Nacional Socialismo e Fascismo

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“Hitler é um vaso espiritual, uma semi-divindade; melhor ainda, um mito. Mussolini é um homem.”

Carl Jung

A relação entre a Alemanha nacional socialista e a Itália fascista (com as propagandas italianas alegando que Mussolini era uma grande influência no pensamento de Hitler) levou a um equívoco popular de que o Nacional Socialismo é uma ramificação do fascismo, ou uma adaptação do fascismo, quando na verdade a única relação entre o nacional-socialismo e o fascismo era que ambos eram contramedidas à dicotomia capitalista-comunista, que era responsável por sua aliança política. Vale a pena notar que o anti-sionismo não era originalmente parte da ideologia fascista, mas só foi acrescentado após a ascensão da Alemanha nacional socialista, principalmente para consolidar a aliança. Deve-se notar também que muitos no NSDAP [1] ficaram positivamente amargurados em relação ao PNF [2] no final da Segunda Guerra Mundial, considerando que eles contribuíram para a derrota nas mãos dos Aliados Sionistas.

“As raízes vão para uma superação do fascismo. Cego a todas as experiências desiludidas da Primeira Guerra Mundial, Hitler parecia convencido, pelo menos até 1943, de que a vontade de Mussolini havia dominado o povo italiano, elevou eles a um novo nível.” – Alfred Rosenberg

No entanto, os agentes sionistas pressionaram ainda mais essa confusão após a Segunda Guerra Mundial (difamando os nacional-socialistas como ‘fascistas’) categorizando o nacional socialismo a um gênero fascista genérico, sendo descartável por defensores libertários e de governos ditatoriais. Com uma nova dicotomia hostil se formando entre os campos fascistas e libertários nos dias de hoje, é importante perceber que o nacional-socialismo e fascismo se destacam politicamente e ideologicamente.

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Vontade de poder vs Vontade de liberdade

“O fascismo em si não era o nacional-socialismo, ao contrário do que tantos inimigos de ambos parecem pensar. [O fascismo] era um sistema político – e econômico -; não um credo mais que político; e inspirou um movimento de significado prático e imediato – de prazo determinado, não um de âmbito cósmico.” – Savitri Devi

Por fascismo, nos referimos à autocracia que usa abertamente o estatismo sobre a economia, a mídia e outros aparelhos nacionais para unir e energizar a sociedade. É simbolizado pelos antigos fasces romanos que celebram o princípio da força através da unidade, no sentido de que um feixe de varas é muito mais difícil de quebrar do que varas simples. De fato, um argumento forte poderia ser o de que o principal exemplo do fascismo não deveria ser a Itália de Mussolini, mas a própria Roma antiga, como Rudolf Hess alude: “Em tempos difíceis, os romanos deram poder total a um líder jovem e capaz – e os romanos sabiam algo sobre a arte de governar! Eles sabiam que ‘homens fazem história’.” A Itália de Mussolini é um bom exemplo de fascismo no mundo moderno, devido ao seu ressurgimento desse símbolo romano, para reunir rapidamente o que era antes da época de Mussolini, uma sociedade profundamente dividida, embora deva-se notar que Mussolini não se opunha à democracia em um nível fundamental, considerando em suas próprias palavras: “O fascismo é uma autocracia no caminho para uma democracia”. O sistema Juche da Coréia do Norte (que significa ‘autossuficiência’) é um bom exemplo de um sistema fascista atual na prática, embora não se chame assim. No entanto, os fascistas (especialmente aqueles que se chamam assim) por definição devem ter uma perspectiva essencialmente romana.

Da expressão latina fasces lictoris é um símbolo usado na Roma Antiga, associado ao poder e autoridade. Era carregado por um lictor, o qual, na Roma Antiga, em cerimônias oficiais — jurídicas, militares e outras — precedia a passagem de autoridades de suprema magistratura, abrindo caminho em meio ao povo. Constitui-se de um feixe de varas de bétula branca, simbolizando soberania e a união. Muitas vezes ligado a um machado de bronze, simboliza “poder de vida e morte” sendo utilizado em heráldicas como símbolo da força da união em torno do chefe. Aparece, por exemplo, no brasão de armas da França — associado à justiça — e nos Estados Unidos.

