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Neoconservadorismo – Um trotskismo de Direita

Hoje em dia, a retórica de Direita vs. Esquerda continua mais acentuada como nunca. Para os jovens dessa geração, ou um sujeito é “comunista” ou “conservador”. Enquanto a palavra “conservador” está embutida no imaginário coletivo para algo em relação a “moralidade, valor e tradição” o comunismo estaria supostamente para algo “revolucionário” e “justiceiro”. Isso é tão desonesto quanto antigo e muitos neoconservadores / trotskistas tiram proveito disso até os dias de hoje.

Ambos, neoconservadores e trotskistas, pregam a dissolução do Estado Nacional. A tal “liberdade”, assim como o libertário e anarcocapitalista, estão mais para o sonho de Marx que para o sonho de Smith (que aliás, era muito lido por Marx).

Essas contradições se mostram bem mais buscados quando passamos a saber qual a origem dos neoconservadores, o que eles defendem de fato e qual sua “escola de pensamento”, quais são seus pilares de defesa. O neoconservadorismo nasceu, cresceu e se desenvolveu a partir da simbiose do pensamento trotskista projetado ao mundo liberal e capitalista do Ocidente, de núcleos judaicos comunistas de Nova Iorque e da direita liberal de Chicago. Mas primeiro, para fazer essa associação – que não é segredo para ninguém (apenas para quem se informa por memes e comentários de redes sociais) -, é necessário destrinchar cada um dos elementos e, ao final, teremos um boa comparação do quadro.

Leon Trotsky

Lev Davídovich Bronstein, mais conhecido como León Trotsky (1879 – 1940) era o quinto filho dum casal de pequenos proprietários de terra definida de classe média na pequena aldeia de Yanovka (atual Ucrânia). Foi preso pela primeira vez aos 18 anos, por seu envolvimento com grupos revolucionários. Em 1902 fugiu e viajou para Londres, onde entrou em contato com Vladimir Lenin e outros exilados russos. León foi um dos protagonistas da revolução bolchevique na Rússia em 1917. Tal revolução deu início ao que chamavam de “ditadura do proletariado” e criando uma República Soviética da Rússia.

 

Organizador do Exército Vermelho foi figura central da vitória bolchevique na Guerra Civil Russa (1918–1922). Como intelectual marxista desempenhou um importante papel político como Comissário do Povo (equivalente a Ministro) para os Negócios Estrangeiros e membro fundador do Politburo do PCUS (Partido Comunista da União Soviética), fundado em 1917 para gerenciar a Revolução Bolchevique.

Com o controle do partido por Stalin, Trotsky expulso e seus familiares e partidários sendo todos assassinados, passa por muitos países ocidentais durante o exílio como Turquia, França e Noruega, fixando-se na Cidade do México (México), a convite do pintor Diego Rivera, vivendo temporariamente na casa deste e mais tarde com a esposa de Rivera, uma pintora Frida Kahlo.

O Trotskismo

O trotskismo pode ser definido como uma doutrina de viés marxista baseado nos escritos do político e revolucionário judeu ucraniano Leon Trótski (cujo nome verdadeiro era Lev Davídovich Bronstein ). Como teoria política e ideológica, torna-se uma vertente de dependência ao estalinismo.

O trotskismo defende o marxismo em sua versão original , contra a burocratização do Estado Operário e, além disso, defende a necessidade de expansão da revolução internacional , como prioridade, ao originar seu fortalecimento interno na União Soviética como queria o estalinismo (que trato a seguir). Ou seja, uma verdadeira abolição dos Estados e fronteiras através da revolução. Mais adiante, Trotsky defende uma “Teoria da Revolução Permanente” [1] como ponto necessário para todo o esforço internacional.

Ao contrário, Stalin e seus partidários (corrente stalinista) defendiam a tese da “revolução em um só país”. Daí surge uma crescente burocratização de Stálin e a centralização do Estado em substituição ao poder da classe operária pelo poder do próprio Partido Comunista, defendendo o fortalecimento da ideia de revolução nacional e não internacionalista .

