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Qual crise energética?

O que nos é dito pela elite global – existe uma crise energética – não é verdade e outras razões nos são contadas. É somente mais um tema para criar medo, como a morte das florestas, as pandemias virais, o terrorismo e o aquecimento global através do homem. Tudo se resume em negócios, lucro, poder e controle.

“O Petróleo é nosso!”

É-nos dito que o petróleo é um combustível fóssil, que apareceu na pré-história geológica há 500 milhões de anos, originário da decomposição de plantas e animais mortos. Pequenos organismos foram enclausurados no fundo dos oceanos numa camada de lama e encobertos por outras camadas de solo, formando ao longo do tempo o petróleo.

É-nos dito que a energia do sol seria captada pelos seres vivos e nós podemos liberar novamente esta energia armazenada há centenas de milhões de anos através da queima do petróleo.

As reservas dos combustíveis fósseis, especialmente o petróleo, duram no máximo até aproximadamente o ano 2060, é-nos dito.

Um importante fator, além da distância, é o momento em que a produção não possa ser mais elevada, começando então a decrescer. Este ponto máximo da extração petrolífera é chamado de “Peak-Oil”. Como através dele a relação entre oferta e demanda varia, aqui podemos ter como resultado um forte aumento dos preços.

O ponto máximo da extração petrolífera ou “Peak-Oil” é aquele instante onde a taxa de extração petrolífera tenham atingido seu ponto máximo absoluto em todas as bacias petrolíferas. Este momento é alcançado quando a metade do petróleo extraível foi extraída.

É afirmado que o ponto de máxima extração já foi alcançado no passado e nós vamos de encontro a uma crise energética. A prova para esta afirmação, contam-nos, é o aumento contínuo da cotação do petróleo, de 25$/barril em 2002 a 304,79$ hoje, [27/1/2021].

Por isso nos é dito que a esperada lacuna energética deve ser suprida, através de menor consumo e alternativas, como energias renováveis. Nós devemos o mais rápido possível sair do petróleo, pois ele irá acabar em breve.

É-nos dito que o petróleo se formou uma vez na história da Terra há centenas de milhões de anos, só existe esta quantidade, é precioso e raro, por isso torna-se sempre mais caro, nós gastamos muito e rapidamente, e quando tivermos extraído as últimas gotas, acabou para sempre, fim da era do petróleo, acabou a graça, garrafa vazia, nossa geração subsequente não terá mais nada, nós somos egoístas e por isso devemos ter uma consciência pesada.

Tudo isso é-nos dito!

Mas o que acontece se toda esta história não tiver fundamento e tudo se tratar de uma lenda? Sim, o que seria se o combustível fóssil petróleo não fosse fóssil, não provém de organismos mortos marítimos, mas sim fosse de outra natureza? O que seria se ele não pode de forma alguma extinguir? O que seria se nós, de fato, estivermos flutuando em petróleo e ele existe em abundância e surge continuamente? E se não pode existir crise energética e até mesmo nenhum “Peak-Oil”, mas na verdade esta lenda é-nos contada para que acreditemos que ele é raro e com isso, caro, e nós sempre engoliremos um preço sempre maior para o petróleo. Sim, o que seria se uma brutal mentira sobre o petróleo estivesse nos sendo encenada?

Já é hora de destrinchar esta lenda e revelar outro ponto de vista sobre o petróleo.

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A afirmação, que haveria um ponto máximo na extração do petróleo, foi divulgada com pânico já em 1919, mas naquele tempo ainda não se chamava “Peak-Oil”, este é somente um novo rótulo dos marqueteiros. Naquele tempo, foi dito pelos “especialistas” que o petróleo seria suficiente somente para os próximos 20 anos. O que aconteceu na realidade? Desde então, o fim do petróleo sempre foi empurrado para o futuro, e hoje, 102 anos depois ainda temos petróleo, embora a extração e o uso tenham aumentado todos os anos.

Nós deveríamos estar sentado no seco há muito tempo se déssemos ouvidos aos especialistas do petróleo. Eles são ainda dignos de confiança e nós podemos ainda levar a sério suas declarações? Eles dizem estas bobagens e espalham o pânico, por que a indústria petrolífera é a maior empregadora de geólogos e eles têm medo de perder seu emprego?

Outra alternativa, como petróleo poderia ser ainda criado, não pode ser anunciada, porque não faz parte do interesse dos conglomerados petrolíferos. Se todos nós soubéssemos que o petróleo poderia estar sobrando, sim, ele surge continuamente e as reservas são abastecidas novamente, então ele seria muito barato e não mais a galinha dos ovos de ouro.