Assim, contrariamente ao rótulo ANTIFA/mídia tradicional, os grupos racistas ou de extrema direita que criam não a unificação, mas a divisão na sociedade segundo linhas étnicas ou religiosas, não são autenticamente fascistas, mas seu oposto. Trata-se de dividir as hastes em muitos subconjuntos e depois bater um subconjunto contra o outro até quase todas as hastes serem quebradas. Poderíamos nos referir a eles como modistas (de acordo com seu próprio adjetivo ‘modesto’ para se descreverem), tão contrários aos fascistas autênticos quanto os neonazistas estão para os nacional-socialistas autênticos. Nenhum desses “direitistas” diria o que Mussolini disse: “Nada jamais me fará acreditar que raças biologicamente puras possam existir hoje … O orgulho nacional não precisa do delírio da raça”. É a visão de Mussolini que ecoa a visão romana, enquanto a visão de “extrema direita” não vem da civilização romana, mas da civilização ocidental. Dentre esses movimentos mais étnicos, denominamos também os falangistas, que era a ideologia da Espanha sob Francisco Franco (judeu). Após seu primeiro encontro com Franco, que era abertamente pró-sionismo, Hitler disse a Mussolini que preferia passar a mesma quantidade de tempo com os dentes sendo arrancados pelo seu dentista do que encontrar Franco novamente.) Mussolini não era islamofóbico: não apenas os muçulmanos foram autorizados a ingressar no PNF, mas ele criou especialmente a AML (Associação Muçulmana do Lictor) para encorajá-los a fazê-lo. Como tal, deve-se apoiar todo e qualquer esforço de fascistas autênticos (não racistas, não islamofóbicos) para recuperar os fasces – um símbolo de unificação – dos modismos da mesma maneira que os nacional-socialistas autênticos estão recuperando a suástica, símbolo da nobreza – dos neonazistas. Quanto aos antifas, a única coisa que eles devem se lembrar é que o verdadeiro antifascista era Churchill, um racista pró-colonialista.

Por outro lado, dizer que o nacional socialismo é uma denominação de fascismo equivale a dizer que o veganismo é um estilo de culinária; a afirmação não é tecnicamente incorreta, mas é intelectualmente sediciosa, colocando o foco no efeito e não na causa. A maneira mais simples de entender a principal diferença entre o fascismo e o nacional socialismo é inspecionar a essência de sua retórica:

Fascismo: Se trabalharmos juntos, teremos o poder de alcançar qualquer objetivo que desejemos. (“É humilhante permanecer com as mãos cruzadas enquanto outros escrevem a história. Pouco importa quem ganha. Para tornar as pessoas excelentes, é necessário enviá-las para a batalha, mesmo que você precise chutá-las nas calças. É isso que eu deve fazer.” – Benito Mussolini)

Nacional Socialismo: Esse é o nosso objetivo. A única maneira de conseguir isso é trabalhar juntos. (“Eles são inspirados pelo sentimento de que têm uma missão a cumprir, e nós também podemos incentivá-los um pouco.” – Adolf Hitler)

O fascismo não especifica o seu objetivo. Em vez disso, promete ao indivíduo um retorno por seu investimento em participação – na forma de poder nacional para atingir objetivos. O slogan mais famoso de Mussolini: “Tudo dentro do estado, nada fora do estado, nada contra o estado” mede o valor de tudo o mais por seu efeito positivo ou negativo sobre o estado, mas não oferece uma meta fixa em relação à qual o valor do próprio estado pode ser medido. Em outras palavras, o poder em si da soberania e autossuficiência é a motivação espiritual do fascismo. O nacional-socialismo, por outro lado, insiste que o poder é estritamente o meio para atingir a meta – acabar com a exploração – especificada no início e, posteriormente, fez o ponto focal no qual tudo o mais converge. Por exemplo, o fascista considera que a política em geral e a guerra em particular estão entre os melhores métodos para a construção de caráter e, portanto, sente-se feliz por estar envolvido neles apenas por seu valor experiencial, enquanto o nacional socialista considera esses encargos infelizes, e assim os aborda puramente por um senso de dever e puramente para derrotar o inimigo, nas palavras de Hitler: “Um líder de guerra é o que sou contra minha própria vontade. Se eu me dedico aos problemas militares, é porque, no momento, sei que ninguém teria mais sucesso nisso do que eu”. O nacional socialismo motiva a participação individual não pela glória, mas pelo dever. Ele valoriza não o domínio, mas a nobreza. Nosso efeito pode ser força através da unidade, mas a causa é a unidade através da nobilidade.

