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De todas as variações que aqueles que acreditam em Javé puderam experimentar através de sua fusão com outros povos, quiçá a mais controversa e menos conhecida corresponda aos chamados chineses “Tiao-Kiu-Kiaou” [1]. Assassinos por natureza, com costumes arrepiantes e uma barbárie moral assustadora, são, até os dias de hoje, um dos grandes mistérios da antropologia. De todas as formas físicas existentes dos seguidores de tal religião, eles representam talvez a variação mais violenta e selvagem.

Não se sabe com certeza a origem deste povo. Na Ásia Central, em zonas correspondentes a Mongólia e China, foram descobertos crânios e ossos de exemplares do Homem de Neandertal que, gradualmente, vão adquirindo características mongoloides similares às das raças humanas do Oriente, tal como ocorre em outros crânios encontrados no norte da África, onde se assemelham paulatinamente aos negros locais. Podemos supor com isto que se mesclaram com os seres humanos da região.

Apesar do fato de que a distância entre a aparição dos Tiao-Kiu-Kiaou e estes híbridos de homem e Neandertal seja enorme (entre 30 ou 40.000anos) para supormos uma conexão em linha direta, surpreende que tanto os primeiros como os segundos compartam traços de ritualismo sangrento desconcertantemente parecido, como o infanticídio e o assassinato ritual com traços particulares e sádicos de morte.

Alguns dão a entender que se trataria de um ramo pertencente à raiz médio-oriental que, por rações já indetermináveis, emigrou até o Leste assimilando-se em forma gradual com as tribos locais até adquirir as características mongoloides próprias da humanidade deste território.

Para Simon Wiesenthal, sem dúvidas, trata-se dos últimos remanescentes das doze tribos, coincidindo com a tradição dos tártaros que se autodefine como descendentes da tribo perdida de Rubén.

Alexander Wyllie, por sua parte, afirma que teriam provindo dos grupos desta religião estabelecidos na Índia (os “Beni-Israel”) e que se assimilaram de forma secreta entre a população chinesa até fazerem-se irreconhecíveis. O mesmo foi declarado séculos antes pelo marrano sevilhano Rodrigo de Santaela.

Seja como for, algo que podemos assegurar é que os Tiao-Kiu-Kiaou representam um dos ramos deste povo mais enraizados no tema que nos ocupa: a morte ritual e especialmente o exercício de atos criminosos sob a convicção de ser um povo eleito e autorizado para tais ações. E ostentam, além disso, uma categoria que nos permite qualificá-los como os piores criminosos e os mais sangrentos expoentes deste fanatismo assassino alojado nas profundezas da idiossincrasia e talvez até os genes do “povo de Deus”.

Inclusive, a tradução literal de seu nome “Tiao-Kiu-Kiaou” significa algo como “arrancadores de tendões”, em alusão a um de seus principais ritos criminosos, descrito na Bíblia e no Gênesis – e que foram utilizados contra os soldados feridos e prisioneiros durante a guerra dos tártaros–, além de terem inventado os famosos “suplícios chineses”, variado set de torturas que continuam surpreendendo por sua criminalidade e selvageria extremos:  goteiras na cabeça de um homem atado, até pelar o couro cabeludo e chegar ao osso, trancamentos em barris repletos dos próprios excrementos até o pescoço, infelizes atados a camas sob as quais cresciam rapidamente ramos de bambu, que posteriormente lhes atravessariam o corpo, etc.

Marco Polo é, talvez, o primeiro ocidental a ver e guardar o registro da existência dos Tiao-Kiu-Kiao na China. Já então descrevia os controversos detalhes do estilo de vida desta raça criminosa e carniceira.

Tudo parece indicar que os Tiao-Kiu-Kiaou chegaram na China até o ano 200 ou 300 depois de Cristo. A Enciclopédia judaica Castelhana vai mais longe e situa a chegada dos judeus na China em tempos pré-cristãos, devido ao comércio de seda.

No princípio, mesclaram-se com a população de pequenas aldeias ou tribos locais e, pouco depois, já haviam conseguido instalar-se em algumas cidades maiores territorialmente, distribuindo-se de um modo tão eficiente que, em nossos dias, já ocupam a totalidade das províncias chinesas.

