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A ativista Patrisse Khan-Cullors, líder do movimento Black Lives Matter e que se autodenomina marxista, comprou uma casa de US $ 1,4 milhão (cerca de R$ 8 milhões) em um bairro nobre de Los Angeles, divulgou o jornal estadunidense New York Post neste sábado (10).

A casa, que possui três quartos e três banheiros, está localizada em Topanga Canyon e ainda tem uma casa de hóspedes separada na propriedade, que fica a cerca de 15 minutos de carro das praias de Malibu. De acordo com o jornal, a casa tem pisos de bambu e tetos abobadados.

O local, era considerado na década de 1960 um endereço para os hippies e, hoje, a maioria de seus moradores é composta de brancos, segundo o NY Post, 88%. Após a divulgação da compra da casa, Patrisse passou a ser atacada nas redes sociais.

Casa de Patrisse (Foto: New York Post)

Ainda segundo o jornal, a ativista assinou um acordo de plataforma cruzada com a Warner Bros em outubro passado, embora não esteja claro quanto BLM paga a ela, já que suas finanças fluem através de uma complexa rede de organizações sem fins lucrativos e entidades corporativas com fins lucrativos.

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Em 2018, ela publicou “Quando eles chamam você de terrorista: Uma memória negra que importa”, de acordo com o portal dirt.com.

Patrisse é casada há cerca de cinco anos com a também ativista social Janaya Khan, cofundadora da Black Lives Matter Toronto (Canadá), que é reconhecida por ter criado a hashtag #BlackLivesMatter em 2013 em resposta ao absolvição de George Zimmerman e no 2012 contra o tiroteio de Trayvon Martin.

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