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Julius Evola, em um relatório secreto enviado no dia 31 de Agosto de 1938 por um agente da Ahnenerbe para o Reichsführer Heinrich Himmler numa série de três palestras que ele deu em Berlim, foi acusado de “exercer pressão sobre os dirigentes e funcionários do Partido e do Estado”, e de “desenvolver uma atividade de propaganda nos países vizinhos”. Os “países vizinhos” que os relatórios mencionavam eram a França e a Romênia, cujo a capital, Bucareste. Evola, como nós conhecemos de suas memórias, encontrou com Mircea Eliade, que apresentou ele para Corneliu Codreanu, o líder da Guarda de Ferro, do qual Eliade era então um membro. Esse encontro é descrito em “Colloquio col Capo delle ‘Guardie di Ferro” (Conversações com o Líder da ‘Guarda de Ferro), publicado pelo regime fascista no dia 22 de Março de 1938, também em outros artigos que apareceram naquele mesmo ano em vários outros jornais italianos; “La Tragedia della ‘Guardia di Ferro’ Romena”, em si, aparecem em Roma (Os leitores de língua francesa ficarão particularmente interessados em saber que, na tradução francesa deste artigo, publicada no jornal francês Totalité em 1984, algumas frases relacionadas às visões de Codreanu com relação aos judeus foram cortadas).

Aquele que foi chamado por Adolf Hitler como “o pai do nacionalismo europeu” impressionou tanto Julius Evola que ele o evocou novamente em “Il Cammino del Cinabro” (Scheiwiller, Milano, 1963, p. 151-152) e em “Il Fascismo visto della Destra” (‘Fascismo visto da Direita’, Volpe, Roma, 1964, p. 32). Esse encontro aconteceu na sede de Codreanu, a “Casa Verde”, o primeiro “ninho” da Guarda de Ferro, poucos meses antes de ele ser assassinado, junto com outros 30 de seus camaradas, na floresta de Tancabesti por capangas dos mafiosos políticos que estavam em escritório em Bucareste naquele tempo. Adolf Hitler, quando ficou sabendo dos acontecimentos, deu ordens para que os dignitários do Reich que haviam recebido condecorações romenas as devolvessem ao governo romeno. A partir de então, para citar Emile Cioran, “a Romênia é liderada pelo falecido Codreanu”.

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Relato

O carro nos leva para fora dos subúrbios da cidade, por uma longa e miserável rua provinciana, sob um céu cinza e chuvoso. Até que de repente, ele vira à esquerda, entra num caminho de campo, para em frente a uma pequena vila de contornos nítidos, a “Casa Verde”, o centro da Guarda de Ferro, “Nós o construímos com nossas próprias mãos”, o líder dos legionários que nos acompanha, não sem certo orgulho. Nós entramos, passamos por uma espécie de guarita e chegamos ao primeiro andar. Através de um grupo de legionários que se separaram, vindo em nossa direção aparece um homem jovem, alto, esguio, com uma expressão incomum de nobreza, franqueza e energia em seu rosto: olhos cinza-azulados, testa aberta, um genuíno tipo romano-ariano: e, misturado com traços viris, algo contemplativo, místico na expressão. Esse é Corneliu Codreanu, o líder e fundador da ‘Guarda de Ferro’ Romena, aquele que é chamado de “assassino”, “capanga de Hitler”, “conspirador anarquista”, pela imprensa mundial, pois desde 1919, ele tem desafiado Israel e as forças que estão mais ou menos em conluio com ele, em ação na vida nacional romena.

Dentre todos os líderes de movimentos nacionais que nós encontramos durante nossas jornadas pela Europa, poucos, ou nenhum, nos deram uma impressão tão favorável quanto Codreanu. Descobrimos, ao falar com ele, um acordo de ideias tão perfeito como com poucos outros, e encontramos em poucos a capacidade de se elevar tão decididamente do plano do contingente e de relacionar com premissas de natureza genuinamente espiritual uma vontade de ordem política e renovação nacional. O próprio Codreanu não escondeu a sua satisfação em encontrar alguém com algo mais do que a fórmula estereotipada do “nacionalismo construtivo”, pode finalmente ser expressa, uma fórmula que falha em captar a essência do movimento legionário romeno.

