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A Democracia almeja atender a vontade popular. Para se inteirar desta vontade, a Democracia, na forma como é representada nas culturas milenares da nova história, formulou sistemas que finalmente levam ao impedimento da realização da vontade do povo produtivo e trabalhador, e asseguram o domínio do Estado às negociatas políticas.

A história da moderna Democracia – pode-se deixar fora desta consideração a história da Democracia da antiguidade, pois ela tinha outro sentido e outros motivos – começa na Inglaterra. As instituições democráticas se estenderam rapidamente após a dissolução da robusta monarquia francesa, por toda Europa Ocidental e se alastraram para a América do Norte através da língua e costumes ingleses. Também a Alemanha foi inundada com esta ideia, mas no fundo ela permaneceu apenas na periferia de todas as ramificações germânicas.

 

Em 1804, Schiller escreveu com suas últimas forças uma grande obra e trouxe ao mundo um verso, um verso imortal sobre as decisões parlamentares e democráticas:

“O que é Maioria? Maioria é a falta de sentido,
Razoabilidade foi encontrada sempre em poucos…
Deve-se pesar os votos e não contá-los;
O Estado deve sucumbir, cedo ou tarde,
onde a Maioria vence e a ignorância decide.”

Quando então no meio do século passado [século XIX], o Liberalismo e a Democracia festejam seu aparente triunfo mais alto, o novo Reich alemão é unificado não pelos homens da Igreja de Paulo, mas sim por Bismarck, um homem, um líder, um expoente da liderança natural.

A Democracia encontrou seu desabroche político no parlamentarismo, que foi festejado como um santo remédio, uma expressão da vontade popular. Como uma cópia mal feita, este parlamentarismo foi estendido às cidades, à menor das corporações, adentro dos mais profundos canais da vida do povo. Era lógico que deveria ter uma ação venenosa, pois sua essência foi – e ainda é – retirar o peso da decisão e das determinações do indivíduo. A Maioria decide, as decisões da Maioria são executadas…

Imagem de coombesy por Pixabay

Mas sempre quando a ação se faz imperativa, quando responsabilidade e decisão devem entrar em cena, então a Democracia fracassa e o Führertum [1] deve tomar as rédeas.

Na guerra, quando todo um povo se levanta e defende sua terra e o sagrado patrimônio de seu sangue, a decisão recai apenas no Líder. O homem determina o instante. Se uma “Alta Comissão de Guerra” tivesse que decidir, se a batalha deve ser realizada ou não, se o risco de morte é aceitável…, então, nós sabemos que a batalha, o exército e o país estão perdidos…

Os povos querem viver em paz. O camponês deseja trabalhar em paz suas terras ancestrais, e o trabalhador deseja pão e moradia para si e sua família e evolução e espaço vital para si e suas crianças. Porém, todas as Democracias do mundo impeliram para a guerra. Quem não se recorda da histórica cena do parlamento em Paris em 1870, quando um, da própria eloquência, gritou à massa de deputados: “Para Berlim! Para Berlim!” Democracias não evitaram a guerra, nem garantiram a paz, elas também não puderam representar nem da forma mais primitiva a opinião de um povo. Além disso, elas nunca conseguiram despertar o sentido para o todo, que apenas o líder verdadeiro pode mostrar.

Quando Bismarck seguiu o apelo de seu rei e tornou-se Ministro de uma Prússia arruinada pela exaltação democrática, ele escreveu no parlamento a Motley, seu amigo de juventude:

“Aqui no parlamento, enquanto escrevo a você, sou forçado… a escutar discursos estranhos vindos da boca de políticos infantis e excitados… Os senhores aqui não estão uníssonos quanto às motivações de suas futuras decisões, por isso a disputa… Estes tagarelas não podem governar de fato a Prússia, eu tenho que lhes oferecer resistência, eles têm pouca inteligência e muita complacência, estupidez e insolência. Estupidez em sua forma genérica não é a expressão correta; as pessoas são em parte medrosas, bem informadas, com formação universitária, porém, eles sabem tão pouco de política, assim como nós sabíamos enquanto estudantes… em todas as questões eles se tornam infantis assim que aparecem juntos em corpore.”

Esta é a imagem desenhada esplendidamente em todos seus traços, que representa todos os parlamentos do mundo.

Contra esta Democracia, que não representa a vontade do povo, contra esta economia de partidos, que nem ao menos entendeu o próprio sentido de partido, se levanta o Movimento nacional. Adolf Hitler utilizou os métodos exteriores e golpeou a Democracia, mestre na condução das armas, com suas próprias armas.

