Desnacionalização da Economia: Por que a economia Nacional-Socialista Alemão foi odiada pelos Aliados?

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 Se um país vende seus meios de produção a capitais estrangeiros, que depois transforma-os em utensílios e os levam a seus lugares de origem; Se um país submete a seus trabalhadores a uma competência internacional para oferecer cada ano mão de obra mais barata; Se um país se afunda na armadilha de não autofinanciar seu crescimento, se não há endividar-se no estrangeiro e depois se vê acossado por interesses usurários; Se um país aceita entregar seu mercado interno aos produtores estrangeiros, abrindo suas portas de par em par; Se um país procede assim, o que de estranho tem que caminha para a ruína [1]? E é o que está ocorrendo desde o México até a Argentina.

Para incorrer em tais absurdos se fala de uma economia que – de liberal – passou a ser neoliberal. E se dá a entender que esta Economia (que só vem de uma ‘Teoria’), obedece a “leis econômicas”, como se estas fossem superiores a razão e o interesse e a sobrevivência dos povos.

Existem dezenas de “teorias econômicas”. A da Manchester, a Franco-americana, a Jurídica-social, a Clássica (da qual, se deriva a neo-liberal, que nos arruína), e outras mais. Mas de que vale uma teoria quando não é capaz de dar ao povo o mais imprescindível para sua subsistência? … E de que vale quando nem sequer pode brindar ao povo uma esperança em que as coisas melhorarão em um futuro imediato?

Gottfried Feder (1883 – 1941), engenheiro civil e político alemão que ajudou a fundar o DAP (Deutsche Arbeiterpartei) e muito ativo durante os primeiros anos de fundação do NSDAP (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães). Ele é reconhecido como o pai da economia nacional-socialista como precursor do princípio da “quebra da escravidão dos interesses do dinheiro” e da formação do Programa dos 25 pontos do NSDAP.

Mas porque aferrar-se a uma “teoria” arruinadora como a dos últimos 32 anos da vida do México?

Simplesmente, porquê desde 1970 se pactuou secretamente a desnacionalização da Economia Mexicana. As verdades costumam ser simples como esta.

É falso que a economia seja um ciência infinitamente complexa, fora do alcance do sentido comum, sobre a qual está vedado ao povo colocar sua visão. Assim se tem querido forjar um dogma a fim de que não se descubra que governantes “comprometidos” (ainda que não com seu povo) têm desnacionalizado a economia de seus países.

John Kenneth Galbraith (estelar economista norte-americano) disse:

Não há neste domínio (o da Economia) nenhuma ideia que não possa ser expressada em linguagem comum e corrente, ainda que isso exija algum esforço, a obscuridade que caracteriza a prosa econômica profissional não deriva da dificuldade do tema. É consequência de um pensamento não totalmente amadurecido; ou bem reflete o desejo do alto perito de elevar-se por cima do vulgo [2]

Outro economista não menos famoso, Ludwig von Mises, afirma que:

“A economia, agradando-nos ou não, tem deixado de ser uma ramificação esotérica do saber, acessível somente a uma minoria de estudantes e especialistas porquê a ciência econômica se ocupa precisamente dos problemas básicos da sociedade humana [3]

Assim, pois, o leitor não deve deixar-se impressionar demasiadamente pela ladainha de termos com que políticos e economistas oficiosos explicam que se o nível de vida vai mau se deve a leis “superiores” impossíveis de modificar. Sofismas pelo estilo tem por objetivo ocultar que certas Cúpulas Supra-capitalistas têm se apoderado, em seu próprio benefício, da Economia dos povos. E têm conseguido mediante a a conivência de governantes dóceis e suas lojas ou cegos por sua própria ignorância [4].”

Se pode afundar um país emprestando-lhe dinheiro?

Uma resposta apressada diria “naturalmente que não!”… Todavia, faz mais de três mil anos que já se havia elaborado um mecanismo para que o crédito beneficiasse particularmente o prestamista, ainda com o prejuízo do devedor.