O fascismo pode ser perfeitamente bem-sucedido, mesmo quando ninguém (inclusive seus líderes) sabe ou se importa com o propósito para o qual existe uma nação, desde que seus líderes mantenham a nação forte. Este não é o caso do Nacional Socialismo, onde a lealdade ao propósito é fundamental. Enquanto alguns fascistas se autodenominam nacional socialistas, geralmente porque, de sua perspectiva fascista, estão impressionados com a ordem e a eficiência da Alemanha nacional socialista (como descrito por Hitler: “O fato de que no novo Reich haverá apenas um exército, uma SS, uma administração, produzirá um efeito extraordinário de poder.”), o inverso não acontece. Chamar um autêntico nacional socialista de fascista é um insulto, pois sugere que somos motivados pela força como um objetivo, e não apenas como uma ferramenta.

“Os homens ‘no tempo’ ou não têm ideologia alguma e não pretendem ter nenhuma, ou fingem servir uma fé ‘acima do tempo’ ou ‘contra o tempo’ e exploram a última para seus próprios fins (como todos os falsos cristãos que lutaram por si mesmos em nome de Deus, e todos os falsos nacional socialistas pelos quais a luta sob a bandeira da suástica era apenas um meio de trabalhar no poder).” – Savitri Devi

Parte da confusão surge porque os espectadores veem os fascistas e os nacional socialistas criticarem o “materialismo” sem perceber que a palavra está sendo usada de maneira diferente por cada. Por “materialismo”, para o fascista significa apenas produtos de consumo, que em excesso distraem os indivíduos do motivo do poder. Por “materialismo”, o nacional-socialista refere-se não apenas a produtos de consumo, mas ao próprio motivo de poder.

Devido às vantagens de sua forma governamental autocrática, uma nação fascista tem a possibilidade de se transformar rapidamente em algo mais significativo, por exemplo, quando a religião é capaz de suprir a finalidade externa e a nação leva a religião a sério o suficiente para persegui-lo (como o conceito de Christus Rex de Leon Degrelle que levou ao experimento do Rexismo, pretendido como uma ideologia do “Socialismo Cristão” para a Bélgica), ou quando seu líder se converte ao Nacional Socialismo ao longo do tempo. Tendo isso em mente, geralmente devemos preferir um estado fascista a um estado democrático em qualquer país, mesmo quando não concordamos com as visões políticas da atual liderança fascista, uma vez que pelo menos simplifica o problema ao vencer o líder – ao invés de massas – para a ideologia nacional socialista.

“É apenas no Império Romano que se pode dizer que a cultura era um fator do governo”. – Adolf Hitler

Os nacional socialistas, devem ter a mente aberta para alianças com autênticos fascistas em prol de objetivos práticos comuns (por exemplo, anti-sionismo). – “Pense nisso, os romanos ousavam confiscar a coisa mais sagrada que os judeus possuíam, o ouro empilhado em seus templos! ” dizia Adolf Hitler -, desde que a liderança fascista seja de personalidade razoável e respeitável. Como anti-sionistas, é de expectativa que os agentes sionistas façam tudo o que puderem para se infiltrar em movimentos pró-autocracia, a fim de promover, sempre que possível, o fascismo sobre o nacional socialismo e o falangismo sobre o fascismo, e para confundir as distinções entre si sob uma ampla bandeira do que eles chamam de “fascismo”, mas de fato será falangismo, de modo a controlar tais movimentos e servir a agenda sionista através deles.

Overman vs Foe Destroyer

“Luxúria por prazer e para a chamada ‘glória’ … é a marca do bárbaro.” – David Myatt

De fato, a principal influência filosófica para Hitler  foi, sem dúvida, Schopenhauer, cujos livros ele estudou sozinho como soldado durante a Primeira Guerra Mundial, e mais tarde novamente sob o discípulo de Schopenhauer, Dietrich Eckart. Alfred Rosenberg lembra daqueles dias do grupo de estudo particular: “Ocasionalmente, quando eu o visitava pela manhã, ele me encontrava nas escadas e lia para mim o seu último esforço naquele momento. … Ou então, Eckart poderia ter encontrado outra passagem bonita em seu amado Schopenhauer, que ele insistiria em ler para mim imediatamente. A outra grande influência de Hitler foi Wagner (ele próprio um discípulo de Schopenhauer, por nenhuma coincidência), na medida em que disse: “Quem quer entender o nacional socialismo deve primeiro conhecer Wagner”.

