Greg Johnson: O fim da globalização

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O mercado é uma inerente instituição global. O mercado é não-racista, não-nacionalista, e não-religioso, tanto quanto as decisões são feitas somente em termos monetários, a raça, nacionalidade, e religião dos compradores e vendedores simplesmente não importam. Frequentemente eles são completamente desconhecidos.

Eu conheço a identidade étnica dos proprietários da loja de tapetes armênios ou do restaurante chinês descendo a rua. Mas qual é a raça, etnia, ou nacionalidade da corporação Coca-Cola? Seus acionistas, empregados e clientes têm toda identidade no mundo. Mas a corporação não tem nenhuma. Ela é global, cosmopolita. Como seu famoso “jingle” nos diz, ela quer ensinar o mundo cantar em perfeita harmonia, significando que ela quer um planeta pacificado onde as pessoas têm renunciado todas as fronteiras e identidades que podem impedir a venda da Coca-Cola.

Globalização é o processo de fazer real o inerentemente global potencial cosmopolita do mercado ao quebrar as barreiras raciais, nacionais, religiosas e culturais para o mercado, tais como leis protecionistas, proibições religiosas sobre a usura, antigas inimizades entre os povos, e ligações emocionais a uma comunidade, tribo, terra natal, etc.

Para os consumidores no Primeiro Mundo, a globalização começa como uma coisa boa. Eles podem tomar seus salários de Primeiro Mundo e comprar muitos bens mais baratos manufaturados no Terceiro Mundo. Para os capitalistas baseados no Primeiro Mundo, é uma coisa ainda melhor, pois eles podem fazer lucros enormes ao vender bens do Terceiro Mundo em preços somente ligeiramente menores que os bens manufaturados com custes de longe maiores no Primeiro Mundo – e embolsar a diferença.

Por exemplo, para usar números arbitrários, quando os sapatos foram feitos na América, um par de sapatos no varejo por 100 US$ podia ser manufaturado por um trabalhador sendo pago 10 US$ / hora, 40 horas / semana + pagamentos de horas extras, mais benefícios, mais férias, numa fábrica regulamentada em saúde, segurança e impacto ambiental. Claro, isso soa como muito aborrecimento. Mas isso nunca preveniu os fabricantes americanos de sapatos de tornassem milionários.

E quando um tal fabricante deixa sua fábrica no final do dia, seu carro de luxo compartilharia a estrada com os mais modestos carros de seus empregados. Ele passaria por um centro movimentado onde as esposas de seus empregados faziam compras; ele passaria na escola frequentada pelos filhos de seus empregados; ele poderia mesmo assistir os jogos de futebol da escola e alegrar os de seus empregados; ele passaria de carro através das vizinhanças com as casas bem pintadas e gramados bem cuidados, onde seus empregados viviam. E quando ele chegasse à sua mansão em colunas, ele simplesmente sairia da estrada e entraria em sua garagem. Não haveria portões de segurança e guardas para proteger eles.

Com a globalização, contudo, um similar par de sapatos no varejo de 95 US$ poderia ser manufaturado na Indonésia por um miserável faminto por uma fração de salário, com nenhuma hora-extra, sem férias, e nenhum benefício, numa fábrica sem regulamentações para saúde, segurança e impacto ambiental. E o fabricante de calçados embolsa a diferença.

A longo prazo, a globalização significa uma coisa: a equalização de salários e padrões de vida sobre todo o globo. Isto significa que os padrões do Primeiro Mundo irão cair muito, e o padrão de vida do Terceiro Mundo irá subir um pouco, até que a paridade é alcançada. Em outras palavras, globalização significa a destruição da classe média trabalhadora americana. Isto significa uma redução do padrão de vida dela a aquele dos cules {trabalhadores colonos asiáticos} do Terceiro Mundo. Globalização significa a reversão do progresso nos padrões de vida desde a revolução industrial.