O tipo étnico chino-mongoloide foi adquirido das mesclas com as tribos de guerreiros mongóis do Norte; [2]

Segundo Wyllie, vão adotando frequentemente o budismo como religião, quase do mesmo modo que fizeram quase mil anos mais tarde na Espanha com a conversão ao cristianismo, ou seja, como uma fachada para poder praticar em segredo seus ritos tradicionais. Até é provável que, ao proceder da Índia, o budismo já lhes fosse familiar no momento da entrada na China. [3]

Haam Samuel Kehimer, historiador que trata frequentemente o tema dos povos pertencentes a esta religião que se estabeleceram na Índia, escreveu que os Imperadores da Mongólia possuíam quase sempre esposas desta origem, o que pôde marcar a origem do povo que sinalizamos. [4]  Algo parecido nos indica outro historiador, S.M. Perlman, na “História do judaísmo na China.”

Seu zelo operacional, sem dúvidas, não impediu que em 1183, na cidade Kaifeng, a capital de Honan e uma das mais antigas da nação, os Tiao-Kiu-Kiaou estabelecidos ali desde o século VII, lograram levantar uma sinagoga e a reconstruíram em 1488.

Marco Polo, nos relatos de suas viagens iniciadas em 1271 e imortalizados no “Livro das maravilhas”, os menciona como parte da comunidade chinesa e até indica que alguns deles seriam muito próximos e influentes na vida do Imperador Kublay Kan. Em uma de suas passagens, ainda que não escreva que se trata deste povo como tal, o viajante veneziano comenta sobre os “Tiao-Kiu-Kiaou” que formavam parte da casta sacerdotal do imperador e que teve oportunidade de observar por quase 17 anos, o seguinte:

“Tais sábios pertencem a dois povos que praticam idolatria. Sabem mais que qualquer outro homem sobre o exercício de suas práticas demoníacas e bruxaria; persuadindo as pessoas dizendo que seus atos são realizados por obra e graça de Deus. Ditos magos têm o seguinte hábito: se um prisioneiro condenado à morte é executado, compram seu cadáver, o cozinham e o comem, sempre e quando não tenha falecido de morte natural.”

Com o tempo e o talento para infiltração, os Tiao-Kiu-Kiaou conseguiram aceder ao poder central da China, seja do lado dos imperadores ou dos presidentes, em especial com matrimônios entre mulheres desta origem e chineses aristocratas. Tal como os seus irmãos espalhados pelo mundo, que na América fomentaram e alimentaram a guerrilha colombiana e salvadorenha para que se destruíssem e desaparecessem entre si os índios ou campesinos estabelecidos sobre ricos terrenos petrolíferos sem explorar, que são do interesse financeiro do “Povo de Deus”, os Tiao-Kiu-Kiaou foram os causadores da famosa “guerra do ópio” com o único objetivo de apoderar-se do comércio desta droga e, em consequência, da economia de uma nação com tantos consumidores como a China, decididos a tomar para si as riquezas sem pensar nas vidas custadas, na saúde da população ou em consequências sociais. Eram os principais traficantes desta droga desde a Inglaterra (onde por sua vez era produzida e exportada por seu povo infiltrado entre os britânicos) a partir do século XVIII, e foram aqueles que incentivaram a dura resposta bélica inglesa de 1840 contra o governo Chinês, por sua decisão de barrar a entrada da daninha substância.

Imagens da famosa e sangrenta guerra do ópio, provocada pela desumana atividade de comércio de narcóticos na China, controlada pelas máfias Tiao-Kiu-Kiaou. Aqui, o navio a vapor de ferro Nemesis da East India Company, comandado pelo tenente WH Hall, com barcos do Sulphur, Calliope, Larne e Starling, destruindo os juncos de guerra chineses na Baía de Anson, em 7 de janeiro de 1841. Quadro de Edward Duncan revelado em 1843. Créditos: Wikimedia Commons
Episódio da segunda guerra do ópio (1856-1860), em Cantão (Guangzhou). Créditos: Wikimedia Commons/Domínio Público

A antiga família chinesa Song, de origem Tiao-Kiu-Kiaou, logrou uma ascensão formidável ao fazer com que uma de suas filhas se casasse com Chiang Kai-shek, o Presidente da China Nacionalista, e outra, com Sun Yat-set, o mesmo que derrubaria e acabaria com a Monarquia. Após a morte de Sun Ya-set, a mulher aderiu à causa comunista de Mao, já que praticamente todos os fundadores e autoridades da China Popular tinham a mesma origem sanguínea.

Isto explica a violência e a crueldade extremas com a qual os comunistas chineses atuariam contra seus inimigos – e também contra os que não eram –, com seus juízos populares, execuções públicas e etc.

