Guerra de Extermínio

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Ela não terminou em maio de 1945. Ali só um lado foi obrigado a depositar as armas. Não se firmou a paz. Não existe Tratado de Paz. É seguramente a guerra mais longa que já aconteceu neste planeta. A História conta que até agora guerras entre nações sempre terminaram com ganhador e perdedor ou até porque chegaram a um acordo, mas sempre a paz era selada por escrito e as nações continuaram.

Desde 1945 a nação alemã, o Deutsches Reich [1], não mais existe. Não considerando a extensão territorial do Terceiro Reich, criado com a Áustria e Sudetos, e apenas levando em conta o antigo reino monárquico de 1871, seus inimigos desagregaram 184 mil km², correspondentes a 33% do  território que ocupava.

Remanesceu no lugar uma espécie de empresa, tipo sociedade anônima, só para dar um lugar para o que restou daquele povo desgraçado, condenado. Chamaram a empresa de RFA [2], que de República não tem nada. Permanece ocupada por forças inimigas até os dias de hoje. Os meios de comunicação – formadores da opinião pública -, são licenciados. A organização política desta RFA não admite oposição. Quando ameaça se formar, é logo infiltrada e neutralizada. Entre os seus políticos há os que abertamente se pronunciam pela erradicação da Alemanha.

Utilizando uma não existente falta de mão de obra como pretexto, logo depois do cessar fogo começaram a importar famílias inteiras de outras etnias, principalmente da Turquia, das quais muitos membros ou descendentes hoje ocupam postos na política e na administração pública.

Finalmente em 2015 chegou a hora de tirar a máscara. Começou-se a colocar em prática os planos de há muito elaborados e até já levados a público, como por exemplo em 1941 através do livro “Germany Must Perish!” [3] de Theodore Kaufman, presidente da American Federation of Peace [4] e conselheiro de Franklin Delano Roosevelt. A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco uma guerra contra os Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Só existe uma punição total. A Alemanha deve ser eliminada para sempre!”

Louis Nizer, membro da loja B’nai B’rith editou na época um livro “What to do with Germany?” do qual Eisenhower mandou distribuir 100 mil exemplares às suas tropas. Nizer responde:

1.Extermínio

2.Criação Seletiva

3.Divisão Política

4.Desterro.

Mencione-se ainda o Plano Morgenthau, aprovado por Roosevelt e Churchill, tudo deixando bem claro que já existe a ideia de acabar com o povo alemão há muito tempo. Há motivo para acreditar que a Primeira Guerra Mundial já visasse este objetivo.

Mas não é só, já em 2001 a Divisão de Populações (UN Population Division) da ONU – Organização das Nações Unidas apresentou o relatório “Replacement Migration” (ST/ESA/SER A./206), que considera necessário abrir a Alemanha ao ingresso de 11,4 milhões de migrantes, mesmo que isso provoque tensões sociais no país.

Então em meados de 2015 a chanceler da RFA, Angela Merkel, judia, criada e formada politicamente nas hostes comunistas da ex-Alemanha Oriental, desrespeitou a legislação da União Europeia e abriu as fronteiras para milhões de assim-chamados “fugitivos” africanos e árabes, que já estavam à espera. A invasão continua, agora legalizada pelo Pacto Migratório de Marraqueche, assinado ano passado por cerca de 150 países.

É de se esperar que venha a provocar tensões sociais? Não são apenas culturas, costumes diferentes. Há o problema da religião que apresenta diferenças radicais. O presidente da Turquia Recep Erdogan já mandou recado para os seus: Façam cinco filhos em vez de três.

Haverá reação da população original? Talvez de uma ou outra nação, mas não acredito que a alemã possa se rebelar. Vem se mostrando passiva, está desarmada. Suas forças armadas desleixadas. Mas, milagres acontecem.

Fonte: Blog do Toedter

Publicado originalmente em 24/05/2019.

