo, o “orgulho americano” e o separatismo basco, movimento separatista na Espanha por parte da minoria basca que surgido na década de 1950, não se encaixavam nessa divisão… agora não mais.

A Multinacional afirmou oficialmente que:

“Nossas políticas há muito tempo proíbem tratamento de ódio às pessoas com base em características como raça, etnia ou religião — e isso sempre incluiu supremacia branca [..] Inicialmente, não aplicamos a mesma lógica a expressões de nacionalismo e separatismo brancos porque estávamos pensando em conceitos mais amplos de nacionalismo e separatismo — coisas como o orgulho americano e o separatismo basco, que são parte importante da identidade das pessoas”.

O que eles e nós entendemos por “nacionalismo branco”?

Baseado na Metapedia em língua inglesa, o nacionalismo branco é o nacionalismo para todos os povos brancos, ou seja, seus defensores apoiam os direitos e interesses legítimos dos povos brancos em sociedades cada vez mais tendenciosas em favor dos não-brancos e nos quais os não-brancos apoiam abertamente seus direitos e interesses em grupo.

Segundo Samuel Francis , é “um movimento que rejeita a igualdade como um ideal e insiste em um núcleo duradouro da natureza humana transmitido pela hereditariedade”. Ele também argumentou que a genética dos europeus era a raiz da civilização criada pelos europeus e que a civilização européia não pode ser totalmente transmitida aos não-europeus.

O nacionalismo branco se opõe à tendência em relação à demografia branca e aos seus efeitos negativos associados, como a perca de identidade cultural, racial e étnica, além de sua redução populacional crescente através do multiculturalismo pregado pelos governos ocidentais e atlantistas da atualidade.

Porém, rotuladamente, a definição convencional da mídia internacional e da Facebook Inc., define como a crença de que pessoas brancas deveriam estar no comando de uma determinada nação, enquanto o separatismo branco é um desejo de estabelecer uma nação só de brancos, banindo pessoas de minorias étnicas e restringindo fortemente a imigração.

Assim, Brian Fishman, diretor de políticas de contraterrorismo do Facebook, disse ao Motherboard:

“Decidimos que a sobreposição entre nacionalismo, separatismo e supremacia brancos é tão extensa que não podemos fazer uma distinção significativa entre eles. E isso porque a linguagem e a retórica que são usadas, e a ideologia que representa, se sobrepõem em um grau que não é uma distinção significativa.”

De acordo com o Motherboard, o Facebook irá proibir frases como “sou um nacionalista branco orgulhoso”, mas “nacionalismo e separatismo brancos implícitos e codificados” ainda serão permitidos mas não deu especificidades a nenhuma mídia sobre o que e como será especificamente banido.

O interessante é que além de monitorar tudo que fazemos e arquivar tudo em seu banco de dados tendo direito de nunca mais apagar, o Facebook irá agora lançar um novo programa no site para redirecionar pessoas que estejam procurando por conteúdo de extremismo branco e até centros de ajuda. Quem estiver buscando palavras-chave supremacistas será incentivado a visitar a Life After Hate, uma ONG de de Chicago (EUA) que tenta mostrar aos chamados “supremacistas brancos” que eles não precisam seguir o “ódio” mas sim abraçar o multiculturalismo pós-moderno.

Uma “caça as bruxas” está online

Em 2018, muitos nacionalistas brancos como Richard Spencer e Lauren Southern, por exemplo, foram banidos do Facebook. Mas foi notícia mundial que até mesmo páginas de políticos e partidos conservadores no hemisfério Norte foram censuras e expulsas do Facebook. O que foi somado ao escândalo da venda de informações pessoais para a empresa …. Ação pela qual o judeu CEO do Facebook Inc., Mark Zuckerberg teve de responder perante os parlamentares federais em comissões dos Congressistas tanto nos EUA quanto na Europa. Mas parece que, apesar de ter se comprometido com a transparência, mais uma vez o sistema veste a roupagem progressistas para impedir as pessoas de obterem no final das contas, qualquer tipo de conteúdo nacionalista ou anti-globalista.

Com esse novo regramento, qualquer um, conservador, paleo-conservador, nacionalista de qualquer vertente, libertários, identitários brancos, etc., se for branco poderá ser encaixado como um nacionalista, supremacista ou racista branco. Essa é a verdade. Enquanto isso, o discurso progressista do sistema, uma oposição falsa e hipócrita ao sistema, pois por ele é criado, pregadores do globalismo e da destruição da autonomia dos povos através da falsa ideia de multiculturalismo e globalização, tem conteúdo divulgado e financiado a vontade nessas redes sociais, muitas vezes, alavancados por gigantes transnacionais e filantropos multimilionários muito suspeitos e obscuros.

Fontes: motherboard.vice.comnewsroom.fb.com

Sentinela Mídia Independente
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