Oitocentos anos antes de Cristo, o profeta Amós condenava a esse tipo de negociantes. “Aumentais os preços, alterais as balanças, obrigais aos pobres a vender-se por um par de sandálias. [5]

A palavra “mamon” (em aramaico) significava o enriquecimento feroz as custa do próximo. O economista alemão Gottfried Feder dedicou um estudo específico em relação a servidão do juros do dinheiro, “O mamonismo – disse – é a grave enfermidade que tudo alcança e invade, da qual padece nosso atual mundo civilizado e, mais ainda, toda a humanidade. É uma epidemia devastadora, como um veneno corrosivo. [6]

Feder explica que por mamonismo tem de entender-se, por uma parte, como o poder mundial do dinheiro, e por outra, como uma concepção da vida orientada exclusivamente aos valores materiais, com a queda de todas as normas morais.

“A tese do empréstimo à juros – afirma Feder – é o invento diabólico do supra-capitalismo. Só ela possibilita a indolente vida de zangão de uma minoria de poderosos do dinheiro, as custas dos povos criadores e de sua capacidade de trabalho, é ela quem tem levado a sociedade a viver contrastes abismais.

 “O rompimento da servidão do juros do dinheiro significa a restauração da livre personalidade, a salvação do homem da escravização e também da fascinação mágica em que sua alma foi enredada pelo mamonismo. O capital prestamista é tão infinitamente superior frente a todo grande capital industrial (dedicado a produção), que as grandes potências do dinheiro só podem ser enfrentadas eficientemente mediante o rompimento da servidão dos juros do capital prestamista.”

Em 1932, quando todavia essa desproporção não era tão grande com agora, o capital prestamista era vinte vezes maior que o capital industrial, tão somente na Alemanha. Desta maneira o povo estava pagando 12,000 milhões de marcos por juros anualmente.

Agora todos os povos vivem aplastados – entre outros fatores – pelo pagamento dos juros de sua dívida. Se se tira este obstáculo, explica Feder, é possível abolir numerosos impostos, propiciar as inversões, elevar a produção, dar milhares e milhares de postos de trabalho e alcançar um nível de vida superior.

Em efeito, o México está pagando anualmente [7], 240,000 milhões de pesos, só de juros [8]. Em um sexênio se vai UM BILHÃO E MEIO de pesos. O que poderia fazer-se com este dinheiro!… Esta é uma sangria diária ao trabalho de todos os mexicanos. Dinheiro que vai aos borbotões para enriquecer mais aos prestamistas.

Existe outra Economia que não a extorsão?

Na atualidade não. Mas houve, pacificamente, durante sete anos na Alemanha de 1933 a 1939. Em seu início, recebeu um país em crise, com seis milhões de desempregados e dois milhões de sub-empregados. A essa economia lhe bastaram dois anos para impulsionar um desenvolvimento transbordante e aos quatro anos o país era já uma potência entre as potências.

O paradoxo que os que implementaram essa mudança – em primeira fila Spengler, Deumer, Lueger, Feder e Hitler – não partiram propriamente desde uma teoria, senão de uma nova concepção material e espiritual.

Oswald Spengler afirmava: “Toda vida econômica é a expressão de uma vida psíquica… Uma economia pode moldar-se segundo a alma de uma geração. A economia tem um dever moral. Desde Adam Smith até Marx se utiliza uma análise eminentemente materialista […]”

Teremos uma concepção nova da economia que está situada  mais além do capitalismo e do socialismo. [9]

Por sua parte, Feder proclamava:

“Na área da política financeira nosso princípio reza: as finanças estão a serviço da Comunidade. Os plutocratas não devem formar um Estado dentro do Estado […] Na área da política social nosso princípio é: o bem comum é a lei suprema. [10]

Em conversa com os operários da construção – onde milhões de desempregados estavam encontrando emprego – Hitler lhes dizia:

 “Eu julgo a economia desde o ponto de vista do proveito que ela proporciona e não partindo de uma teoria. Assim, pois, se alguém me disser: ‘Ouça, tenho uma teoria econômica maravilhosa’, eu lhe responderia: ‘Que proveito se pode obter?’ Isto é o decisivo. A teoria não me interessa em modo algum; me interessa unicamente o proveito, pois as pessoas não estão a serviço da economia, senão a economia a serviço das pessoas.”

Coincidindo totalmente com Feder, Hitler rechaçou as proposições de Schacht [11] para que a Alemanha pedisse empréstimos ao estrangeiro.