No Sul da China, os revolucionários dirigidos por maoístas de origem Tiao-Kiu-Kiaou, chegaram ao extremo dos atos irracionais, como assassinar aos adversários políticos, às suas mulheres e aos seus filhos pequenos, e comê-los (tal como os bruxos descritos por Marco Polo), canibalismo ritual que foi amplamente coberto por um documentário da televisão inglesa há alguns anos, chegando a entrevistar alguns dos assassinos que ainda sobreviviam. Este ato de extrema selvageria, próprio de uma raça infame como os Tiao-Kiu-Kiaou, pôde ter chegado ao ocidente em forma de rumores distorcidos, gerando a lenda urbana de que “os comunistas comem recém-nascido” que tanto foi usada pela propaganda antimarxista dos anos 50 e 60.

Deng Xiaoping, o sanguinário tirano chinês, era um deles. Nesta imagem: Deng Xiaoping em um comício que comemora o 50º aniversário da fundação do Exército de Libertação Popular. 1977. Foto: Sovfoto/Universal Images Group via Getty Images

Outro traço característico dos Tiao-Kiu-Kiaou é que sua organização é tão secreta e impenetrável que, praticamente, não há como descobri-los de outra forma, senão por sua linhagem familiar. Se outros grupos da mesma raiz como os falashas etíopes, não tinham rabinos como tais, os Tiao-Kiu-Kiaou os têm, mas em sigilo absoluto, quase nunca visto.

Assim, é frequente que muitos dos chineses pertencentes a esta religião, que abraçaram o marxismo assegurando serem ateus e materialistas, como declaravam, foram em realidade, fanáticos em exercício de sua fé e suas raízes ocultistas, o que explica o fato de terem provocado a criminosa invasão ao Tibet com o único objetivo de apoderar-se deste enclave espiritual, pelas incalculáveis forças místicas que proporcionariam ao demônio desta religião e também marxista chinês contra dito país absolutamente independente, com fronteiras impenetráveis como os Himalayas, com uma milenar economia autossuficiente que se mantêm até os dias de hoje e até com um povo próprio diferente do chinês.

Um milhão de tibetanos morreram devido a crueldade dos invasores Tiao-Kiu-Kiaou.

A agressividade destes personagens os levou inclusive a enfrentar-se com seus próprios congêneres da Rússia, entre os anos 1962 e 1969, culminando com uma quase mega guerra entre a China e a União Soviética que, de alguma maneira, o caluniado Presidente Norte-americano Richard Nixon, conseguiu deter. Ainda assim, o presidente da República Chinesa, Mao Tsé Tung, continuou com sua política abertamente agressiva e com o sectarismo dos Tiao-Kiu-Kiaou nas altas esferas do poder central, motivado talvez, pela forte, porém velada, influência de seu Primeiro Ministro, Zhou Enlai, cuja origem racial era Tiao-Kiu-Kiaou.

Em Maio de 1966, com o pretexto de impedir a formação de uma classe governante (em verdade, foi para sacar os últimos chineses não pertencentes ao clã dos Tiao-Kiu-Kiaou que ficavam entre os grupos de poder político), Mao fez detonar a sequência de assassinatos políticos decorosamente batizada “Grande Revolução Cultural do Proletariado”, que culminou em outra sequência de massacres sanguinários, magnicídios e até queima de bibliotecas completas para iniciar “A nova história de uma nova China”.

Discute-se até hoje se Mao Tsé Tung era um Tiao-Kiu-Kiaou. Se analizarmos os sinais de sua proposta política, os símbolos, seus assessores e o plano geral em que esteve emoldurada a revolução chinesa, deveram dizer nitidamente que sim.

Aqueles que conhecem a existência e a influencia dos Tiao-Kiu-Kiaou na história chinesa, assinalam que estes crentes em Javeh manifestaram um interesse pela derrubada de Mao ao fim de seu governo, duvidando que sua origem era a mesma que a deles.

O frustrado golpe de Estado contra Mao de 1971 havia sido dirigido por seu ministro da Defesa, Lin Biao, também de origem chinesa, pertencente a tal raiz comum. De todos os modos, eles garantiram para a posteridade que todos os sucessores do tirano também fossem Tiao-Kiu-Kiaou de origem, até hoje.

Outra sinistra medida dos Tiao-Kiu-Kiaou que, como bons membros deste povo, fanáticos ao extremo, têm particular apetência pelos infanticídios – como os exemplares bolcheviques que instalaram verdadeiras fortalezas para os milhares de abortos diários –, foi a de estabelecer limites de natalidade para a sobrecarregada nação população chinesa, obrigando inclusive ao aborto, a poucas horas do nascimento, se o bebê estivesse fora do número de nascimentos que se permite a cada casal.

Ninguém se atreveu a levantar a voz para estas aberrantes decisões, nem sequer a Igreja Católica.

