O 2020 negro: ano do putsch judaico?

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Aqueles de nós que estávamos nos câmpus universitários durante a Guerra do Vietnã sabemos muito bem que, se naquele tempo alguém atirasse a esmo contra uma multidão de estudantes revoltados, acertaria numa penca de judeus. E isso é exatamente o que aconteceu em Kent State, em 1970, quando três dos quatro judeus feridos morreram (cf. Remembering the Jews of Kent State, 45 Years Later, artigo de Anne Cohen: The Forward, 4MAIO2015). Depois, Stanley Rothman documentou o papel-chave dos judeus (the key Jewish role) na Nova Esquerda em seu exaustivo estudo de 1982 intitulado Roots of Radicalism: Jews, Christians, and the New Left. Não é de estranhar, pois, que pelo menos um (Joseph Rosenbaum) – e possivelmente dois (Anthony W. Huber) – dos antifas baleados em Kenosha (WI), quando tentavam agredir o salva-vidas Kyle Rittenhouse, fosse judeu. Aliás, o periódico judeu Jewish Chronicle tentou minimizar o caso de Rosenbaum, dizendo, com alívio, que esse elemento “não era judeu praticante”, como se apenas a vida de um judeu praticante tivesse valor (cf. Rosenbaum, not Jewish but targeted by antisemitism after death during unrest, artigo de Rob Golub, de 26 de agosto de 2020). Rob Golub, o editor do Jewish Chronicle, pensou melhor e houve por bem apagar o que primeiramente escrevera nesse texto, para evitar “más interpretações”. Será que aqueles pesquisadores de universidade que a televisão adora mostrar como “especialistas” irão, por acaso, constatar que o pânico moral do Black Lives Matter (BLM), causa da convulsão nos Estados Unidos em 2020, explica-se também pela condição de vetor de interesses judeus? Os analistas acadêmico-midiáticos reconhecerão o BLM como veículo usado numa tentativa de putsch judeu no estilo das Revoluções Coloridas?

Eu levantei questões similares durante as escalafobéticas audiências do processo de impedimento do presidente Trump em janeiro, que estavam condenadas ao fracasso, é claro:

“O impedimento de Trump é golpe judeu? A simples formulação dessa pergunta é coisa perigosa…

Mas, inegavelmente, os judeus tiveram participação importante, cumpriram uma agenda pública de destaque em favor do impedimento… Com efeito, o impedimento de Trump é projeto da maioria de esquerda do eleitorado judeu do Partido Democrata. No decorrer da bizarra e frustrada implementação do golpe, advogados judeus dos democratas interrogavam testemunhas judias em Comissões da Câmara dirigidas por deputados judeus, sob a cobertura superentusiasmada da mídia judia: MSNBC, CNN, The New York Times e outros órgãos de ‘informação’.

A única surpresa: desta vez os judeus agiram mais explicitamente”.

Este verão de revoltas e derrubada de estátuas, como o último inverno da farsa do impedimento, não deve ser visto como evento isolado. Eu acredito que se trate de episódio da luta entre a nossa nova elite judaizada, majoritariamente provinda da Primeira Grande Onda Imigratória (1880 a 1920), e a tradicional maioria cristã branca dos Estados Unidos, em boa parte originária do tronco colonial pré-revolucionário, que depois iria incorporar novos imigrantes cristãos brancos, de que foi rebento histórico a assim chamada “elite WASP” [elite dos protestantes anglo-saxões brancos].

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Sabe-se, evidentemente, que os saqueadores nas ruas, roubando tênis e televisores das lojas, são negros e pobres, agindo sob a incitação e com a cumplicidade de vagabundos brancos que gazeam o trabalho nas cafeterias da Starbucks para viver as mais fortes emoções do vandalismo. Mas o grande pânico moral do belemismo de 2020 é projeto da elite. Se não fosse, a elite da mídia de massa não estaria sistematicamente desconsiderando a violência do que ela chama de protestos “geralmente pacíficos”; ela não estaria ignorando o enorme aumento na incidência de tiroteios e outros crimes [Cf. Kids Getting Caught in Crossfire as US Gun Violence Surges. Don Babwin, AP, 3AGO2020]. E o numerário não estaria fluindo para as organizações ligadas ao belemismo desde as maiores corporações, como Apple, Nike, Facebook, Coca-Cola, YouTube… [Cf. Want to know where all those corporate donations for #BLM are going? Here’s the list. James Wellemyer, NBC, 5JUN2020].

