fbpx

Ehud Sheleg. Quem que é esse? CFI. Hem? O que é isso?

A grande maioria do povo na admirável Inglaterra nova não tem nem noção da resposta a essas perguntas, porque a mídia dominante não publicou absolutamente nada sobre essas questões muito importantes durante as eleições gerais realizadas recentemente.

O maior lóbi da política britânica

Mas esta revista digital é a The Occidental Observer, o Lar do Ódio, e aqui nós não sonegamos informações sobre esses interessantes e graves assuntos.

VISITE NOSSA LIVRARIA

[carousel_slide id=’21184′]

 

Sir Ehud Sheleg (nascido em 1955), judeu de Israel, é o possível fraudafioso [nota do trad.: fraudador + mafioso] de opções binárias e atual tesoureiro do Partido Conservador. Ele sucedeu o judeu sul-africano Sir Mick Davis em 2019 e admitiu explicitamente no Jewish Chronicle que coloca os interesses de Israel acima dos de outros países.

E o que é CFI? CFI é a sigla para representar a organização denominada Conservative Friends of Israel [Amigos Conservadores de Israel], que na mesma publicação Jewish Chronicle foi descrita como “o maior lóbi no Palácio de Westminster”, ou seja, na política britânica.

Os góis prostram-se ante a judiaria: Sajid Javid, Priti Patel e Boris Johnson na CFI

Essa entidade, a CFI, controlada por um outro judeu, injustamente obscuro, chamado Lord Polak, foi responsável por ciceronizar a mulher e política inglesa de origem indiana chamada Priti Patel numa série de reuniões secretas e sem registro oficial com políticos de Israel em 2017 (e provavelmente fazia isso desde muito tempo antes). Patel teve de renunciar ao seu cargo no governo de Theresa May por causa de seus esquemas escusos para favorecer governo estrangeiro, mas não se aflija, caro leitor: ela deu a volta por cima ao ser nomeada para cargo ainda melhor e mais importante quando Boris Johnson substituiu May em 2019. Pois é, os quatro políticos mais importantes da Grã-Bretanha — o meio-judeu Boris Johnson como primeiro-ministro, o paquistanês islâmico Sajid Javid como chanceler, a indiana hinduísta Priti Patel como ministra do Interior e o judeu Dominic Raab como ministro do Exterior — são devotados amigos e obreiros de Israel.

A “especial e preciosa” conexão judeo-monárquica

Na verdade, essas figuras não são realmente as mais importantes da política britânica. Ehud Sheleg e Lord Polak são de fato importantes enquanto tesoureiro do Partido Conservador e diretor do CFI, respectivamente. Mas Sheleg e Polak não foram submetidos a nenhum exame sério por parte da mídia dominante. Se algum jornalista se atrevesse a questionar o papel desses judeus no coração do partido dirigente da Grã-Bretanha, ele acabaria sendo denunciado como antissemita e banido da vida pública. Os dogmas são simples: primeiro: os judeus são filantropos de grande santidade sem interesses próprios, mais assim ainda em relação a Israel; segundo: os interesses de Israel são, em todo caso, idênticos àqueles da Grã-Bretanha, dos Estados Unidos, da França, da Alemanha et al.

A rede reservada: organizações judias controlam a política britânica (BICOM = Britain-Israel Communications and Research Centre)

A exortação seguinte tem sido repetida com frequência: “Lembrem-se todos dos valores judaico-cristãos! Porque, afinal, esses valores estão na base da Civilização Ocidental”. A verdade é que ocorre aí uma contradição em termos, e a expressão “judaico-cristãos” é especialmente idiota, mas, mesmo assim, ela pode se tornar popular durante o que resta do mandato de Boris Johnson. Nesse caso, o chefe da torcida organizada será o ingênuo e estúpido herdeiro do trono inglês. Confirme na transcrição a seguir:

Príncipe Charles enaltece a “especial e preciosa” conexão entre a comunidade judaica e a Coroa.

