Mark Weber: A Agenda de Hollywood e o Poder Por Trás Dela

No último setembro, durante minha visita ao Irã (*), um incidente ocorreu que ressalta a importância de nosso encontro aqui esta semana.

Talvez oito de nós – homens e mulheres de vários diferentes países que estavam assistindo a conferência “New Horizon” – estavam sentados juntos para uma refeição em uma grande mesa redonda no topo da Torre Milad, muito acima da Teerã central. Conforme as conversas se voltavam para os costumes e estilo de vida em nossos diferentes países, um dos mais jovens iranianos em seus 20 anos comentou, quase de passagem, que os americanos são delgados e magros. Fiquei surpreso por isto, e respondi dizendo que, conforme os dados, os americanos são as pessoas mais obesas no mundo. Perguntei a ele porque ele pensou que os americanos são delgados e magros. Bem, ele respondeu, é assim que eles aparecem nos filmes americanos.

Agora, este jovem homem não era estúpido ou tolo. E o que as pessoas pensam sobre a média de peso dos americanos não é uma questão criticamente importante. Mas sua observação foi outro lembrete da tremenda influência global de Hollywood, e de quão enganoso seu imaginário pode ser.

Durante uma das conversas frente a frente com os iranianos, fui surpreendido pelo tanto que tem sido estranhamente idealizada a impressão dos EUA e da sociedade americana baseada na visão dos filmes americanos e televisão. Isto é especialmente notável dado que, nos Estados Unidos, pelo menos, somos informados que os iranianos odeiam a América. Na verdade, parece que frequentemente as mais hostis visões dos EUA e dos americanos é pelas pessoas nos países que são supostos “amigos” dos EUA, e que uma visão muito mais positiva dos Estados Unidos pode algumas vezes ser encontrada em países que são supostos inimigos da América.

Se mesmo muitos iranianos, os quais se poderia supor que seriam particularmente céticos da imagem hollywoodiana e da propaganda, podem ser tão facilmente seduzidos ou enganados, quão mais facilmente influenciadas e enganadas podem ser as pessoas nos países que estão sobre a direta sombra de Washington, Nova Iorque e Hollywood.

Bem, nós certamente temos muito trabalho para nos expurgar.

Mark Weber em Conferência de Teerã I Setembro de 2013

Todos compreendem que os filmes americanos e televisão, e, mais amplamente, os meios de comunicação americanos, têm um importante papel em formar a imagem, valores e comportamentos, de muitas milhões de pessoas ao redor do mundo, especialmente, é claro, na minha terra natal, os Estados Unidos. Mas mesmo muitos daqueles que prontamente reconhecem esta influência parecem não compreender completamente o formidável poder por trás de Hollywood, ou a pré-disposição e agenda daqueles que exercem esse poder.

Em setembro, durante minha primeira visita ao Irã, eu estava um pouco surpreso que em uma sessão da conferência “New Horizon”, uns poucos participantes se opuseram a descrever Hollywood como “controlada pelo sionismo” ou “dominada pelo sionismo”. A discussão tornou-se tão acalorada que uma sessão especial foi programada para um debate deste assunto e, esperançosamente, alcançar um consenso sobre isso. Esta questão não é algo periférico ou acadêmico. A consciência sobre quem detém o poder em Hollywood é essencial para a compreensão da pré-disposição, ideologia e agenda daqueles que exercem tal grande influência.

Durante uma entrevista para a televisão em 1996, o ator Marlon Brando falou sem rodeios sobre o assunto. Ele disse:

“Eu estou muito zangado com alguns judeus… Eles sabem perfeitamente bem quais são as responsabilidades deles… Hollywood é mandada por judeus. Ela é possuída por judeus, e eles devem ter uma maior sensibilidade sobre as questões das pessoas que estão sofrendo. [1]”

 

Por fazer estes comentários, as vozes sionistas nos EUA rapidamente e severamente denunciaram o ator veterano. Ele foi asperamente repreendido, por exemplo, pela “Liga Anti-Difamação”, um dos mais poderosos e influentes grupos judaico-sionistas nos EUA. A ADL chamou as observações de Brando de “calúnia”. Na verdade, declarações, pelo menos dos não judeus, que afirmam a dominação judaica ou sionista de Hollywood são rotineiramente denunciadas pela ADL e similares grupos, como infundado discurso “antissemita”, e intolerável ofensivo discurso de “ódio” [2].

