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Terminou, nos EUA, o julgamento de Kyle Rittenhouse, o jovem conservador que disparou contra antifas enquanto tentavam assassiná-los, matando dois e deixando um ferido. Kyle foi inocentado porque o tribunal entendeu que se tratou de um caso de legítima defesa. Resultado óbvio, mas não menos importante considerando a cultura hegemônica globalista, inteiramente favorável à selvageria de movimentos terroristas, globalistas e racistas como o Black Lives Matter (‘Vidas Negras Importam’). Não obstante, a mídia de massa, inclusive a brasileira, já pôs para funcionar a máquina de fake news, apontando Kyle como assassino de pessoas negras, ou o mais amplamente divulgado, que assassinou “manifestantes pacíficos”, etc. A realidade, porém, nunca foi tão diferente.

Quem eram as supostas vítimas de Kyle Rittenhouse?

A máquina de propaganda que retrata mortos no tiroteio em Kenosha, de onde Kyle Rittenhouse de 17 anos saiu vivo enquanto tentava se defender de um linchamento, como mártires inocentes do “antirracismo” e “antifascismo”, foi posta em movimento e está bem financiada. Nos últimos dias, a grande imprensa e as diversas organizações ligadas ao Black Lives Matter gastaram suas energias descrevendo como manifestantes inocentes e pacíficos Joseph Rosenbaum, 36, Anthony Huber, 26, e Gaige Grosskreutz, 26 (este último, o jovem que sobreviveu aos tiros, ferido no braço enquanto apontava sua arma para o rosto de Rittenhouse); mas uma observação cuidadosa dos vídeos dos acontecimentos daquele dia – e dos momentos imediatamente anteriores – é suficiente para que esta narrativa caia por terra.

Acrescente-se a isto a série de precedentes que estes autodenominados “manifestantes pacíficos” acumularam ao longo dos anos, e você obtém um quadro muito mais complexo do que os paladinos do antirracismo querem fazer crer. Afinal, o próprio George Floyd e depois com o “caso Blake” não passavam de criminosos com um passado deplorável de registros criminais, como agressões a mulheres, em “mártires pela luta por direitos civis”.

Joseph Rosenbaum

Joseph Rosenbaum, de 36 anos, foi o primeiro a ser atingido e morto pelos tiros disparados defensivos de Rittenhouse. As imagens locais mostram-no atirando uma bomba de gasolina no garoto de 17 anos e depois o perseguindo. Seu nome está no registro de predadores sexuais de Kenosha por abusar de um menor. Para ajudar financeiramente sua família com os custos do funeral, seus amigos criaram uma página GoFundMe. As doações já atingiram 13 mil dólares. Ao contrário da arrecadação de fundos para Rittenhouse, que a GoFundMe decidiu suspender.

Anthony Huber

Anthony Huber, com 26 anos, foi o segundo caído no confronto. Ele é o garoto que ataca Rittenhouse, tentando acertar-lhe repetidamente na cabeça com seu skate. Ele foi preso em 2012 e acusado de violência doméstica, uso de arma perigosa, estrangulamento e asfixia, e lesão corporal agravada. Ele foi condenado por estrangular e sequestrar uma pessoa. Uma imagem diferente da descrição que sua namorada fez dele como um “namorado amoroso”.

Gaige Grosskreutz

Grosskreutz, também com 26 anos, é o único sobrevivente do tiroteio. Ele é o pistoleiro de quem Rittenhouse se defendeu durante o ataque, atirando no braço. Ele foi filmado enquanto, armado, perseguia o jovem de 17 anos. Uma print de comentário nas redes sociais de um de seus amigos, Jacob Marshall, que afirma ter falado com Grosskreutz, está circulando nas mídias sociais. Nele, Grosskreutz lamenta ter hesitado em puxar o gatilho e não ter assassinado Rittenhouse quando teve a chance, esvaziando o cartucho nele. Acusado de violar sua liberdade condicional em 2013 e tendo antecedentes criminais, foi impedido de possuir e portar arma.

A mídia globalista é rápida em considerá-lo um anjo. Mas o sistema de Justiça Criminal de Wisconsin deixa muita ambiguidade no que diz respeito às informações de condenação, então anexamos os registros oficiais do Departamento de Justiça de Wisconsin sobre Gaige.

Não fazemos afirmações sobre o que ele foi e pelo que não foi condenado. Você mesmo pode consultar aqui e aqui.

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