O príncipe de Gales pronunciou o discurso transcrito abaixo em cerimônia de homenagem à comunidade judaica no Palácio de Buckingham:
É com grande alegria que lhes dou as boas-vindas ao Palácio de Buckingham nesta noite, quando se
aproxima a Festa de Chanucá, para juntos celebrarmos a contribuição de nossa comunidade judaica
à riqueza, à saúde e à felicidade do Reino Unido.
Em todos os momentos de nossa vida, em todos os campos onde aplicamos nosso esforço [N. do trad.: “endeavor” (esforço) no original, ao que o articulista pergunta: “Por que a pronúncia americana?”. A forma inglesa de “Endeavor” seria “Endeavour”], nossa nação não poderia dispor de mais generosos cidadãos, nem de mais leais amigos. Daí a minha felicidade por esta oportunidade de lhes dizer “Obrigado!”, embora os Amigos merecessem muitíssimo mais, por tudo o que fizeram e continuam fazendo por este país, aqui e nas maiores instituições internacionais, tanto quanto nas comunidades locais de todo o mundo.
Frequentemente eu defino o Reino Unido como uma “comunidade de comunidades”, a qual se enriquece pela diversidade de seus grupos constituintes, cuja totalidade é tão maior do que as suas partes. […]
Por isso é que esta época do ano [dezembro], tão especial para cristãos como também para judeus, enseja o momento ideal da celebração desta noite — porque a importância da Unidade na Diversidade está no próprio coração de nossos valores enquanto sociedade. Ela determina o que é o nosso país e quem somos nós.
A conexão entre a Coroa e nossa Comunidade Judia é alguma coisa especial e preciosa. Tenho mesmo razões particulares e pessoais para dizer isso, pois calaram fundo em mim, desde garoto ainda, as comemorações alusivas à minha Família nos cultos semanais que se realizam há séculos nas sinagogas britânicas. E enquanto vocês se recordam da minha Família, nós nos lembramos de vocês e os enaltecemos. […]
Ainda que de forma pouco equivalente, venho tentando retribuir por vários meios os benefícios que nos dão a comunidade judia. Eu compareço a encontros da Kindertransport Association ou recepciono esses eventos, o que também faço pelos sobreviventes do Holocausto e pela National Holocaust Memorial Day Trust — de que sou patrocinador. Eu colaborei para a construção do Centro Comunitário Judaico em Cracóvia, onde fui privilegiado pelo ato que me foi concedido de afixar uma mezuzá numa porta). E quando me foi oferecido o título de patrono da World Jewish Relief, aceitei imediatamente.
Se me permitem dizê-lo, Senhoras e Senhores, vejo isso tudo como retribuição mínima da minha parte, um verdadeiro contracâmbio a todas as bênçãos imensas trazidas pelo povo judeu a esta terra e, de fato, a toda a humanidade. Nas escrituras hebraicas, pelas quais recebemos muitos dos fundamentos éticos de nossa sociedade, está escrito, lá no Livro do Deuteronômio, esta edificante exortação: “Escolha a vida!”.
Senhoras e Senhores, a comunidade judia do Reino Unido tem cumprido esse mandamento divino de inúmeras maneiras, e nossa sociedade enriqueceu-se imensuravelmente em consequência disso. Hoje temos a oportunidade de dar graças pela amizade que forjamos e pelos valores que compartilhamos. (Prince Charles praises ‘special and precious’ connection between Jewish community and the Crown, The Jewish Chronicle, 6th December 2019 / 8th Kislev 5780)
Unidade na diversidade: os horrores da Divisão Índia em 1947

O príncipe Charles não é apenas um idiota: ele é um ignorante ou está cego e não quer ver. Por isso nada tem de surpreendente que os judeus usem a expressão pejorativa goyishe kop — “gói tonto” — significando gente como Charles, que se apresenta diante deles para declamar seu besteirol. O bonito lema “Unidade na diversidade!” poderia ter sua fonte de inspiração nas páginas de 1984. Aparentemente Charles nunca teve a oportunidade de perguntar a seu amado tio Lord Mountbatten sobre a “unidade na diversidade” observada na Índia britânica em 1947, quando Mountbatten era o vice-rei. Centenas de milhares morreram nas “revoltas comunitárias” de hinduístas, muçulmanos e siques. Muitos também morreram quando Bangladexe conquistou sua independência do Paquistão em 1971. Bengaleses e paquistaneses eram maometanos, mas suas diferenças raciais e culturais bastaram para criar a “unidade na diversidade”, isto é, a guerra, os massacres, a prática organizada do estupro. Embora não haja guerra e massacres (por enquanto), o estupro organizado é marca proeminente da Inglaterra atual. Esta forma de violência manifesta as bênçãos da diversidade que devemos à imigração paquistanesa.

