Fim do Reich

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Tem-se a impressão de que a gritaria da Greta e sua exibição exagerada não deu o resultado esperado. Entusiasmaram-se demais, os organizadores da “Rebelião da Extinção”. Não é deste jeito que funciona. Há um outro departamento do demiurgo do mal, que vem operando há séculos na transformação da vida humana neste planeta. Quer atingir seu objetivo também com “extinction”, mas sem “rebellion”, exterminando mesmo! Este departamento revelou claramente seu projeto há quase 100 anos através de um indivíduo chamado Richard Nikolaus Conde de Coudenhouve Kalergi. Maiores detalhes podem ser vistos no Google ou neste blog sob novembro de 2017.

Claro que o projeto não era só dele, por isso falo em “departamento”. Mas o plano consiste de uma erradicação da população branca, dos arianos europeus, através sua substituição por uma população afro-asiática de cultura e credo bem estranha à sua, e governada por judeus. Quem acompanha as notícias sabe que a Europa já recebeu milhões destes assim chamados “migrantes”, sendo que está prestes a eclodir novo “tsunami”, tudo com expresso apoio dos respectivos governos, sejam remetentes, sejam recebedores e tudo com aplausos, até ajuda do Vaticano. O que gera suspeita de que algo está sendo tramado contra a própria população nativa, é que, com poucas exceções, os seus governantes parecem coniventes. Não empreendem qualquer medida de proteção aos seus povos.

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Para que não falte a necessária matéria-prima, as bombas não param de explodir mundo afora, em flagrante desrespeito aos defensores do clima.  Nunca houve tanta guerra neste planeta, como depois que a humanidade se viu livre daquele “facínora”, chamado Adolf. Este homem teve o desplante de querer, segundo diziam, “dominar o mundo”. Engraçado é que hoje aqueles que o acusaram e combateram, são os maiores apologistas do Globalismo, da Nova Ordem Mundial, do Governo Mundial. Na verdade chegou até mesmo a ser uma promessa divina a  um deles.

Desculpem, desviei do assunto. Estava falando dos migrantes. Segundo se diz, estão fugindo das agruras que sofrem em seus países. Desconfio que estão sendo enganados e mui provavelmente a emenda venha a ser pior que o soneto. Sem contar o provável confronto entre as populações autóctone e alienígena, que dificilmente deixará de acontecer, é de se supor que a economia dos países invadidos não suportará as mudanças. Chama a atenção também uma  palavra que o leitor encontrará destacada no final da minha postagem anterior, quando o missivista ali citado pergunta à destinatária da carta se ela “pretende desindustrializar o país”. É um assunto sério. A Alemanha de Merkel decidiu e programou uma transição do suprimento de energia para fontes renováveis. Para tanto suas sete usinas nucleares serão desativadas até 2022. O que o país tem de produção significativa é a industrial, portanto dependente da energia elétrica. Terá como substituir nestes três anos a energia nuclear e a que preço?

Isto  me faz lembrar que, ao final da Segunda Guerra, os aliados se preocupavam com a pergunta sobre o que fazer com a Alemanha depois desta estar vencida. Ficou famoso o Plano Morgenthau. Foi seu autor o Secretário do Tesouro do governo Roosevelt. Entre outras medidas o plano previa a desindustrialização do país, transformando-o em agrícola e pastoral.

Já se sabe que grandes transformações geopolíticas podem ter sido planejadas com séculos de antecedência.

Será esse o fim do Reich de mil anos?

Fonte: Blog do Toedter

Publicado originalmente em 17 de outubro de 2019.

Norberto Toedter
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