Os conglomerados têm somente um objetivo, maximizar os lucros, maximização dos lucros é o único objetivo, tudo é feito para isso. Sendo assim, deve ser espalhada ao vento a propaganda da escassez e do iminente fim do petróleo, e as boas pessoas engolem isso.

O petróleo abiótico

De onde veio afinal de contas a história que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos, sendo, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta ideia pela primeira vez em 1757: “petróleo surge de pequenos corpos de animais, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e se transformam em petróleo após um período inimaginável”. Nós não sabemos quais observações o levaram a isso, só que esta teoria nunca foi comprovada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades.

Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é somente uma afirmação e ela não suportaria qualquer comprovação científica. Geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil, não puderam apresentar qualquer prova da existência de organismos vivos, dos quais deveria ter surgido o petróleo.

Um dos elementos mais presentes sobre a Terra em nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E até em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarboneto, a base para o petróleo.

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A sonda espacial Cassini descobriu sobrevoando a lua de Saturno, Titan, que ela é repleta de hidrocarboneto líquido.

Mas lá não havia qualquer “ser vivo” que poderia ter produzido hidrocarboneto, ele deve surgir de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atômica, o carbono possui capacidade de formar complexas moléculas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas.

Nós aqui na Terra, e as placas continentais, flutuamos sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre aparece como em uma indústria química, sob determinada temperatura, pressão e adequadas condições, grande quantidade de hidrocarboneto. A anorgânica rocha calcária é transformada em um processo químico. Os hidrocarbonetos, que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, por isso eles sobem pelas fendas da Terra e se acumulam sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.

O magma quente é o fornecedor de energia para este processo e com isso, o petróleo não energia solar acumulada, como sempre é afirmado. O resultado chama-se petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas sim de um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece continuamente e para sempre. O petróleo é produzido incessantemente e nunca pode acabar.

Os argumentos mais importantes para o petróleo abiótico são:

  • O petróleo é extraído de grandes profundidades, chegando até 13 km. Isso contradiz totalmente a origem dos fósseis, pois os seres vivos do mar nunca conseguiram ir até lá e a temperatura nestas profundidades teria destruído todo material orgânico. Somente um aparecimento abiótico do petróleo pode esclarecer isso.
  • As reservas de petróleo, que desde os anos 70 deveriam estar vazias, se completam novamente por si mesmas. O aparecimento do petróleo fóssil que aconteceu somente uma vez há 500 anos não pode explicar este fenômeno. Já o aparecimento abiótico pode, pois aqui o petróleo é produzido incessantemente.
  • A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Tanto material vegetal e animal nunca existiu num único momento, para serem transformados em petróleo. Somente um processo para fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode suprir esta gigantesca quantidade.
  • Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo, então é notório que elas aparecem onde as placas tectônicas estão em contato uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem suficientes fendas, um indício, que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície.
  • Nos laboratórios foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Com isso foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem se formar dentro da Terra através de simples reações anorgânicas – e não pela decomposição de organismos mortos, como é aceito geralmente.
  • Petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão “fresco” no solo, até que nós o extraímos à luz do dia. As longas moléculas de carbono teriam se decomposto. O petróleo que nós utilizamos é jovem, caso contrário ele já teria se volatizado há muito tempo. O fato é uma total contradição ao aparecimento fóssil do petróleo, mas que comprova a teoria do petróleo abiótico.

Os russos descobriram-no

Em 1970, os russos começaram a perfurar poços profundos, eles alcançaram nisso recordes mundiais além dos 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Yukos, perfuraram mais de 310 super poços e extraem de lá o petróleo. No último ano, a Rússia superou o maior produtor mundial, a Arábia Saudita.

Os russos dominam a complicada técnica de perfuração profunda há 42 anos, eles podem explorar as infinitas reservas de petróleo das profundezas na Terra, enquanto o Ocidente ignora isso totalmente.

Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais de que o petróleo seria um material orgânico decomposto que teria se transformado. Nós podemos acreditar facilmente nesta lenda, se não se reflete muito sobre o assunto, ele é um tremendo engodo.

Nos anos 1940 e 1950, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se enchiam por si só por baixo. Eles chegaram à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde então se acumula. Isso era muito bom para ser verdade, mas eles puderam comprovar isso através das perfurações profundas.

Entrementes, nos anos 1990 a Rússia estava tão à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda que Wall Street, e os bancos Rockfeller e Rothschild, deram a missão e o dinheiro a Michail Chodorkowski para comprar a empresa Yukos por 309 milhões de dólares, a fim de roubar o Know-How da perfuração profunda. [1]

Agora se pode entender, por que o presidente Vladimir Putin reverteu o presente das joias da coroa russa feita pelo bêbado e corrupto antecessor, Boris Iéltsin, e teve que retornar a Yukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era absolutamente importante para a Rússia, e ele botou para correr ou prendeu a elite global, os gafanhotos do Ocidente e seus serviçais, os oligarcas russos.