Os créditos – lhe disse –, ademais de que significam uma carga de juros, implicam depender politicamente de forças estranhas à nação […] Os juros devoram a capacidade de poupança do povo.[12]

Enfim, o princípio de que “uma economia pode modelar-se segundo a alma de uma geração”, se viu realizado no quinto ano de regime da nova economia Nacional Socialista. No estrangeiro, muitos economistas haviam-se enganado quanto ao “experimento” e haviam esperado uma catastrófica queda alemã. Como isto não ocorria, depois de oito anos, o College Radcliffe, de Cambridge, Massachusetts, ofereceu uma bolsa de estudos a Maxine Yaple Sweezy para que fosse a Alemanha fazer uma investigação.

 Maxine disse que era necessário fazer um estudo da estrutura nazi porquê – contra o esperado – nenhuma inflação, nem a falta de recursos econômicas nem uma revolução interna haviam liquidado a Hitler.

E já no campo dos fatos, Maxine foi encontrando muitas novidades, das quais a imprensa mundial não dava cabal informação.

  • Reduzido o custo do Governo, os fundos se dedicavam a empreender grandes obras públicas para dar trabalho aos desempregados [13].
  • A agricultura recebeu decisivo apoio com a Frente de Trabalho [14], e outras medidas, e pode incrementar a produção de víveres para não depender da importação estrangeira.
  • Na indústria se fixaram propriedades. Se um investimento ia render consideráveis lucros, mas não produzisse algo que fosse de benefício coletivo, o respectivo investimento era desviado a outro produto, ainda que desse menos lucros.
  • Era obrigado que a indústria rebaixasse os preços de seus produtos quando se conseguia diminuir o custo de tais matérias primas (insumos). Um sentido de patriotismo contra-arrestava a ambição de obter mais lucros.
  • Os líderes que se enriqueciam com cotas sindicais foram substituídos por “tribunais de honra”, que exigiam cumprir seus deveres a operários tanto quanto os patrões. O patriotismo se mobilizou como um nexo de solidariedade.
  • Esse mesmo nexo foi cultivado para aproximar à classe alta, a média e a baixa, a fim de que a unidade de classes desse mais força a nação.
  • Enquanto se criavam empregos para os desempregados, um dia ao mês seus compatriotas consumiam “um prato único” (na refeição do meio dia) e cediam o resto para o Serviço de Auxílio [15].
  • Trabalhadores e empregados que chegavam a idade de retiro, mas em boas condições físicas, seguiam trabalhando. Para casos de redução de rendimento se criaram oficinas especiais [16].
  • Plano de construção de casas: o custo máximo era de 7,000 marcos, dos quais podiam obter-se 2,000 como empréstimo governamental, com uma taxa de juros de 3% anual.
  • Isenção de impostos à empresas que desenvolvessem processos técnicos de importância nacional. Isto alentava a criatividade.
  • Se impulsionou a indústria química para produzir substitutos para produtos escassos. Assim surgiu a margarina. Do carbono de pedra se começou a produzir gasolina sintética. Com pele de pescado se faziam sapatos. Os ônibus foram adaptados para usar gás em vez de gasolina. Se aproveitou o vidro para fazer tubulações. O papel e o óleo descartado foram reciclados e utilizados novamente. Os pastos de verão puderam ser utilizados no inverno mediante depósitos fermentadores. Da serragem se obteve farinha para forragem. Das batatas se extraíram açúcar, etc. Surgiu uma grande variedade de compostos químicos ersatz [17].
  • A economia se ajustou para evitar desvalorizações, pois se negou que estas tivessem algo positivo, ainda que o sistema liberal lhes atribuíssem certas virtudes.
  • Nasceu o Volkswagen. Em cinco anos se duplicou o número de automóveis. Em Fallersleben se construiu não só a maior fábrica de automóveis do mundo, senão a maior fábrica do mundo de modo geral.
  • Muitas liberdades (próprias do liberal ‘deixa fazer, deixa passar’) foram restringidas quando se tratava de beneficiar as maiorias. Um sentido de solidariedade conseguia que isto fosse aceitado, segundo o socialismo nacional [18].

 O conhecimento de outras realizações ficou vedado para viajantes como Maxine Y. Sweezy. Por exemplo, os grandes laboratórios de Peenemunde [19], donde se inventou o motor capaz de lançar foguetes estratosféricos, e donde se resolveram os problemas a fim de colocar satélites no espaço exterior, que agora são utilizados na comunicação telefônica mundial.

Maxine tampouco pode inteirar-se de que, em um laboratório de Rostock, o físico Pabst von Chaim estava terminando de inventar um motor a reação, que depois foi aperfeiçoado pelo professor Messerschimitt. Este motor (conhecido agora como “jet”), veio a transformar a aeronáutica em todo mundo.