Vídeo acima: Em meio às arruaças e depredações, a CNN fala de “protestos pacíficos”

Em outras palavras, toda a classe política das maiores cidades sob controle dos democratas (isto é, todas elas), a grande maioria da elite da mídia e das corporações americanas, todo o estabilismo acadêmico e os dois maiores partidos políticos são cúmplices.

A questão de fundo: como chegamos a esta situação? É uma longa história, mas sem nada a ver com o que seria um reflexo da condição objetiva dos negros americanos.

Desde os anos sessentas, a classe dominante vem implementando uma série de programas para eliminar a disparidade de renda e saúde entre as raças. A Ação Afirmativa criou uma classe média negra – conforme o Instituto Brookings, cerca de 71% dos negros são de classe média ou alta [Cf. The Black middle class needs political attention, too. Andre M. Perry e Carl Romer, 27FEV2020]. Bilhões de dólares foram e são consumidos a cada ano por programas como o Head Start e outros, a exemplo do transporte estudantil antidiscriminatório [busing]. Escolas fizeram das tripas coração para matricular estudantes negros. As grandes empresas privadas – e ainda mais o governo – contrataram empregados negros. E, em 2008, Barack Obama foi eleito presidente, pranchando a onda de otimismo nas relações raciais.

Mas, claro, isso não seria suficiente.

Um estudo recente confirmou as conclusões a que chegaram Rushton e Jensen em 2005, indicando que as diferenças de inteligência entre brancos e negros são genéticas, numa proporção de 50% a 70% [Cf. Global Ancestry and Cognitive Ability by Jordan Lasker. Bryan J. Pesta, John G. R. Fuerst e Emil O. W. Kirkegaard, Psych, 30AGO2019]. Portanto, nenhum desses programas jamais poderia soldar a lacuna racial dada pelos caracteres sob influência genética, tão decisivos para o sucesso na economia do século XXI. Na verdade, o assistencialismo social e a revolução sexual – que são políticas progressistas – tiveram efeitos perversos especialmente sobre a família negra. Os indicadores de desestruturação familiar dispararam astronomicamente nos anos sessentas, tanto para negros como para brancos, mas os negros sofreram ainda mais graves consequências – por exemplo, cerca de 70% das crianças negras nascem de pais não casados, taxa que passa de 80% quando os progenitores negros tenham chegado ao ensino médio [Cf. Dramatic increase in the proportion of births outside of marriage in the United States from 1990 to 2016. Elizabeth Wildsmith, Jennifer Manlove, Elizabeth Cook, ChildTrends.org, 8AGO2018].

Essa situação está retratada no gráfico abaixo, transcrita de Coming Apart, de Charles Murray. As curvas mostram a contínua deterioração cultural desde os anos sessentas: a proporção de nascimentos fora do casamento entre os brancos no ano de 2016 é aproximadamente o dobro da percentagem relativa aos negros na década desde 1960 – mas os negros pioraram ainda mais.

Significativamente, entretanto, a liderança do Black Lives Matter opõe-se à “família nuclear ocidental”, apesar das muitas correlações entre a desagregação familiar e efeitos nocivos sobre a infância. Outros negros percebem esse paradoxo (e note os comentários de Marcellus Wiley no final deste vídeo.

Eis a razão da atitude aparentemente perversa do BLM: seus dirigentes proclamam-se marxistas. Eles pertencem, pois, à classe política da elite [Cf. Black Lives Matter co-founder describes herself as ‘trained Marxist’. Yaron Steinbuch, New York Post, 25JUN2020]. Note que Alicia Garza, cofundadora do BLM, identifica-se como judia.

