Miguel Serrano: O sinédrio judaico

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Quando o último badalar do sino que anuncia a meia-noite em Praga se anunciou, no cemitério judeu, junto a tumba do Grande Mestre da Cabala Simeon Ben Jehuda, se ascendeu uma luz débil, iluminando as treze estranhas figuras vestidas de branco, com as túnicas rituais (dos levitas). Uma voz rouca, como se fosse saída de um caixão, se dirigiu aos congregados: “Saúdo a vocês, os eleitos, os representantes das Doze Tribos de Israel”. E continuou: “Estão preparados para cumprir a promissão nos próximos cem anos?” A resposta foi: “Sim, estamos”. “Digam-me então, o que cada um de vocês representam”.

Por ordem, foram falando: “Shebet (tribo) Judá, de Amsterdam; Shebet Benjamin, de Toledo; Shebet Levi, de Worms; Shebet Mannasse de Budapeste; Shebet Gad, de Cracóvia; Shebet Asser, de Londres; Shebet Issachar, de Nova York; Shebet Náftali, de Praga; Shebet Simeon, de Roma; Shebet Sebulón, de Lisboa; Shebet Ruben, de Paris, Shebet Dan, de Constantinopla”.

O diretor, ou controlador (o autor não dá seu nome, nem sua procedência) se senta na pedra da tumba, enquanto os doze representantes se aproximam para pronunciar em voz baixa, junto ao seu ouvido, a palavra secreta, composta de sete sílabas, que lhes serviu para entrar no cemitério.
O primeiro a tomar a palavra é o representante da tribo de Levi:

“Nossos pais construíram a união que a cada cem anos, no ano consagrado a Jahvé, reúne aos eleitos junto a tumba do Grande Mestre da Cabala. Sua doutrina assegura aos eleitos o domínio da terra, o poder sobre todas as gerações do sêmen de Ismael, o Expulso.

Há mais de mil e oitocentos anos sustenta o povo de Israel sua luta pelo reino prometido a Abraão, sob pressão, morte e perseguições de toda classe. Israel nunca renunciou os seus propósitos, nem a sua luta.
Como o povo de Abraão foi disperso pelo mundo, toda a terra será sua.

Os sábios de nosso povo estão dirigindo a guerra há séculos. Israel renasce de suas cinzas e já o poder que exerce e controla é enorme sobre os povos e os tronos, aberta ou secretamente. Porque o Deus da terra é nosso. Quando todo o ouro se encontrar em nossas mãos, o poder estará também. O ouro é a nova Jerusalém, o poder, a vingança, a satisfação, tudo o que os homens temem e desejam.

Pela quinta vez se reúnem neste lugar os Sábios do Círculo Secreto, para estabelecer nossos planos e estratégias. Há quinhentos anos, cada novo Sinédrio tem registrado nossas vitórias. Não obstante, nenhum século pôde nos satisfazer tanto por seus êxitos como o passado, porque a maçonaria, uma pequena, mas bem eleita tropa de heróis, tem conquistado todas as posições da vida política, econômica e cultural necessárias para levar-nos num impulso irresistível ao poder. Por isso sabemos já que o momento do domínio e da promessa estão tão próximos que podemos dizer: ‘Nosso é o porvir!’

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Os tempos obscuros de perigo já passaram… Os progressos da chamada cultura liberal dos povos gentis são a melhor proteção para nossos planos de domínio. Se uma nação se atrevesse a se opor a nós, alarmaríamos a todo o mundo por meio da propaganda que está sob nosso controle, e todos os demais povos considerariam um vandalismo a luta contra nós, um crime contra a humanidade e a cultura. A nação que se atrevesse a tal insolência seria destruída pelos meios poderosos que dispõem o judaísmo universal”. (E isso escrito em 1868!)

A voz do que falava sentado sobre a pedra da tumba interrompeu: “Examinemos agora os meios de que nosso povo dispõe nos sete mercados”.

Falaram em ordem.

Primeiro o representante do Shebet, ou tribo de Ruben: “Fould e Cia”, explicou, “com 20 milhões de francos (não há muito que duvidar que estamos em 1851 e que as moedas têm um valor muito alto); A.J. Estern e Cia., com 30 milhões de francos. G.L Halphen e Cia., 20 milhões, Antón Schnapper, 15 milhões, Samuel Von Haber, 7 milhões; J.E Kann e Cia., 5 milhões; H.J Renach, 7 milhões de francos; Bischoffsheim, U. Goldsschimidt e Cia., 15 milhões de francos. Agregando as empresas menores, com mais ou menos 80 milhões, o capital de nosso povo, só em Paris atualmente, chega a 200 milhões de francos.”