Especificamente a globalização significa a reversão do genuíno progresso feito pela esquerda. Desaparecerão o pagamento mais alto, os dias de trabalho mais curtos, e benefícios ganhos pelo movimento trabalhista; desaparecerão os planos de saúde, regulamentações de segurança, programas de bem-estar e as pensões de velhice criadas pelos liberais e social-democratas (programas que não existem no Terceiro Mundo); desaparecerão as proteções ambientais ganhas pelos ecologistas (as quais são somente impostas no Terceiro Mundo pelo Primeiro Mundo, que não terão mais este luxo).

Mas globalização também afeta os ricos. Primeiro de tudo, aqueles que têm crescido ricos por vender coisas as classes operária e média do Primeiro Mundo irão desaparecer junto com seus clientes. Não haverá mais um mercado para andar com cortadores de grama ou trailers de campistas. Os ricos que permanecerem irão produzir ou para os super-ricos globais ou para o proletariado global.

As vidas dos ricos irão ser dramaticamente transformadas também. Algumas pessoas irão crescer muito ricas ao desmantelar o Primeiro Mundo. Mas elas acabarão vivendo como os ricos do Terceiro Mundo. Eles irão comutar dos escritórios ou fábricas fortificadas para as mansões fortificadas em limusines blindadas com guardas armados, passando por favelas e cidades de choupanas. Eles irão socializar em clubes exclusivos e passarão férias em resorts sob os atentos olhos de guardas seguranças. Como Maria Antonieta, que gostava de brincar de leiteira nos jardins de Versalhes, eles podem mesmo fingir ser boêmios em apartamentos de milhões de dólares em Haight Ashbury, ou vaqueiros em ranchos de vinte milhões de dólares em Wyoming, ou aldeões da Nova Inglaterra em casas de milhões de dólares em Martha’s Vineyard – tendo cavalgado até o topo do sistema que tem exterminado as pessoas que criaram esses modos de vida.

As consequências da globalização não são segredo. Elas não são aleatórias nem imprevisíveis. Elas não são nem mesmo arcanas ou controversas. Elas são previstas em todos manuais introdutórios de economia. Elas são aparentes na estagnação do padrão de vida da classe operária e média americana no início dos anos da década de 1970 e nos declínios acentuados da última década, quando 50,000 instalações de fábricas fecharam suas portas, muitas para enviar seus empregos através dos mares – enquanto milhões de imigrantes, legais e ilegais, chegam para competir com os americanos pelos trabalhos que restam, deprimir os salários, e consumir os serviços públicos pelos quais eles não podem pagar.

Ainda nunca foram permitidas às classes operária e média americana escolher sobre globalização, pois a óbvia razão é que elas nunca teriam aprovado a pauperização delas. O movimento trabalhista, os partidos políticos, as igrejas, e todas outras forças que são capazes de resistir à globalização foram cooptadas.

Os progressistas reconhecem os efeitos destrutivos da globalização, mas a maioria deles pensa que a única alternativa global ao capitalismo é o socialismo global, o qual não é solução, mesmo se ele pudesse ser alcançado.

Mas se nós rejeitarmos a globalização, qual é a unidade econômica natural? É aqui que os nacionalistas brancos são capazes de abordar as genuínas preocupações do movimento Occupy {protestos em Wall Street contra o Sistema Financeiro Internacional} e outras progressivas críticas da globalização. Pois o limite onde a globalização termina é a nação. Os Estados Unidos e todas outras nações europeias entraram na modernidade e fizeram a maioria dos seus progressos econômicos e sociais ao praticar políticas econômicas nacionalistas, incluindo o protecionismo. Prosperidade e justiça social irão retornar quando a globalização for substituída por nacionalismo econômico.

Libertários acusam o protecionismo como beneficiando um grupo às custas de outro (como se a globalização não fizesse a mesma coisa). Mas esta é a maneira errada de olhar para isso. Todo indivíduo usa diferentes chapéus e desempenha diferentes papéis: produtor, consumidor, membro da família, cidadão, etc. O livre comércio nos faz bons consumidores, mas ele também nos faz maus cidadãos ao minar a justiça social e soberania nacional. Protecionismo limita nossa aquisitividade como consumidores, mas ele nos fortalece como cidadãos. Livre mercado empodera alguns negociantes as custas do bem comum, fazendo deles maus cidadãos. Protecionismo e outras regulamentações fazem todos os negociantes bons cidadãos ao fazer impossível lucrar às custas do bem comum – o qual deixa nenhuma escassez de oportunidades para gerar riqueza numa maneira socialmente responsável.