Como, então, entender o envolvimento judeu nisso tudo? Como documentado em meu livro The Culture of Critique, os judeus têm sido a coluna vertebral da esquerda americana desde sua chegada aos Estados Unidos, onde também ocuparam posição central na elite que ascendeu com o Movimento de Contracultura dos anos sessentas. A Escola de Francforte, formada em grande parte por refugiados judeus da Alemanha de Hitler, reconceituou o antissemitismo. Este era, até então, considerado expressão do conflito classial, conforme à perspectiva do marxismo ortodoxo. Os judeus, entretanto, reapresentaram o antissemitismo como expressão do conflito étnico. Outrossim, o ativismo judeu depois da Segunda Guerra nos Estados Unidos buscou importar não brancos como aliados e usá-los contra a tradicional maioria branca americana. Daí o papel crítico dos judeus e das organizações judias na aprovação da Lei da Imigração de 1965.

Os judeus e suas organizações haviam se aliado com os pretos desde o começo do século XX, aquando da criação da National Association for the Advancement of Colored People (NAACP). E, não obstante a considerável história do antissemitismo negro, envolvendo, por exemplo, personagens e episódios como Louis Farrakhan, a recente série de ataques contra judeus ortodoxos em Nova Iorque, as declarações antijudaicas de figuras da mídia negra como Nick Cannon — que também acredita na superioridade racial dos negros sobre os brancos, pelo que, aliás, só pediu desculpas para os judeus, apesar disso tudo, dizíamos, a aliança de negros e judeus permanece de pé ainda hoje.

(Mas o incidente com Nick Cannon mostra quem manda mais nessa aliança tão desigual de negros e judeus, revelando também aqueles por trás da cultura do cancelamento, como seus maiores manipuladores e beneficiários: os judeus. A propósito, Steve Sailer observou que as anteriores insurreições negras foram debeladas quando começaram a criticar os judeus, o que, Sailer pensa, também está acontecendo agora.)

Com efeito, alguns judeus aproveitaram a oportunidade dos recentes movimentos de boicote cultural, chamados também de “cultura do cancelamento”, para renovar os seus infindáveis ataques ao Ocidente. Daí a campanha judia para a remoção de estátuas do rei francês Luís IX (São Luís) de parque na cidade epônima dele (St. Louis) [Cf. Should St. Louis take down the statue of its anti-Semitic namesake? Activists say yes. Ben Sales, Jewish Telegraphic Agency, 26JUN2020].

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Nesse espírito persecutório, o judeu Aiden Pink, do The Forward, querendo deitar mais do seu azeite na lenha da fogueira inquisitória, apareceu com uma listinha (negra) contendo os nomes de oito “antissemitas” que ainda tinham memoriais nos Estados Unidos [Cf. 8 American monuments celebrating anti-Semites, 23JUN2020].

Os “denunciados” eram os seguintes:

(1) Charles Lindbergh: identificou os judeus como povo interessado na entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra, o qual pressionava o governo americano nesse sentido.

(2) Gen. George S. Patton: não foi simpático ao tratamento desigual dispensado a alemães e judeus depois da II Guerra Mundial;

(3) Henry Ford: editor do The International Jew);

(4) Peter Stuyvesant: tentou impedir que os judeus se estabelecessem em Nova Iorque;

(5) Martin Luther: escreveu On the Jews and Their Lies) [Os judeus e suas mentiras];

(6) Presidente Ulysses S. Grant: assinou o decreto que expulsava os especuladores judeus do algodão das áreas sob seu comando durante a Guerra da Secessão;

(7) Mary Elizabeth Lease: apontou a ligação dos judeus com a banca, no que seguia política populista; e

(8) Thomas E. Watson: capitaneou campanha contra o judeu Leo Frank), acusado de assassinato [e linchado].

De quanto mais tempo precisarão os judeus para cancelar também esses nomes da memória pública?