Nosso encontro aconteceu no momento da queda do gabinete de Goga, da intervenção direta do Rei, da promulgação de uma nova constituição, do plebiscito. Nós ouvimos detalhes sobre o lado oculto dessa sublevação. Codreanu, numa síntese lúcida, adicionou nossa visão sobre o assunto. Ele tinha muita fé no futuro, e até mesmo na iminente vitória do seu movimento. Se não tivesse reagido e mostrado qualquer oposição, foi por razões táticas precisas: “Se houvesse eleições regulares, como pensava Goga, nós teríamos vencido com uma maioria esmagadora”, disse-nos Codreanu textualmente”, mas perante a alternativa de dizer sim ou não para um fato consumado como a constituição, ela própria inspirada pelo Rei, nós recusamos a aceitar a luta”. E acrescentou: “Conquistamos a primeira linha de trincheiras, depois a segunda, depois a terceira, e então, o adversário, que se fechava num cubículo, na segurança que oferece, dispara contra nós, sem saber que nada gostaríamos melhor do que vir em seu socorro contra seu verdadeiro inimigo”. Nós precisamos relembrar essa outra frase de Codreanu, em relação à nossa pergunta sobre sua postura em relação ao rei: “Mas nós todos somos monarquistas; é justo que não podemos renunciar à nossa missão e fazer compromissos com um mundo ultrapassado e corrupto”.

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E, quando ele quis nos levar de volta para nossa pousada em seu próprio carro, ele não considerou a sensação que isso poderia causar e menos ainda o aviso de nossa legação, que nos havia dito que qualquer um que conhecesse Codreanu seria expulso do reino nas 24 horas seguintes, despedindo-se de nós e sabendo que nós estamos indo para Berlim e Roma. Ele disse para nós: “Todos aqueles que lutam por nossa causa, eu saúdo e lhes digo que o legionarismo romeno está e ficará incondicionalmente ao seu lado na luta antijudaica, antidemocrática, e na luta antibolchevique”.

A tradução italiana do livro de Codreanu “A Guarda de Ferro”, já proclamado em Bucareste, acaba de ser publicada na coleção Europa Giovane (Casa editrice Nazionale, Roma-Torino, 1938). É a primeira parte de uma obra que é simultaneamente a autobiografia de Codreanu e a história de sua luta e de seu movimento, entrelaçada de forma natural com a exposição de sua doutrina e de seu programa nacionalista. Esse livro pode ser comparado com a primeira parte do “Minha Luta”, sem temer que se torne diminuído por essa comparação. De fato, é a própria força, e mesmo a própria tragédia das coisas, que faz com que a narrativa de Codreanu tenha um poder sugestivo particular, e pensamos que qualquer fascista dever tomar consciência por meio dela, as vicissitudes trágicas e dolorosas de uma luta que, em solo romeno, repetiu a luta de nossas próprias revoluções antidemocráticas e antijudaicas. Assim, a verdade, antes escondida ou distorcida por uma imprensa tendenciosa, é finalmente conhecida, e fica claro que quem ignora o fator do movimento legionário, atualmente reprimido, mas certamente não morto, não pode formar uma ideia adequada do possível desenvolvimento do futuro lá.

Por sua própria natureza, o livro de Codreanu não se deixa resumir. Aqui, só poderemos chamar a atenção dos leitores para alguns pontos gerais e doutrinários, que irão caracterizar a natureza do movimento de Codreanu. Já em 1919 e 1920, quando ele ainda era um jovem homem por volta dos seus 20 anos de idade, ele se levantou contra o perigo do comunismo em nome da nação romena, não tanto com palavras, mas com a ação coletiva semelhante à de nossos próprios “esquadrões”, lutando contra trabalhadores revoltosos, substituindo as bandeiras vermelhas que eles montaram em suas fábricas por bandeiras nacionais (romenas). Seguidor de A.C. Cuza, o pai da ideia nacional romena e o precursor da luta antissemita, Codreanu já havia conseguido naquela época ver o que a vitória do comunismo realmente iria significar: não uma Romênia liderada por um proletariado romeno, e sim, sua escravidão, no dia seguinte, pela “mais imunda tirania talmúdica, a tirania israelita”. Mas Israel não perdoa aqueles que já o desmascararam. Já que esse Codreanu se tornou o bête noire da imprensa patrocinada por Israel, o objeto de uma feroz campanha de difamação e ódio, lançada não apenas contra ele, mas contra toda a fé nacional de todo um povo. Codreanu escreveu sobre esses tempos: Em um ano aprendi tanto sobre o antissemitismo quanto seria suficiente para uma vida de três homens. Pois não se podem ferir as sagradas convicções de um povo, o que seu coração ama e respeita, sem causar profunda dor e derramar o sangue do coração. Foi há 17 anos e o meu coração ainda sangra”. Codreanu lutou naquele tempo contra aqueles que glorificavam a internacional vermelha, e seus seguidores que iriam quebrar as fábricas de impressão dos jornais judeus, nos quais o rei, o exército, e a Igreja eram insultados. Mas, depois, precisamente em nome do rei, do exército, e da ordem, uma imprensa romena que possuía maestria quando se tratava de camaleonismo deveria retomar a mesma campanha contra Codreanu, cobrindo seu movimento com puro ódio e desprezo…

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Codreanu escreve: “Eu não consegui definir como eu entrei na luta. Provavelmente como um homem, que estava caminhando pela rua, com suas preocupações, suas necessidades e seus próprios pensamentos, surpreendido pelo fogo que estava consumindo uma casa, tiro fora o paletó e corro para socorrer aqueles que estão presos nas chamas. Com o bom senso de um jovem de cerca de 20 anos, isso é a única coisa que entendi em tudo o que via: que estávamos perdendo a Pátria, que, com o apoio involuntário dos miseráveis, empobrecidos e explorados trabalhadores romenos, a horda de judeus nos varreria.