Ao mesmo tempo, nos laboratórios de Heinkel dava seus primeiros passos a computação. Assim nasceu para fazer rapidamente os complicados cálculos sobre o melhor rendimento das curvaturas nas asas dos aviões.

Maxine tampouco teve acesso a muitas outras oficinas ou laboratórios onde a física, a mecânica e a química estavam conseguindo avanços superiores ao que se conhecia no mundo ocidental. (Ao terminar a guerra os aliados requisitaram 346 mil patentes).

Ainda que Maxine reconhece que teve muitos êxitos a Economia Nacional-Socialista que regia na Alemanha de Hitler, suas conclusões a condenam porque – disse – entranhava um fator “antissemita” e porque “era uma economia de guerra”. Esta última colocação havia-se encarregado de difundir o professor Samuelson, coisa que lhe valeu obter o Prêmio Nobel de 1970.

Todavia, se trata de um dogma sem bases reais.

John Kenneth Galbraith, chefe do Controle de Preços nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, disse que até 1941 (durante os primeiros nove anos de regime de Hitler), havia mais economia de guerra na Grã-Bretanha que na Alemanha. O demonstra – afirma – que nesse ano os ingleses fabricaram 20,100 aviões militares, frente a 10,775 aviões alemães; 4,843 tanques ingleses, frente a 3,790; 16,700 canhões frente a 11,200 [20]

Outro especialista, Burton E. Klein, também nega que a Economia Nacional Socialista tivesse se baseado desde 1933 no que se chama de “economia de guerra”. Até que a guerra se generalizou (1941 – 1942) e começou o grande esforço bélico. Hitler persistiu muito tempo na ideia de que a contenda se localizaria no choque Alemanha – URSS. Via como “anti-natural” que o Ocidente chegasse a uma luta total para salvar o Comunismo. Seu secretário de Relações Exteriores, Von Ribbentrop, lhe cultivava esta crença. Todavia o voo de Hess para a Inglaterra, em maio de 1941, tinha a intensão de convencer os ingleses de que a Alemanha não queria guerra contra eles [21].

Objetivo Prioritário: Ocultar o que era a Economia Nacional Socialista

As realizações dessa economia foram tão consideráveis e se deram em tão curto tempo, que seus adversários têm considerado indispensável ocultarem no que consistia. Tem-se colocado em cima uma lápide e não se mostra aos universitários nem aos alunos das escolas de economia.

É mais um dos motivos da Segunda Guerra Mundial. Foi precisamente acabar com a dita economia, a fim de que unicamente reja a [atual] economia, encaminhada para a globalização.

Tradução de Mykel Alexander

Artigo escrito por Salvador Borrego para a introdução da tradução castelhana do livro de Gottfried Feder “O Programa Nacional-Socialista e suas concepções doutrinárias ideológicas essenciais”, cujo original em alemão é “Das Programm der NSDAP un seine weltanschaungen grundgedanken” segunda edição argentina, de 2008 (no México foi publicado como ‘Economia de Exito’). O ano exato de quando o artigo foi escrito não sei exatamente, mas com certeza foi após 1981 e posteriormente foi inserido como introdução da tradução da obra de Gottfried Feder, conforme mencionado acima.

Notas

[1]    Nota de Salvador Borrego: Tudo isto é precisamente o oposto à economia Nacional Socialista que expõe Gottfried Feder.

[2]    Nota de Salvador Borrego: Memorias, J. K. Galbraith; Editora Grijalbo; 1982.

[3]    Nota de Salvador Borrego: La Acción Humana.  Tratado de Economia. Ludwig von Mises; Editorial Sopec, S.A.; Madrid; 1968.

[4]    Nota de Salvador Borrego: Um exemplo de ensinamentos desorientados, não isenta de certo esoterismo científico, pode encontrar-se no Tratado de economia do Prêmio Nobel Paul Samuelson. Editora McGraz-Hill, 1980.

[5]    Nota do tradutor: Livro do Profeta Amós, 8, versículo 4 e 6.

[6]    Nota de Salvador Borrego: A enciclopédia UT.E.HA diz que,  na boca de Jesus Cristo, o termo mamonismo implica uma tentação exagerada de riqueza que faz os homens pecarem e perderem-se.