Mas o mais grave dos últimos desdobramentos da Revolução Cultural deste verão consistiu na exclusão do cibermúndio de todo material desagradável para a esquerda. Em síntese, a esquerda parece ter descoberto um caminho para contornar a Primeira Emenda, seguindo a via que passa pela cooptação do setor privado. Os judeus e as organizações judias estão profundamente envolvidos na manobra.

Há não muito tempo, os tecnólogos responsáveis pelo desenvolvimento da rede mundial de computadores defendiam fortemente a ideologia da liberdade de expressão. Essa postura permitiu que as ideias dissidentes, antes quase sem nenhuma veiculação, sempre sob boicote e ataque da academia e da mídia, fossem proclamadas, conhecidas, discutidas e ganhassem muitas consciências no ciberespaço. Então, na gigantesca ágora da mundirrede, as vozes abafadas de antes ressoaram, conquistando ampla audição pública, por meio de canais como o VDARE.com e o The Occidental Observer, este último do autor destas linhas.

Os judeus ficaram assustados com tanta liberdade “concedida” aos góis. E reagiram. Há exatamente vinte anos, as organizações judias, que tanto clamavam pela expressão livre da opinião nos anos cinquentas, quando os esquerdistas sofriam repressão, sentenciaram que a rede-múndi ameaçava os seus interesses, pois os computadores ligavam bilhões de cabeças humanas como que num gigantesco cérebro por onde pensamentos, dados, informações e sentimentos circulavam livremente. Então, decidiram os judeus, esse cérebro devia ser lobotomizado. Começaria a operação com o bisturi da censura: já em 1999, a Autoridade Judia da Anti-Defamation League (ADL) publicara Poisoning the Web: Hate Online: An ADL Report on Internet Hate, Bigotry, and Violence [Envenenando a ciberteia: o ódio na rede: relatório da ADL contra o desamor, a intolerância e a violência no ciberespaço].

(Não chore, caro leitor! “Ódio”, você deve se lembrar, é simplesmente um termo da novilíngua de esquerdistas, em geral, e de judeus, em particular, para designar todo discurso desagradável para eles. Assim, por exemplo, se a intelectual judia Susan Sontag diz que “A raça branca é o câncer da história humana”, não há problema, fica tudo bem.)

Mais recentemente, Andrew Joyce comprovou de forma documental que organizações judias na Europa, como a britânica Community Security Trust e o European Jewish Congress, protagonizam campanhas censoras nas redes Facebook, Microsoft, Twitter, YouTube, Instagram, Google+, Snapchat, Dailymotion e Jeuxvideo.com.

À semelhança do que se passa na Europa, aqui nos Estados Unidos a ADL intrometeu-se profundamente nas empresas de mídia digital e plataformas de redes sociais. A maioria das empresas mostrou-se completamente obediente, mas a ADL apelou a uma campanha de boicote contra o Facebook no pertinente às mensagens tratando do assim chamado “Holocausto”. Eles apresentaram uma

série de exigências como condição para suspender o boicote, como o acesso total por parte dos “defensores dos direitos civis” (isto é, judeus da ADL) a toda informação da empresa, para que procedessem a investigações regulares e independentes sobre o “ódio” na plataforma (pelo que eles atuariam como serviço de inteligência, podendo identificar endereços IP, por exemplo), como também o imediato banimento de “milhares” de grupos da reação de proteção branca, como ainda o uso do logiciário do Facebook para “alvejar” “neonazistas e supremacistas brancos” [“Secure Tolerance”: The Jewish Plan to Permanently Silence the West, Part 3 of 3. Andrew Joyce, The Occidental Observer, 15JUL2020].

É claro que o Facebook não se opõe às “exigências” da ADL por nenhuma razão de princípio. A diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, disse recentemente que “A empresa concorda com os objetivos do boicote para que o Facebook possa defecar-se de todo desamor” [Facebook: increased ad revenue even as ADL-led boycott reduced spending. Marcy Oster/JTA, Jerusalem Post, 3AGO2020].