 

Hermínio Sacchetta, dirigente trotskista brasileiro nas décadas de 1940 e 1950, define o trotskismo em 1946 da seguinte forma:

“[…] Trotskismo [é] o conjunto de ideias de Karl Marx, Engels e Lênin defendidas sem quartel por Leon Trotsky. […] Quero, pois, de início, acentuar que o trotskismo não constitui uma doutrina política. Nem mesmo a teoria da Revolução Permanente, que ganhou seus contornos definitivos graças à enorme contribuição que lhe proporcionou o criador do Exército Vermelho, pode lhe ser atribuída como uma concepção inteiramente original. Entretanto, foram em torno dessa teoria que se travaram quase todos os choques ideológicos no plano do movimento comunista, sobretudo de 1923 a esta parte ”. [2]

Para Stálin e os stalinistas, uma revolução socialista deveria ser consolidada internamente na URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), pois o país estava internacionalmente isolado pelo fracasso de revolucionárias em outros países e pela hostilidade do mundo capitalista. Segundo Stalin, caso fosse assegurado à independência russa pelo desenvolvimento da indústria pesada, o país poderia, sozinho, construir uma sociedade socialista. Essa é a tese da construção do “socialismo em um só país”. [3]

Após a morte de Lenin e Stalin vencer o triunvirato que governava a União Soviética consolidando-se como líder, passou a perseguir Trotski e seus partidários, o qual este foi finalmente expulso da União Soviética em 1929, passando a conspirar de fora para a queda e oposição de Stalin. O expurgo contra o trotskismo internacionalista se inicia com mais afinco nos anos de 1930.

Muitos dissidentes do trotskismo pelo mundo, como Bruno Rizzi na Itália, Max Shachtman nos EUA, Tony Cliff na Inglaterra e Cornelius Castoriadis na França, etc., criticaram a tese da revolução nacional invés da internacional, argumentando que os burocratas eram para todos os efeitos, como se fossem os donos dos meios de produção, pois eram os “donos” do Estado e, portanto, da economia, resultando que já não teriam necessidade de restaurar o capitalismo, pois ele em seu modelo já existiria com outro nome. Ademais, essa sempre foi à prática do marxismo no fim das contas.

Curiosamente, alguns trotskistas norte-americanos que seguiam esta linha acabaram saltando da esquerda para a direita, dando origem ao movimento neoconservador.

Os trotskistas passam a chamar a si mesmos de “neoconservadores”, os novos conservadores

Os “neocons” de hoje descendem em linha direta de intelectuais e militantes trotskistas russos e europeus orientais que se refugiaram nos Estados Unidos na década de 1920-30.

Como explica o autor de “Máfia Verde”, Lorenzo Carrasco:

“Após a II Guerra Mundial, esses ‘protoneocons’ passaram a exercer forte influencia nos círculos intelectuais de Nova York. Entre os atraídos, estavam o jornalista Irving Kristol e o sociólogo Daniel Bell, que, em 1965, fundaram a revista The Public Interest, a qual se tornou o veiculo do que viria a ser conhecido como ‘neoconservadorismo’. Por essa época, os antigos trotskistas já haviam convertido o seu antistalinismo em um bem mais rentável anticomunismo, encarnado em uma defesa incondicional do ‘excepcionalismo’ estadunidense, reunindo o intervencionismo militar como instrumento favorito de politica externa e a promoção do liberalismo econômico sem restrições. Nesta fase, já́ então chamados ‘neoconservadores’, outras influencias determinantes para o grupo foram o filosofo da Universidade de Chicago, Leo Strauss, e o matemático Albert Wohlstetter, outro ex-trotskista, que foi um dos fundadores da RAND Corporation, um dos primeiros e mais influentes think-tanks dos EUA”. [4]

Outro elemento muito importante está na influência judaica comunista de Nova Iorque, ao qual foi o berço desses precursores do neoconservadorismo e “elo ligação” com Trotsky.