Mas qual é a realidade na questão? Estava Marlon Brando dizendo a verdade? Quão preciso é isso para descrever Hollywood – e, de modo geral, os meios de comunicação dos EUA – como “judaicamente” ou “sionistamente” controlados?

Um dos mais reconhecidos e experientes observadores de Hollywood é Michael Medved, um muito bem conhecido autor judeu e comentador político que é também um proeminente crítico de filmes. Sobre este assunto, ele escreveu:

“não faz nenhum sentido tentar negar a realidade do poder judaico e sua proeminência na cultura popular. Qualquer lista de produtores executivos influentes em cada um dos grandes estúdios de cinema irá resultar numa maioria pesada de nomes reconhecidamente judeus. [3]”

 

Uma pessoa que tem cuidadosamente estudado este assunto é Jonathan J. Goldberg, editor do influente semanário da comunidade judaica Forward. Em seu livro de 1996, intitulado “Jewish Power“, ele escreveu:[4]

“Em alguns setores chave dos meios de comunicação, notavelmente entre os executivos dos estúdios de Hollywood, os judeus são numericamente tão dominantes que chamar estes negócios de controlados pelos judeus é pouco mais que uma observação estatística […] “Hollywood no fim do século vinte é ainda uma indústria com um pronunciado tom étnico. Virtualmente todos os principais executivos dos maiores estúdios são judeus. Escritores, produtores, e em menor grau diretores, são desproporcionalmente judaicos – um recente estudo mostrou números tão altos como 59 por cento entre os filmes de maior bilheteria. O peso agregado de muitos judeus em uma das mais lucrativas e importantes indústrias dá aos judeus de Hollywood uma grande quantidade de poder político.”

 

Outra pessoa que tem comentado com alguma autoridade neste assunto é Joel Stein, um produtor judaico de Hollywood, e um escritor para a revista Time e outros periódicos. Numa coluna que apareceu em dezembro de 2008 no Los Angeles Times, ele escreveu:

“Como um judeu orgulhoso, eu gostaria que a América conhecesse sobre nossas realizações. Sim, nós controlamos Hollywood… Eu não me importo se os americanos pensam que nós estamos comandando os meios de comunicação e de notícias. Hollywood, Wall Street ou o governo. Eu apenas me preocupo que nós consigamos nos manter controlando eles [5].”

 

Vários anos atrás, o Bispo Desmond Tutu da África do Sul, que foi premiado em 1984 com o Prêmio Nobel da Paz, disse a uma audiência em Washington:

“… Vocês sabem tão bem como eu que, de alguma maneira, o governo israelense está colocado num pedestal [nos EUA], e criticá-lo é ser imediatamente apelidado de antissemita… As pessoas estão com medo neste país, de dizer que o errado é errado por causa que o lobby judaico é poderoso – muito poderoso. [6]”

 

O Bispo Tutu falou a verdade. Embora os judeus representam apenas dois ou três por cento da população dos EUA, eles exercem imenso poder e influência – vastamente mais que qualquer outro grupo étnico ou religioso.

Como um autor judaico e cientista político o professor Benjamin Ginsberg tem assinalado [7]:

“Desde a década de 1960, os judeus passaram a exercer considerável influência na economia, cultura, vida política e intelectual americana. Os judeus desempenharam um papel central na finança americana durante a década de 1980, e eles estavam entre os principais beneficiários das reorganizações e fusões de companhias. Hoje, embora pouco mais de dois por cento da população seja judaica, quase a metade de seus bilionários são judeus. Os principais executivos das três maiores redes de televisão e os quatro maiores estúdios de cinema são judeus, assim como os proprietários das principais cadeias de jornais e o principal jornal, o New York Times […] O papel e influência dos judeus na política americana é igualmente assim […] Os judeus são somente três por cento da população da nação e compreendem onze por cento do que este estudo define como elite da nação. Contudo, os judeus constituem mais que 25% da elite de jornalistas e editores, mais que 17% dos líderes de importantes organizações voluntárias e de interesse público, e mais que 15% dos melhores empregados civis.”