Neste ínterim, os chamados cientistas, os lobistas, as prostitutas da mídia e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo, senão do mundo, está às portas, porque a produção já atingiu o pico e agora decresce. Naturalmente a intenção é criar aqui um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso apurar lucros gigantescos.

Nós sabemos agora que o petróleo pode ser explorado praticamente por toda a parte, pressupondo que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Todo país pode se tornar independente em matéria de energia. Somente o Ocidente e seus conglomerados não querem isso de forma alguma, eles querem países dependentes, que dançam segundo suas músicas e pagam caro pelo petróleo importado.

O Vietnã é um bom exemplo, como eles lidam com pequenos países. Depois que eles foram explorados e violentados por mais de 60 anos, primeiro pelos franceses e depois pelos norte-americanos, conglomerados petrolíferos norte-americanos disseram aos pobres vietnamitas que seu país não tem petróleo, que ele seria um deserto dentro desta perspectiva. Eles não teriam qualquer possibilidade para explorar petróleo e, através da receita, se recuperar do desastre da guerra e reverter a catástrofe provocada e abandonada para trás pelos americanos através do bombardeamento e pulverização com agente laranja.

Foi isso que os americanos fizeram: deixaram o país numa situação onde ele não pudesse mais se levantar.

Então vieram os russos e disseram aos vietnamitas, os americanos os enganaram. Especialistas em petróleo vieram de Moscou e foi chegado a um consenso, onde os russos disponibilizaram grátis através de uma Join-Venture os maquinários e o Know-How, por uma porcentagem da receita da exploração, se é que eles fossem encontrar algo. O Vietnã nada tinha a perder e deu luz verde.

Na sequência, os russos perfuraram mais de 5.000 metros através do duro basalto e abriram uma fonte no campo conhecido como “White Tiger”, que hoje extrai algo em torno de 182 mil. barris por dia. Através disso, os russos ajudaram os vietnamitas a ganhar novamente a confiança própria e ao mesmo tempo se tornar independentes das esmolas ocidentais. [2]

O Vietnã foi aceito de repente no clube dos países produtores de petróleo e visto com outros olhos pela surpresa América do Norte. Os vietnamitas não irão esquecer como foram zombados e trapaceados pela América do Norte.

Esta boa notícia se espalhou rapidamente e a Rússia é solicitada por toda parte para realizar perfurações profundas. Desta forma os chineses iniciaram algumas perfurações profundas junto com os russos e também na pobre Coréia do Norte.

Ainda durará algum tempo, mas quando as fontes jorrarem, então estes países e outros do Terceiro Mundo irão se libertar do estrangulamento das petrolíferas do Ocidente e da escravização do Banco Mundial e não serão chantageados por mais um carregamento de arroz.

Eles podem então dizer para a Nova Ordem Mundial, vão para o inferno!

A afirmação que existe um máximo na extração de petróleo e de fato um golpe e uma mentira da elite global. Não se trata que o mundo logo não vai ter mais petróleo ou que não se consegue extrair mais para suprir o consumo. A lenda do “Peak-Oil” foi inventada para encobrir o fato de que a América do Norte tem uma terrível sede por petróleo, mas não está mais na condição de pagar pela sua importação de petróleo. Em outras palavras, a América do Norte está falida e tem que encontrar uma desculpa para sair desta situação, onde então constrói uma escassez e encarecimento artificial.

Sempre menos países aceitam o desvalorizado dólar e querem que o petróleo seja pago com uma moeda estável. A América do Norte está obrigada desde os anos 70 a pagar o petróleo com o dólar impresso por ela mesmo. Como único país do mundo, ela recebe o petróleo praticamente de graça. Cada um dos outros países devem economizar divisas para quitar a conta do petróleo. Mas não os EUA.

Caso os países produtores de petróleo negociassem com outra moeda, como o euro, então acabaria a festa para a América, então o padrão de vida teria que ser abaixado drasticamente. Finito com o “American way of life”. Por isso é que os EUA têm somente duas opções, ou reduz pela metade seu consumo descomunal ou tem que obrigar os produtores de petróleo, se necessário com violência, a continuar aceitar o dinheiro do Banco Imobiliário, o dólar.

Um argumento dos defensores do “Peak-Oil” é que os poços de petróleo vão se esgotando e que logo eles devem estar vazios. Isso é um grande engano, pois o motivo para que a pressão e quantidade extraída diminuam, não é porque a reserva acabou, mas sim porque os dutos se entopem com o tempo. Formam-se camadas de sedimentos nos dutos de extração e através desta constrição flui menos petróleo. Mas os especialistas em petróleo sabem disso.