“Isto significa a 47ª parte da dívida do Estado francês”, disse o representante da Shebet de Levi. “A casa de Pereira e Mirés por ser de Marranos, são igualmente nossas. Estimamos sua fortuna em uns 30 milhões.” Seguiu a relação de Londres:

“Moses Montefiore, 2 milhões de libras; Mosés & Son, Bischoffsheim e Golsschimidt, irmãos Stern , 4 milhões, R. Raphael & Son, 800 mil libras; Luis Cohen & Son, meio milhão. Samuel Montague, meio milhão. As casas menores da City possuem mais de 4 milhões, o que dá um total de 11 milhões de libras para Londres”.

Foi a vez do representante de Viena: “Moritz Koenigswater tem 14 milhões de floríns, H. Todeskos, 15 milhões; M.L Biedermann & Co., um milhão e meio; Ephrussy & Co., um milhão e meio; Eduard Wiener, um milhão e meio; Ludwig Ladenburg. 3 milhões; Friedrich Schey, dois milhões e meio; Leopold Epstein, 3 milhões. Agregando as casas menores, dispomos em Viena de 61 milhões de florins ou seja, 152 milhões de francos. Há 2.268 milhões de florins de dívida pública. Em caso de quebra, se duplicaria nossa fortuna.”

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Seguiu Berlim: “S. Bleichroeder, um milhão; Mendensohn & Co., um milhão; A.C Plaut, um milhão; S. Herz, um milhão; N. Reichnheim & Sohn, dois milhões, Libermann & Co., dois milhões; Hermann Gerson, um milhão e meio; M.E. Levy, um milhão e meio, Joel Meyer, um milhão e um quarto, Moritz Gueterbrock, três quartos de milhão; Louis Riess, meio milhão. Finalmente, as pequenas casas, 10 milhões. No total se conta com 24 milhões de ‘taleres’, ou seja 90 milhões de francos. Deste modo, a décima segunda parte da dívida pública está em nossas mãos. A quantidade é pequena, mas já a aumentaremos por meio da relação dos matrimônios sabiamente planejados com as goyohr e os goym”.

Continuou Hamburgo: “H.B. Oppenheimer, quatro milhões de marcos, J.E. Oppenheimer, três milhões, Jaffré Hermanos, dois milhões, Pintus, dois milhões, Natan & Sons, dois milhões, Behrens, Hijos, um milhão e meio; L.R Veit and Co., um milhão, A. Alexander, um milhão, Mendelssohn Bartholdy, três milhões, Amsel Jakob Ree, um milhão; Hesse Neumann, um milhão; W.S Warburg, dois milhões. No total, são 40 milhões de marcos, incluindo as casas menores. Ou seja, 75 milhões de francos. A riqueza dos goym é ainda muito maior.”

Foi a vez de Frankfurt: “H.S Goldschmidit, 7 milhões de florins, Marcus Koenigswater dois milhões, Jakob H.S Stern, 2 milhões, Irmãos Sulzbach, 2 milhões, Lazarus Epeyer Elissen, 1 milhão e meio, Eduard Mosés Kann & Co., 1 milhão. Incluindo as casas menores e as agências de loteria, são 8 milhões, mais as casas unidas dos Rothschild, em Paris, Frankfurt e Viena, com 100 milhões, alcançamos os 123 milhões de florins, ou seja, 260 milhões de francos.

Começou a falar o representante de Petersburgo: “E.N. Guenzburg, 2 milhões de rublos”.

Seguiram Roma e Nápoles: “20 milhões de libras.”

Terminou-se com Amsterdam: “Hollander y Lehven, Lippman, Rosenthal & Son, Becher y Fould, Wertheim e Gompertz, em total uns 20 milhões de florins”.

“É assim que hoje nosso povo, os grandes capitalistas de Israel na Europa, no ano de 1851, dispõe de um capital de mais de dois milhões de francos… Vocês sabem que o trabalho é o servo da especulação e da inteligência. Possuímos a tenacidade da serpente, o olho do falcão, a memória do cachorro, a comunidade do castor. Nossas cabeças se levantaram por cima das nações e as escravizaremos no futuro. Há muitos que vão ao batismo, mas a água não debilita o espírito, mas sim a carne. Esses renegados seguem pertencendo-nos e rezamos por eles no dia da expiação. Não é o judeu que se transforma em cristão, senão o cristão que se faz judeu em gerações, devido sua mescla de sangue. Os batizados são a escada pela qual subimos, os caminhos que se mantinham fechados para o nosso povo. Cada mestiço permanece fiel a nós e não a aqueles que não são de sua carne e espírito, apesar do batismo, ainda que Israel mesmo os expulse como leprosos, coisa que não fazemos…”

“Irmãos”, continuou o levita, “está em tempo de delinear aqui os caminhos, de acordo com a direção de nossos Sábios e a experiência adquirida nesses últimos cem anos transcorridos para marchar pelos próximos cem anos, sempre em direção ao objetivo final. Nós, os Sábios, somos o cérebro que ordena a multidão cega, ao rebanho dos goym.