 

Dois escritores judeus bem conhecidos, Seymour Lipset e Earl Raab, chegaram a isso no livro deles de 1995, “Jews and the New American Scene”. Eles escreveram [8]:

“Durante as últimas três décadas os judeus [nos Estados Unidos] perfizeram acima de 50% entre os principais duzentos intelectuais… 20% dos professores nas principais universidades…[9] 40% dos sócios das principais firmas de advocacia em Nova Iorque e Washington… 59% dos diretores, escritores, e produtores dos 50 filmes de maior bilheteria de 1965 até 1982, e 58% dos diretores, escritores, e produtores em duas ou mais séries de televisão do horário nobre.”

 

Este poder intimidante não é um fenômeno novo ou recente. Trinta anos atrás, o judeu-americano anti-sionista Alfred M. Lilienthal – a quem eu conhecia bem, e para quem eu uma vez trabalhei – tratou disto em seu detalhado estudo, intitulado “The Zionist Connection”. Ele escreveu [10]:

“A extensão e profundidade a qual a judiaria organizada alcançou – e atinge – nos EUA é realmente fascinante […] O componente mais eficaz da conexão judaica é provavelmente o do controle da mídia… Judeus, endurecidos por séculos de perseguição [11], subiram aos lugares de primordial importância no mundo dos negócios e das finanças […] A riqueza e sagacidade judaica exercem um poder sem precedentes na área de finanças e investimento bancário, desempenhando um papel importante em influenciar as medidas políticas dos EUA frente ao Oriente Médio […] Nas grandes áreas metropolitanas, a conexão judaico-sionista permeia completamente a afluente financeira, comercial, e círculos sociais, de entretenimento e artísticos.”

 

Em 1972, durante um encontro privado na Casa Branca, o presidente Richard Nixon e o Reverendo Billy Graham, o evangelista cristão mais conhecido da nação, conversaram juntos francamente sobre o controle judaico nos meios de comunicação. A conversa secreta deles, gravada, não foi tornada pública até trinta anos depois. Durante a conversa, Graham disse: “Este estrangulamento tem de ser quebrado ou o país vai para o ralo.” O presidente respondeu dizendo: “Você acredita nisso?” Graham respondeu: “Sim, senhor.” E Nixon disse: “Oh, rapaz. Eu também. Eu não posso jamais dizer isso, mas eu acredito nisso.[12]”

Até o presidente Nixon, supostamente o homem mais poderoso no mundo, acreditando que a América estava, como ele colocou “indo para o ralo” a não ser que ele considerasse como quebrado o “estrangulamento” judaico nos meios de comunicação dos EUA, estava com medo de falar publicamente sobre o assunto. Tão poderoso como ele era, o Presidente Nixon temia um poder ainda maior que ele próprio.

Mark Weber (ao fundo) I Conferência de Teerã, setembro de 2013

Uma característica de poder antiético ou ilegítimo é o padrão de mentiras e engano. Por mais de 70 anos um dos principais pilares da Hollywood judaica tem sido a Metro Goldwyn Mayer. A familiar marca do leão que ruge desta grande empresa cinematográfica e de televisão aparece no início da MGM films. Em torno do leão que ruge, símbolo da marca, estão as palavras, em latim, “Ars Gratia Artis,” o que significa “arte em prol da arte.” Este lema é suposto que sugere que, pelo menos para Hollywood e MGM, filmes e produções de televisão são feitos, ou deveriam ser feitos, somente para promover a arte ou cultura para o próprio bem delas.

Na verdade, este lema da MGM – esta liberal palavra de ordem – é uma mentira. Para a MGM, assim como para todos de Hollywood, “arte”, ou, mais precisamente, filmes e programas de televisão, são produzidos e comercializados não para o bem da “arte” ou “cultura”, mas, acima de tudo, para o bem do dinheiro e dos lucros – mas também para promover os interesses, ideologia e objetivos daqueles que controlam e mandam em Hollywood. Uma importante e socialmente nociva consequência da furiosa corrida de Hollywood por dólares é a produção de filmes e programas de televisão destinados aos maiores mercados possíveis, e que, portanto, frequentemente se rebaixam para agradar ao mais baixo do nível cultural. Isto é suficientemente ruim. Mas em adição, Hollywood tem um longo histórico de transformar filmes que são feitos para objetivos mais ideológicos, étnicos ou políticos.

