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Não dá para negar: os judeus são um tipo extraordinário de gente. O ex-terrorista e ex-dirigente do Estado Judeu Menahem Begin dizia que os judeus eram deuses na Terra e que os góis não passavam de animais sob forma humana. Os judeus, com efeito, são inteligentes, eles são ricos, eles são unidos, eles conservam sua cultura, sua identidade e, principalmente, eles não têm vergonha de defender o seu espaço vital. Aliás, lutam também por territórios alheios. O que querem, eles dizem; o que querem, eles fazem. Agora mesmo, por exemplo, agadanham as reservas de petróleo e gás da costa libanesa. Com os dólares, a mídia, os canhões, diplomatas, juízes e cientistas, os eleitos vão-se arvorando em senhores do mundo. Ser judeu é ser bem-nascido, é ter pátria, ter Estado, as instituições da tribo a seu favor. Isso tudo, claro, é motivo de orgulho e dá segurança ao povo escolhido nos tribunais, nos mercados, nos campos de batalha… Mas, por essas mesmas razões, o judeu tornou-se pernóstico, autoritário e tenta moldar as sociedades do mundo conforme sua vontade.

Fernando Grostein, cineasta, colunista da Veja, aquele irmão de Luciano Huck, é judeu. Assim, pois, é natural que ele se sinta superior. Jovem, ainda, já dita as regras que devemos seguir. Ele foi empoderecido pela simples pertença à sua etnia dominante. E, na dominação, sente-se muito à vontade, porque para o judeu não há limites. Ele pode sequestrar alguém em Buenos Aires, levar para o outro lado do mundo e aí enforcá-lo. O sionista pode matar um engenheiro em Teerã ou bombardear um complexo tecnológico em Bagdá.

Por que não seria assim? Eles venceram duas guerras mundiais. O vencedor de uma guerra mundial não conquista apenas territórios, conquista também o tempo e as consciências. Ao escrever a história da própria guerra, ele conquista o passado. Havendo predominado no presente, o vitorioso busca assegurar o seu poder, estendê-lo ao futuro, por sobre as gerações vindouras. Nesse propósito, importa o monopólio da palavra, o controle sobre a comunicação pública, o poder de falar e silenciar. E aqui “silenciar” vale também por referência ao silêncio dos cemitérios, porque alguns oponentes do colonialismo sionista só se calam quando mortos.

O nosso senhor Fernando Grostein é um jovem progressista. Como bom militante da sinarquia internacional globalista, ele defende a liberação das drogas, o homossexualismo, as invasões travestidas de imigração, a pornografia (“a pornografia ensina os jovens a pensar de forma sensata”), o feminismo, a abolição das fronteiras nacionais, a correção política… Ao mesmo tempo e por isso mesmo, ele ataca o cristianismo e a raça branca. Nisso que preconiza, ele aplica as lições que aprendeu no curso de formação de líderes, ministrado pela Universidade de Harvard. Um “líder” desse tipo, seja ressalvado, não precisa de votos, carisma ou popularidade. Basta que se comporte a contento da direção corporativa transnacional sob controle sionista.

É evidente que, empunhando bandeiras tão avançadas, ele tomaria as devidas precauções para protegê-las contra as hordas reacionárias dos machistas, racistas, genocidas, fascistas e outros portadores de consciência preconceituosa, discriminatória e, portanto, criminosa. Eis por que o judeu Grostein julga-se no direito de silenciar aqueles que não compartilham de suas opiniões. Alguém, por exemplo, como o Presidente da República.

Nesta altura, podemos entender a singela pergunta que formula Grostein, no que demonstra toda a sua humildade: “Qual a lógica de cancelarem Trump das redes sociais e não cancelarem Bolsonaro?”.