Comecei com um impulso do meu coração, com aquele instinto de defesa que até o menor dos vermes possui, não com o instinto de autopreservação pessoal, mas de defesa da raça a qual eu pertenço. É por isso que eu sempre tive a sensação de que toda a raça repousa sobre os nossos ombros, os vivos e aqueles que morreram pela Pátria, e todo o nosso futuro, e que a raça luta e fala através de nós, que o rebanho hostil, por maior que seja, em relação a essa entidade histórica, é apenas um punhado de detritos humanos que iremos dispersar e derrotar… O indivíduo no quadro e no serviço de sua raça, a raça no quadro e no serviço de Deus e das leias da divindade: aqueles que entenderem essas coisas vencerão mesmo estando sozinhos. Aqueles que não entenderem, serão derrotados.

Essa foi a profissão de fé de Codreanu em 1922, ao fim de seus estudos na universidade. Como presidente de uma associação nacional de estudantes de direito, ele definiu ao mesmo tempo os principais pontos da campanha antissemita nos seguintes termos: a) a identificação do espírito e mentalidade judaica que se infiltraram de forma imperceptível no modo de sentir e de pensar de uma parte considerável de romenos; b) nossa desintoxicação, a eliminação do judaísmo que foi introduzido na nossa forma de pensar através dos livros de escola, professores, teatro, do cinema…; c) da compreensão e do desmascaramento dos planos israelitas, escondidos por muitas maneiras. Pois nós temos partidos políticos liderados por romenos, através do qual, o judaísmo fala; jornais romenos, escritos por romenos, através dos quais, o judeu e seus interesses falam; professores romenos, pensando, escrevendo e falando hebraicamente, mas na língua romena “Ao mesmo tempo, o problema prático político, nacional e social: o problema das vastas terras romenas literalmente colonizadas por populações exclusivamente judaicas; o problema da alarmante porcentagem de judeus nas escolas, onde eles frequentemente formam uma clara maioria, uma porcentagem equivale à preparação para uma tomada e uma invasão do mundo profissional na próxima geração. Por fim, uma simples ação de desmascaramento: Codreanu pontua que, assim como no período comunista, os líderes do chamado movimento proletário romeno eram exclusivamente judeus, assim como, posteriormente, como membro do parlamento, ele não hesitou em documentar como a maioria dos membros do governo recebia “empréstimos em dinheiro” de bancos judeus.

Com o advento de Mussolini, Codreanu o reconheceu como um “portador da luz, que inspira esperança em nós. Ele será para nós a prova que a hidra pode ser derrotada. Uma prova de que podemos vencer”. Ele completou: “Mas Mussolini não é antissemita. Você se alegra a toa, a imprensa judaica está murmurando em nossos ouvidos. Eu digo: a questão não é por que nos alegramos, e sim, por que, se ele não é antissemita, você se preocupa com sua vitória e porque a imprensa judaica em todo mundo o ataca”. Codreanu viu corretamente que o judaísmo conseguiu dominar o mundo através da Maçonaria e da Rússia através do comunismo. Codreanu dizia: “Mussolini destruiu o comunismo e a Maçonaria”, “ele implicitamente declarou guerra contra o judaísmo também”. A nova mudança antissemita do fascismo provou que Codreanu estava completamente certo. A fim de trazer à luz o ponto de vista antissemita de Codreanu, devemos citar a seguinte frase de seu livro, que mostra que sua visão era particularmente aguda: “Aqueles que pensam que os judeus são pobres coitados, chegaram aqui por acaso, levados pelo vento, guiados pelo destino, e assim por diante, estão enganados. Todos os judeus que existem na face da terra formam uma grande comunidade, unidos por sangue e pela religião talmúdica. Eles são parte de um estado verdadeiramente implacável, que leis, planos e líderes que formularam esses planos e os executam. Tudo está organizado na forma de uma chamada Kehillah (congregação em hebraico). E é por isso que nós nos deparamos, não apenas com judeus isolados, mas com uma força constituída, a comunidade judaica. Em qualquer de nossas cidades e países onde um determinado número de judeus está reunido, um Kehillah é imediatamente criada, ou seja, a comunidade judaica. Essa Kehillah tem seus líderes seu próprio judiciário, e assim por diante. E nessa pequena Kehillah, seja na cidade ou num nível nacional, que todos os planos são formados: como ganhar políticos locais, as autoridades; como trabalhar para abrir caminho para círculos onde possa ser útil ser admito, como por exemplo, entre os magistrados, os funcionários públicos, os altos funcionários; esses planos precisam ser executados para tirar um determinado setor econômico das mãos de um cidadão romeno; como um representante honesto de autoridade oposta aos interesses judaicos poderia ser eliminado; o que pretende aplicar, quando, oprimida, a população se revolta e explode em movimentos antissemitas”.