Um bom exemplo é “Exodus”, um épico de 1960 sobre a fundação do Estado de Israel. Ele é baseado em um romance best-selling de mesmo nome, escrito por Leon Uris, um ardente judeu sionista. O produtor e diretor do filme foi um imigrante judeu, Otto Preminger. Com uma memorável partitura musical, e estrelando atores tão proeminentes como Paul Newman [13] e Eva Marie Saint, o filme foi um enorme sucesso.

No filme, e no livro o qual é baseado, os judeus são retratados como possuidores de uma mente elevada, sensíveis, idealistas, criativos e corajosos. Os britânicos são mostrados como cínicos e bastante ignorantes. E os árabes palestinos, na medida que eles são representados, são retratados como traiçoeiros, cruéis e assassinos. Para toda uma inteira geração de americanos, incluindo eu mesmo como um jovem, junto com outros milhões em outras nações, o filme “Exodus” foi talvez o fator mais importante em moldar nossa visão do Sionismo e do conflito Palestina-Israel.

Durante a segunda metade do último século, um dos artistas de entretenimento mais populares da América era Steve Allen. Ele era também um talentoso e notável músico, compositor e escritor. Em 1992 – cerca de vinte anos atrás – ele disse:

“Todo o mundo – esquerda, direita e meio – está perfeitamente consciente que nós estamos num período de colapso cultural e moral. Mas algumas pessoas não querem admitir que a mídia popular tem parte de responsabilidade nisto. [14]”

 

Allen estava certo. Poucas pessoas, eu acho, irão negar que Hollywood tem desempenhado um papel maior em rebaixar, e mesmo corromper, o nível cultural dos Estados Unidos, e, para certa extensão, de grande parte do resto do mundo.

Michael Medved, o autor judeu americano e crítico de cinema que mencionei anteriormente, teve um olhar crítico nesta questão num livro de 1992, amplamente discutido, intitulado Hollywood vs. America. Enquanto Hollywood continua produzir trabalhos de brilhantismo técnico, deslumbrante trabalho de câmeras, efeitos especiais estonteantes, cenários impressionantes, habilidosa edição, e roteiro criativo, o grande problema do centro cultural de entretenimento da América é o que Medved chama de “doença da alma.” Hollywood hoje, ele diz, é uma “fábrica de veneno”, onde o que ele chama de “padrão de honrar a feiura” tem tornado-se “difundido”. “Os mais influentes líderes da indústria do entretenimento”, segue Medved, demonstram o que ele descreve como “preferência pela perversidade”. “Um dos sintomas da corrupção e colapso de nossa cultura popular”, ele escreve, “é a insistência que nós examinamos somente a superfície de qualquer obra de arte ou entretenimento. O politicamente correto, noção adequadamente liberal é que nunca devemos cavar mais fundo – considerar se um dado trabalho é verdadeiro, ou bom, ou espiritualmente nutritivo – ou avaliar seu impacto na sociedade em geral [15].”

Aqueles que defendem Hollywood, e o “American way of life”, irão algumas vezes argumentar que – qualquer base ou perversão que as produções de Hollywood possam ter – elas não representam a Hollywood institucional ou “oficial”. Uma distinção, eles dizem, deve ser feita entre as poucas produções reconhecidamente deploráveis – um pequeno número de “maçãs podres” – por um lado, e a Hollywood institucional ou “oficial” em outro. Pelo quão válido este argumento possa ser, não existe nenhuma dúvida também de que Hollywood, como uma instituição, muitas vezes sanciona e promove um etos {modo de ser} que é degradado, degenerado e inumano.

Não há expressão mais reconhecidamente universal ou prestigiosa da Hollywood “oficial” que a cerimônia da Academia, um evento altamente divulgado anualmente, o qual a elite de Hollywood homenageia a si mesmo e dá reconhecimento para o que eles consideram como pessoas e produções extraordinárias do ano anterior. Na cerimônia do Oscar de 2006, a Hollywood institucional concedeu a sua maior honra para melhor canção original num filme à uma música de rap – se tal estilo de som mesmo merece ser chamado de música – intitulada “It’s Hard Out Here for a Pimp [16]”, sobre os lamentos e angústias de um homem que ganha a vida com o dinheiro trazido de suas prostitutas.