Somos os arquitetos impassíveis que colocaram as pedras da torre que alcançará o céu. Que fale então, Shebet Ruben, para informamos como Israel conquistará o domínio de todos os povos da Terra”.

E o sábio representante da Tribo de Ruben começou a dizer: “Todas as casas reinantes e os países da Europa estão cheios de dívidas. O capital móvel estará em nossas mãos. Fiscalizaremos as fortunas dos Estados. Devemos facilitar aos governos o contrair de dívidas, de forma que os controlaremos cada vez mais. Nosso capital deverá pedir então garantias aos Estados, em instituições, ferrovias, impostos, minas, propriedades e domínios estatais. O mercado de papel é uma feliz invenção nossa, totalmente em nossas mãos.”

O Shebet Simeón tomou a palavra: “Também a propriedade de bens de raízes tem que passar às mãos de Israel. Isso não será difícil se conseguirmos controlar o capital móvel. A aspiração mais importante de Israel deve ser, portanto, desalojar aos atuais possuidores de terras. Perigosa é para nós a propriedade dos grandes latifundiários. Devemos, por isso, facilitar aos jovens aristocratas a contração de dívidas nas cidades. Deste modo, perante o medo do escândalo, levaremos à ruína as aristocracias. A propriedade de bens raízes deverá também transformar-se, chegando a fazer dela mercadoria vendível. Quanto mais conseguirmos fazer da propriedade algo pequeno e fracionado, tanto mais fácil e barata cairá em nossas mãos. Temos começado com a aquisição da propriedade imobiliária. Em Paris e Viena a maior parte das casas se encontra em nossas mãos…”.

Cala o Shebet Simeón e começa a falar o Shebet Judá: “A classe artesanal é a força da classe média, assim como a propriedade rural é a força da aristocracia e elas obstaculizam a Israel o caminho. O artesão deve ser arruinado.” (Vivi dez anos na vizinhança da cidade de Lugano. Esta bela e pequena cidade do Tícino, com ascendência lombarda e celta, foi destruída em sua classe de artesãos tradicionais por meio dos grandes armazéns, como “innovazione”, totalmente nas mãos de judeus. N. de M. S.). “O artesão não deve ser outra coisa que um obreiro”, continua Shebet Judá. “O reduziremos a isso com a liberdade incondicional das profissões. O que quiser, poderá ser. O fabricante atacadista substituirá o mestre-artesão. O capital substituirá a habilidade. Com a transformação do artesão em trabalhador de indústria, poderemos dominar as massas para fins políticos. Quem resistir a esse sistema deverá ser aniquilado por meio da competência. A massa do povo estará do nosso lado nessa luta contra o artesão, porque poderá comprar mercadorias a um preço mais baixo”.

Falaram vários outros Shebet. O Shebet Náftali disse: “Jamais aceitaremos postos subalternos. Da maior importância para nós é a justiça e a advocacia. Nos dá a possibilidade de nos inteirarmos da posição de nossos inimigos e de seu verdadeiro poder. Já temos entregado a muitos Estados Ministros de Finanças, também Ministros de Justiça. Nosso objetivo deve ser o Ministério da Cultura. Devemos consegui-lo reclamando a paridade civil e a igualdade…”. Uma lei buscar sobre a falência será como uma mina de ouro em nossas mãos. Devemos procurar que as leis contra a usura sejam abolidas em todos os países. Devemos persuadir aos nossos inimigos de que desta maneira o dinheiro será obtido de forma mais barata. O dinheiro é uma mercadoria como qualquer outra e a lei deve entregar-nos o direito de fazer subir o seu preço quando for melhor para o nosso proveito”.

Em seguida tomou a palavra o Shebet Benjamin: “Israel deve ganhar fama e honra. Seus filhos devem chegar à cabeça das sociedades onde seus olhos alcançam, nos ramos da ciência e da arte. Como atores e intérpretes musicais poderemos obter grandes honras, pois nessas profissões a especulação ganha bom campo. Necessitamos para nós a medicina e a filosofia, dando nelas as teorias especulativas um maior espaço. O médico penetra nos segredos das famílias e tem em suas mãos as vidas das mesmas”.