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Além disso, planos gerais de larga escala:

“1) Eles procurarão romper os laços entre o céu e a terra, fazendo o possível para difundir, em larga escala, teorias ateístas e materialistas, degradando o povo romeno, ou mesmo apenas seus líderes, a um povo separado de Deus e de seus mortos, eles irão querer os matar, não com a lança, mas cortando as raízes de sua vida espiritual;

2) eles então quebrarão os laços de raça com o solo, fonte material de sua riqueza, atacando o nacionalismo e qualquer ideia de pátria e terra natal; determinados a ter sucesso, eles irão procurar tomar conta da imprensa;

3) usarão de qualquer pretexto, já que no povo romeno há dissensões, mal-entendidos e brigas, para dividi-los em tantos partidos antagônicos quanto possível;

4) eles procurarão monopolizar cada vez mais os meios de existência dos romenos;

5) eles irão conduzi-los sistematicamente à dissolução, aniquilando a família e a força moral sem esquecer de degradá-los e atordoá-los por meio de bebidas alcoólicas e outros venenos. E, na verdade, qualquer um que queira matar e conquistar uma raça poderia fazê-lo adotando esse sistema”. De qualquer forma, desde o imediato pós-guerra mundial até o presente momento, o movimento de Codreanu tem buscado lutar em todos os setores dessa ofensiva judaica lançada na Romênia pelos 2 milhões e meio de israelitas lá e pelas forças afiliadas ou financiadas por Israel.

O incômodo dos planejadores políticos e a necessidade de criar um “novo homem” são outros pontos centrais da doutrina de Codreanu. “O tipo de homem que vive hoje em dia na cena política romena”, escreve Codreanu, “Eu já encontrei na história: sob seu governo, nações morreram e Estados foram destruídos”. Para Codreanu, o maior perigo nacional reside no fato de que o tipo puro da raça Dacio-Romena foi distorcido, desfigurado e substituído pelo conquistador político; “Esse germe moral, que não mais possui qualquer vestígio da nobreza de nossa raça, nos desonra e nos mata”. Enquanto existir o conspirador político, as forças antinacionais irão sempre encontrar instrumentos adequados, sempre serão capazes de criar intrigas cujo apenas servem ao seu jogo. Se a Constituição Romena de 1938 colocou fim no sistema de partidos, foi muitos anos que Codreanu assumiu uma posição tão radical a ponto de dizer: “O jovem que se filia num partido político é um traidor de sua geração e de sua raça”.

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Não é questão de novos partidos ou fórmulas, mas de um novo homem. É essa visão que deu origem ao legionarismo de Codreanu, que significa, antes de tudo, uma escola de vida, locus de formação de um novo tipo, no qual se encontram “desenvolvidas ao máximo, todas as possibilidades da grandeza humana onde foi semeada por Deus e no sangue de nossa raça”. A primeira organização legionária fundada se chamava “Legião do Arcanjo São Miguel”, uma designação cuja escolha já revela o lado místico, religioso e acético de tal nacionalismo. A criação desse novo tipo é, de acordo com Codreanu, o principal, o resto é de importância secundária, e seguirá como uma consequência inevitável através de um processo natural e irresistível é por esse homem regenerado que o problema judaico será resolvido, que se encontre uma nova forma política, que desperte aquele magnetismo que é capaz de afastar as multidões, de facilitar cada vitória e conduzir a raça pelo caminho da glória.

Uma característica e aspecto especial do movimento legionário romeno era que, em sua construção atual na forma de “ninhos”, sua principal preocupação era criar uma nova forma comum de vida, conectada com critérios éticos e religiosos estritos. O fato de Codreanu ter imposto a disciplina do jejum de dois dias por semana pode, portanto, ser uma surpresa para muitas pessoas, e também é interessante saber o que ele pensa sobre o poder da oração, pensamentos que parecem apropriados para uma pessoa que pertence a uma ordem religiosa e não a um líder político: “A oração é elemento decisivo na vitória. Guerras são vencidas por aqueles que têm conseguido atrair apoio de outro lugar, dos céus, as misteriosas forças do mundo invisível e garantir seu apoio. Essas forças misteriosas são as almas dos mortos, as almas dos nossos antepassados, que outrora estiveram, como nós, ligadas aos nossos torrões, aos nossos sulcos, que morreram pela defesa desta terra e ainda hoje estão ligadas a ela pela memória de suas vidas e por nós, seus filhos, seus netos, seus bisnetos. Mas, acima das almas dos mortos, está Deus. Uma vez que essas forças são atraídas, elas têm um poder considerável, elas nos defendem, elas nos dão coragem, vontade, todos os elementos necessários à vitória e que nos fazem vencer. Eles trazem pânico e terror entre os inimigos, paralisam sua atividade. Em última análise, as vitórias não dependem apenas da preparação material, das forças materiais dos beligerantes, mas de seu poder de garantir o apoio das forças espirituais. A justiça e a moralidade das ações e o apelo fervente e insistente por elas na forma do rito e da oração coletiva atraem tais forças”.

