Nova (Des)Ordem: Ainda há como enfrentar o globalismo?

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Depois de uma breve excursão ao passado está na hora de voltar aos dias de hoje. As manchetes andaram movimentadas e Trump nos lembrou que este ano de 2020 pode ser atribulado. Decisivo também no enfrentamento dos globalistas. Muitos me incluem entre os aficionados do atual presidente americano. Não, não posso afirmar que o seja. Só em pensar o que aquela terra já trouxe de desgraça para o mundo, faz a gente receber tudo o que vem de lá com um pé atrás. A contrapropaganda que sofre no próprio país e na mídia mundial, os ares de bufão, que por vezes demonstra, os trejeitos, a teatralidade nas expressões, tudo isso não ajuda muito. Mesmo assim alimento uma esperança fervorosa de que ganhe as próximas eleições nos Estados Unidos. É ele que enfrenta os empedernidos representantes da Nova Ordem, tipo Obama, Clinton, Bush etc, Sem ele a sorte estará lançada. O mundo ocidental cairá inexoravelmente nas garras do globalismo, Nova Ordem Mundial, Marxismo Cultural, ou como queiram chamar este flagelo que se abaterá sobre a humanidade.

Alguém vai dizer, mas Toedter você não acaba de afirmar que talvez atinja só o mundo ocidental? Sim, temporariamente, mas os de lá já estarão inoculados e mais cedo ou tarde deixarão de resistir, ou a resistência até já faça parte do plano hegemônico, porque, diminuir a população mundial, é propósito que integra o esquema. O mundo árabe, por exemplo, não precisa muito para começar um Jihad, uma guerra religiosa, mais que bem-vinda aos globalistas. Afirma-se que na África já estão matando cristãos a granel. A própria igreja cristã já está desfigurada. Basta ver como o Papa e também as igrejas evangélicas da Europa estão apoiando a substituição cultural que vem acontecendo naquele continente.

Disse-á que é um absurdo apoiar um homem que acaba de sofrer uma condenação da mídia mundial, por ter mandado eliminar o comandante das Forças Revolucionárias iranianas. Tirar a vida, matar alguém, é um ato que a nossa cultura condena como imperdoável, que só é tolerado quando praticado em legítima defesa. Sem querer justificar coisa alguma, não sou advogado, nem juiz, fato é que está se matando descaradamente, ainda mais naquela região, indistintamente civis e militares. E Trump não é exatamente um mandante que tivesse se destacado neste afazer.

O que me faz acreditar que este homem, chefe da ainda maior potência mundial, possa nos proteger contra o Globalismo? Ainda hoje recebi um aviso mostrando que, entre 24 pessoas da administração Trump, 19 são judeus. Big surprise… Mas eles estão em todas. Na administração da União Soviética entre 119 nomes havia 81 judeus. O Marechal de Campo Erhard Milch das forças nacional-socialistas era judeu. Nosso presidente é grande amigo de Netanyahu e tem vários ministros que certamente são daquele povo. Pois já tenho afirmado aqui que não é tudo a mesma coisa. Há judeus que condenam a mentira do holocausto. Há os fanáticos e há os comedidos. Como em qualquer sociedade há bons e maus. E mesmo tendo sido, e continuam sendo, judeus os responsáveis pela extinção de um povo, não vejo nisto razão para condenar o Jacó da esquina ou o Prof. Isaac da faculdade.

Isto posto, quero concluir dizendo por que vejo no Globalismo, Nova Ordem, Marxismo Cultural, ou como quer que se chame, um terror para a humanidade. As nações que aí estão são, em sua maioria, fruto de uma evolução natural, abrigando sociedades que construíram ao longo do tempo a sua estrutura, seu progresso, entendendo-se através de um idioma comum, tendo exemplos a seguir em outras mais adiantadas. Para serem melhor administráveis, ao contrário do que pretendem os globalistas, não derrubaram fronteiras, mas, sim, criaram fronteiras internas, criando subdivisões (estados). É o que faz qualquer empreendimento, a medida que cresce, cria departamentos, para melhor ser gerido. Como então fariam os promotores do globalismo, derrubando fronteiras, mudando e unificando idiomas, religiões, leis, costumes. Só poderia ser através da criação de uma enorme desordem, destruindo tudo que existe, para depois levantar sobre os destroços o tal “mundo novo”.

Na verdade nunca dizem o que pretendem, nem como farão. Não podem dizer, porque só pode ser feito com o sacrifício de um número inimaginável de vidas. Às vezes se tem a impressão de que seres desumanos estão assumindo o controle do planeta.

Fonte: Blog do Toedter

Publicado originalmente em 8 de janeiro de 2020.

Norberto Toedter

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