Uma matéria de 2002 publica pelo Le Monde em Washington e reproduzida pela Folha de São Paulo diz o seguinte:

“Porque há entre seus integrantes um Cohen, um Kagan, um Krauthammer e diversos Horowitz e porque ele defende Israel incondicionalmente, alguns dos adversários do movimento neoconservador o classificam na categoria dos grupos de lobby judaicos. Desnecessário dizer que essa classificação é carregada de sentidos implícitos. O que fica subentendido é que não são mais os EUA que apoiam Israel, mas Israel -ou, mais precisamente, a direita israelense- que, por meio dos neoconservadores, inspira a política americana. A realidade é diferente, mas é verdade que a aventura dos neoconservadores é em parte, de início, uma história judaica”. [5]

No meio intelectual de esquerda nova-iorquina dos anos 1950, viu-se uma época em que o marxismo era uma doutrina influente e sua versão stalinista estava fortemente representada. Discordantes dos comunistas de “obediência rígida” ao líder Stalin, alguns buscam no trotskismo uma saída.

 

Para muitos desses intelectuais e militantes, a luta contra a União Soviética era uma prioridade. O assunto da “guerra” (fria) se tornou uma das temáticas pelas quais a esquerda iria se dividir, e os neocons se dividindo do resto da esquerda, contestando a política de “coexistência pacífica” entre os dois blocos. Assim, nos anos seguintes essa parte da esquerda se distancia do movimento pacifista contra a Guerra do Vietnã (iniciada com os EUA em 1955).

O neoconservadorismo nasce, em um primeiro momento, dessa ruptura no meio de esquerda. A nova corrente pensa que os EUA têm razão em combater o comunismo nessa península do leste asiático para sustentar a luta contra a herança da revolução em um único país e a rejeição do fundamento judaico à Revolução da qual Stalin passa a promover em um segundo momento a partir do expurgo ao trotskismo lá atrás.

Lorenzo Carrasco explica que:

“Strauss, um dos pensadores favoritos dos supremacistas estadunidenses, pregava a crença num sistema totalitário governado por ‘filósofos’ que rejeitariam todos os princípios universais de lei natural, mas assumiriam as suas missões como governantes absolutos, empregando tanto a religião como a politica como meios para disseminar mitos que ajudassem a manter o controle das massas ‘populistas’. Para ele, toda sociedade precisa de um inimigo externo para sustentar-se e, caso este não exista, seria preciso inventar um. Por sua vez, Wohlstetter foi um dos principais mentores da estratégia nuclear dos EUA durante a Guerra Fria, pregando uma superioridade nuclear maciça sobre a União Soviética e opondo-se a quaisquer medidas de não-proliferação e limitação de armamentos nucleares. Não por acaso, era um dos estrategistas favoritos do complexo industrial-militar, em sua busca por um inimigo permanente que justifique os colossais gastos militares estadunidenses”. [6]

Apoio incondicional a Israel

Dessa forma, os neoconservadores passam a ser divergentes com a esquerda no tocante à Israel. Enquanto o antissionismo tornasse a palavra de ordem na esquerda radical (vide a Resolução 3379 da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de novembro de 1975, considerou que o sionismo equivalia a racismo, promovido pelos países do espectro socialista e não alinhados às potencias capitalistas [7]), incluindo boa parte da esquerda judaica, eles se mantêm fiéis ao apoio que a esquerda democrática, assim como a socialdemocracia na Europa, sempre deu ao Estado judeu, concebendo Israel como a “única democracia no Oriente Médio”, que briga permanentemente por sua sobrevivência e deve ser defendida incondicionalmente.

Disseminação do neoconservadorismo e adesão da Direita Liberal

Nos anos 1970 tem início uma ampla redefinição do conservadorismo dos Estados Unidos. Os militantes desse renascimento vêm de diversos lugares ideológicos. Alguns da esquerda nova-iorquina original e até mesmo da extrema esquerda. Outros vêm do conservadorismo liberal por afinidade de objetivo, com frequência, influenciados por James Burnham e Wilmoore Kendal, que também passaram pelo trotskismo da geração anterior. Uma terceira fonte é a de um conservadorismo de inspiração religiosa, que Russell Kirk reabilitou em seu livro “The Conservative Spirit” (1953).

Todos esses intelectuais se sentem igualmente distantes dos democratas e dos republicanos. Estes últimos na época estavam moralmente desgastados após a Presidência de Richard Nixon e o escândalo Watergate [8], que levou à eleição, em 1976, do democrata Jimmy Carter. Aos olhos daqueles que já começam a ser conhecidos como neoconservadores, este não atendia aos interesses bélicos e geopolíticos dos neocons como no caso do Vietnã e a oposição republicana. Isso leva a organização em torno de um antigo ator de cinema, político sagaz e popular, Ronald Reagan, que vence Jimmy Carter na eleição presidencial de 1980.

