Noberto Toedter: A Plutocracia Teme o Nacional-Socialismo

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Aqui estou novamente depois de rápidas férias gozadas no gostoso, cálido e hospitaleiro Nordeste brasileiro. Depois, também, de a memória dos alemães ter passado mais ou menos incólume pelo 1.de setembro. Mesmo assim acho que valeu a pena ter dedicado os últimos ensaios aos dias que antecederam à eclosão da II Guerra Mundial. É grande a falta de conhecimento do que realmente ocorreu há 70 anos, naqueles dias fatídicos.
Quanto mais se acompanha tudo o que aconteceu depois ― guerras por toda parte, culminando com a subserviência da maioria das nações a um poder central ― fica evidente que a Alemanha dos anos 30 já era uma pedra no sapato deste superpoder. Tudo mais, ideologia, racismo, opressão, imperialismo foram e são pretexto para enganar o mundo. Mas o que é que aquela Alemanha tinha de tão temerário, tão ameaçador, para que se tenha feito e se continue fazendo tudo para calar os seus arautos e seus defensores? É que a Alemanha de então identificou o que se passava pelos bastidores mundiais, rebelou-se contra as forças que estavam a estabelecer a Nova Ordem Mundial e deu nome aos bois: PLUTOCRATAS.
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Entendo que é um grande erro ficar insistindo na adversidade entre nazistas e judeus. Só serve para desviar a atenção dos verdadeiros manipuladores dos destinos mundiais. Entre estes estão não só os Rothschilds, Warburgs, Baruchs, Morgans como também os Rockefeller, que são evangélicos e muitos outros que não pertencem à confissão dos primeiros. São donos de bancos, companhias petrolíferas, editoras, reis, rainhas, chefes de estado. São principalmente donos de muito dinheiro. Capitalistas ou, como os definiu um grande expert em comunicação social de outrora, PLUTOCRATAS. Suas decisões são tomadas em reunião dos Bilderberger, da Comissão Trilateral, do Council on Foreign Relations, do Roundtable. Interessante para nós é o fato de que nas listas de membros não se encontra qualquer nome sul-americano. Será que adianta acreditar que o PRÉ-SAL vai ser nosso?
Mas o verdadeiro e grande perigo está no renascimento da Alemanha dos anos 30! A própria revisão da História é uma ameaça da qual a humanidade deve ser protegida por lei. Hollywood continua produzindo filmes do gênero, foram 170 depois da Lista de Schindler. São incontáveis as pessoas que gratuitamente ou não aderem à tal campanha de proteção. Leio um livro de Sidney Sheldon e lá está um dos principais personagens descrito com filho de vítimas do holocausto. Leio a Veja e encontro o jornalista Jerônimo Teixeira escrevendo sobre o “Nazismo em todo lugar”. Em João Pessoa/PB uma senhora, dona de uma banca de venda de cocada e outras guloseimas, mostra-me orgulhosa um livro do poeta e empresário Paulo Miranda (falecido aos 105? anos). Escreveu belos sonetos, um inteirinho sem a letra a, outro sem e, outros seguindo sem usar as demais vogais. Ao final uma página inteira com elucubrações sobre o nome Adolf Hitler, chegando à dedução cabalística do seu significado, ou seja, 666 o número da besta.
Exceção encontro no MILLÔR na Veja do último dia 2 de setembro, quando no seu artigo semanal generaliza dizendo que “o ser humano é um animal inviável”. Na sua relação de malefícios praticados pelo homem só fala marginalmente dos campos de concentração e ainda complementa: Se os alemães tivessem vencido, isso jamais apareceria e vocês iam ficar estarrecidos com os horrores praticados pelos “nossos”.
Propaganda alemã sobre a “libertação” dos Aliados
 
Publicado originalmente em 8 de setembro de 2009.

Fonte: Blog do Toedter
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Norberto Toedter

Nasceu em 1929 em Curitiba, Paraná, Brasil. De 1942 a 1947 viveu na Alemanha, onde testemunhou parte da Segunda Guerra Mundial. É autor dos livros:

"...E A GUERRA CONTINUA"

"O QUE É VERDADE?"

"A PAZ QUE NÃO HOUVE"

"OUTRA FACE DA NOTÍCIA POBRE MUNDO NOVO"
Norberto Toedter

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