Aqui está uma porção das letras desta canção de rap – estas são as linhas menos ofensivas – a qual irei tentar passar num inglês que é mais compreensível que o original:

“It’s blood sweat and tears when it come down to a lick. I’m tryin’ to get rich ‘fore I leave up out it. I’m tryin’ to have thangs but it’s hard for a pimp. So I’m prayin’ and I’m hopin’ to God I don’t slip, yeah.

“Man, it seems like I’m duckin’ dodgin’ bullets everyday. Niggaz hatin’ on me cause I got, girls on the tray. But I gotta stay paid, gotta stay above water. Couldn’t keep up with my girls, that’s when things got harder

“North Memphis where I’m from, I’m 7th street bound. Where people all the time end up lost and never found. Man, these girls think we prove thangs, leave a big head. They come hopin’ every night, they don’t end up bein’ dead. 

“Wait I got a snow bunny, and a black girl too. You pay the right price, and they’ll both do you. That’s the way the game goes, gotta keep it strictly pimpin’. Gotta keep my hustle tight, makin’ change off these women, yeah” 

Em português – Nota do Site

“É sangue, suor e lágrimas quando ele chegou até uma lambida. Eu estou tentando ficar rico antes de sair disso. Estou tentando ganhar a boa, mas isso é difícil para um cafetão. Então estou rezando para Deus e esperando não vacilar sim!”

“Cara, parece que estou escapando de tretas todos os dias. Os manos me odeiam porquê eu tenho as meninas na bandeja. Mas tenho que ter as coisas pagas, de ficar acima da água. Não poderia me manter com minhas garotas, que é quando as coisas ficam mais difíceis”

“Do norte de Memphis é de onde sou, ligado à rua 7. Onde as pessoas sempre terminam perdidas e nunca encaminhadas. Cara, estas garotas pensam que nós vivemos o máximo, que se dane essas estúpidas. Elas vem esperando que todas as noites, elas não terminem sendo mortas.”

“Espere, eu tenho uma branquinha, e uma garota negra também. Você paga o preço justo, e elas irão ambas para você. Esta é a forma como o jogo segue, tem que se segurar na malandragem. Tenho de manter a minha ideia firme, fazendo meus corres hoje, fazendo a mulherada me dar dinheiro, sim”

 

É isso o que Hollywood quer dizer por “Arte em prol da arte”? É isto realmente um exemplar produto da cultura americana? É esta a música de uma sociedade saudável? O que diz isto a nós sobre Hollywood? E o que diz isso sobre a América?

Posteriormente à honra prestigiosa de Hollywood para “It’s Hard Out Here for a Pimp”, nenhuma figura política importante ou jornal de ponta levantou voz de protesto ou vergonha. Isto porquê hoje na América, esta canção de rap é vista não como ultrajante ou perversa, mas ao invés é abraçada como aceitável e digna de elogiosa expressão da cultura dos EUA.

Outro exemplo da noção de distinção cultural de Hollywood é um filme muito rentável nos cinemas e vastamente aclamado em 2009 intitulado “Inglorious Basterds.” Nesta produção absurdamente fantasiosa, o ator Brad Pitt interpreta um judeu tenente do Exército dos EUA que lidera um time de oito judeus do exército americano cuja missão atrás das linhas inimigas é matar tantos alemães quanto possível, e matar eles do modo mais cruel, doloroso e hediondo possível [17]. Cada membro do time, ele diz com prazeroso orgulho, deve coletar 100 escalpos “nazi”, e ele diz a eles que nenhum prisioneiro irá ser pego – isto, cada soldado alemão capturado deve ser assassinado. Em uma cena dramática, um sargento do exército dos EUA, que chama a si mesmo de “Urso judeu”, mata um prisioneiro de guerra por golpear sua cabeça com um taco de beisebol.

Esta glorificação vil de um bando de vingativos judeus sádicos foi honrada pela Hollywood institucional com múltiplos prêmios, incluindo um Oscar e oito indicações ao Oscar. Anos de condicionamento pelos cineastas de Hollywood e educadores americanos têm preparado as audiências para aprovar e mesmo aplaudir a violência sádica destes criminosos em uniforme militar dos EUA, porquê as vítimas são, afinal, os malignos “nazis” que merecem ser mortos nos modos mais hediondos e cruéis possíveis. Ao longo dos anos, Hollywood e os funcionários públicos americanos têm trabalhado juntos para estigmatizar japoneses, alemães, árabes e outros como dispensáveis, malignos sub-humanos que merecem ser erradicados como vermes.