[7]    Nota do tradutor: O ano exato de quando o artigo foi escrito não sei exatamente, mas com certeza foi após 1981.

[8]    Nota do tradutor:  Em artigo publicado em abril de 2014 o economista Adriano Benayon pontuou o gasto do  Brasil somente com o pagamento de juros em 350 bilhões de reais anuais que são sugados pelos bancos multinacionais. Em outras palavras o Brasil, somente para pagar juros, praticamente paga 1 bilhão de reais por dia. Fonte: http://inacreditavel.com.br/wp/financas-e-subdesenvolvimento/ e http://www.diarioliberdade.org/opiniom/opiniom-propia/47892-finan%C3%A7as-e-sub-desenvolvimento.html .

[9]    Nota de Salvador Borrego: Se referia ao “socialismo marxista”, que deformou o sentido original do termo pois corretamente  este implica preeminência da sociedade sobre o interesse isolado  de indivíduos ou grupos.

[10]  Nota de Salvador Borrego: Isso se promete em muitas democracias, mas não se cumpre.

[11]  Nota do tradutor: Horace Greeley Hjalmar Schacht (1877 – 1970) Foi um economista, banqueiro, e político liberal alemão, que, conforme expõe Salvador Borrego, encabeçava um:

“(…) grupo conspirador, bem encoberto. Fingindo-se amigo de Goering, primeiro, e depois de Hitler, atuou como presidente do Reichsbank desde março de 1933 até janeiro de 1939; como ministro de Economia desde julho de 1934 até novembro de 1937, e como ministro sem pasta até janeiro de 1943. O caso de Schacht é extraordinário. Em 1908 se fez maçom seguindo a tradição de sua família, pois seu avô Christian Ulrich havia figurado entre os grandes ‘mestres’ de sua época. Através da maçonaria Schacht se vinculou com numerosos judeus banqueiros internacionais, os quais o ajudaram a prosperar em sua carreira.” (Salvador Borrego, Derrota Mundial, capítulo III, O Ocidente se interpõe, sub-capítulo o calcanhar de Aquiles do Nacional Socialismo.)

[12]  Nota de Salvador Borrego: Tem havido ano em que o México destina 60% de seu orçamento para pagar o ‘serviço da dívida’, e para fazê-lo tem tido que emitir bônus ou pedir outros empréstimos.

[13]  Nota de Salvador Borrego: Hitler e outros funcionários não cobravam soldo.

[14]  Nota do tradutor: A Frente Alemã de Trabalho (D.A.F.) se ocupa em função de uma cosmovisão da condução política e técnica de todos os trabalhadores alemães.  A finalidade da Frente Alemã de Trabalho não é o lugar donde seriam decididos os problemas materiais da vida cotidiana do trabalho e sim no doutrinamento na concepção nacional socialista dos cidadãos que vivem de seu trabalho. De modo simplificado a Frente Alemã de Trabalho se empenhava em resgatar os valores do trabalho como realização da vocação do Ser Humano, a integração e conscientização do trabalho de cada cidadão na coletividade alemã, no aperfeiçoamento técnico e na organização logística do trabalho dentro do funcionamento da nação. Fonte capítulo terceiro (a nova ordem social e econômica) da versão em castelhano da obra publicada em 1934 na Alemanha como Die Wirtschaft in nationalsozialistischen Weltbild, da autoria de Arthur R. Hermann e Arthur Ritsch.

[15]  Nota do tradutor: Refere-se ao trabalho social do governo do III Reich chamado de Auxílio de Inverno que foi implementado em outubro de 1933, quando na no Reich haviam 17 milhões de alemães necessitando de ajuda. Na realidade a colaboração do prato único foi apenas um dos meios que o programa Auxílio de Inverno utilizou. Foram utilizados doações provenientes em datas específicas dos proprietários de armazéns e casas de comércio, restaurantes, titulares de contas corrente em bancos, loteria, festivais artísticos. Com o passar do tempo, conforme o corpo governamental ganhava experiência o programa de Auxílio de Inverno foi sendo aprimorado. Um detalhe fundamental deste programa é que ele foi implementado num Estado Politizado e Racista, considerando o racismo em questão em teor científico, porém sem ter em conta a posição política, a raça ou nacionalidade do beneficiado, em acordo com o discurso de Hitler proferido no inverno de 1935/1936, quando o líder germânico comunicou que: “Nós não excluímos á ninguém! Combatemos o comunista até vencê-lo. Mas, se ele diz: tenho fome, se lhe dará de comer.” O número de estrangeiros socorridos no inverno de 1937/1938 tem chegado aproximadamente 90.000 pessoas. O auxílio aos judeus necessitado se executou através do Auxílio Judeu de Inverno. Fonte: Cesare Santoro, Socialismo Nacional contra Socialismo Internacional, edição mexicana que é a tradução do original em alemão Der Nationalsozialismus, publicado no inverno de 1937/1938.