Foi a vez de Shebet Asser: “Devemos exigir o livre matrimônio entre judeus e goym. Nossos filhos devem casar-se com as famílias aristocráticas e influentes dos gentios. Nós lhes damos o dinheiro e eles entregam sua influência e poder. A mistura com os goym não têm nenhuma influência efetiva sobre nós. Mas nós sim sobre eles.”

(É extraordinariamente importante essa última afirmação: uma gente arquimesclada, quinta-essência do bastardo, pôde, sem dúvidas, conservar esse núcleo sombrio, poderoso, tremendo, que tenho chamado de anti-sangue. Somente por um pacto misterioso e diabólico poderá manter-se essa constante extra-humana, antibiológica e que estaríamos tentados a definir como espiritual, se não fosse precisamente um produto do anti-espírito, da anti-raça. E também sobre-humana, se não for infra-humana. Na Alemanha Hitlerista se voltou a proibir, por lei, todo matrimônio entre arianos e judeus. E agora vemos quanta razão tinham. N. de M. S.) “Nunca um judeu deve fazer prostituta uma filha de seu povo. Se quer satisfazer seu apetite carnal, haverá suficientes mulheres não-judias para isso. Façamos do matrimônio dos gentios um contrato comercial e suas mulheres e filhas serão, todavia, mais submissas em nossas mãos.”

Por último, tomou a palavra o representante da Shebet Manasse: “Se o ouro é o primeiro poder do mundo, a imprensa é o segundo. Só quando tivermos toda a imprensa em nossas mãos, poderemos levar à realização as proposições aqui feitas. Teremos chegado à meta. Nossa gente deve dirigir a imprensa diária. Temos que ser os donos dos grandes jornais matutinos e diários políticos que preparam a opinião pública, a crítica literária, as notícias, os teatros. Personificaremos passo a passo aos goym. Depois ditaremos ao mundo o que devem pensar e acreditar, elogiar ou condenar. Faremos escutar em cem formas diferentes o grito de dor de Israel e o lamento sobre nossa supressão, sobre nosso tormento. Assim a massa estará sempre do nosso lado, ainda quando cada homem, individualmente possa estar contra nós. Com a imprensa sob nosso controle, converteremos a justiça em injustiça e a ignomínia em honra. Destruiremos a fé em tudo aquilo que nossos inimigos apreciam. Podemos fazer a guerra e a paz. Levantar o talento ou rebaixá-lo, persegui-lo, expor-lhe ao silêncio da tumba. Nada entregaremos gratuitamente a ninguém. Se Israel possui o ouro e a imprensa, já podemos perguntar em que dia desejamos colocar a coroa para empunhar o cetro sobre os povos da terra…”

Agora, o Diretor misterioso do Sinédrio Cabalístico, levantando-se da pedra da tumba, tomou a palavra para fechar a fatídica assembleia: “Os Roshe-Bathe-Aboth, dos 12 Shebatim (representantes das Doze Tribos) de Israel disseram palavras sábias essa noite. Sábias e graves. Elas serão a coluna dos tempos futuros, nos quais se reerguerá o trono de Davi quando, passados outros cem anos, no ano consagrado a Jahvé, em 1941, os dirigentes do Shebatim voltarão a congregar. Agora o Sêmen de Jacó deverá saber manter-se unido na sorte, na riqueza e no poder, assim como se manteve unido na desgraça, no perigo e na perseguição. Cada um deve ajudar o outro. A poderosa mão de nosso senhor Jahvé nos guiou durante os quarenta anos no deserto, levando-nos à conquista de Canaã e nos guiará também depois de quarenta e cinco vezes, quarenta anos de peregrinação pelo mundo ao domínio e à conquista de todo o universo. Se Israel seguir os conselhos aqui dados, resolutos pelo atual Sinédrio, nossos descendentes, quando se cumprirem os cem anos consagrados a Jahvé e vierem aqui de novo, a este lugar, junto à tumba do fundador de nossa irmandade, poderão anunciar-lhes que eles são os verdadeiros príncipes da terra e que se cumpriu a promessa feita ao povo de Israel: Será o amo de todas as nações restantes, e estas serão suas servas… Renovado agora vosso juramento, vão embora com o vento até todos os confins da terra…”.

Cada um sacou de seu bolso uma pequena pedra e a deixou cair na tumba, nessa noite que se fazia ainda mais obscura.


Texto retirado de: SERRANO, Miguel. Adolf Hitler, l’ultimo Avatara. Settimo Sigillo-Europa Lib. Ed., 2016. Páginas 329 a 337. Traduzido por Christa Savitri em 31 de Julho de 2019. Revisto e corrigido por Sr. B.


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Miguel Serrano
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