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Modernidade e a ignorância das massas

O mundo nos últimos duzentos anos sofreu mudanças extremas no paradigma comum. O anseio por fazer valer a “liberdade” acabou levando o homem à verdadeira ruína individual e social. Os liberais do pós-guerra lograram êxito na busca pelo seu “paraíso da liberdade”, onde homens são iguais em valor e respeito, onde a maioria é a primazia política, onde a informação circula tão depressa que formamos centenas de pseudofilósofos em questão de horas, onde tudo fora democratizado e universalizado, “toda expressão é arte!”, dizem os comuns, “toda opinião é válida”, dizem os medíocres. Ora, se toda expressão, não importando o quão baixo e ruim isto é, se torna arte, aqui o homem praticamente destrói todo sentido da mesma, que em sua essência é a forma de embelezar o feio, o titanídeo, dando formosura às piores catástrofes na qual o homem está necessariamente submetido no mundo aparente. E a outra questão é sobre opiniões. “sou um cidadão”, dizem o populacho, “tenho pleno direito de exercer a minha manifestação”. É incrível como a sociedade moderna desonra os mais capazes e preparados colocando no palanque verdadeiros palhaços, tolos e malucos para proferir suas “sábias” palavras de populacho!

Este é o mundo moderno com a sua liberdade! Ah, bela palavra, belos princípios liberais. O homem moderno não conhece o significado espiritual deste vocábulo que, em suma, simboliza o eterno devir da luta pela conquista do direito de supremacia, ora; realcem a palavra luta, aqui notamos a base espiritual para adquirir um direito, através de um dever. O direito que vem antes da luta não é liberdade, é um fraco senso moral de utopia e de mansidão da carne. Vemos mulheres de dezoito, dezenove anos gritando nas ruas, com os seios à mostra, “liberdade para as mulheres!”, “queremos ser livres dos homens!”, dizem as pós-modernas. Elas querem ser livres dos maridos para serem escravas do patrão.

Mas nesta competição de degenerados, quem vence são os pacifistas! Antes de tudo, não podemos confundir a verdadeira paz com está abominação ocidental. Existem campos de batalhas no mundo de hoje onde famílias sofrem sem benefício, é um sofrimento horroroso e portanto, nossos olhos e corações devem estar voltado a estes povos, como os sírios, por exemplo, em uma guerra santa com a Hidra moderna do Ocidente, o sionismo internacional.

Dito isto, podemos elencar de maneira crítica o horroroso pensamento do Pacifismo. É um anseio comum de pessoas frustradas, incapazes resolverem as próprias labutas e, portanto, antinatural da paz eterna e duradoura! Todos querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer, é uma forma até perspicaz de disfarçar a própria debilidade, embebedando-se nessa parafernalha moralista dos organismos bípedes que se nomeiam homens. Queres encontrar o antro máximo da degenerescência vigente? Vá nas carreatas de paz.

O verdadeiro valor de liberdade vem da conquista verdadeira da mesma e o engraçado e belo de tudo isso é o próprio fator da conquista, quando consumida em seu mísero instante, se torna algo comum, ou seja, a liberdade é um devir, é a incessante busca pela expansão do organismo, que em outras palavras, traduzimos literalmente em luta eterna. Homens liberais deixaram de sê-lo a partir do momento em que conquistaram seus caprichos proveniente da moral dos mascates, tornando seres incrivelmente acomodados, preguiçosos, acumuladores de gorduras e de pensamentos degenerados. A comunidade que encontra na refrega a sua eterna redenção, dominará céus e mares, o acomodar, o sentar para tomar fôlego é a principal causa da Queda do mundo.

Precisamos reavivar o espírito viril do Agon em busca da eterna mortificação de nossos corpos em direção a uma meta de expansão! A guerra é a melhor escola que o homem já criou, é a estufa humana da excelência artística, corporal e espiritual, é a seleção natural elevada à condição altiva!

Meus caros, cultivem o espírito antigo da virilidade guerreira, seja nobre em altivez e, principalmente, em atitude. Que estes valores nasçam novamente no seio da melhor estirpe brasileira, elevando este nosso povo acima de tudo e de todos, erigindo o sentido da arte, da tradição, da masculinidade, da competitividade e da camaradagem como Normas Superiores de nossa comunidade.


Fonte: Alerta Nacionalista (blog)


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