Internamente, o fascismo é altamente compatível com o conceito do “Super Homem”, e é comum que os fascistas compartilhem atração por essa ideia, além de suas visões políticas. Em contraste (e apesar do que a academia sionista afirma), o Nacional Socialismo, que sempre se associa aos mitos arianos, é mais compatível com o conceito antigo de Destruidor de Inimigos (Arhat). A diferença entre os dois é que o Super Homem avança para uma condição prospectiva (literalmente, construindo ‘sobre’ a condição de ‘homem’), tornando-a uma forma espiritual de trans-humanismo, enquanto o Destruidor de Inimigos é a reversão para uma condição original (por “destruir” os “inimigos” que corromperam essa condição).

“A fama é algo que deve ser conquistado; honra, apenas algo que não deve ser perdido.” – Arthur Schopenhauer

O fascista vê a principal dicotomia humana como senhores e escravos, dos quais desejam ser senhores. O Nacional Socialista, por outro lado, considera o senhor e o escravo dois aspectos da mesma coisa: a barbárie. O Nacional Socialista vê uma dicotomia humana diferente: bárbaros e cavaleiros, dos quais deseja ser cavaleiro – defensor de todos os oprimidos, banimento de todos os opressores. O bárbaro é um escravo espiritual, não importa quão poderoso ele consiga se tornar, porque lhe falta nobreza. Somente o cavaleiro é verdadeiramente livre.

O julgamento de Paris

“A organização é apenas um mal necessário. Na melhor das hipóteses, é apenas um meio de alcançar certos fins. O pior acontece quando se torna o próprio fim.” – Adolf Hitler

Na mitologia, as deusas Hera, Atena e Afrodite contestaram o veredito de Paris de beleza suprema, com Afrodite sendo a escolhida. O ponto aqui não é que Paris fez a escolha errada; nós, como revolucionários políticos, já sabemos que Afrodite – que representa gratificação de natureza puramente privada – foi a escolha errada. O objetivo de uma disputa de três vias é nos alertar que existem duas escolhas erradas.

“Está bem aqui, à vista de todos, mesmo em nome de alguém. Jung disse que ‘freud’ em alemão significa prazer. E Freud centralizou sua teoria precisamente no prazer sexual. ‘Adler’ é ave de rapina em alemão e sua doutrina psicológica tomou como base o instinto de poder. ‘Jung’ é a juventude, e o grande médico colocou o renascimento no centro de seus ensinamentos, de pé na proa do navio da eterna juventude. Na casa dele, uma placa diz: ‘Éramos jovens, simbolizamos a juventude eterna’. Ele sabia disso.” – Miguel Serrano

Suspeitamos que aqueles que confundem fascismo com o nacional socialismo são precisamente aqueles que não entendem a diferença entre os dons de Hera (que tornaria Paris governante do reino mais poderoso do mundo) e Atena (que tornaria Paris invencível em batalha). Interpretações comuns nos levam a deduzir que a garantia do domínio militar é obsoleta pela garantia do domínio político, mas isso pressupõe que os soldados de uma nação existam para lutar pela sobrevivência da nação. Somente entendendo que uma nação não tem nenhuma razão para sobreviver, a menos que lute por um propósito transcendente, o presente de Atena realmente faz sentido.

Obviamente, o presente de Hera e o presente de Atena atraíram diferentes tipos de pessoas. Esperamos que a divisão se correlacione muito bem com a divisão entre fascistas e nacional socialistas. Uma segunda chance de escolha pode estar se aproximando no futuro próximo. Eu realmente não sei quanto tempo teríamos que esperar até termos uma terceira chance.

Fonte: Aryanism – Unity Through Nobility

Copyright © ARYANISM com tradução de Nick Clark

Notas:

[1] Nota da edição: Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, no alemão, “Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei”.

[2] Nota da edição: Partido Nacional Fascista, em italiano, “Partito Fascista Nazionale”

DISPONÍVEL NA LIVRARIA SENTINELA

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