Hollywood e Washington parecem sempre estar a procura por novas nações e nacionalidades para alvos como “mal”, e, portanto, dignas de erradicação. Não muito tempo atrás, você vai lembrar, um presidente americano proclamou o Irã ser um “eixo do mal”, e seu sucessor, o atual presidente dos EUA, diz ao mundo que ao lidar com o Irã, “todas as opções estão na mesa” – o que é um meio indireto de ameaçar o Irã com bombardeamento, invasão, guerra e mesmo obliteração nuclear.

Filmes americanos e televisão, junto com o resto dos meios de comunicação de massa dos EUA, desempenham um importante papel na formação de premissas básicas sobre a vida e sobre o mundo, na definição dos padrões étnicos e sociais, e para delinear os limites do que é politicamente possível. Junto com o ainda muito formidável poder financeiro, econômico e militar da América, Hollywood e seus produtos têm real impacto nas vidas de milhões, não somente nos EUA, mas ao redor do globo.

Junto com o resto dos meios de comunicação dominados pelo judaísmo-sionismo, Hollywood faz sensacionalismo e distorce os eventos atuais, sistematicamente falsifica a história, promove “entretenimento” desvalorizado e perverte os padrões culturais, e faz possível o controle judaico-sionista na vida política americana, permitindo assim as guerras de Israel e décadas de opressão aos palestinos.

Hoje não existe tarefa mais importante ou urgente que claramente identificar e combater efetivamente este poder judaico-sionista.

Quero enfatizar aqui que lidar candidamente com esta realidade não é, como alguns dizem, “antissemitismo” ou “ódio”. Nós não devemos, e nós não desejamos danos a qualquer pessoa por causa de sua ancestralidade, antecedentes étnicos, origem ou crenças privadas. Ao mesmo tempo, nós não devemos – nós não podemos – permitir calúnias ou xingamentos maliciosos que nos impeçam de afirmar a verdade e de fazer o que é certo.

Nós estamos reunidos aqui esta semana em uma conferência que reúne homens e mulheres de diversas nacionalidades, raças e culturas, e com um amplo alcance de visões políticas e religiosas. Mas independentemente de nossos antecedentes, nacionalidade ou visão do mundo, e independentemente da paixão particular ou causa que move cada um de nós, nós compartilhamos um sentido de responsabilidade para o futuro de nossas próprias nações, e do mundo.

Estamos envolvidos em uma grande e global batalha – na qual dois distintos e irreconciliáveis lados se confrontam – uma luta mundial que coloca um arrogante e malévolo poder que sente ordenado a governar sobre outros, em um lado, e todas as outras nações do outro. É uma batalha não meramente por justiça ou bem-estar das pessoas desta ou daquela nação, mas uma grande e histórica luta pela alma e futuro da própria humanidade.

  • Texto do discurso pronunciado na conferência sobre “Hollywoodismo” em Teerã, Irã, em 6 de fevereiro de 2013
  • Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Fonte em português: World Traditional Front

Fonte original (inglês): Institut for Historical Review

Notas

[1] Entrevista com Larry King, CNN network, 5 de abril de 1996. “Brando Remarks, “Los Angeles Times, 8 de abril, 1996, p. F4 (O). Um curto tempo depois Brando foi obrigado a se desculpar por seus comentários.

[2] Abraham H. Foxman, Never Again?: The Threat of the New Anti-Semitism (Harper San Francisco, 2003), p. 251.

[3] M. Medved, “Is Hollywood Too Jewish?”, Moment, Vol. 21, N° 4 (1996), p. 37.

[4] Jonathan Jeremy Goldberg, Jewish Power: Inside the American Jewish Establishment (Addison-Wesley, 1996), pp. 280, 287-288. Ver também pp. 39-40, 290-291.

[5] J. Stein, “How Jewish is Hollywood?”, Los Angeles Times, 19 de dezembro de 2008.
(http://www.latimes.com/news/opinion/commentary/la-oe-stein19-2008dec19,0… )

[6] D. Tutu, “Apartheid in the Holy Land,” The Guardian (Britain), 29 de abril de 2002.
( http://www.guardian.co.uk/israel/comment/0,10551,706911,00.html )

[7] Benjamin Ginsberg, The Fatal Embrace: Jews and the State (University of Chicago, 1993), pp. 1, 103.