A vingança judaica contra os monarcas do gentio

O próprio Lord Mountbatten serviu de exemplo da “Unidade na diversidade” quando foi abatido num atentado à bomba do Exército Republicano Irlandês (IRA) em 1979. Pois é… A relativamente branda diversidade religiosa e racial do arquipélago Britânico tem custado a vida de muita gente desde há muitos séculos. Por exemplo, Oliver Cromwell cobriu a Irlanda com um tapete de cadáveres católicos no século XVII, mas tal coisa não deve surpreender, atendendo que a revolução republicana de Cromwell fora financiada por banqueiros judeus de Amesterdã. Os judeus odeiam a Igreja Católica e as instituições católicas tradicionais, como a monarquia (tirante os casos de reis-lacaios como Charles). Talvez se explique por esse ódio a execução de Charles I em 1649. Terá sido vingança, resposta dada ao Édito de Expulsão dos Judeus, de 1290, sob Eduardo I.

Eu recomendo ao príncipe Charles que leia o conto fascinante de M.R. James (1862–1936) intitulado The Uncommon Prayer-Book, que trata da deposição de Charles. O príncipe deve aprender alguma coisa sobre a
história da Inglaterra e do nefasto papel que nela tiveram os judeus (cf. my discussion). Ser-lhe-ia também
proveitoso o estudo do protagonismo judaico na chacina da família imperial russa, os Romanovs, em 1918.

Aos judeus não agrada nenhum tipo de monarquia ou aristocracia, a não ser quando o monarca ou aristocrata, por sua dupla condição de imbecilidade e servilismo, possa lhes ser útil.

Com efeito, os judeus têm estabelecido alianças com as elites de não judeus ao longo da história, o que segue acontecendo no presente, e as figuras de Boris Johnson e príncipe Charles são prova disso. Em consequência, outros segmentos da população, traídos, caem na exploração — agora, principalmente, a classe trabalhadora.

Charles poderia ter alguma noção da profundidade de sua estupidez se prestasse mais atenção ao Jewish Chronicle. Suas bajulatórias palavras ao dizer “esta época do ano, tão especial para cristãos e judeus” provam que o príncipe acreditou na mistificação dos judeus para apresentar a Chanucá como se fosse uma importante comemoração judia.

O medonho dezembro

Não é! Trata-se, antes, de festa menor na cultura judaica, mais usada para obscurecer o Natal. Isso o próprio Jonathan Freedland, uma figura altamente etnocêntrica, admitiu no Jewish Chronicle, no mesmo mês do discurso sicofântico do príncipe Charles: “A ocasião de uma eleição pré-natalina não deveria perturbar muito os leitores do JC. As férias não fazem de dezembro o mês mais atribulado dos judeus. Mesmo assim, a perspectiva de uma eleição no mês em que peças de teatro cristãs são encenadas e comidas natalinas são servidas, isso, eu suponho, vai fazer que os judeus sintam um tipo de medo bem próprio deles: o medo dezembrino”.

Freedland fala de “medo” porque ele pensa que tanto um governo trabalhista sob Jeremy Corbyn quanto Boris Johnson com o seu “Brexit” na marra seriam desfavoráveis aos judeus. E o que mais importa na brava Inglaterra nova senão o bem-estar dos judeus? Entretanto, Corbyn foi de longe a maior ameaça, como Freedland ressaltou: “Atentem para o fato de que o Partido Trabalhista de Corbyn tornou-se o primeiro partido do Reino Unido desde o BNP a ser investigado por racismo […]”. A investigação no Partido Trabalhista, conduzida pela Comissão de Direitos Humanos e Igualdade (EHRC), dá mais um exemplo de como a mídia dominante na Grã-Bretanha se recusa a fazer algumas perguntinhas muito interessantes sobre o poder judaico.

