Sobre a estátua de Lenin inaugurada na Alemanha

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No dia 20 de junho de 2020, em todo o mundo, manifestantes “antirracistas” derrubam milhares de estátuas de figuras históricas com um passado colonialista, após a morte de George Floyd nos Estados Unidos. Um pequeno partido comunista chamado Partido Marxista-Leninista da Alemanha (MLPD), em contraste ao que esta acontecendo ao redor do mundo decidiram inaugurar a estatua de Vladimir Ilyich Ulyanov, ou como todos conhecem, Lenin.

O jornal Deutsche Welle – DW retratou esta polemica na Alemanha, na decisão tomada pelo Tribunal Administrativo da cidade de Gelsenkirchen, no Oeste da Alemanha, em anular a instalação da estatua por conta da altura que desvalorizaria o prédio, mas os juízes negaram esta observação permitindo que o partido pudesse colocar a estatua no terreno.

Esta decisão foi criticada pelo deputado federal Marco Buschmann (FDP), natural do município, em seu twitter:

“Uma estátua de Lenin seria uma vergonha para Gelsenkirchen. Lenin representa assassinato em massa e totalitarismo. Quem queira erigir uma estátua dele deve se perguntar se ainda se apoia sobre os fundamentos da ordem liberal-democrática”.

Lembremo-nos nós de que, desde o inicio da Primeira Guerra Mundial no ano de 1914, os comunistas alemães realizaram violentas greves contra a burguesia e contra a indústria alemã, atrapalhando internamente a logística de guerra alemã. A Revolução Russa de 1917 liderada por Lenin, e seu internacionalismo oriundo da Internacional comunista, serviram de inspiração para a Revolução Alemã de 1918 a 1919, onde a liga Espartaquista conseguiram controlar a região da Baviera, mas que perderam este território pelos grupos paramilitares nacionalistas freikorps, suprimindo assim a liga Espartaquista.

Em Mein Kampf (Minha luta) autobiografia de Adolf Hitler, No capitulo XIV – Orientação para leste ou politica de leste, ele diz:

“Nunca se esqueça de que os governantes da Rússia atual são criminosos comuns manchados de sangue; que eles são a escória da humanidade que, favorecida pelas circunstâncias, invadiu um grande estado em uma hora trágica, massacrou milhares de sua principal intelligentsia em sede de sangue selvagem, e agora há quase dez anos exerce o regime mais cruel e tirânico de tempo todo.

Além disso, não se esqueça de que esses governantes pertencem a uma raça que combina, numa mistura rara, crueldade bestial e um presente inconcebível para mentir, e que hoje mais do que nunca está consciente de uma missão de impor sua opressão sangrenta a todo o mundo. Não se esqueça de que o judeu internacional que hoje domina completamente a Rússia considera a Alemanha não como um aliado, mas como um estado destinado ao mesmo destino.

O perigo ao qual a Rússia sucumbiu está sempre presente para a Alemanha. Somente um simplório burguês é capaz de imaginar que o bolchevismo foi exorcizado. Com seu pensamento superficial, ele não tem ideia de que esse seja um processo instintivo; isto é, a luta do povo judeu pela dominação mundial, um processo que é tão natural quanto o desejo dos anglo-saxões de conquistar a dominação da terra. E assim como o anglo-saxão segue esse caminho à sua maneira e continua a luta com suas próprias armas, também o judeu. Ele segue seu caminho, a maneira de se infiltrar entre as nações e entediante por dentro, e luta com suas armas, com mentiras e calúnias, venenos e corrupção, intensificando a luta a ponto de exterminar sangrentamente seus odiados inimigos.

No bolchevismo russo, devemos ver a tentativa empreendida pelos judeus no século XX para alcançar a dominação mundial. Assim como em outras épocas, eles se esforçaram para alcançar o mesmo objetivo por outros processos, embora interiormente relacionados. Seu esforço está profundamente enraizado em sua natureza essencial.

A Alemanha é hoje o próximo grande objetivo de guerra do bolchevismo. Requer toda a força de uma jovem ideia missionária para elevar nosso povo novamente, libertá-lo das armadilhas dessa serpente internacional e impedir a contaminação interna de nosso sangue, para que as forças da nação assim libertadas possam ser jogadas para salvaguardar nossa nacionalidade e, assim, evitar uma repetição das catástrofes recentes até o futuro mais distante.

Se perseguirmos esse objetivo, é pura loucura aliar-nos a um poder cujo mestre é o inimigo mortal do nosso futuro. Como podemos esperar libertar nosso próprio povo dos grilhões desse abraço venenoso se entrarmos nele? Como explicar o bolchevismo ao trabalhador alemão como um crime amaldiçoado contra a humanidade, se nos aliarmos às organizações dessa geração do inferno, reconhecendo-a assim em um sentido mais amplo?”

Ate mesmo na obra “Kommunismus ohne Maske” [em português, ‘Comunismo sem máscara’] de Joseph Goebbels, ele faz esta exaltação:

“A nação foi imune ao veneno da anarquia vermelha. Ele repudiou as palavras-chave falsas e vazias da propaganda mundial comunista. Sério e diligentemente, com paciência e disciplina, dedicou-se à solução de problemas que surgem de seu próprio destino. A história um dia dará o devido crédito ao Führer por ter salvado a Alemanha do perigo mais agudo e mortal ao derrubar o bolchevismo e, assim, salvar toda a civilização do Ocidente do abismo que o bocejava.”

O tempo atual infelizmente já não tem mais as mesmas virtudes e orgulho como no passado…

Assim como o próprio jornal Deutsche Welle – DW finaliza em sua matéria:

“Entre outras estátuas controversas da Alemanha, está a do líder independentista sul-americano Simon Bolívar em Bonn, também medindo dois metros, mas escondida atrás de cercas vivas no bairro de Gronau. Em seu pedestal está inscrito: ‘É mais difícil manter o equilíbrio da liberdade do que suportar o fardo da tirania’.”


Referências do artigo:

Adolf Hitler. Minha Luta. Centauro Editora, 1ª ed. São Paulo, 2016.

Ian P. Johnso. Estátua de Lenin em cidade alemã gera controvérsia: Partido Marxista-Leninista da Alemanha vence briga com municipalidade de Gelsenkirchen e recebe aval da Justiça para instalar efígie de 2,15 metros do líder comunista. Para político liberal, homenagem é “uma vergonha”. Deutsche Welle. Notícias, Alemanha. 6 mar. 2020. Disponível em https://p.dw.com/p/3Yzp4.

Joseph Goebbels. Kommunismus Ohne Maske. Bentraverlag der NGDUP, Munique, 1935.


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Leonardo Campos
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