[8] Seymour Martin Lipset and Earl Raab, Jews and New American Scene (Harvard Univ. Press, 1995), pp. 26-27.

[9] Nota do tradutor: Muitos de tais acadêmicos e publicistas judeus são continuadores e difusores de correntes de pensamento subversivas não apenas aos paradigmas ocidentais, mas sim subversivos a todas culturas tradicionais, especialmente aos indo-europeias e extremo-orientais para citar somente duas. Entre as correntes subversivas podem-se elencar o marxismo, psicanálise, Escola de Frankfurt, feminismo, igualitarismo e liberalismo. A obra “The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movement“, de Kevin MacDonald aborda a relação de tais correntes com suas origens judaicas.

[10] A Lilienthal, The Zionist Connection (New York: Dodd, Mead, 1978), p. 206, 209, 212, 218, 228, 229. Ver também: M. Weber, “A Straight Look at the Jewish Lobby.”
(http://www.ihr.org/leaflets/jewishlobby.shtml)

[11] Nota do tradutor: Como tais perseguições contra os judeus fazem parte da história deles, inclusive contada por historiadores judaicos célebres como Heirich Graetz e Simon Dubnow, para citar dois dos principais, fica a reflexão para o leitor, do porquê em culturas, povos e épocas tão diferentes, o anti-judaísmo se desenvolveu. Na narrativa judaica a regra é que todos os povos em que houve atrito com os judeus estavam errados sempre, por outro lado, nestes atritos estavam certos os judeus sempre. Mas devemos perguntar: como é possível que seja assim de sempre o judeu estar certo e sempre todos os outros povos, das mais diversas origens estarem errados?

[12] “Nixon, Billy Graham Make Derogatory Comments About Jews on Tapes,” Chicago Tribune, 1° de março de 2002 (ou 28 de fevereiro de 2002)
(http://www.fpp.co.uk/online/02/02/Graham_Nixon.html);
“Billy Graham Apologizes for ’72 Remarks,” Associated Press, Los Angeles Times, 2 de março de 2002. “Graham Regrets Jewish Slur,” BBC News, 2 de março de 2002.
( http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/1850077.stm) A conversação aparentemente ocorre em 1 de fevereiro de 1972.

[13] Nota do tradutor: O próprio Paul Newman possuía ascendência judaica. http://www.jewishjournal.com/hollywoodjew/item/paul_newman_hollywoods_most_famous_half_jew_dies_at_83_20080928 .

[14] Michael Medved, Hollywood vs. America (Harper Collins, 1992), parte posterior da sobrecapa.

[15] M. Medved, Hollywood vs. America (1992), pp. 11, 25, 26, 21.

[16] Nota do tradutor: O que pode ser traduzido como: É difícil aqui na rua para um cafetão, ou então É difícil aqui fora para um cafetão.

[17] Nota do tradutor: Este filme foi feito na Alemanha, no famoso estúdio Babelsberg, fundado pelo judeu Jules Greenbaum no início do século XX, a frente judaica no cinema surgia simultaneamente na Europa, com toda força na Alemanha pré-Hitler, e em Hollywood. E Inglorious Basterds foi nos EUA distribuído pela The Weinstein Company, cujo famoso coproprietário, Harvey Weinstein, foi descoberto ser o centro do maior escândalo de estupros e assédios de Hollywood. Ver “Harvey Weinstein time line: How the scandal unfolded”, 10/01/2019, BBC. https://www.bbc.com/news/entertainment-arts-41594672

Sobre o autor:

Mark Weber é um historiador americano, escritor, palestrante e analista de questões atuais. Ele estudou história na Universidade de Illinois (Chicago), na Universidade de Munique (Alemanha), e na Portland State University. Ele possui um mestrado em História Européia da Universidade de Indiana. Desde 1995 ele tem sido diretor do “Institute for Historical Review”  (Instituto pela Revisão Histórica), um centro independente de publicações, educação e pesquisas de interesse público, no sul da Califórnia, que trabalha para promover a paz, compreensão e justiça através de uma maior consciência pública para com o passado.

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