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Príncipe Harry: a epítome do homem branco desarraigado

O príncipe Harry e Meghan Markle, o duque e a duquesa de Sussex, têm uma grande quantidade de seguidores na mídia como vítimas do racismo da família real. Meghan, que supostamente tem DNA afro-americano, parece tudo menos afro-americana e tem uma cor de pele muito mais clara do que as loiras americanas de olhos azuis bronzeadas que vejo na praia no norte da Flórida. Eles fizeram de Meghan uma duquesa, e isso é racismo.

Diga-me, esse alguém é afro-americano? A Duquesa de Sussex é uma vítima de racismo ou simplesmente uma vítima de seu mau julgamento?

A mídia está radiante com o ângulo do racismo expresso por Meghan na Oprah [programa The Oprah Winfrey Show, o talk show com maior audiência da história da televisão norte-americana]. A CNN até tem um departamento de notícias sobre “UK Royals” e faz o que pode para derrubar os Windsor junto com todos os outros brancos, assim como o New York Times faz com seu Projeto 1619.

Créditos: Tattoo no toco

Até a RT [Russia Today, rede de televisão internacional fundada na Rússia e financiada pelo Estado russo] teve que atacar a família real “racista” com um artigo vergonhoso de David Matthews, que odeia a hierarquia social, mas apenas se ela for aristocrática. Nirpal Dhaliwal, um escritor britânico cuja ancestralidade é a ex-colônia britânica da Índia, diz que Meghan prova que “a celebridade negra agora eclipsa a realeza britânica. O pacto Meghan-Oprah reflete como, na Nova Ordem Mundial, os negros americanos são agora um bloco mais poderoso do que a aristocracia britânica”.

De alguma forma, a rainha Elizabeth e o príncipe Phillip, duque de Edimburgo, conseguiram representar a Grã-Bretanha de maneira digna desde seu casamento em 1947. Mas alguns de seus filhos e netos não tiveram disciplina. Assistir à desintegração da família real britânica é como ver o desmoronamento do mundo ocidental. Claro, para usar um termo antiquado, Meghan carece de uma educação de família real. Ela é uma corista de Los Angeles (EUA), no caso dela uma pequena atriz de cinema, que se casou bem. Mas o Príncipe Harry teve uma educação real. Então, qual é a sua desculpa?

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A desculpa de Harry é que ele cresceu em uma cultura que demoniza os brancos como colonialistas/imperialistas/ racistas. Ele cresceu em uma cultura em que os primeiros-ministros britânicos e seus governos davam tratamento preferencial aos invasores imigrantes em relação aos cidadãos étnicos britânicos. Ele cresceu em uma cultura na qual as universidades de Oxford e Cambridge abominam a “brancura” como racista e derrubam estátuas de seus benfeitores.

A família real britânica é um símbolo, como uma bandeira, não um centro de poder. A rainha não tem capacidade de regular ou controlar a cultura, em grande parte importada dos Estados Unidos. A cultura ocidental foi subvertida e se voltou contra si mesma. O Príncipe Harry simplesmente reflete esse fato.

A razão pela qual o Ocidente não tem futuro é que apenas as gerações mais velhas foram aculturadas para apreciar a longa luta para alcançar a liberdade civil e um governo responsável. Para muitos das gerações mais jovens, isso nada mais é do que o uso de palavras para encobrir o racismo branco.

Ao acusar a realeza britânica de racismo, por implicação Meghan está acusando os britânicos de racismo. Isso a torna uma heroína da mídia. A Política de Identidade usará Meghan para desacreditar a família real e a Grã-Bretanha, juntamente com os brancos em geral.

Como Meghan pode justificar seu título de “brancura” de Duquesa de Sussex? Ela não deveria renunciar, ou está esperando por mais munição contra a família real ao ser privada de seu glorioso título por causa de sua indiscrição?

A comentarista negra Candice Owens diz sobre Meghan Markle: “Você olha para ela e não consegue perceber, só de olhar para Meghan Markle, que ela é negra”.


Fonte: freewestmedia.com


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