O período Reagan continua a ser a era de ouro dos neoconservadores. “A América está de volta”, proclamava o presidente. É o fim dos tempos de sentimento de culpa e da dúvida histórica. Redução nos impostos e luta contra o “império do mal”: não se cogita mais a coexistência pacífica, mas a “guerra nas estrelas” para forçar a URSS a fazer um esforço militar que sua economia não consegue sustentar.

Adoção da Escola de Chicago e Justiça Social

Na área econômica, os neoconservadores adotam o monetarismo de Milton Friedman e da escola de Chicago. Na área social, são radicalmente contrários ao Estado de bem-estar social [9], que, segundo sua retórica, exerce efeitos nocivos para a comunidade negra.

Para o professor de direito Michael Horowitz, um dos dirigentes do Hudson Institute, engajado na retórica de combate à discriminação racial, “os benefícios familiares instalaram o Estado no lugar do homem na família negra”.

 

Por razões análogas, os neoconservadores são hostis à política de ação afirmativa, que garante o acesso de membros de minorias a determinadas funções. Em outras palavras, os neoconservadores reafirmam os princípios da direita liberal: família, trabalho, esforço individual, moral, menos Estado e mais responsabilidade. Por outro lado, São a favor da pena de morte – para eles, é a moral da responsabilidade individual-, contra a limitação do direito de portar armas de fogo e contra o aborto, se bem que esse último tema deixe alguns deles incomodados.

Estas medidas foram as principais influenciadoras e consequências de revoluções coloridas como o Black Lives Matter nos Estados Unidos. Assim como no passado, influenciou diversas tendências acadêmicas de pensamento e estudo que hoje mais desagregam do que agregam, como a política de minorias, de gênero e os “estudos sobre a branquitude”.

EUA como nação de direito divino

Aos olhos deles, os EUA são a nação com direito divino, guiada por exigências morais incontestáveis e inegociáveis, como dizia George W. Bush no discurso que pronunciou em junho de 2002 na West Point- e cujos interesses se identificam com os da “humanidade inteira”. Aliás, com a Era Bush, os neoconservadores reencontraram a inspiração dos anos de Reagan. Eles substituem o inimigo após o fim da Guerra Fria, que não mais o comunismo, mas sim, o terrorismo islâmico, ameaça para Israel e os “princípios fundamentais norte-americanos”. Porém, seus ideólogos também afirmam que os princípios que devem guiar a nova luta dos Estados Unidos não mudaram.

Com a fim da União Soviética em 1991, os “neocons” conquistaram uma influencia crescente nos altos círculos de Washington. Em 1997, o grupo lançou o Projeto para o Novo Século Americano (PNAC, sigla em inglês), um roteiro para a extensão e preservação da liderança estadunidense sobre todo o planeta, os quais colocaram como consideram imprescindível para o “avanço da civilizacional”. Dos 25 signatários do manifesto, nada menos que dez viriam a ocupar cargos de destaque no governo de George W. Bush (2001-09), inclusive o vice-presidente Dick Cheney, secretario de Defesa Donald Rumsfeld e o subsecretario de Defesa Paul Wolfowitz.

Apos os eventos de 11 de setembro de 2001, os “neocons” tiveram o pretexto perfeito para o programa da estratégia de guerra permanente, substituindo o confronto bipolar da Guerra Fria, voltada para impedir a existência de um mundo multipolar baseado na cooperação para o desenvolvimento compartilhado. No lugar disso, existiu a confronto bélico em larga escala favorecido por eles. Apesar de não terem ocupado postos de grande destaque no governo de Barack Obama (2009-2017), os “neocons” retornaram em grande estilo na gestão de Donald Trump, impondo o secretario de Estado Mike Pompeo, o conselheiro de Segurança Nacional John Bolton (que não permaneceu até o fim do mandato) e, por último, o representante especial para a crise da Venezuela, Elliot Abrams.

 

E agora como Biden, isso pode ficar ainda mais acentuado.