E o Facebook anunciou dia desses que não permitirá propaganda política na semana imediatamente anterior à eleição presidencial de 3 de novembro [deste ano de 2020]. A manobra prejudica a campanha de Trump, obviamente, que depende fortemente da publicidade das redes sociais como forma de compensar o controle esquerdista da mídia corporativa. Mas essa vantagem “apenas” não satisfaz a canalha “progressista”. Ela quer ainda banir a direita da plataforma do Facebook: simples assim. Ao mesmo tempo, a liberdade que nega a seus oponentes nas redes, ela a quer toda para si. O Facebook parece desesperado para evitar isso. Ocorre que decisões editoriais tão explicitamente tendenciosas poderiam favorecer as forças interessadas em extinguir a proteção dada pela isenção de responsabilidade de que goza o Facebook como plataforma putativamente neutra [Facing immense pressure, Facebook had no choice but to ban new political ads week before election. Jon Swartz, MarketWatch, 4SET2020].

De resto, é patente que as gigantes da publicidade na rede são empresas sob controle judeu: Facebook (a gerente Sandberg e o presidente Mark Zuckerberg) e Google (fundada por Sergei Brin e Larry Page).

A censura também é expediente corriqueiro na PayPal, cujo presidente é Dan Schulman [National Justice Exclusive: Leaked Images From PayPal Seminar Reveals Explicit Racial Bias Against White Customers. Eric Striker, National-Justice.com, 4JUL2020]. A PayPal, que domina o mercado de meios digitais de pagamento, uma empresa privada, goza da condição privilegiada de censora pública. Ela deu para recusar os seus serviços às contas ligadas à defesa branca – ou mesmo às críticas dirigidas à imigração massiva, embora esta bandeira tenha dado a vitória a Trump na eleição de 2016.

Dado o longo envolvimento das organizações judias na supressão dos “discursos de ódio”, inclusive sua recente participação, em colaboração com o [Rev.] Al Sharpton, ligado ao BLM, na condenação da liberdade de expressão na rede, já está claro que todas as cibertecas da direita – especialmente aquelas páginas de resistência da identidade e dos interesses brancos – poderão ser proscritas [Anti-Defamation League CEO Jonathan Greenblatt Joins Al Sharpton to Promote Boycott of ‘Hate’].

A nossa única salvação é que, em sua sanha persecutória, os nossos censores foram longe demais, como é do feitio deles. Os judeus estão exagerando e deverão pagar o preço de seu descaro e audácia: querendo ganhar tudo, tudo podem perder.

No começo deste ano, indagações eram feitas a propósito das razões que levavam os legisladores judeus e as figuras da mídia a gastar tanta energia na inverossímel teoria do impedimento do presidente Trump, a qual estava fadada ao fracasso. Naquela altura, eu respondi que os judeus não resistem à tentação do poder ilimitado. São como aquele escorpião nas costas do sapo.

O impedimento de Trump não podia dar certo e, de fato, não deu.

Da mesma forma, os antifascistas e os tecnototalitários estão indo longe demais agora. Entre os seus temerários avanços, forçando os limites da paciência branca, incluem-se os seguintes episódios: o desmotivado homicídio de um partidário de Trump [Aaron Jay Danielson] nas ruas de Portland [no Oregon, em 29AGO2020]; o afrontoso bloqueio imposto pelo Facebook às cibertecas do grupo a que pertencia a inocente vítima assassinada; o completo silenciamento de toda informação, por parte da mídia dominante, sobre o quase assassinato de membro do grupo de defesa branca Proud Boy, deliberadamente atropelado por militante antifascista, durante o velório de Danielson, – decerto resposta ao atropelamento da também militante antifascista e inocente útil Heather Heyer, por James Alex Fields, na cidade de Charlottesville, Virgínia, em 12AGO2017.

A história ensina que a massa negra e seus mentores judeus logo irão, de novo, longe demais. Qualquer novo golpe judeu poderá ser a gota d’água. Então, será a vez da grande reação branca.


Fonte: Vdare. Autor: Kevin MacDonald. Título original: Are These Antifa/BLM Riots A Jewish Coup?. Data de publicação: 12 de setembro de 2020. Versão brasilesa: Chauke Stephan Filho.


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