Norberto Toedter: Sentença fatídica

Nos ajude a espalhar a palavra:

Sempre se impunha uma dúvida quando líamos o texto que está gravado naquelas pedras, chamadas de Georgia Guide Stones. Para quem não conhece, elas constituem um monumento feito de granito com uma altura de 6 metros. Foi levantado em 1980 e porta inscrições entalhadas em em oito idiomas. É a primeira delas que chama atenção: “Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza”.

Em princípio ninguém sabe o que fazer com esse número, pois a população mundial já conta com mais de 7.500.000.000, ou sejam 15 vezes mais. A primeira vista é coisa estranha demais e, com certeza, a maioria se sente levada a descartar o assunto como leviandade qualquer ou matéria do pessoal de Conspiração.

Receba nossas postagens por e-mail

Mas o monumento e o texto, em oito idiomas, entalhado em pedra estão lá, são reais. Figuras notórias como Bill Gates já se manifestaram de público a favor de uma redução da população mundial. Mas reduzir a população mundial, ainda mais nessa proporção, como? Guerra, Impossível e invariavelmente atingiria também os parceiros. Também já se falou em vacinação, mas para atingir tais proporções acredito ser inviável. A única ferramenta, ou arma que posso imaginar seria o dinheiro. Uma pessoa sem dinheiro e sem possibilidade de ganhá-lo não vai ter muita chance de sobreviver. Acrescente-se que o dinheiro na verdade só nos é emprestado. Mesmo aquele que está rendendo juros na sua conta do banco. São “Eles” que determinam de quanto é a remuneração, pode ser até negativa, aí você paga para que o banco guarde. E, engraçado, a gente tende a achar que alguns bancos são do Estado, do governo. Doce ilusão. Fui tentado a consultar o Google sobre “Bancos do Rothschild”. Pasmem, vem uma lista que não cabe de uma vez na tela do computador e, mais, lá no meio está o nosso querido Banco Central do Brasil.

Dinheiro todo mundo precisa, mesmo um pedinte precisa dele para viver. Dinheiro faz a economia girar. Economia é uma palavra que diariamente está no noticiário. Economia tem que crescer, senão faltará dinheiro.

Mesmo assim tenho o leve pressentimento, temor até, de que estão descobrindo, ou melhor, exercitando um meio de fazer a economia parar. Na Europa já faz alguns meses que a produção está caindo. Aquele resto de Alemanha que sobrou da última Grande Guerra, escalado para preceder a tropa, está preparando sua desindustrialização. A indústria alimenta o comércio. Sem uma nem outro quem vai pagar rendimentos que permitam ao povo comprar o pão de cada dia? Dizem que a Alemanha vai ser transformada num país agrário. Também não funciona sem dinheiro.

Consta que existe desde 2005 um projeto de transformações globais de autoria de Maurice Strong (falecido) fundador do programa das Nações Unidas para o meio ambiente. A meta deste “Contrato Social”, como é chamado, é uma transformação radical da ordem econômica e social, não apenas da Alemanha, mas do mundo inteiro, sobretudo das nações desenvolvidas. Visa principalmente acabar com os estados industrializados. Seus autores são da opinião de que a única esperança de que este Planeta Azul sobreviva, reside na destruição dos estados industrializados. Para nós, creio eu, ideias absurdas, tão irracional quanto o aquecimento global e suas campanhas que fazem ser lideradas por uma criança.

O que quero dizer com isso é que não dá mais para acreditar em um bom senso com o qual, apesar dos pesares, a gente contava existir nos que de alguma forma interferem nos destinos do mundo. Com essa história do coronavírus são capaz de se lembrar daquela sentença fatídica das “Guide Stones” da Geórgia.

Fonte: Blog do Toedter

Publicado originalmente em 13 de março de 2020.

DISPONÍVEL NA LIVRARIA SENTINELA

Norberto Toedter
Últimos posts por Norberto Toedter (exibir todos)
Nos ajude a espalhar a palavra:
Gostou do artigo? Você pode contribuir para o site com uma doação:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

11 − 2 =

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.