Aqui está outra frase característica de Codreanu:

“Se o misticismo cristão e seu objetivo, êxtase, é o contrato do homem com deus através de um salto da natureza humana para a natureza divina, o misticismo nacional nada mais é do que o contato de homem e suas multidões com a alma de sua raça através do salto que essas forças fazem do mundo dos interesses pessoais e materiais para o mundo exterior da raça. Não através da mente, já que isso qualquer um pode fazer, mas vivendo com sua alma”.

Outro aspecto típico do legionarismo da ‘Guarda de Ferro’ é uma espécie de compromisso acético por parte de seus líderes: eles devem se abster de ir a bailes, cinemas ou teatros, evitar qualquer demonstração de riqueza ou até mesmo mera riqueza. Uma força especial de tempestade de 10 mil homens, que foi chamada em homenagem a Moza e Marin, dois líderes dos ‘Guardiões de Ferro’, caídos na Espanha, tinha, para seus membros, quase como em algumas antigas ordens de cavalaria, a cláusula de celibato, enquanto eles pertenciam a essa força: uma vez que nenhuma ocupação mundana ou familiar poderia diminuir sua capacidade de se dedicaram a qualquer momento à morte.

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Embora, ele tenha sido por duas vezes membro do parlamento, Codreanu assertivamente afirmou-se desde o começo contra a democracia; para citá-lo literalmente, a democracia quebra a unidade da raça, pois dá origem ao partidarismo; é incapaz de dar continuidade ao esforço e a responsabilidade; é incapaz de ter autoridade, pois carece do poder de sanção e torna o político escravo de seus partidários; está a serviço das altas finanças; torna milhões de judeus cidadãos romenos. Codreanu afirmava o contrário, o princípio da seleção social e das elites. Teve uma intuição precisa das novas políticas das nações visando à reconstrução, cujo princípio não era a democracia, muito menos a ditadura, mas uma conexão entre a nação e o líder como existe entre poder e realidade, instinto e expressão obscuros. O líder dessas novas formas políticas não é eleito pela multidão, mas a multidão, a nação, consente com ele e reconhece em suas ideias suas próprias ideias.

A premissa é uma espécie de despertar interior, que começa no líder e nas elites; Devemos citar Codreanu: “É uma nova forma de liderança de Estados, nunca encontrada antes. Não sei que designação será dada, mas é uma nova forma. Acho que é baseado nesse estado de espírito, esse estado de mais alta consciência nacional, onde, mais cedo, ou mais tarde, se espalha para a periferia do organismo nacional. O que antes dormia na alma das pessoas, como instinto racial, é nesses momentos refletido em suas consciências, criando um estado de iluminação unânime, que só se encontra nas grandes experiências religiosas, podendo ser justamente denominado estado de ecumenicidade nacional.

O homem-macaco como todo atinge a autoconsciência, a consciência de seu significado e de seu destino no mundo. Na história, não encontramos nos povos senão centelhas, ao passo que, desse ponto de vista, temos hoje fenômenos nacionais permanentes. Nesse caso, o líder não é mais um ‘chefe’ que ‘faz o que quer’, que governa de acordo com ‘o seu próprio bem’: ele é a expressão desse estado invisível da mente, o símbolo desse estado de consciência. Ele não faz o que quer, ele faz o que tem que se fazer. Ele é guiado, não por interesses individuais, nem por interesses coletivos, mas sim, por interesses da nação eterna, a cuja consciência o povo atingiu. No quadro desses interesses e apenas no seu quadro, tanto os interesses como os coletivos encontram o mais alto grau de satisfação normal”.

