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Descrição

A obra conta sobre a história de como, através de empréstimos e amarrações financeiras desde sua independência, proclamada em 1822 por D. Pedro I, o então jovem Império do Brasil, rapidamente caiu nas garras de agentes das finanças internacionais e seus oligopólios financeiros. Como exemplos mais conhecido, Barroso cita as relações desse poder do Brasil com a casa financeira dos Rothschild e dentre tantos outras figuras pouco ou nada conhecidas nos livros de história do Brasil, mas que agiram forte e intensamente na submissão do país aos empréstimos internacionais, ameaçando uma real soberania do seu povo.

Além disso, o autor remonta as ligações obscuras dessas forças até os seus dias atuais, formando um panorama completo do quadro de agentes e forças internas e externas em uma luta de vida e morte pela liberdade e autodeterminação contra a escravidão do capital internacional apátrida, que para se manter, ataca todo e qualquer tipo de fomento nacionalista ou de autodeterminação, patrocinando elementos desagregadores da sociedade.

Originalmente publicado pela editora Civilização brasileira S/A na década de 1930, após várias edições, a obra ganhou uma edição modernizada em 1989 pela já extinta Editora Revisão de Porto Alegre, de S. E. Castan em sua versão oficial e sem cortes.

Sobre o autor

Gustavo Adolfo Luiz Guilherme Dodt da Cunha Barroso (1888 – 1959) nasceu em Fortaleza, capital do estado do Ceará e foi advogado, professor, museólogo, político, contista, folclorista, cronista, ensaísta e romancista brasileiro. Foi também o primeiro diretor do Museu Histórico Nacional. Sua obra, contento centenas de livros, resenhas, colunas, contribuições em dicionários como o Aurélio, a preservação da história nacional, etc.,  faz dele um dos maiores e mais prolíficos autores nacionais da história.

Eleito para a Academia Brasileira de Letras em 8 de março de 1923, ocupando a cadeira 19,sucedendo Dom Silvério Gomes Pimenta, foi recebido em 7 de maio de 1923 pelo acadêmico Alberto Faria. Barroso foi Presidente da ABL em 1932, 1933, 1949 e 1950, membro da Academia Portuguesa da História; da Academia das Ciências de Lisboa; da Royal Society of Literature de Londres; da Academia de Belas Artes de Portugal; da Sociedade dos Arqueólogos de Lisboa; do Instituto de Coimbra; da Sociedade Numismática da Bélgica, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e de vários Estados; e das Sociedades de Geografia de Lisboa, do Rio de Janeiro e de Lima. Em 27 de junho de 1919 foi feito Oficial da Ordem Militar de Cristo, no dia 7 de junho de 1923 foi elevado a Comendador da mesma Ordem de Portugal, a 5 de Fevereiro de 1941 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública e a 22 de Maio de 1950 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada de Portugal.

Nacionalista apaixonado pela cultura brasileira, tornou-se e fundadores da extinta AIB (Ação Integralista Brasileira), sendo um dos seus principais ideólogos. Questão que lhe custou caro ao defender posicionamentos que hoje não são bem vistos pela sociedade pós-moderna, fazendo com que um dos maiores e mais prolíficos escritores da história do Brasil tivesse o nome manchado por acusações de antissemitismo e totalitarismo não só por seus opositores mas também por grupos de pessoas que hoje tentam roubar e deturpar o legado a AIB para si, manchando a história do país.

Informação adicional

Peso 200 g
Dimensões 14 × 2 × 21 cm
Subtítulo

história dos empréstimos de 1824 a 1934

Ano

1989

Autor

Gustavo Barroso

Edição

1ª edição

Editora

REVISÃO – Editora e Livraria Ltda.

Formato/Encadernação

Brochura

Idioma

Português

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