O poder do Tiao-Kiu-Kiaou no mundo é, por conseguinte, o mesmo dos seus irmãos em geral.

O Massacre da praza de Tiananmen, em Pequim, 4 de Junho de 1989. Mais de 5000 estudantes chineses que protestavam pacificamente morreram assassinados pelas forças militares comunistas, demonstrando que, apesar das diferenças culturais entre russos e chineses, ronda entre ambos algum tipo de criminalidade obscuramente alojada em seus líderes políticos, neste caso Tiao-Kiu-Kiaou, pelo que, se existe algum elemento genético criminoso fortemente enraizado em toda gama étnica onde aloja este gérmen. Fotos: Getty Images/Acervo

Tiananemen também foi um massacre comunista, organizado por tal povo. Igualmente nos rituais criminais destes, o derramamento de sangue ocupou um cerimonioso caráter dominante no massacre dos milhares de jovens chineses assassinatos naquele fatídico dia. Os chineses pertencentes a tal religião, culpáveis deste holocausto foram recebidos com honrarias pelas autoridades em todo o mundo em datas posteriores, inclusive pela coroa britânica.

Deng Xiaoping era um deles. Sua política de agressão constante era similar a de Mao e podemos vê-la em atos de selvageria política como a “operação castigo” contra o Vietnam em Fevereiro de 1979, precisamente durante o período da festa do Purim, já que, como vimos anteriormente, internacionalmente escolhem frequentemente datas próximas às suas festas para mostrar seu poderio bélico nos países que controlam. [5]

Isto explica também porque a China legitimou a existência do Estado de Israel em 1982 e clamou pelo “direito do povo israelense a uma existência pacífica”, e porque apoiaram as forças da Otan que atacaram o Iraque em 1990.

Assim como Xiaoping, também eram chineses pertencentes a esta raiz, todos os líderes políticos que forjaram o escandaloso e sangrento massacre da Praça de Tiananmen, em 4 de Junho de 1989, onde 5000 meninos chineses perderam a vida em um dos assassinatos rituais mais massivos que foram feitos nos últimos anos. Documentos revelados no início de 2001 na China demonstram que o massacre provocou um rompimento interno no Partido Comunista Chinês, entre uma ala conservadora que apoiava a ação do falecido Deng Xiaoping e outra de reformistas que a condenou.

Os comunistas de origem Tiao-Kiu-Kiaou estavam todos do lado dos conservadores.

No Japão também existem comunidades Tiao-Kiu-Kiaou, sumamente poderosas e perigosas, algumas associadas aos homens de negócios ou às máfias locais. Muitos deles viviam em Hiroshima até que a política pró-alemã do Imperador os obrigou a abandonar a cidade. (Teria isto, alguma coisa a ver com o fato de que a bomba atômica tenha sido testada justamente ali, mais tarde, talvez como vingança?)

Seu acesso e influência lhes permitiram impedir que o Japão atacasse a Rússia e durante toda a participação do país na Segunda Guerra, buscaram boicotar uma e outra vez sua presença no Eixo, ao não perdoarem jamais aos japoneses autênticos sua adesão à causa nacional-socialista europeia.

Em 1945, ao entrar à ilha as forças norte-americanas, havia uma enorme quantidade deste povo nas tropas estrangeiras, até um rabino militar, que foram cordialmente recebidos pelos japoneses também pertencentes a tal religião. O rabino logrou fazer amizade com um dos filhos do Imperador Hirohito, o príncipe Mikassa, quem lhe permitiu o acesso a um antigo espelho sagrado com inscrições em hebraico e da época em que o Templo de Salomão foi inaugurado. Segundo alguns autores, este espelho havia sido levado pelos primeiros imigrantes de tal raiz que se estabeleceram no Japão.

Hoje em dia, estes miseráveis detonaram uma desonesta campanha de literatura e filmes para fazer crer aos japoneses que, durante a guerra, existiam “Campos de Extermínio” no Japão, dentro dos quais (por falta de membros do “povo escolhido”) eram executados os prisioneiros chineses, ou os utilizavam para experimentos delirantes.

Em outras palavras, aplicam no extremo Oriente as mesmas práticas do negócio holocaustista do Ocidente, adaptada à realidade e à distância local.

Muitos deles teriam chegado ao Japão, seduzidos pela ideia de que neste país se encontrariam as tribos perdidas de Israel, intentando manter a falsa fogueira de crenças de que judeus e hebreus são a mesma coisa.

