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O Establishment norte-americano usa a máquina de mentira do presstitute para controlar a narrativa na maior parte do mundo, transmitindo desinformação em 59 idiomas. Os países e seus serviços de notícias contam com “notícias” dos Estados Unidos para compreender os eventos mundiais. A maior parte do mundo tem poucas alternativas às fontes de notícias estadunidenses, exceto a BBC, que faz parte da rede de títulos de imprensa dos Estados Unidos. Com efeito, os EUA têm sido eficazes na lavagem cerebral do mundo.

Assim como os EUA controlam o sistema de pagamentos internacionais, os EUA controlam a opinião mundial. Apesar dos fatos de que o criminoso George Floyd morreu de uma overdose fatal do perigoso opioide fentanil, que é 100 vezes mais potente que a morfina, o mundo acredita que o policial Chauvin matou Floyd segurando seu joelho no pescoço de Floyd, quando na verdade os vídeos da polícia mostram que o joelho de Chauvin está na omoplata de Floyd, uma técnica de contenção aprovada. O júri teve medo de ir contra a opinião criada pelos títulos da imprensa e condenou Chauvin, apesar das poderosas provas de sua inocência. A impotência dos fatos nos EUA hoje selou nosso destino.

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O mundo acredita nessa falsidade da morte de Floyd, porque o título de imprensa da mídia americana repetidamente mostrou um vídeo conflitante com o “viés da perspectiva da câmera” que, de sua perspectiva, faz parecer que o joelho de Chauvin está no pescoço de Floyd.

Para onde quer que você olhe no mundo, você verá que as mentiras dos títulos de imprensa dos EUA – notícias falsas – conseguiram controlar a compreensão mundial.

Isso é verdade mesmo na mídia alternativa e até mesmo na mídia russa de língua inglesa. 2 de maio foi o décimo aniversário do suposto assassinato de Osama bin Laden no Paquistão pelos SEALS dos EUA. Esta história, da qual ninguém jamais viu qualquer evidência, tornou-se um fato histórico. Por exemplo, o Sputnik News aceita a totalidade da falsa saga de Osama bin Laden do 11 de setembro, um relato orquestrado para o qual ninguém jamais viu um resquício de evidência.

Escrevendo para o Sputnik, Oleg Burunov aceita a história de fantasia de que o mentor Osama bin Laden derrubou três arranha-céus do World Trade Center com dois aviões e também destruiu uma seção do Pentágono. De alguma forma, um punhado de jovens sauditas enganou todas as 17 agências de inteligência dos EUA, a segurança do aeroporto quatro vezes na mesma manhã e todos os serviços de inteligência de membros da OTAN e de Israel. E o Sputnik News acredita nessa fantasia.

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Não só isso, mas Oleg Burunov acredita que no último domingo (2 de maio) é o 10º aniversário de Obama ter assassinado Bin Laden no Paquistão e jogado ao mar de um porta-aviões norte-americano no Oceano Índico.

Esta é a narrativa oficial, e os editores do Sputnik, Burunov e do Sputnik a tratam como um fato estabelecido.

Como já relatei tantas vezes, Osama bin Laden morreu de insuficiência renal e outras doenças documentadas no final de 2001, uma década antes de sua segunda morte no Paquistão. Seus avisos de funeral estavam por toda parte, no Egito e até na Fox News.

Quanto à segunda morte de Bin Laden, uma década depois, a TV nacional do Paquistão revelou que a alegação do presidente Obama de ter matado Osama bin Laden muito depois de sua morte real é uma farsa. Publiquei a entrevista com testemunhas no local que destruiu completamente a mentira do governo de Obama que foi transmitida ao mundo. Aqui está a entrevista da TV paquistanesa.

Aqui está minha entrevista com Julian Charles, do themindrenewed.com, Osama bin Laden – o homem que morreu duas vezes.

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Como disse George Orwell, quem controla o presente controla o passado. Quem controla o passado controla o futuro. O monopólio dos EUA sobre as notícias significa que os EUA controlam as explicações para todo o mundo, com exceção da China, Irã e Coréia do Norte. Até que ponto a Rússia é sábia para a mídia dos EUA não está claro. Os serviços de notícias em russo e inglês foram forçados a se registrar como agentes estrangeiros (nenhum outro serviço de notícias estrangeiro teve essa exigência, exceto os iranianos) e talvez estejam preocupados com a possibilidade de serem fechados se se afastarem com muita frequência das narrativas oficiais. Localizar esses serviços de notícias nos Estados Unidos onde eles podem ser intimidados foi um erro.

Aparentemente, os russos acreditavam que a liberdade de expressão existia nos Estados Unidos.

Desde que Putin anunciou há alguns anos que o mundo unipolar não existia mais, Washington tem demonizado a Rússia. Por razões difíceis de entender, o Kremlin tolerou a demonização da Rússia e do presidente russo. Parecendo concordar com sua própria demonização, o Kremlin contribuiu para o sucesso da propaganda americana.

Talvez o problema seja que a Rússia não consegue compreender o desrespeito pela verdade que a mídia e o governo dos Estados Unidos simbolizam.


By Paul Craig Roberts

Paul Craig Roberts (1939 – ) licenciou-se em Economia no Instituto Tecnológico da Geórgia e doutorou-se na Universidade da Virgínia. Como pós-graduado frequentou a Universidade da Califórnia, a Universidade de Berkeley e a Faculdade Merton, da Universidade de Oxford. De 1981 a janeiro de 1982 é nomeado Secretário de Estado do Tesouro para a política econômica da gestão de Ronald Reagan. Foi Distinto Investigador do Instituto Cato entre 1993 e 1996. Foi também Investigador Sênior do Instituto Hoover. Entre seus livros estão: The New Color Line: How Quotas and Privilege Destroy Democracy (1995); The Tyranny of Good Intentions: How Prosecutors and Bureaucrats Are Trampling the Constitution in the Name of Justice (2000, e segunda edição 2008); How America was Lost. From 9/11 to the Police/Warfare State (2014).

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