Protocolo Wannsee e sua fraude

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Com a falta de documentação por parte das forças aliadas durante o pós guerra, para sustentar as suas narrativas mentirosas a respeito do Holocausto e do regime nazista, tiveram que partir para o uso de fontes secundárias que de nada tinham associação com tais acusações, até mesmo distorcendo-as e criando falsas interpretações de trechos mal traduzidos de diversos documentos, atas, cartas e pronunciamentos, junto com suposições de caráter de oficiais alemães envolvidos no alto escalão do Reich. Este é o caso com o protocolo Wannsee.

O Protocolo é declarado como uma das poucas comprovações textuais a respeito do extermínio de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Se tratando de uma reunião que ocorreu em Janeiro de 1942, com diversos oficiais e membros importantes do Reich. Quem convocou a reunião foi Reinhard Heydrich junto com o seu superior Heinrich Himmler, Heydrich ficou encarregado de solucionar a “Questão Judaica” na Europa por Göring.

A solução para o problema judaico ou como também ficou conhecida como “Solução final” dado ao uso desse termo durante a reunião, seria o genocídio em massa de judeus em campos de concentração como muitos historiadores afirmam, mas o problema com essa narrativa é que nenhum momento o Protocolo Wannsee incita ou comenta sobre tais fins ou até mesmo tais práticas, e sim, sobre um plano de evacuação (Deportação) dos judeus europeus para a o Leste europeu. A reunião também tratava de assuntos sobre o que fazer com os judeus mistos ou até mesmos judeus de segundo grau (Filhos de um judeu misto) mas somente quais deveriam ser evacuados ou não.

Heydrich (direita) impressionou Himmler (esquerda) desde o início e os dois subiram a nos altos escalões de maneira conjunta

Vale-se lembrar dos fatores que motivaram essa ação de deportação das massas judias, que começaram a a ocorrer a partir de 1941 dada a uma pressão Polonesa e Francesa para com Hitler. Outro fator foi a campanha contra a Rússia que não iria acabar tão rapidamente como tivera sido planejado, em consequências os planos de evacuação foram acelerados, surgindo assim a ordem para que Heydrich ficasse encarregado do assunto. Foi nessa época decretada uma lei que obrigava os judeus de usarem identificações, as famosas “estrelas amarelas”, apenas em 1941 anos depois que a guerra já tinha estourado, diferente de como a informação Hollywoodiana se propaga de que desde 1933 os judeus eram perseguidos e desumanizados. As identificações e medidas de migração foram consequências de um clima de guerra totalmente sufocante para a Alemanha, que a partir daquele ano começou também a enfrentar os Estados Unidos.

O que historiadores afirmam é que a linguagem do documento “PROVAVELMENTE” mascara os reais motivos genocidas que os Nazistas possuem. A “prova” que eles tem são mera especulação. O livro “Os Nazistas e a Solução Final” de Mark Roseman se trata absolutamente disso. O livro além de não provar nada apenas especula sobre motivações, possuindo diversas vezes inconsistências a respeito de figuras centrais como a de Hitler, o autor constantemente escreve sobre a “mentalidade assassina e perturbada” de Hitler insinuando que desde sempre ele quis “matar” os judeus, e se contradiz quando demonstra que as ações de Hitler eram as mais diplomáticas e pacíficas possíveis. Comenta de passagem o Kristallnacht (Noite dos Cristais) durante novembro de 1938, que foi uma manifestação popular por parte dos alemães e algumas milícias nazistas contra os estabelecimentos judaicos em resposta ao assassinato de Ernst vom Rath um diplomata alemão em paris por um judeu. O evento não teve qualquer envolvimento do governo, porém forçam em criar uma suposta ligação com o regime de Hitler, sem comprovações nenhumas, que o ato foi incentivado pelo tal. Roseman admitindo em seu livro que há zero conexão com Hitler, então, passa a culpa para outros associados como Göring e Goebbels que estariam agindo a partir do que eles acreditavam que o führer desejava. Mais informações sem a menor comprovação. De acordo com Ingrid Weckert, Hitler ficou furioso ao saber de tais ocorridos e ordenou que nenhum estabelecimento judeu deveria sofrer tais ataques.

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E esta é uma das questões mais delicadas utilizada por diversos revisionistas para desmoralizar as a estória que é contada em nosso sistema educacional atualmente. Não existe qualquer ligação de Hitler com as denominadas câmaras de gás ou até mesmo os chamados campos de extermínio, mas isso não impediu os aliados de puxarem tão forte sua narrativa que as pessoas passam a acreditar mesmo que nada seja provado para elas. Surgindo somente duas opções, 1- O Holocausto aconteceu sem o conhecimento de Hitler ou 2- O Holocausto não aconteceu da maneira que contam hoje em dia. Continuando no seu livro, Rosemann implica que devemos culpar Hitler indiretamente, graças ao seus discursos e escritos extremistas, porém como visto antes, se de fato ele era tão extremista como o autor e diversos outros autores descrevem, como eles explicam as condutas diplomáticas que ele sempre apresentava? Não era somente a autopreservação de sua imagem, e sim porque é visto como extremista todos no qual se colocam contra os vencedores. Em qualquer guerra na história o lado vencedor exalta o extremismo de seus inimigos derrotados com o intuito de justificar suas ações. Isso sempre aconteceu e sempre será assim. Porém ao estudar a perspectiva dos derrotados, é capaz de muitos se surpreenderam.

Procurando na Wikipédia, a definição da Conferência de Wannsee é a seguinte: “O objetivo da reunião, […], era assegurar a cooperação dos líderes de vários departamentos do governo na implementação da solução final para a questão judaica, pela qual grande parte dos judeus das regiões europeias ocupadas pela Alemanha seriam deportados para a Polônia e eliminados”. No edifício onde ocorreu a reunião, em frente do lago Großer Wannsee a partir da villa 56–58 Am Grossen Wannsee, local da conferência, é possível que os turistas observem os facsimiles das minutas da Conferência e a lista de Eichmann. Foto: Sala da reunião da Conferência Wannsee, 2006/ Wikimedia Commons
Sobra para nós então um documento que de nada comprova a ação genocida dos Nazistas nos campos de concentração, que inclusive está presente na integra no final do livro de Roseman, porém já como o leitor necessita ler o livro inteiro primeiro, quando ler o documento já terá sofrido as desinformações presentes no livro. Já o mais entendido do assunto consegue claramente perceber as incoerências e forçação da narrativa.

O Protocolo Wannsee não se trata de uma reunião de líderes do Reich para discutirem sobre a deportação judaica que deveria ser acelerada por necessidade em consequência do avanço da guerra. Nada indica ali a construção de campos de extermínio ou mesmo um plano de genocídio de judeus. E essa é a maior pulga atrás da orelha dos acadêmicos favoráveis a história do holocausto, já que eles não possuem sequer um documento ou prova física para comprovar a sua narrativa.


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