[16]  Nota do tradutor: É fundamental esclarecer que o esforço que o governo fez para manter em atividade os que mesmo aposentados tendo plenas condições de trabalho e também para os que não tinham plenas condições de trabalho era, antes de tudo, para permitir ao cidadão veterano viver plenamente, na medida de suas capacidades, sem que enveredasse para o sedentarismo e para a estagnação, assumindo um certo sentido do que hoje chamamos hobby, mas com uma possibilidade de maior utilidade para a comunidade.

[17]  Nota do tradutor: É um termo alemão que significa substituição, compensação. Em termos da história contemporânea refere-se aos compostos substitutos que na Primeira Guerra Mundial a Alemanha teve de desenvolver para suprir as faltas geradas pelos bloqueios navais que impediam a chegada de mantimentos e víveres.

[18]  Nota de Salvador Borrego: La Economista Nacionalsocialista. M. Y. Sweezy. Fundo de cultura México. A investigação foi feita em 1940.

Nota do tradutor: Antes da edição mexicana, o estudo de Maxine Bernard Yaple Sweezy Woolston foi publicado em 1941 no idioma inglês como The Structure of the Nazi Economy, Harvard University Press, Cambridge (EUA), 1941. Foi reeditada em 2014 numa parceria com as editoras Harvard University Press e De Gruyter (http://www.hup.harvard.edu/catalog.php?isbn=9780674434196 ).

[19]  Nota do tradutor: É uma pequena cidade alemã na costa do Mar Báltico.

[20]  Nota de Salvador Borrego: Memorias. John Kennth Galbraith., Editora Grijalbo. 1981, pág. 240.

[21]  Nota de Salvador Borrego: Hess era Secretário do Partido Nacional Socialista, amigo íntimo de Hitler e um de seus possíveis sucessores.

Fonte: World Traditional Front

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Salvador Borrego

(1915 - 2018) jornalista e escritor mexicano, foi diretor técnico de 37 jornais e diretor fundador de vários deles. Publicou 50 livros em campos como história militar, política, economia, sociologia, jornalismo, filosofia e religião. Um dos grandes revisionistas modernos, foi constantemente acusado de alegado anti-semitismo porque colocou as capitais e a ideologia judaica internacional como a causa da Segunda Guerra Mundial. Junto com Joaquín Bochaca, ele é considerado um dos primeiros representantes do revisionismo histórico de língua espanhola.

Seus livros renderam cerca de 248 edições. Suas obras correspondem, e alguns títulos são complementos dos anteriores. Esta proposição de encadeamento entre os livros de Borrego leva a propor que seus livros compõem quatro seções com as quais é mais fácil estudar sua obra.

Entre suas obras principais estão:

Derrota Mundial (1953)
Infiltración Mundial (1968)
Batallas Metafísicas (1976)
Inflación Empobrecedora, Deflación Empobrecedor, Tenazas del Supracapitalismo (1980)
Arma Económica (1984)
¿Qué pasa con EEUU? (1985)
Soy la Revolución Neoliberalizada (1989)
Diálogos (1990)
Psicología-Guerra y la Nueva Era 2000 (1994)
Economía Destructora (1995, crítica e análises sobre a economía atual)
Neoliberalismo: Lo que es realmente (1995)
Un Posible Fin de la Crisis (1997)
La Cruz y la Espada (1998)
Waffen SS: ¿Criminales o Soldados? (2001)
Guerra submarina (2003, crônica sobre a Batalla do Atlântico)
Caballeros del aire (2004)
Pintor, Soldado, Fuehrer (2005, biografía de Adolf Hitler)
Globalización (2007, Crítica e análise da tendência neoliberal da globalização)
Revolución en marcha (2009)
Alemania pudo vencer (2009)
Desorden Mundial Económico y Moral (2011)
III Guerra Mundial con Distintos Medios (2012)
Salvador Borrego
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