O Princípio da Liderança Autoritária cresceu em solo germânico. Na realidade é o princípio de todos os povos que possuem sangue germânico, e também os ingleses, que são nossos primos, provaram em sua hora mais aguda, quando o “lado de ferro” de Cromwell, o Führer (líder), limpou o país. O povo deve ser participativo em todos os acontecimentos. Com seu sangue são pagas as batalhas, com seu suor é adubada a terra. Mas não são aquelas pessoas que não querem se envolver totalmente, que deverão tomar as decisões. O Princípio da Autoridade não é uma coisa simples, ele exige grande sacrifício de quem lidera, o sacrifício de toda atuação de uma pessoa, sua responsabilidade completa e com todo o peso da decisão.

O Führer deve decidir, em todo círculo sempre deve haver apenas um que decide. Assim foi nos antigos tempos germânicos, quando os reis movimentavam suas espadas e conduziam suas tropas, […]

Também nos últimos 14 anos, entre os povos, a Democracia esteve submetida ao princípio parlamentar e às palavras mentirosas daqueles que faziam as negociatas políticas e aos oportunistas de plantão. Sempre onde alemães e franceses se encontraram, ou alemães e ingleses, ou ingleses e franceses, eles sempre escutaram seus parlamentos durante as conversações mútuas e, às vezes, até tinham uma ideia da real situação dos acontecimentos mundiais. Eles temiam enganar estes parlamentos, e estes parlamentos os enganavam com falsas votações, através de um sistema sujo de discursos e tapas nas costas, comum a todos os países. A falta de coragem foi o decisivo na face da Democracia. Não para o bem, para o mal, não pelo amor e não pelo ódio, eles não estavam lá para tomar uma decisão, para procurar uma saída, todos eles se prendiam ao lucro que a Democracia lhes proporcionava. Eles até imaginavam em suas cabeças poluídas, que Deus seria democrático. Até a esta profundidade eles ignoravam a imagem divina do ser humano.

Imagem de Septimiu Balica por Pixabay

Não havia um líder entre eles, alguém que realmente entendia o povo, que não interpretava o grito do minuto ou da paixão, mas sim podia compreender ao longo dos dias a verdadeira vontade do povo com ouvidos proféticos e um bom coração. Quando Loyd George escapou das inúteis maquinações de Paris no ano de 1918, ele tinha conhecimento, e ele a descreveu, da terrível infelicidade que o Tratado de Versalhes deveria trazer à sua Pátria. Mas quando ele estava em Londres, no recinto do parlamento, lhe tomou por conta o receio da votação, de sua repartição, da Maioria, e ele escreveu as mais inúteis e tolas frases sobre as reparações alemãs para o público da grande cidade transviada, atormentada e decadente. Ele não era um líder. O Princípio da Liderança Autoritária é seleção, Liderança Autoritária é renúncia, e Liderança Autoritária é conhecimento em prol do real sentido de seu tempo. A Liderança Autoritária tem suas raízes no seio do povo, do qual foi criada. E porque cresceu desta forma, ela não necessita temer a opinião proveniente de um momento de excitação, pois ela é mais forte que a ameaça do momento.

Adolf Hitler mostrou em seus anos de luta o gênio deste caminho infalível. A decisão de sua alma nunca pode se enganar, pois ele sentia outra coisa: o caminho, o sucesso, a vitória e o destino.


Fonte: Wilhelm Kube apud Rolf Brandt. Almanach de nationalsozialistischen Revolution. Brunnen Verlag, Berlim 1934, páginas 49-53. Tradução de Inacreditavel.com.br republicada em 3 de dezembro de 2020



Notas:

[1] Nota da tradução: Führertum é um termo que expressa o sistema de liderança baseado no Princípio da Autoridade ou Princípio da Liderança Autoritária. O líder da nação, de uma região, de um grupo, recebe todo o poder, porém, junto a esse poder vem também toda a responsabilidade

Nota desta edição: Rolf Brandt (1886 – 1953) foi um escritor alemão autor de diversos livros e ensaios, também foi ativo também como ativo como jornalista. Durante a Primeira Guerra Mundial, ele atuou como correspondente de guerra. Brandt foi editor do periódico Berliner Lokal-Anzeiger. Após a eleição dos nacional-socialistas na Alemanha, Brandt e 87 outros escritores assinaram um juramento de lealdade a Adolf Hitler em outubro de 1933. Após o fim da guerra, vários de seus escritos foram colocados na lista da literatura segregada na zona de ocupação soviética e na República Democrática Alemã (RDA).

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