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Novidades da livraria: “Libido Dominandi”, “A Rebelião das Massas”, “Os donos do mundo” e mais

Confira abaixo exemplares vendidos por tempo limitado em valor promocional da nossa livraria


Confira tudo sobre os livros. Para informações técnicas dos livros, consultar a página da livraria

Libido Dominandi: Libertação sexual e controle político – E. Michael Jones

Libido Dominandi: Libertação sexual e controle político – E. Michael Jones

Em Libido Dominandi, E. Michael Jones não reconta a versão comum da revolução sexual, mas demonstra como essa subversão funcionou, desde o germe, como um mecanismo de controle social.  Assim que conseguiram o que pretendiam, aqueles que desejavam libertar o homem da ordem moral tiveram de impor novas formas de controle social às pessoas, porque a libido, quando libertada, conduz inevitavelmente à anarquia. Ao longo de duzentos anos, essas novas formas de controle social tornaram-se mais e mais refinadas, resultando num mundo em que as pessoas são controladas não por forças militares, mas pelo manejo sutil e habilidoso de suas paixões. O livro expõe o modo como a retórica da liberdade sexual foi usada para fabricar um sistema de controle político e social. Um sistema cujas tecnologias de comunicação, reprodução e controle corporal — no que se inclui a psicoterapia, o behaviorismo, a propaganda e a pornografia — se desenvolveram ao ponto de permitir que os herdeiros do iluminismo, em nome da liberdade, transformassem os vícios dos homens em seus piores algozes.

Libido Dominandi é a dolorosa história de como tudo isso aconteceu.

 

Os donos do mundo – Cristina Martín Jiménez

Nesta obra pioneira sobre o Clube Bilderberg, fruto de exaustivas investigações e análises, Cristina Jiménez traz à tona os dados sobre a organização que, por meio do controle da mídia, do dinheiro e da influência política, coordena os rumos do mundo. Tornou-se rapidamente um bestseller no seu lançamento em 2005, e foi publicada na Espanha, Romênia, Grécia, Colômbia, nos Estados Unidos, no México e em outros países. “O relativismo moral se traduz no vale-tudo. O ódio, a ira e a ganância se converteram no pão de cada dia. Nem todos percebem, mas a verdade é que estamos numa guerra pela defesa da nossa liberdade. O ser humano nasceu para ser livre e independente, porém o sistema foi criado pelos donos do mundo para que sejamos dependentes e escravos dele”.

 

TransEvolução: A era da iminente desconstrução da humanidade – Daniel Estulin

Estaremos nós, a raça humana, em risco de extinção? Em caso positivo, quem a provoca? Tendo como pano de fundo um avanço tecnológico de tirar o fôlego, a compulsão de mudar a si mesmo, de aperfeiçoar-se, de se transformar em algo melhor, superior, duradouro, imortal… tudo em meio à inigualável fragilidade humana. Passamos das generalizações sem sentido, das banalidades e deduções simplistas dos primeiros romances de ficção científica, com monstros que surgiam das profundezas dos oceanos; dos submarinos elétricos; do canhão espacial e do pouso na Lua, à nanotecnologia, robótica, cibernética, inteligência artificial, aumento da expectativa de vida, aprimoramento cerebral, interação “cérebro a cérebro”, realidade virtual, engenharia genética, teletransporte, interfaces homemmáquina e à engenharia neuromórfica. Não tardará até competirmos com Deus, em pé de igualdade, pela imortalidade.

 

A Rebelião das Massas – José Ortega y Gasset

A Rebelião das Massas é um ensaio filosófico brilhante, um dos livros mais importantes do século XX. A esta altura, 85 anos depois do seu lançamento, o livro já foi reeditado e traduzido inúmeras vezes e para dezenas de línguas. O autor coloca em questão os conceitos de homem-massa, razão histórica e governo mundial. Para o público brasileiro, o ensaio de Ortega y Gasset, acidentalmente político, mas essencialmente filosófico, talvez tenha mais a dizer hoje do que em qualquer outro período da história nacional.

Traduzida da edição madrilense de 1948, esta edição conta também com uma introdução de Julián Marías à obra e algumas notas explicativas, tanto do tradutor quanto de outras edições espanholas, muitas do próprio autor.

 

O Estado Servil – Hilaire Belloc

O Estado Servil é um livro escrito por Hilaire Belloc, em 1912, sobre economia. Apesar de mencionar a teoria do Distributivismo, pela qual o autor e seu amigo G. K. Chesterton tornaram-se famosos, a obra evita defender explicitamente este sistema econômico. O livro delineia a versão de Belloc da história econômica da Europa: começando na Antiguidade, quando a escravidão era um pilar do sistema produtivo, seguindo através da economia medieval, baseada na servidão e na trabalho agrário, até chegar ao capitalismo moderno. O autor argumenta que o desenvolvimento do capitalismo na Inglaterra, tal qual ele o define, não foi uma consequência natural da Revolução Industrial, mas o produto da dissolução da antiga organização econômica baseada nos mosteiros medievais.

O economista austríaco Friedrich Hayek considerava O Estado Servil uma obra sumamente importante, e tomou-a como referência na escrita do seu clássico “O Caminho da Servidão”.

 

A Fraude do Aquecimento Global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial – Geraldo Luís Lino

O aquecimento global não é uma ameaça à humanidade – a histeria “aquecimentista”, sim! Porém, em vez de ameaça, constitui uma das maiores fraudes científicas e farsas científicas da História. A fraude do aquecimento global demonstra que as mudanças climáticas são fenômenos naturais que ocorrem há centenas de milhões de anos e contra as quais a humanidade pouco pode fazer no seu atual estágio de conhecimento, além de entender melhor a sua dinâmica e adaptar-se adequadamente a elas.

O infundado alarmismo “aquecimentista” é promovido por interesses políticos e econômicos, que transformaram um debate científico em uma obsessão mundial e uma verdadeira indústria.

 

O autor é o filósofo e geopolítico russo mais influente da atualidade, esse foi o seu primeiro livro lançado no Brasil. Recentemente reimpresso.

 

 

 

 

 

 

 


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