Além de não gostar da liberdade de expressão (de outros), nosso jovem tirano também não gosta dos olhos azuis de Bolsonaro, nos quais identifica um símbolo do “privilégio branco”. Claro, ele não perderia a oportunidade de tentar desacreditar o gói Bolsonaro, nem que fosse pela cor “errada” dos olhos do presidente. Militante judeu disfarçado de jornalista sempre ataca a raça branca, por isso ele atribui os “privilégios” de Bolsonaro aos olhos azuis do Capitão. Mas sabemos que, para o homem moreno do Brasil, olhos azuis são desejáveis. Ser branco é lindo. Ninguém deve se envergonhar de ter olhos azuis ou ser branco. Detratar o branco não é coisa de nossa cultura. Aqui, o negro é quem mais preza a brancura. Quem pode condenar o ideal da brancura? Seria ele racismo do mestiço contra si mesmo? Se sim, e daí? Quem veio da África não quer voltar para lá. Nossa origem, que não escolhemos, não pode estar acima de nosso destino, que podemos escolher ainda.

Encarar Bolsonaro, olho no olho, é experiência das mais agradáveis. Mas, quem sentiria algum deleite ao olhar para Adélio Bispo? Nem a mãe dele! Talvez Maria do Rosário fosse gostar, mas essa é doente e o de que ela gosta mesmo é de bandido. O judeu reveste-se de “santidade” ao “denunciar” o racismo, buscando com isso demonizar a identidade branca. O antirracismo é racismo antibranco. Mas isto não é coisa nossa. Vem de Hollywood, vem de gente como Fernando Grostein, vem de um mundo falso e inautêntico, vem para destruir a cultura branca, o que só pode atender a desígnio diabólico.

É claro que Maju, a afilhada dos irmãos Marinhos, não vai dizer isso, tampouco os jornalistas venais da Veja e de outros órgãos da imprensa, nem os respeitáveis professores universitários. Eles estão presos na cela invisível de sua própria ignorância, de seu interesse, de seu comodismo, de sua indiferença… Alguns querem acreditar na grande mentira: dissonância cognitiva. Outros, ainda, por inocência, pensam que vidas brancas não importam. Tais pessoas estão entre as vítimas da paleomídia comercial, da cultura da crítica (Kevin MacDonald), do etnomasoquismo (Guillaume Faye), da alienação identitária, da sinarquia internacional globalista… Nada disso surpreende. Tudo está sendo implementado conforme o Plano Kalergi.

Essa é a grande farsa que se representa sob o olhar, infelizmente, muitas vezes crédulo do mundo. No grande esquema destaca-se a venenosa revista Veja, a infame televisora Globo, o antijornal Folha de São Paulo e milhares de outros veículos responsáveis por desinformar e deformar gerações de brasilianos ao longo de décadas. A campanha contra o conhecimento que possa ter a sociedade sobre si mesma é executada com brilhantismo. E isto se deve à participação de desinformantes como Fernando Grostein. Que talento extraordinário para a mistificação! O combate ao direito de informação e opinião encontra muitos apoiadores no Poder Judiciário. Os operadores do direito são também os soldados civis da repressão censória. Qualquer “cidadão” que se manifeste de forma politicamente não correta sofre o seu ataque. A campanha pelo silenciamento da “cidadania” tem seu quartel-general no Supremo Tribunal Federal, que também, como o altivo jovem Grostein, arroga-se o direito de censurar o presidente da República, além de prender jornalistas, fechar editoras e jornais digitais. Isto, claro, sempre em nome das melhores intenções. A luta contra o racismo é uma dessas boas intenções (de que o inferno está cheio). E de tão elevadas qualidades morais o sionista pretende mostrar-se como exemplário. Assim ele se retrata nos livros de história, filmes de Hollywood e textos acadêmicos.

Em resumo, com o discurso antirracista dos intelectuais orgânicos do hegemonismo judaico, fica parecendo que só os judeus não são racistas. Mas, ora!, por que, então, eles matam um palestino quase todo santo dia? Por que, então, eles roubam tantas azeitonas e vidas palestinas?

Hipócritas!

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