Sobre o livro de John Mosier, “Deathride”

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A visão dominante atual de que Adolf Hitler foi um estrategista miserável e somente devido ao generalato alemão teria conseguido manter por tanto tempo a guerra na frente oriental, não procede. Os arquivos revelam antes de tudo que ao contrário do generalato alemão, Adolf Hitler tinha compreendido a essência da guerra moderna, ou seja, o significado de tomar do inimigo as fontes de matéria-prima necessárias para a condução da guerra.

Cavalgada da morte

O historiador e autor norte-americano John Mosier publicou uma nova obra de 470 páginas sobre as duas personalidades centrais da última guerra mundial, Adolf Hitler e Josef Stalin.

O título do livro: “Deathride”, ou seja, “Cavalgada da morte”. O livro foi lançado pela editora Simon & Schuster em Nova Iorque e existe por enquanto somente no idioma inglês. Ele se fundamenta sobre uma pesquisa intensa, principalmente dos arquivos alemães e russos sobre a Segunda Guerra Mundial.

Joseph Bishop escreveu uma resenha sobre este livro, publicada na página da internet inconvenienthistory.  Em suma, Bishop resume a obra de Mosier na seguinte forma:

1. A visão dominante atual, o ataque da Wehrmacht alemã contra o Exército Vermelho foi um assalto surpresa, não procede. A investida foi mais um golpe preventivo, diante do iminente ataque do Exército Vermelho.

2. A visão dominante atual de que Adolf Hitler foi um estrategista miserável e somente devido ao generalato alemão teria conseguido manter por tanto tempo a guerra na frente oriental, não procede. Os arquivos revelam antes de tudo que ao contrário do generalato alemão, Adolf Hitler tinha compreendido a essência da guerra moderna, ou seja, o significado de tomar do inimigo as fontes de matéria-prima necessárias para a condução da guerra. A incapacidade do generalato alemão em compreender esta premissa e sua permanência nos velhos dogmas, principalmente querer tomar cidades, contribuiu notoriamente para o enfraquecimento dos esforços de ataque da Wehrmacht alemã.

3. A visão dominante atual de que a genial condução de guerra de Josef Stalin e seus generais contribuíram decisivamente para a vitória do Exército Vermelho sobre a Wehrmacht alemã, não procede. Os arquivos comprovam, ao contrário, o desperdício de material e homens foi inúmeras vezes superior do que o produzido pelo lado alemão para a condução da guerra.

4. A visão dominante atual de que a União Soviética teria vencido quase sozinha o Reich alemão e isto por mérito próprio, não procede. Os arquivos e as análises de guerra comprovam que o Reich alemão estava muito perto da vitória contra a União Soviética, porém, o fornecimento maciço de armamentos provenientes dos EUA e da Grã-Bretanha teriam mantido vivos os soviéticos. Além disso, e deve ser avaliado um fator ainda mais decisivo da guerra, Hitler teve que transferir valorosas unidades de combate para outras frentes (França, Bálcãs, Norte da África etc) e com isso diminuiu sobremaneira o poder bélico na frente oriental. A luta em várias frentes contribuiu decisivamente para a derrota do Reich alemão. A vitória da União Soviética não se apóia primariamente em suas próprias forças, mas sim no enfraquecimento forçado da Wehrmacht alemã.

A obra pode ser adquirida nas livrarias que comercializam livros importados.

Dados do livro: “Deathride: Hitler vs. Stalin: the Eastern Front, 1941-1945, by John Mosier, Simon&Schuster, New York, 470 pages, 2010”.

As novas gerações de historiadores são obrigadas a se render à verdade dos fatos. Fatos estes já revelados há muito tempo pelos revisionistas. Esta nova geração de pesquisadores está cada vez mais livre da influência nefasta da propaganda de guerra, a qual norteou por décadas a fio os estudos acadêmicos das universidades infestadas pelo veneno marxista. É apenas uma questão de tempo para que a luz da verdade também incida sobre o suposto holocausto judeu. A verdade não pode ser determinada através do código penal. A Nova Ordem Mundial Sionista pode prender os revisionistas, mas não a Verdade: esta triunfará. Sempre.

Sobre os acontecimentos imediatamente anteriores ao início da Segunda Guerra Mundial, vale a pena assistir a palestra do general alemão Gerd Schultze-Rhonhof.

Fonte: Inacreditável

Publicado originalmente em 30 de janeiro de 2012.

Marcelo Franchi
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