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Quem foram os milicianos judeus que há 73 anos deram início ao massacre de palestinos e ao apartheid em Israel?

Você sabia que o conflito entre israelenses e palestinos não começou há milhares de anos, como afirmam alguns pastores que alimentam o ódio religioso no Brasil, mas começou há apenas 73 anos com o Massacre de Deir Yassin?

Você sabe de fato como começaram os conflitos de PALESTINOS e ISRAELENSES, os assassinatos de milhares de palestinos e a tragédia dos milhões de refugiados?

Você sabe que em várias rodovias de Israel os palestinos não podem entrar ou transitar e nem mesmo uma cristã como eu ou você, se estiver num carro com amigos palestinos?

Como jornalista, escritora e embaixadora da paz por uma organização Internacional, entristece-me profundamente perceber o desconhecimento dos brasileiros sobre a origem de um dos maiores conflitos do nosso tempo e perceber também que muitos brasileiros têm sido manipulados por religiosos com obscuras ligações com israelenses que promovem o ódio religioso no mundo.

1) Um dos primeiros massacres e que deu origem ao cenário de mortes que conhecemos hoje aconteceu em 9 de abril de 1948 foi o Massacre de Deir Yassin.

3) Os primeiros grupos terroristas do Oriente Médio que conhecemos hoje foram grupos terroristas judeus e não muçulmanos.

5) Muitos líderes desses primeiros grupos terroristas judeus foram promovidos a capitães e oficiais do EXÉRCITO ISRAELENSE, assim que Israel se autoproclamou um Estado, em 1948.

Antes dos primeiros massacres, cristãos, judeus e muçulmanos viveram séculos EM PAZ na Palestina

 

8 )  O Massacre de Deir Yassin deu origem também à expulsão em massa de civis palestinos por Israel, que acabara de se autoproclamar um país (Oswaldo Aranha jamais criou Israel e vários historiadores israelenses hoje também afirmam que Israel desrespeitou todas as leis e o tempo dado pela ONU e se autoproclamou um Estado),  criando imediatamente mais de 800 mil refugiados  palestinos, que hoje são mais de 5 milhões, proibidos por Israel de retornarem às suas casas e vidas, numa violação imensa de todas as leis internacionais, uma violação condenada pela ONU e por milhões de pessoas do mundo.


Fonte: jornalggn.com.br

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