Para Carrasco:

“Como o velho Trótski, os “neocons” também estão empenhados em levar a cabo uma revolução internacional permanente (uma espécie de “Quinta Internacional”), a ferro e fogo, contra todos os Estados nacionais soberanos e suas instituições, entre elas as Forças Armadas. Neste particular, a sua agenda é uma reciclagem das pautas antimilitares da “Nova Ordem Mundial” de George H.W. Bush, iniciada com a primeira guerra contra o Iraque, em 1990-91, implementada na Ibero-América pelos círculos vinculados ao Dialogo Interamericano e à Fundação Nacional para a Democracia (NED, sigla em inglês) […]”. [10]


Notas

[1] Já expressa do Manifesto Comunista de Marx e Engels no século XIX

[2] Sacchetta, Hermínio. “O Caldeirão das Bruxas e outros escritos políticos”. Aula proferida em 1946 no curso de “Doutrinas Políticas da Universidade Popular Presidente Roosevelt”. Pontes, pág. 83-103.

[3] Diferente da ideia de “Revolução Permanente”, que se baseia na noção de “desenvolvimento desigual e combinado”, onde elementos de um desenvolvimento econômico agrário com arcaico convivem simultaneamente com a indústria moderna e isso permite o processo revolucionário, como aconteceu na Rússia czarista.

[4] Lorenzo Carrasco. Sobre “trotskistas de direita” e “neoconservadores”, por Lorenzo Carrasco: A maior surpresa talvez possa ter sido a equiparação de Carvalho a um “Trotsky de direita”, pois não muitos associariam o buliçoso ex-astrólogo ao fundador do Exercito Vermelho e ideólogo da revolução global. Jornal GGN, 16 de maio de 2019. Disponível em https://jornalggn.com.br/artigos/sobre-trotskistas-de-direita-e-neoconservadores-por-lorenzo-carrasco/

[5] Le Monde. Nascido de ruptura na esquerda, grupo redefine conservadorismo: Movimento une conservadores de inspiração religiosa e duas gerações de trotskistas dos EUA. Folha de São Paulo, Mundo. Tradução de Ana Allain. Washington, São Paulo, 13 de outubro de 2002. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1310200209.htm

[6] Lorenzo Carrasco. Sobre “trotskistas de direita” e “neoconservadores”, por Lorenzo Carrasco: A maior surpresa talvez possa ter sido a equiparação de Carvalho a um “Trotsky de direita”, pois não muitos associariam o buliçoso ex-astrólogo ao fundador do Exercito Vermelho e ideólogo da revolução global. Jornal GGN, 16 de maio de 2019. Disponível em https://jornalggn.com.br/artigos/sobre-trotskistas-de-direita-e-neoconservadores-por-lorenzo-carrasco/

[7] O Sentinela. Há 43 anos: ONU considerava sionismo como uma forma de racismo. Redação, Poder Sionista. Disponível em https://www.osentinela.org/ha-43-anos-onu-considerou-o-sionismo-como-uma-forma-de-racismo/

[8] Caso de corrupção política em 1974 nos Estados Unidos acabou por culminar com a renúncia do presidente Richard Nixon, do Partido Republicano que demonstrava que o presidente tinha conhecimento das operações ilegais contra a oposição como o assalto à sede do Comitê Nacional Democrata, no Complexo Watergate, em Washington D.C.

[9] Não se trata aqui de uma visão de esquerda. O Estado de bem-estar social, ou Estado-providência, ou Estado social, é um tipo de organização política, económica e sociocultural que coloca o Estado como agente da promoção social e organizador da economia. O Estado de bem-estar social moderno é creditado ao alemão Otto von Bismarck na década de 1880, que introduziu os primeiros programas compulsórios de assistência social em escala nacional: seguro de saúde em 1883, indenizações de trabalhadores em 1884 e pensões de velhice e invalidez em 1889.

[10] Lorenzo Carrasco. Sobre “trotskistas de direita” e “neoconservadores”, por Lorenzo Carrasco: A maior surpresa talvez possa ter sido a equiparação de Carvalho a um “Trotsky de direita”, pois não muitos associariam o buliçoso ex-astrólogo ao fundador do Exercito Vermelho e ideólogo da revolução global . Jornal GGN, 16 de maio de 2019. Disponível em https://jornalggn.com.br/artigos/sobre-trotskistas-de-direita-e-neoconservadores-por-lorenzo-carrasco/

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