fbpx
Obama criticou o poder do dinheiro sionista em seu livro de memórias?

O livro de memórias presidenciais de Barack Obama, “A Promise Land”, chegou às lojas em novembro

O livro, que pressagia ser um olhar íntimo sobre sua presidência de oito anos, se junta a Jimmy Carter que mostra denúncias do lobby sionista e do poder de Israel sobre o governo estadunidense.

Obama destaca o Comitê de Relações Públicas de Israel com os Estados Unidos (AIPAC) como uma quinta coluna particularmente perniciosa. De acordo com o ex-presidente, a AIPAC monitora estritamente os políticos dos EUA até mesmo para críticas moderadas a Israel e irá mobilizar o imenso poder financeiro da comunidade judaica para destruir qualquer um que os enfrentou.

VISITE NOSSA LIVRARIA

 

O assédio começou imediatamente quando, como candidato à presidência em 2008, ele visitou Israel e fez uma oração no Muro das Lamentações. Os israelenses violaram suas próprias tradições para arrancar sua oração da parede e publicá-la.

Quando ele chegou à Casa Branca, percebeu que os políticos que “criticavam a política de Israel em voz alta corriam o risco de serem rotulados como ‘antiisrael’ (e possivelmente antissemitas) e [seriam] confrontados com um oponente bem financiado nas próximas eleições”.

Em outro episódio, Obama escreve que “os telefones da Casa Branca começaram a tocar fora do gancho” depois de criticar publicamente os assentamentos ilegais de Israel na Cisjordânia. Quando Benjamin Netanyahu expressou indignação, a equipe de segurança nacional de Obama foi bombardeada com ligações e pressão de sionistas famosos e poderosos, incluindo um congressista democrata liberal não identificado que no livro é descrito como “altamente agitado” com o pedido de redução do acordo.

Obama descreve seu mandato como presidente em certos pontos como difícil devido à pressão aplicada por diversas vias dentro dos Estados Unidos contra seu governo, o que o lembrou “que as diferenças normais de política com um primeiro-ministro israelense acarretaram um custo político interno”.

VISITE NOSSA LIVRARIA

 

Um dos aliados mais próximos de Obama na vida pública, Rahm Emanuel, também foi abordado no livro. Emanuel supostamente amaldiçoou Obama depois que ele teve uma reunião com Netanyahu, que ele sentiu que Obama o havia desrespeitado.

Obama protege essas críticas com quantidades generosas de filo-semitismo, dizendo que admirava os judeus por serem o grupo étnico mais culturalmente de esquerda na América, exceto quando se tratava de Israel e da Palestina.

Com o vice-presidente de Obama se preparando para assumir o cargo, não há sinal do próximo governo Biden-Harris. Biden sempre foi conhecido nos círculos judeus como sendo o “bom policial” em Israel, enquanto Harris, que foi pessoalmente escolhido por bilionários judeus para ser o companheiro de chapa de Biden, é abertamente uma falcão sionista que manteve reuniões secretas com a AIPAC. Espera-se que muitas políticas introduzidas por Donald Trump – um dos presidentes mais respeitosos com Israel na história dos Estados Unidos – continuem sob o novo regime.


Fonte: National Justice
Publicado em 19 de novembro de 2020
Texto adaptado por este site


VISITE NOSSA LIVRARIA

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Quer receber nossas notificações?    SIM! Não, obrigado (a)