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“Quando falamos de capitalismo – todos sabem disso – não estamos falando de propriedade. Propriedade privada é o oposto do capitalismo; a propriedade é a projeção direta do homem sobre suas coisas: é um atributo elementar humano.

O capitalismo vem substituindo essa propriedade do homem pela propriedade do capital, do instrumento técnico de dominação econômica. O capitalismo, por meio da concorrência terrível e desigual do grande capital contra as pequenas propriedades, anulou o artesão, a pequena indústria e a pequena agricultura: colocou tudo – e está colocando cada vez mais – no poder das grandes confianças, de grandes grupos bancários.

O capitalismo tem substituído essa propriedade do homem pela propriedade do capital, do instrumento técnico de dominação econômica.

O capitalismo, através da competição terrível e desigual do grande capital com a pequena propriedade, anula o artesão, a pequena indústria, a pequena agricultura; Ele colocou tudo – e está colocando cada vez mais – nas mãos dos grandes fundos, dos grandes grupos bancários. No final, o capitalismo se reduz à mesma situação de angústia, à mesma situação subumana do homem, desapegada de todos os seus atributos, de todo o conteúdo de sua existência, a empregadores e trabalhadores, a trabalhadores e empresários.

E que se eu quisesse que estivesse bem gravado na mente de todos; Já é tempo de não nos entendermos mal de que os partidos trabalhistas são apresentados como partidos antiempregadores, nem que os grupos empregadores são apresentados como opostos, como adversários, na luta com os trabalhadores.

Os trabalhadores, os empresários, os técnicos, os organizadores formam a grama total da produção, e existe um sistema capitalista que, com crédito caro, que com privilégios abusivos de acionistas e obrigacionistas, toma, sem trabalhar, a melhor parte produção e mergulha e empobrece empregadores, empregadores, organizadores e trabalhadores.

Pense no que o homem europeu passou a ser reduzido pelo capitalismo. Ele não tem mais um lar, não tem mais patrimônio, não tem mais individualidade, não tem mais artesanato, já é um número simples de aglomerações. Existem demagogos de esquerda por aí que falam contra propriedades feudais e dizem que os trabalhadores vivem como escravos.

Bem, para nós, que não cultivamos nenhuma demagogia, podemos dizer que a sociedade feudal era muito melhor que a sociedade capitalista e que os trabalhadores são piores que os escravos.

A propriedade feudal impôs uma série de encargos ao senhor, embora lhe devessem direitos; ele teve que cuidar da defesa e até da manutenção de seus súditos. A sociedade capitalista é fria em implacável; na melhor das hipóteses, ele não cobra o aluguel, mas ignora o destino dos sujeitos.

E quanto aos escravos, estes eram um elemento patrimonial na fortuna do senhor; o senhor teve que tomar cuidado para que o escravo não morresse, porque o escravo lhe custou dinheiro, como uma máquina, como um cavalo, enquanto agora morre um trabalhador e os grandes senhores da indústria capitalista sabem que têm centenas de milhares de pessoas famintas esperando na porta para substituí-lo.


Discurso pronunciado por José Antonio Primo de Rivera, Madri,19 de maio de 1935. IN: Obras completas. p.66.

Fonte na web por lagazeta.com. Traduzido para o português por Alerta Nacionalista (Blog).

By Alerta Nacionalista

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