Que Codreanu então não excluiu que essas novas formas de nacionalismo possam ser compatíveis com instituições tradicionais é comprovado por seus ideais sobre a instituição monárquica, que encontram exoressão nas seguintes palavras: “Eu rejeito o republicanismo. Na frente de todas as raças, acima da elite, existe a monarquia. Nem todos os monarcas são bons, entretanto, a monarquia é sempre boa. O monarca como indivíduo não deve ser confundido com a instituição monárquica, as conclusões tiradas disso seriam falsas. Pode haver padres ruins, mas isso não significa que temos que chegar a conclusão de que a Igreja precisa ser eliminada e Deus apedrejado até a morte. Certamente existem monarcas fracos ou monarcas ruins, mas nós não renunciamos a monarquia. A raça tem uma linha de vida. Um monarca é grande e bom, quando ele permanece nessa linha, ele é mesquinho e mau, na medida que ele se afasta dessa linha racial de vida. Existem muitas linhas pelas quais um monarca pode ser tentado. Ele deve colocá-las todas de lado e seguir a linha da raça. Aqui está a lei da monarquia”.

Se, nos pontos principais, essas são as ideias de Codreanu e da sua “Guarda de Ferro”, as vicissitudes de sua luta acabaram tragicamente quase além da compreensão e, até recentemente, pareciam dever-se a alguns infelizes mal-entendidos. Até recentemente, dizemos, pois na medida em que o regime democrático subsistia na Romênia, com sua conhecida subserviência a todos os tipos de influências indiretas e mascaradas e uma instituição monárquica meramente simbólica, era compreensível que um movimento como o de Codreanu fosse impedido por qualquer meio ou qualquer custo, um dia por uma fórmula, outro pela outra, por motivos de oportunismo, desde que o efeito fosse o mesmo e o adversário perigoso fosse afastado. Essas amargas observações de Codreanu são fáceis de entender:

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“Em 1919, 1920 e 1921, toda a imprensa israelita invadiu o Estado romeno, desencadeando o caos em toda parte e exortando à violência contra o regime, à forma de governo, a Igreja, a ordem romena, o ideal nacional, patriotismo. Agora, como num passe de mágica (em 1936), a mesma imprensa, dirigida justamente pelo mesmo povo, tornou-se protetora da ordem do Estado e de suas leis, e se declara ‘contra a violência, e nós viramos os ‘inimigos do país’, os ‘extremistas de direita’, ‘no pagamento e no serviço do inimigo da romanidade’, e, em breve, ouviremos isso: que somos patrocinados por judeus”.

E Codreanu continua:

“Recebemos em nossas bochechas e em nossas almas romenas sarcasmo após sarcasmo, bofetada após bofetada, a ponto de realmente estar nessa situação terrível: os judeus são retratados como defensores da romanicidade e são protegidos de problemas e capazes de viver em tranquilidade e afluência, enquanto nós, ao contrário, somos retratados como inimigos da romanicidade, e nossas vidas e liberdades são ameaçadas quando as autoridades romenas nos caçam como cães hidrofóbicos. Tudo isso eu vi com meus próprios olhos e suportei hora após hora, e isso tem amargurado a mim e aos meus camaradas até o fundo de nossas almas. Começar a lutar por seu país, sua alma pura como uma lágrima nos olhos; lutar por anos e anos na pobreza e em fome oculta, mas excruciante; ver-se num ponto, retratado como um inimigo de seu país, perseguido por romenos, difamado como um recebedor de fundos estrangeiros; e ver o povo judeu no controle total de seu país, elevado ao status dos protetores da romanicidade e do Estado romeno, que você e a juventude do país estão supostamente ameaçando; tudo isso é realmente terrível de suportar”.

E os leitores podem perceber que não são apenas palavras, ao passarem pelo livro, em que toda via crucis da ‘Guarda de Ferro’ está documentada: prisões, perseguições, julgamentos, difamações, o próprio Codreanu passou por vários julgamentos, mas, até agora, as acusações contra ele sempre foram rejeitadas: em um julgamento de homicídio – ele matou com as próprias mãos os assassinos de seus camaradas – é notável que 19.300 advogados de todo o país se ofereceram oficialmente para defendê-lo.

Depois da experiência Goga, parecia que o regime democrático havia chegado ao fim na Romênia e que uma nova forma autoritária de governo surgiria. No exterior, não sabemos muito sobre o que aconteceu por trás dessas interrupções. Embora a ‘Guarda de Ferro’ já tenha sido dissolvida, o fato é que nesta nova fase da política romena estava escondida a continuidade da luta entre Codreanu e as forças contrárias à sua concepção de Estado e nação. O governo Goga teria sido formado em caráter experimental e, ao mesmo tempo, por uma razão tática precisa. Por meio do nacionalismo moderado e do antissemitismo de Goga, eles procuraram desviar as forças que o movimento de Codreanu estava atraindo e ganhando cada vez mais força, oferecendo um substituto fácil de domar. Perceberam, porém, que, para usar a expressão de Mussolini a respeito do plebiscito proclamado por Schuschnigg, o experimento era perigoso e que o dispositivo poderia escapar das mãos de quem o preparou. O regime de Goga não foi tomado como um substituto pelo povo, um substituto com o qual eles teriam se contentado, mas as pessoas viram isso como um sinal de consentimento preliminar à corrente nacionalista plena: o fato de que Goga se opôs firmemente a Codreanu (e esse foi uma das razões de sua escolha) não os perturbou tanto quanto seu programa, que se opunha ao nacionalismo, ao antissemitismo e, de fato, a toda a necessária revisão da postura política internacional da Romênia. De forma que, se as eleições anunciadas por Goga tivessem ocorrido muito provavelmente ele teria sido arrastado por uma corrente mais forte que ele, embora indo à mesma direção. Reconhecendo esse perigo, o rei decidiu por intervir pessoalmente.

