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Na postagem anterior o autor do artigo diz logo no começo: “A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler.” E um leitor em seu comentário rebate: “Comparar a “demonização” de Trump e Putin com a de Hitler é piada … (risos) Nem somados!”

Realmente, o que se fez com Adolf Hitler, nem com o demônio foi feito. Em pesquisa de opinião mundial  certamente ampla maioria diria que Hitler foi um escabroso mau caráter, responsável por tudo o que de ruim aconteceu de 1933 para cá, principalmente pela Segunda Guerra Mundial e pelo pavoroso, incrível genocídio de judeus. Teve êxito indiscutível o exército de milhões de detratores que foram mobilizados para construir tal fama em torno de um nome.

Há quem busca corrigir esta injustiça que se pratica contra uma personalidade de estatura moral e ética incomum e que só buscou o bem do seu povo. Com tal objetivo, existem alguns excertos de citações de figuras internacionais do seu tempo e que não podem ser alinhadas propriamente como que tivessem sido seus seguidores.

David Lloyd George – 1936

“Acabei de voltar de uma visita à Alemanha. Agora vi o famoso líder alemão e também algumas das grandes mudanças que ele ocasionou. O que quer que se possa pensar de seus métodos – e eles certamente não são as de um país parlamentarista – não pode haver dúvida de que ele conseguiu uma mudança maravilhosa no espírito do povo, na atitude de pessoas, de uns com os outros e em suas perspectivas sociais e econômicas.

David Lloyd George discursa em Criccieth, norte do País de Gales, em 1914. FOTO: Arquivo / imagens PA

Ele fez valer com razão em Nuremberg, que em quatro anos, seu movimento criara uma nova Alemanha. Não é a Alemanha das primeiras décadas do pós-guerra – quebrada, desencorajada e subalterna, com um sentimento de preocupação e provação. Agora está cheia de esperança e confiança, e um senso renovado de determinação de levar uma vida sem qualquer interferência de qualquer força de fora de suas próprias fronteiras.

Pela primeira vez desde a guerra, há uma sensação geral de segurança. As pessoas são mais alegres. Em todo o país, prevalece um maior sentimento de contentamento mental geral. É uma Alemanha mais feliz. Eu vi isto em toda parte, e os ingleses que encontrei durante minha viagem e que conheciam bem a Alemanha, estavam muito impressionados com a mudança.

Um homem realizou este milagre. Ele é um líder humano nato. Uma personalidade com magnetismo e dinâmica com um propósito inarredável, uma vontade determinada e um coração destemido.

Ele não é apenas nominado, mas na verdade é o líder nacional. Ele o tornou o povo a salvo dos potenciais inimigos que o rodeavam. Ele também o protege contra o medo constante da fome, que é uma das memórias mais opressivas dos últimos anos da guerra e dos primeiros anos de paz. Mais de 700.000 pessoas morreram de fome naqueles anos sombrios. Ainda é possível ver os efeitos na aparência  daqueles que nasceram naquele mundo escuro.

O fato de que Hitler salvou seu país do temor de uma repetição daquele período de desespero, miséria e humilhação, proporcionou-lhe autoridade inquestionável na Alemanha de hoje. Não pode haver dúvidas sobre sua popularidade, especialmente junto à juventude alemã. Os velhos confiam nele; os jovens o idolatram. Não é aquele tipo de admiração que um líder popular recebe. É a adoração de um herói nacional, que salvou seu país do desespero e da degradação.

Ele é tão imune à crítica quanto um rei em uma monarquia. Ele é mais. Ele é o George Washington da Alemanha – um homem que conquistou a independência de seu país de todos os seus opressores. Para aqueles que não viram e sentiram por si mesmos como Hitler domina o coração e pensamento na Alemanha, essa descrição pode parecer extravagante. No entanto, ela é a pura verdade. Este grande povo trabalhará melhor, fará mais sacrifícios e, se necessário, lutará com maior determinação, porque Hitler o conclama. Quem não conseguir entender esse fato central não poderá julgar as capacidades atuais da Alemanha moderna.

Durante a guerra Hitler lutou como um simples soldado  e sabe por experiência própria o que ela significa. Ele sabe também que as chances de um agressor hoje são ainda menores do que naquele momento.” – (David Lloyd George – de 1916-1922 primeiro-ministro da Inglaterra, trechos de “Falei com Hitler”, em Daily Express, Londres, 17 de novembro de 1936)

Winston Churchill – 1937

“Enquanto se consumavam todas aquelas terríveis transformações na Europa, o cabo Hitler conquistava em paciente luta o coração alemão. Quinze anos após ter tomado a decisão de reabilitar a Alemanha, ele conseguiu colocar a Alemanha na mais poderosa posição da Europa e não só restaurou essa posição do país como transformou em elevados termos as consequências da grande guerra no seu oposto. O que quer que se pense sobre este grande feito, ele com certeza pertence aos mais notáveis da História Mundial.” – (Winston Churchill  –  Primeiro Ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial)

Colorização de Winston Churchill, por MikeW. original de BiblioArchives / LibraryArchives | CC.

Winston Churchill – 1938

“Se acontecer que em algum tempo a Inglaterra se encontre em condições tão deploráveis como a Alemanha após a Guerra Mundial,  eu desejaria ao país um homem como Hitler.” – (Idem)

Sefton Delmer – 1961

Sefton Delmer transmitindo para a Alemanha a partir da BBC, 1 de novembro de 1941

“Diga-se hoje o que quiser, mas em 1936 a Alemanha era um país florescente, feliz. Seu semblante era o de uma mulher apaixonada. E os alemães estavam apaixonados – apaixonados por Hitler… E tinham todos os motivos para serem agradecidos. Hitler derrotou o desemprego e lhes trouxe um novo florir econômico. Ele proporcionou aos alemães uma nova consciência da sua força nacional e de sua missão nacional.”  – (Sefton Delmer, chefe da Propaganda Britânica durante a Segunda Guerra Mundial – Texto do seu livro “Os Alemães e Eu” -pág. 288)

Harry Elmer Barnes – 1962

“O ponto decisivo aqui é que Hitler, ao contrário de Churchill, Roosevelt e Stalin em 1939, não queria uma guerra generalizada.” – (H.E.Barnes – historiador – em seu livro “Blasting of the historical Blackout” Oxnard, Califórnia)

Sir Hartley Shawcross – 1984

Sir Hartley Shawcross. IMAGEM: News Photo I Getty Images

“Hitler e o povo alemão não queriam a guerra. Nós não respondemos a várias imprecações de Hitler por paz. Agora temos que constatar que ele tinha razão. Em lugar da cooperação que ele nos oferecera, aí está a gigantesca potência dos soviéticos. Eu me sinto envergonhado ao ter que ver agora, que os mesmos propósitos que atribuíramos a Hitler, vem sendo perseguidos sob outro nome.” (Sir Hartley Shawcross – Promotor-Chefe britânico no Tribunal de Nuremberg – discurso, em 16 ou 13 de março de 1984 em Stourbridge)

Aquele leitor do post anterior tem razão em seu comentário…

Fonte: Blog do Toedter

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Norberto Toedter

Autor e escritor em Bolg do Toedter
Nasceu em 1929 em Curitiba, Paraná, Brasil. De 1942 a 1947 viveu na Alemanha, onde testemunhou parte da Segunda Guerra Mundial. É autor dos livros "E a Guerra Continua"; "O que é a Verdade"; "A Paz que não Houve" e "Outra Face da Notícia"

[Disponíveis em nossa Loja e Biblioteca].
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