Governadora de Santa Catarina é atacada pela mídia por seu pai ser revisionista

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A governadora interina de Santa Catarina Daniela Cristina Reinehr, após o seu discurso de posse comentando sobre o futuro de seu cargo e do seu governo, foi atacada injustamente pelo repórter Fábio Bispo, que utilizou de sua família para atingi-la, mostrando assim a verdadeira face do jornalismo tradicional Brasileiro. 

O Jornalista do site The Intercept Brasil, do “gringo” Glenn Greenwald, então para a governadora pergunta:

“No começo de sua fala, a senhora agradeceu à sua família. E o seu pai, como professor de história, pregava em sala de aula o negacionismo do Holocausto Judeu, inclusive utilizando livros de uma editora que foi condenada por contar mentiras sobre a Segunda Guerra Mundial. E, agora que a senhora é governadora de Santa Catarina, a gente quer saber: qual é a sua posição? A senhora corrobora essas ideias neonazistas, negacionistas do Holocausto?”

Seguindo dessa tentativa ardilosa de querer caluniar alguém dentro do meio político, sempre acusando o outro de ser “Nazista” (Vemos o mesmo acontecendo com o candidato André bicho Solto). Felizmente as pessoas não estão mais caindo nessas narrativas e estão começando a procurar suas próprias fontes confiáveis. Logo a mídia tradicional e seus crimes contra o verdadeiro jornalismo acabarão, tudo graças a internet que possibilitou a liberdade de informações fluir entre a população.

 

O pai de Daniela, o professor de História e revisionista Altair Reinehr, o acusado de ser um “negacionista” e “apologista” do regime nacional socialista alemão somente por utilizar em seus ensinos fontes publicadas pelo famosa Editora Revisão de Siegfried Ellwanger Castan, responsável por trazer diversas obras sobre o revisionismo para o Brasil de maneira inédita. Assim como injustamente caluniaram e prenderam o Castan agora então querendo caluniar a governadora pelo seu pai, o que é ainda mais baixo. 

E de forma sensacional ela responde:

“Eu espero, daqui para a frente, e em toda a história, ser julgada pelos meus atos, pelas minhas convicções e pela postura que eu sempre tive em tudo o que eu fiz. Eu realmente não posso responder, ser julgada ou condenada por aquilo que esse ou aquele pense. Eu respeito as pessoas, independente do seu pensamento, eu respeito os direitos individuais e as liberdades. E qualquer regime que vá contra o que eu acredito, contra esses elementos que eu disse, eu repudio. Existe uma relação e uma convicção que move a mim, e eu acredito que a todos os senhores, que chama ‘família’. E me cabe como filha manter a relação familiar em harmonia, independente das diferenças de pensamento, indiferente das defesas. Eu sou uma pessoa que, como vocês, tem problemas, que tem diferenças no seu meio familiar, que sofre, que chora, que sorri, que vibra, mas que procura dar o seu melhor para cumprir a missão que me foi conferida pelo voto dos catarinenses. Eu realmente espero que eu seja julgada novamente, que os atos sejam apartados, como foi na Comissão Mista. Eu não quero ser arrastada por atos de terceiros, por convicções de terceiros. As minhas convicções estão muito claras nas redes sociais há muito tempo. Aliás, tem muito pouco de mim, do meu particular, mas tem muito do meu pensamento, do meu ativismo, e eu realmente peço que sejam apartados os atos e que eu seja julgada e avaliada pelo que eu faço, não por atos de terceiros”

Deixa clara a governadora que não compactua com as ideais nazistas e não defende as suas estruturas políticas, e que também deveria ser responsabilizada por suas próprias ações e não pelas ações de terceiros, como o seu pai. 

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Mas isso não é o suficiente para a mídia, veja que eles não estão contentes com a resposta, simplesmente porque ela se recusou a atacar diretamente o regime na qual os militantes, não jornalistas, desaprovam, assim como negou atacar o seu pai que era um estudioso da área. Não basta para eles você somente não apoiar o que eles criticam, é necessário você reprovar o mesmo que eles reprovam, caso o contrário você se torna cúmplice. Você precisa concordar com a “panelinha intelectual” caso o contrário, eles vão perseguir sua carreira, e vemos que moralidade não é uma característica dos mesmos, já que usam como armas os familiares.

 

E qual é o crime da vez? Nenhum! Se o pai de Daniela fosse um criminoso assim como garante nossa constituição ele estaria preso. O único “crime” é discordar da opinião popular, facilmente manipulada por essas mesmas redes de notícias. 

Admito não conhecer os planos de governo de Daniela nem suas pautas ideológicas, somente por ter sido filiada ao PSL (Partido Social Liberal, ex-partido de Jair Bolsonaro, atual Presidente da República), e atualmente estar sem partido, mas não deixarei de parabenizá-la pela coragem de não ter se curvado a aqueles que querem difamar a ela e seu pai, assim como todos aqueles que são defensores da história, e através do revisionismo buscam a verdade. 

A reportagem de Reinaldo Azevedo é justamente difamatória, onde este afirma: “Se não consegue repudiar com a devida dureza o nazismo, o Holocausto e as ideias do pai por amor filial ou por alguma espécie de senso de dever, fazendo associações estapafúrdias, que tornam o Holocausto um fato prosaico, então algo de muito grave se passa naquele ‘particular’ que ela diz não mostrar nas redes sociais. (SIC)”

Em outras palavras: “Se você não repudiar o que eu repúdio da maneira que EU quero, logo você secretamente está compactuando com o mesmo”. E nesse caso estamos falando do Nazismo e do Holocausto, e acusar falsamente alguém disso é crime (art. 138, § 1º e § 2º do Código Penal brasileiro), e o sr. Azevedo sabe muito bem, por isso utiliza palavras bem medidas para indiretamente levar ao leitor refletir sobre o que ele está tentando implicar em sua matéria. Um jogo muito sujo se for perguntar para mim. Mas para os militantes jornalísticos tudo vale para derrotar e depreciar o seu adversário. 


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