Ele pôs fim no sistema partidário democrático e fez com que fosse promulgada uma constituição, na qual o principal era a centralização do poder, direta ou indiretamente, nas mãos do monarca. Uma revolução autoritária de cima, baseada, como dizemos, no tribunal em vez de na arena pública. Diante disso, a ‘Guarda de Ferro’, ao avisar o regime das consequências de suas atitudes, voluntariamente o partido que havia constituído, ‘Todos pela Pátria’, e retirou-se silenciosamente, propondo-se a centrar sua ação essencialmente no plano espiritual, para atuar principalmente no sentido de formação espiritual e de seleção do grande número de membros que, durante o último período e aparentemente em busca das ideias do governo Goga, haviam se juntado às fileiras de Codreanu. Estávamos naquela época da Romênia, e a solução que os elementos romenos mais sérios julgaram desejável e provável era uma superação da antiga oposição e uma colaboração, a nível nacional, entre o regime e o legionarismo. Essa não foi apenas a opinião expressa pelo principal teórico romeno do Estado, Manoilescu, ou por aqueles que muito facilitaram o retorno do rei à Pátria, como Nae Jonescu, mas também pelo ministro Argetoianu, principal inspirador da nova constituição, em conversa que então mantivemos com ele, não excluía essa colaboração, desde que – essas foram suas próprias palavras – a “Guarda de Ferro” renunciasse aos métodos anteriores.

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Obviamente, não negaríamos que, em condições normais, quando seu poder e importância estão intactos, a Monarquia não precisa de nenhuma duplicata ditatorial para cumprir de forma adequada sua função. No entanto, não é assim que as coisas parecem num Estado onde a tradicional fides foi trocada pela intriga política, em que a hidra judaica enrolou seus tentáculos em torno dos maiores núcleos vitais da nação e a democracia eleitoral multipartidária minou a integridade ética e o sentimento patriótico de vastas camadas políticas Em tais condições, deve haver um movimento coletivo, que irá varrer criar, transformar e ressuscitar toda a nação, essencialmente a partir de um novo Estado de consciência e de forças de um ideal e uma fé. E a instituição monárquica, se está presente, não é derrubada por um movimento nacional totalitário, mas ao contrário, desenvolvida e completada, como mostra o exemplo da Itália. Nesses termos, a colaboração entre o novo regime e o movimento legionário nacional de Codreanu teria sido desejável e possível, especialmente, pois, como vimos, Codreanu defendeu expressamente a ideia monárquica e nunca pensou em se oferecer para ser o novo monarca da Romênia – nem mesmo seus oponentes jamais sugeriram isso.

Os acontecimentos mais recentes mostraram que essas esperanças eram ilusórias e aceleraram a tragédia. Logo após a aprovação da nova constituição, Codreanu foi preso outra vez. Por quê? Porque foi lembrado depois de muitos meses que ele havia ofendido gravemente mais uma vez o ministro do gabinete – algo que ao longo de sua carreira, sob a pressão das suas circunstâncias, ele na verdade nunca foi capaz de evitar. Mais tarde, ele foi acusado de conspirar contra a segurança do reino. Mas a verdade é que a prisão de Codreanu se deu praticamente no dia seguinte ao Anschluss. Portanto, é extremamente provável que tenha sido feita pelo medo de que, como uma repercussão do triunfo dos nacionais-socialistas na Áustria, as forças do nacionalismo romeno, embora castigadas, pudessem voltar à ação. Queriam agastar, de uma forma ou de outra, o líder desse último. O julgamento terminou com pena de prisão de 10 anos para Codreanu, juntamente com a detenção de um grupo de sublíderes e de muitas pessoas suspeitas de pertencerem à ‘Guarda de Ferro’ ou de apoiá-la. Ficou claro para todos que a situação política nacional na Romênia estava altamente exacerbada e longe de qualquer tipo de estabilização. Eles não podiam deixar de ver que, enquanto os julgamentos anteriores contra Codreanu, que ocorreram numa época em que as forças que se opunham a ele haviam feito o máximo uso das possibilidades que terminaram invariavelmente em demissões, sob a nova constituição antidemocrática e “nacional” foi pronunciada uma sentença, o que equivalia a uma provocação a todas as forças do legionarismo romeno, tão presentes e tão numerosas, embora, agora, latentes e difíceis de identificar.