Notas da edição do Site:

[1] O Império Alemão (ou ‘Segundo Reich’, sucessor do Sacro Império Romano-Germânico, ‘Primeiro Reich’ e antecessor da Alemanha Nacional-Socialista, o ‘Terceiro Reich’) foi um Estado que existiu na Alemanha, governado pela Casa de Hohenzollern. Existiu desde a sua consolidação como Estado-nação em janeiro de 1871 (fim da Unificação Alemã) até à abdicação do kaiser (César, Imperador) Guilherme II em novembro de 1918, no fim da Primeira Guerra Mundial.

Seus três maiores vizinhos eram os rivais Império Russo, a leste, a França, a oeste e o aliado Império Austro-Húngaro, a sul. Durante seus 47 anos de existência, o Império Alemão operou uma gigante industria tecnológica e científica, recebendo mais prêmios Nobel em ciência do que a Inglaterra, França, Rússia e Estados Unidos da América juntos.

[2] República Federal da Alemanha, conhecida popularmente como Alemanha Ocidental. Com o fim da Segunda Guerra Mundial a Alemanha foi ocupada e dividida em diversas partes: Alemanha Ocidental (bloco liberal ocidental capitaneado por EUA, França e Inglaterra) e a Alemanha Oriental (Bloco socialista-soviético capitaneado pela extinta União Soviética) e ambos constituem hoje a atual República Federal da Alemanha desde 1990.

Com o fim do conflito e a derrota alemã, a Áustria voltou a ser separada da Alemanha, territórios a leste do rio Oder até o Neisse, foram ocupados pela Polônia e sua população expulsa, os Sudetos, onde a maioria da população era alemã foi entregue à Checoslováquia, a Alsácia foi ocupada pela França e a Prússia Oriental (Königsberg) foi ocupada pela União Soviética. Com a nova fronteira entre Polônia a Alemanha definida na Conferência de Potsdam (julho à agosto de 1945), o território da Prússia Oriental foi dividido entre a Polônia e a União Soviética, atualmente Lituânia e Rússia.

O Brasil celebrou tratados de paz com a Itália, em 10 de fevereiro de 1947 (decreto n° 28.369), e com o Japão, em 8 de setembro de 1951 (decreto n° 30.948), mas nenhum tratado de paz com a Alemanha do pós-guerra… assim como nenhum como nenhum outro país.

[3] “Alemanha deve Perecer!”, escrito por Theodore Newman Kaufman, empresário e escritor judeu estadunidense, pedia a esterilização do povo alemão e a distribuição das terras alemãs para outros países.

A visão politicamente correta, como afirma, por exemplo, a Wikipédia , é descrever Kaufman como um excêntrico sem qualquer influência nos Estados Unidos, mas amplamente usado na propaganda alemã. Além disso, Kaufman, em 1939, propusera esterilizar os norte-americanos se voltassem a participar de uma guerra e, em 1942, propuseram a reeducação democrática dos alemães em vez da esterilização.

O panfleto teve vendas vigorosas durante algum tempo em 1941, e foi revisado por ninguém menos que o New York Times, Washington Post,Time e Philadelphia Record. Isso chamou a atenção de Josef Goebbels, que então distribuiu um milhão de cópias com comentários para os militares como um incentivo para resistir à rendição.

[4] “Federação Americana da Paz”

[5] “O que Fazer com a Alemanha?”, livro anti-alemão do advogado judiciário judeu americano Louis Nizer publicado em 1944.

Norberto Toedter

Nasceu em 1929 em Curitiba, Paraná, Brasil. De 1942 a 1947 viveu na Alemanha, onde testemunhou parte da Segunda Guerra Mundial. É autor dos livros:

"...E A GUERRA CONTINUA"

"O QUE É VERDADE?"

"A PAZ QUE NÃO HOUVE"

"OUTRA FACE DA NOTÍCIA POBRE MUNDO NOVO"
Norberto Toedter

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