De Auschitz ao Brexit

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AUSCHWITZ – Estão me perguntando porque este blog não se referiu ao “27 de janeiro”, dia comemorado através de todos os meios de comunicação que se prezam. É simples a resposta: Quem conseguiu preservar sua capacidade de formar uma opinião própria sobre o assunto, apesar do intenso bombardeio de informações tendenciosas às quais o mundo foi submetido nos últimos 75 anos, este sabe o que pensar. Quanto aos que não conseguiram, persistir na tentativa de esclarecer é perder tempo.

PANDEMIAS – Já fizeram várias tentativas de mobilizar o mundo, ou seja, de mostrar ascendência sobre as nações, criando uma histeria em massa, pânico, se possível. Ninguém gosta de ver sua saúde ameaçada.

Periodicamente a população sofre sobressaltos por ser anunciada a descoberta de um novo vírus. As mutações do vírus da gripe recebiam nomes, “Gripe Suína”, “Gripe Aviária”, “H1N1”, etc. Os veículos de comunicação faziam o seu serviço, os laboratórios produziam vacinas que movimentavam a área financeira e as pessoas, as populações se acostumaram a ter medo de alguma coisa. Medo do invisível inibe reações.

Agora temos aí o tal Coronavírus (2019nCoV). Deu os primeiros sinais na China, na cidade de Wuhan, supondo-se que tenha escapado de um mercado ou de um super laboratório. De imediato passou a dominar o noticiário mundial. O número de afetados crescia lentamente, enquanto os casos fatais eram representados por percentagens em volta de 2%, pouco assustadoras. Mesmo assim a OMS (Organização Mundial da Saúde) logo assumiu o comando e acabou decretando “Estado de Emergência Internacional.”

Como seus principais conselheiros pertencem ao império fármaco-produtor, era de se acreditar que essa mobilização mundial destinava-se, como de costume, à mercantilização. Fala-se até que a vacina já foi desenvolvida, já teria até patente inglesa registrada sob EP3172319B1.

BREXIT – Há três anos o Brexit, a saída da Grã Bretanha da União Europeia, está nas manchetes. Pois a partir de zero hora de hoje, 1 de fevereiro de 2020, a Inglaterra reconquistou sua “independência”. – Não me faz rir, que me dói o dente. – Nunca entendi como a Inglaterra que ainda há pouco dominava meio mundo. Nação cuja rainha preside o Comitê dos 300, onde se localiza a City, a milha quadrada (square mile) mais importante do mundo, como podia teria concordado em fazer parte da união de 28 países? Como se dispôs a obedecer às autoridades de um aglomerado de nações, cujo destino é perder as qualificações que por longo tempo detiveram?

Há algo de errado nessa história, talvez até na coincidência tempestiva dos dois acontecimentos. E mais, é possível que até mesmo aquele primeiro tenha feito parte de todo o desenvolvimento.

EM TEMPO: A pedido e conforme prometido, neste blog [do Toedter] foi desativado o recebimento de comentários. Era excessivo número dos que mal se referiam ao assunto da postagem, abordando temática estranha, por vezes ideológica, ou partidária e quase sempre encobertos pelo anonimato, desprezando ostensivamente a tentativa de impor determinadas regras. Por inexperiência deste jovem blogueiro nonagenário a operação ocasionou temporária inacessibilidade da página, pelo que peço desculpas. – Toedter

Fonte: Blog do Toedter

Publicado originalmente em 01 fev. 2020.

Norberto Toedter

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