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A Arte da Guerra – Nicolau Maquiavel

A Arte da Guerra – Nicolau Maquiavel

A experiência na diplomacia e o relacionamento com os principais agentes públicos de sua época proporcionam a Maquiavel ser um dos mais conhecidos filósofos políticos da história.

Questões militares e a realça da milícia com a política ocupam lugar central nesta obra construída em forma de diálogos, que tem como objetivo passar conhecimento e convidar à reflexão sobre como capacitar cidadãos, criar líderes e tornar uma força militar apta a assegurar liberdade individual e ao Estado, com a salvação da República.

Em A Arte da Guerra, o filósofo aprimora o conceito medieval de formação de tropas, de hierarquia e de ética, com a disciplina no topo de qualquer outro, numa combinação entre fins e meios, em que só a vitória deve importar.

Escrito entre 1519 /1520 é dividido em um prefácio e sete capítulos, sendo os dois primeiros focados na instituição militar e vida civil, enquanto os terceiro à sexto dedicam-se à organização do exército. O sétimo e último demonstra as regras gerais e conclusões

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A Revolução dos Bichos – George Orwell

Esta fábula aparentemente singela reflete sobre temas que marcaram o século XX

A vida é dura para os animais da Fazenda do Solar. Dia após dia, faça chuva ou faça sol, o trabalho é incessante. Sobre o lombo, o chicote. Sob as patas, a humilhação. Até o instante em que esses animais, liderados pelo porco Major, organizam-se num motim para expulsar seus algozes de duas pernas. No lugar do julgo, uma comunidade de bichos baseada sobretudo na igualdade. Caberá aos animais, dentro de suas limitações, entender o que tal “igualdade” significa.

Publicado pela primeira vez em 1945, a Revolução dos Bichos é uma alegoria simples, mas nunca simplista, sobre o poder autoritário e as boas intenções que (sempre) o justificam, e uma crítica sobre o trabalho que, mesmo remunerado, pode escravizar e alienar.

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1984 – George Orwell

Clássico de George Orwell ganha edição especial ilustrada, com nova tradução e capa dura

Esta nova edição da LeYa Brasil conta com ilustrações incríveis e uma biografia do autor, mostrando como a vida e a literatura de George Orwell estão intrinsecamente relacionadas.

Publicado pela primeira vez em 8 de junho de 1949, 1984, de George Orwell, é um romance que fez história: a projeção de um futuro sem dissonâncias e desolador repercutiu de forma intensa e fez com que a saga de Winston Smith fosse traduzida para 65 idiomas, marca que nenhum outro livro jamais alcançou. Mesmo que tenhamos deixado o fatídico ano para trás, 1984 inspirou e continua inspirando outros romances, filmes, séries de tevê, peças teatrais, óperas, músicas e, à medida que novas manifestações culturais surgem, videogames, reality shows e até mesmo posts nas redes sociais.

A previsão do livro era que, em poucas décadas, viveríamos num mundo padronizado e uniformizado, áspero, sem vida, nivelado por baixo, em que todos teriam direito apenas a porções controladas de suprimentos, em que o sexo sem o objetivo da reprodução seria considerado crime, em que toda e qualquer oposição seria aniquilada, em que todos os pensamentos divergentes seriam vigiados, convertidos ou banidos para sempre. Os termos “Grande Irmão” e “lavagem cerebral” entraram de vez no nosso imaginário e vocabulário. E a teletela, o dispositivo que vigiava os indivíduos 24 horas por dia, passou a fazer parte dos nossos piores pesadelos.

Esses ícones ameaçadores e, ao mesmo tempo, fascinantes repercutiram tanto que fizeram com que nos distraíssemos de uma das mais importantes mensagens de 1984: um dos principais alicerces de uma sociedade totalitária e manipuladora é uma língua empobrecida e mutilada.

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