Ao invés de limparem o antigo duto, que custa muito dinheiro, a reserva de petróleo é fechada. Eles podem também perfurar um novo duto para restabelecer a pressão ou recuperá-la. Mas isso é muito trabalho para os conglomerados petrolíferos, pois isso iria reduzir os lucros. Eles preferem o caminho mais cômodo e trocam a reserva. Na verdade, os campos petrolíferos não se esgotam por completo, mas sim são abandonados pela ganância em busca do maior lucro.

É claro que não se pode extrair mais petróleo do que naturalmente flui. Após os cálculos dos especialistas, a extração na Arábia Saudita deve ser reduzida em 30% para que o suprimento natural mantenha a quantidade estabilizada. Tal restrição seria perfeitamente tolerável para nossa economia, se todas as possibilidades em economizar e otimizar fossem aproveitadas.

Resumindo, a afirmação que o petróleo tem origem fóssil e tudo mais sobre o “Peak-Oil” é ignorância e pura propaganda. Como sabem os russos, os chineses e muitos outros, mas também o serviço secreto ocidental, o petróleo abiótico é produzido nas profundezas da Terra e é praticamente inesgotável. O Brasil é um recente exemplo, onde nos últimos anos foi encontrada na costa uma grande reserva petrolífera a uma profundidade de 5000 metros. As perfurações profundas são logicamente muito caras, por isso são conduzidas a contragosto pelos conglomerados petrolíferos ocidentais; perfura-se de preferência perto do solo, de fácil acesso e com isso de reservas mais rentáveis. [3]

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O que nos é dito pela elite global, que existe uma crise energética, não é verdade e outras razões nos são contadas. É somente mais um tema para criar medo, como a morte das florestas, as pandemias virais, o terrorismo e o aquecimento global através do homem. Tudo se resume em negócios, lucro, poder e controle.

Aliás, o Iraque foi invadido por causa do petróleo, isso está absolutamente claro. Só que não para extrair o petróleo, ao contrário, para evitar que muito petróleo inunde o mercado e os preços caiam com isso. Antes da guerra, o Iraque extraía 6 milhões de barris por dia, agora quase 2,75 milhões. A diferença foi retirada do mercado. Saddam Hussein ameaçou extrair quantidades enormes de petróleo, inundar o mercado e vender o petróleo somente em troca com euros. Com isso ele representava um perigo para a existência econômica dos EUA e os sauditas também estavam aborrecidos com ele.

Isso foi sua sentença de morte, por isso o Iraque foi atacado, por isso a estreita cooperação entre os EUA e a Arábia Saudita, por isso ele foi retirado do poder e enforcado, por isso os EUA permanecem lá permanentemente. Ninguém tem a permissão para por as mãos nas válvulas dos dutos petrolíferos, num país com a segunda maior reserva de petróleo do mundo, a qual o EUA não pode controlar. Por isso o Irã também é ameaçado, as mentiras e o pânico sobre o cogumelo atômico são repetidos, pois o país é ainda um grande produtor de petróleo que não dança a música de Washington.

A propaganda funciona perfeitamente. Como escrito no artigo “O alto preço do petróleo é novamente um engodo”, trata-se de uma bolha especulativa, que não representa a situação real do mercado, ou seja, demanda e oferta, mas sim trata-se do maior lucro possível.


Fonte: Alles Schall und Rauch. Publicado em 6/6/2008. Tradução: www.inacreditavel.com.br em 23/09/2009. Texto atualizado, corrigido e ampliado pela edição deste site


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Notas

[1] Nota da edição: De origem judaica (seu pai era judeu), o magnata russo Mikhail Boríssovitch Khodorkóvski foi preso e condenando a uma pena de 10 anos por corrupção, fraude contábil, sonegação de impostos e evasão de divisas em 2003 perdendo a chefia da Yukos. Neste ano, a Justiça cobrou repentinamente todos os impostos atrasados e sonegados da Yukos, levando a companhia à concordata. Mesmo assim, em 2004, Khodorkóvski foi considerado o homem mais rico da Rússia e o 16º do mundo. Até ser preso, era considerado um dos mais poderosos oligarcas da Rússia. Dez anos depois, o governo russo concedeu-lhe uma anistia.

[2] Nota da tradução: Só para termos uma base comparativa, segundo dados disponíveis, o reservatório do Campo de Tupi, na área do Pré-sal da Bacia de Santos, está a mais de 6 mil metros de profundidade e a camada de sal chega a 2 mil metros. A extração atingiu 2 bilhões de barris de óleo equivalente em julho de 2020.

[3] Nota da tradução: Resta agora este “presidente do povo” abaixar o preço da gasolina e do diesel. Ou seriam os interesses dos acionistas mais relevantes?

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