Manoel Vargas: Pronominais, Oswald de Andrade e falsa segurança

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“Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro”

(Oswald de Andrade)

Este é um exemplo que a língua portuguesa escrita é muito diferente da língua falada. A Semana da Arte Moderna de 1922 rompeu com a tradicional poesia que olhava somente para a forma (o parnasianismo) e não representava o povo brasileiro.

Assim também acontece com as leis que no papel garantem direitos que na realidade não são aplicados ao povo, o código penal que já tem quase 80 anos, isso gera uma sensação de justiça e “civilidade” que infelizmente não reflete nas ruas deste país.

Enquanto não houver uma reformulação do código penal brasileiro, a atual situação continuará, com delinquentes soltos e famílias aprisionadas com medos de perder seus entes queridos.

A justiça deve ser justa a todos independente da classe, raça, cor ou credo. Punindo os malfeitores e garantindo justiça a todo cidadão, somente dessa forma o Brasil terá mais segurança e justiça. Acabar com o prende e solta só acontecerá se o código penal for revisto.


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Manoel Vargas
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