E embora nada muito preciso fosse conhecido sobre o novo julgamento, é claro que esta sentença foi muito severa, ou não severa o suficiente, uma vez que, se Codreanu pudesse ter sido condenado positivamente por realmente conspirar contra o Estado, dado o animus que o levou para o julgamento, esta foi a melhor oportunidade para eliminá-lo definitivamente, já que esse crime era punido, na nova constituição, com a pena de morte. Ao contrário, eles tiveram que se limitar a 10 anos.

O que não se atreveram a fazer naquele momento, porém, o fizeram depois, e o que se previa inevitavelmente aconteceu. Após o primeiro momento de estupefação, as forças fiéis a Codreanu recorreram a métodos terroristas de retaliação, o ‘batalhão da morte’ entrou em ação e um ‘tribunal nacional’ secreto foi montado para julgar e golpear aqueles que, da ponta legionária de vista, eram os mais culpados para com a nação. Esta convulsão tornou-se ainda mais intensa após a capitulação de Praga e a cimeira de Munique, mas, infelizmente, apenas conduziu a uma situação cada vez mais difícil: houve cada vez mais detenções, um ato de injustiça levou a outro, recentemente o reitor da universidade de Cluj, particularmente hostil à ‘Guarda’, foi morto, dois governadores provinciais foram condenados à pena de morte, a ser executada até janeiro, pelo misterioso ‘tribunal nacional’ Legionário, temos a sensação de uma área altamente sensível, a tal ponto que personalidades de alto escalão, incluindo um príncipe de sangue real e o general Antonescu, ministro da Guerra no governo Goga e atualmente comandante do Segundo Corpo de Exército, foram removidos, banidos ou presos. Os acontecimentos tornaram-se cada vez mais rápidos e, à medida que ambos os lados se tornavam cada vez mais amargurados, chegamos à última fase da tragédia. No dia 30 de novembro, um lacônico comunicado oficial anunciava que Codreanu, junto com outros trinta legionários, lideranças do movimento, também presos, haviam sido mortos pela polícia enquanto tentavam fugir. Seus cadáveres foram aparentemente enterrados em três horas, ou seja, quase imediatamente, para evitar qualquer investigação posterior das circunstâncias de suas mortes.

Chega-se assim ao limite da tensão, é enorme a impressão que o acontecimento suscita em toda a Romênia, no qual se contam milhões de apoiantes de Codreanu, e o estado de sítio, já em vigor por diversos motivos, foi alargado para todo o reino, de modo que a situação romena parece turva, como tem sido apenas em alguns momentos de sua história nacional. Declaramos e enfatizamos que, a menos que imaginemos que Codreanu era completamente desonesto – algo que qualquer um que já esteve em contato com ele por uma questão de minutos, ou sentiu a fé, o entusiasmo e a profunda sinceridade com que todos os seus escritos foram impregnados, será imediatamente descartado – é impossível acreditar que seu movimento fosse de qualquer forma de natureza subversiva, ou que tivesse objetivos de outra forma que não os de reconstrução nacional e antissemita do ‘fascista’ ou nacional-socialista tipo, respeitoso do princípio monárquico. E então? Podemos nos perguntar legitimamente sobre as forças que causaram, ou pelo menos contribuíram para a tragédia da “Guarda de Ferro”. Quando Codreanu foi preso pela última vez, estávamos em Paris e ouvimos as explosões de alegria que acompanharam a publicação desta notícia nos jornais antifascistas e judaico-bolcheviques. Não vamos longe demais se dissermos que, depois da Tchecoslováquia, em todo o Centro-Leste da Europa, a Romênia é a última região rica em numerosos recursos, preciosos tanto do ponto de vista econômico quanto estratégico, que ainda está livre de o jogo das obscuras “forças” em ação nas “grandes democracias”, nas altas finanças, no judaico-bolchevismo; e, para tais forças, perseguir os interesses míopes de curto prazo de alguns indivíduos por meio de caminhar entre cadáveres, mesmo os cadáveres de jovens nobres e generosos, é apenas uma ninharia…


Fonte: Alerta Nacionalista (blog)

By Julius Evola

Giulio Cesare Andrea Evola (1898 - 1974) filósofo, pintor, poeta, escritor e esotérico italiano. Homem Livre por excelência, expoente máximo da defesa da Tradição integral e grande figura aristocrática tradicionalista italiana, é hoje grandemente desconhecido do público, tendo menos de meia dúzia de obras traduzidas para português. Entre suas obras em português: A Tradição Hermética nos seus símbolos, na sua doutrina e na sua régia, O Mistério do Graal, A metafísica do Sexo, Revolta contra o Mundo Moderno e Hierarquia e Democracia.

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