O argumento é simples: no ano 722 a. C., cai o último rei de Israel, Oséias. Oito anos depois aparece no Japão o primeiro imperador conhecido: Osei. Esta semelhança de nome fez correr um rio de tinta entre aqueles que acreditam ver a refundação de Israel no Japão, como Jeseia Ben Dassan em sua obra “Japoneses e Hebreus”, de 1970. Ainda assim, sua entrada também foi velada e secreta, neste caso infiltrando as castas sacerdotais xintoístas.

Estes japoneses crentes em Javé, tão criminosos e assassinos como seus pares Tiao-Kiu-Kiaou da China, sempre estiveram associados aos grupos de poder financeiro e proprietário de terras. O famoso cartel colonialista que, à entrada das mansões dizia: “Proibidos cães e chineses”, são uma ilustre criação de sua autoria. Também participaram do contrabando de drogas e tráfico de brancas, controlando praticamente todo o mercado pornográfico do Japão e as redes de prostituição, às vezes com mulheres seqüestradas.

Entre os famosos líderes de gangsters “Yazukas” japoneses, há, em verdade, uma grande quantidade de descendentes de um clã destes japoneses muito antigo, que mescla os traços de crueldade que poderiam ter sua origem na crença fanática própria de sua religião (mutilação dos dedos, utilização de tatuagens, assassinatos ou “ajustes de contas” com evidentes características rituais e protocolares, etc.) com elementos culturais próprios da tradição japonesa (o caráter guerreiro, a fidelidade absoluta ao líder, a simbologia, etc.) Tal é o poder e a determinação política ou administrativa alcançadas nas últimas décadas que os modernos “Yazukas” deveram formalizar-se em atividades mais oficiais e limpas, como a bolsa de valores e os investimentos, alojando assim centenas destes japoneses entre seus fechados círculos de homens de negócios.

Os principais presidentes das companhias japonesas obcecados com a cibernética e robôs são orientais desta religião, assim como muitos dos produtores das famosas animações japonesas conhecidas como “mangá”.

Algumas das tendências mais obscuras e sinistras da genética deste povo sobrevivem com especial força nestes ramos orientais. Assim como se detectou um traço comum na genética dos israelenses e dos negros falashas, o chamado “Gene de Araão” seria interessante se no futuro se determinasse em que grau os Tiao-Kiu-Kiaou continuaram sendo pertencentes a este povo, podendo explicar, assim, como um traço criminoso e sádico pode sobreviver inclusive diante das maiores diferenças étnicas de um povo, como o “povo de Deus”.


Tradução de Christa Savitri


Notas:

[1] Segundo a Jewish Encyclopedia: “[…]os chineses em todos os lugares chamam os judeus de “Tiao Kiu Kiaou” (a seita que extrai os tendões, após Gen. xxxii. 33); e esse próprio nome, como uma caracterização dos judeus, indica grande antiguidade.” Ver artigo completo em:  http://www.jewishencyclopedia.com/articles/14384-tiao-kiu-kiaou

[2] Segundo Gottfried Feder, em seu livro “Die Juden”. Zentralverlag der NSDAP, 1934.

Eles não só se trasladavam até o Oeste para fazer negócios, como também se dirigiram ao Leste, com o mesmo propósito. Existem em Khorasan, Turquestão e na China propriamente dita, em Cochin e na costa Malabar, comunidades deste povo que remontam de tempos muito antigos, em muitos casos seguramente pré-cristãos.”  NdT.

[3] Deve-se notar que a presença deste povo na religião budista se dá em larga escala. Entre alguns nomes de convertidos ao budismo estão Allen Ginsberg, David Gottlieb, autor do livro “Cartas a um Judeu Budista”, assim como Joseph Goldstein, Jack Kornfield e Sharon Salzberg, fundadores da instituição budista Insigth Meditation Society. NdT.

[4] Segundo Gottfried Feder, em seu livro “Die Juden”. Zentralverlag der NSDAP, 1934.

“[…] é precisamente através de suas filhas que eles chegaram a adquirir influência, posição e poder. Mas isto nunca incidiu sobre sua própria comunidade. Pelo contrário, se introduziu assim o sangue deles nos demais povos, mas não sangue estranho entre os eles.” NdT.

[5] O artigo de David Duke, intitulado “Purim: um festival de ódio e uma visão de como os supremacistas judeus veem os gentios”, confirma detalhadamente este fato, apontando as diversas vezes em que a data do Purim foi utilizada para o cometimento de grandes massacres. NdT. O artigo é disponível em https://davidduke.com/purim-a-festival-of-hate-and-an-insight-into-how-jewish-supremacists-view-gentiles/


 

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