O controle judeu

Afinal, não por acaso a EHRC é dirigida por dois judeus: a advogada Rebecca Hilsenrath e o ativista homossexual de direitos humanos David Isaacs. Seria possível que o judaísmo desses dois viesse a influenciar a investigação e suas conclusões? O que é isso?!? Claro que não! Ninguém pode se esquecer de que os judeus são santos exclusivamente devotados ao filantropismo, não tendo nenhum interesse de causa própria (ainda mais em se tratando da demonização do Partido Trabalhista). Mas essa questão nem foi tocada, quando a EHRC foi citada durante a campanha eleitoral. O máximo que a esquerda pôde fazer foi demandar um inquérito similar quanto à islamofobia no Partido Conservador. Mas os tories e seus seguidores nutrem forte cepticismo em relação à validade do conceito de “Islamofobia”. Como o suposto conservador Charles Moore escreveu no The Spectator: “O termo ‘Islamofobia’ deve ser absolutamente refutado. Ao contrário de “Antissemitismo”, trata-se de um conceito falacioso”.

A carinha bolchevique de Rebecca Hilsenrath

Moore é outro príncipe Charles que deveria prestar mais atenção na mídia onde suas próprias palavras são
publicadas. The Spectator defendeu firmemente o suposto filósofo Roger Scruton contra acusações de intolerância no começo de 2019. Scruton sofreu a falsa acusação de islamofobia e antissemitismo, mas é claro que esses são dois “conceitos falaciosos”. Uma deputada judia chamada Luciana Berger acusou Scruton de antissemitismo sem nenhuma objeção da parte de outros judeus, e a intervenção do Conselho de Deputados Judeus parece ter sido decisiva para encerrar a participação de Scruton no governo. Scruton acabou sendo readmitido, mas nem ele nem ninguém de seus apoiadores iria depois questionar as injustas acusações de antissemitismo. Afinal, se o fizessem, teriam de admitir a verdade sobre os judeus, mas não estão preparados para isso. Ao contrário, eles se prestam a ser o gói tonto dos judeus, ano sim, ano não, e o poder judaico na brava e nova Inglaterra segue sem exame, sem questionamento, sem desafio. Mas não aqui, no The Occidental Observer, o Covil do Ódio.

Algumas boas razões para otimismo

Não obstante, existem boas razões para o otimismo. Se me fosse dito, no começo de 2019, que milhões de eleitores trabalhistas iriam, finalmente, abandonar o partido que os abandonara desde há muito, eu não acreditaria. Mas tal é exatamente o que se passou, quando sólidas regiões trabalhistas, como Bolsover, Darlington, Sedgefield, Stockton South e Wrexham entregaram-se aos tories nas eleições gerais. Certamente o Partido Conservador não dá a mínima para os seus novos eleitores mas, quando estes forem desapontados, o que será inevitável, começarão a entender quão corrupta e antidemocrática é na verdade a política da brava Inglaterra nova. E eles poderão começar a ganhar consciência do papel central dos judeus nisso tudo.

E se me fosse dito, no começo de 2019, que a expressão “Deep State” e o nome Jeffrey Epstein estariam em toda a mídia americana, eu também não acreditaria. Mas, outra vez, isso aconteceu. As coisas estão seguindo a direção certa. O protagonismo central dos judeus no ativismo antibranco e na corrupção política vai ficando óbvio para cada vez mais pessoas, de forma lenta mas segura. E da compreensão virá a ação.


Fonte: The Occidental Observer. Autor: Tobias Langdon. Título original: Unexamined, Unquestioned, Unchallenged: Jewish Power in Brave New Britain. Data de publicação: 21 de dezembro de 2019. Versão brasilesa: Chauke Stephan Filho.


VISITE NOSSA LIVRARIA

[carousel_slide id=’21184′]

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Quer receber nossas notificações?    SIM! Não, obrigado (a)