Mas a conclusão da globalização, seja socialista ou capitalista, não valeria a pena se ela realmente pudesse levar para um mundo sem nações, fronteiras, delimitações e guerras? É esta esperança utópica que sustenta a fidelidade de muitos globalistas apesar disseminação da desolação da Terra. É a mesma esperança que sustentou comunistas apesar dos oceanos de sangue que eles derramaram.

Existem duas básicas respostas para isto. Uma é argumentar que não vale a pena, a qual o utópico teimoso nunca aceitaria. A outra é argumentar que um mundo sem nações nunca irá ser alcançado, e as pessoas que estão forçando isso, além do mais, não levam nem mesmo a sério a noção. Globalização não é a superação do nacionalismo, mas meramente o caminho que o mercado das nações dominantes quebram abaixo as barreiras para expandir o próprio poder econômico delas. As insurreições de hoje, codificadas por cores, potencializadas pelos Twitter e Facebook na Europa Oriental e mundo muçulmano são meramente a versão moderna da construção de império e diplomacia de canhoneiros do século passado. George Soros é apenas o Cecil Rhodes de hoje.

Judeus como Soros, é claro, são os pregadores primários de esquemas universalistas tais como o comércio global, fronteiras abertas, miscigenação racial, multiculturalismo e outras formas de apagamento de identidade. Mas eles mostram nenhum sinal de praticarem estas mesmas políticas entre eles próprios. O que é deles eles mantêm; o que é nosso é negociável. A implicação é óbvia: o objetivo deles é destruir todas fronteiras nacionais e identidades culturais e raciais que servem como impedimentos para expansão do poder judaico. Globalização não é um caminho para liberdade universal. É a criação de um pescoço para suportar o jugo judaico pela eternidade.

É fácil ver por que os judeus acham que a devastação causada pela globalização vale a pena para eles, mas é difícil compreender por que alguém mais deseja ir junto com ela, exceto para os alienados e descaracterizados produtos do declínio cultural. E mesmo estas pessoas têm de perguntarem a elas mesmas se este é o mundo que elas realmente querem.

O universalismo, depois de tudo, não é realmente universal. Somente brancos parecem suscetíveis a ele em números suficientemente grandes para importar. Mas se o universalismo é meramente um sistema de crenças racial e culturalmente europeu, então a globalização irá somente funcionar exterminando judeus e outros antigos povos etnocêntricos como os chineses, coreanos, japoneses, armênios, etc., que recusam-se a pular dentro do caldeirão global. Isso significa que a globalização não é o cainho para uma utopia liberal, mas meramente uma extensão genocida do imperialismo europeu. Mas dado o massivo investimento na propaganda do holocausto, mesmo os mais fanáticos globalistas não tem o coração para essa solução, então, no final, eles teriam que permitir que os povos etnocêntricos optassem por sair.

E se os judeus e outros conseguem sair da globalização, então por que não podemos o resto de nós? Especialmente desde que o livre comércio não reciprocado é regressivo, dissolvendo a soberania nacional, minando a justiça social, e entregando os destinos dos povos europeus em mãos de alienígenas.

A conclusão é clara: advogados progressivos da globalização são ou ignorantes ou são desonestos chamarizes para um processo que irá pauperizar e escravizar e escravizar os povos que eles fingem defender. Existe um vasto distrito eleitoral na América para um partido político progressista, protecionista, anti-globalista, nacionalista e racialmente consciente. Eles estão apenas esperando pela liderança.

Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander

Fonte: World traditional Front

Fonte original: Counter Currents Publishing

Sobre o autor:

Greg Johnson é americano, tem Ph.D. em Filosofia da Catholic University of America, e é editor do site Counter Currents Publishing.

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