John T. Bennett: O Debate do Holocausto

 

Desde que eu fui um orador na convenção aqui nesta cidade de Los Angeles no último ano, parece para mim que pouco tem mudado na América desde aquele tempo. Você parece ainda estar vivendo em uma situação “1984” onde questões públicas importantes não podem ser debatidas na mídia. Talvez você necessita de alguma garantia de liberdade de expressão e liberdade de imprensa na sua Constituição? Ah, você tem isso, não tem? Bem, isso não parece estar funcionando muito efetivamente!

Você pode pensar da Austrália apenas como um lugar onde cangurus pulam pelas ruas principais, o que é um pouco como uma pedreira de matérias primas, e um lugar onde você pode plantar suas bases militares de modo que nós possamos nos tornar um alvo nuclear. Mas, nós também parecemos ser um país onde há uma quantidade justa de liberdade de expressão em questões importantes e em particular uma muito questão importante – o Holocausto.

Uma razão que eu tenho me tornado envolvido no debate mundial sobre o Holocausto, é que ele é, como, como os judeus sionistas dizem, “a arma de propaganda número um de Israel,” e o sentimento de culpa inculcados na sociedade ocidental sobre o Holocausto levaram a um apoio não crítico de Israel o qual em troca pode levar para uma guerra mundial, e tem já contribuído para um aumento sete vezes dos preços do petróleo. Então, obviamente, o Holocausto é uma questão importante. Ela não é uma questão relativamente trivial tal como o porque o navio Lusitania foi afundado em 1916 ou porque incidentes particulares aconteceram na Primeira ou Segunda Guerra Mundial.

A supressão da verdade sobre o Holocausto poderia mais ou menos diretamente contribuir significantemente para uma Holocausto real, uma guerra mundial na qual muitas pessoas, incluindo australianos e americanos – em particular o povo branco – sofreriam gravemente. Como uma questão de algum interesse: por que um país tal como a América onde a maioria do povo pode dizer qualquer coisa que ela goste (as leis de obscenidade aqui sendo o que elas são) e fazem praticamente qualquer coisa que ela goste, uma coisa que os americanos não podem fazer é publicamente desafiar o Holocausto, ou a “Causa Sagrada,” conforme ela talvez possa ser mais precisamente descrita. Quando eu estive aqui a última vez na América, eu enviei uma carta a oitenta jornais importantes aqui nos EUA e para a maioria de suas redes de televisão.

Houve somente um jornal que publicou aquela carte e foi o The Spotlight. Foi, eu pensei, uma carta bastante boa relacionada em essência à sobrevivência da espécie humana nos termos que eu tinha já indicado; a possibilidade de uma guerra mundial devido a manipulação em massa da mente, especialmente em relação ao Holocausto. Embora nós não temos uma garantia constitucional de liberdade de expressão na Austrália, nós parecemos, de fato, ter um maior grau de liberdade de expressão do que você tem na América. Contudo, o próprio amplo debate sobre o Holocausto na Austrália pode ser muito em grande parte devido ao fato que eu, grande extensão, o iniciei e tenho uma reputação de ser alguém que defende a liberdade de expressão, e se tornou muito difícil para as pessoas tentarem me calar ao dizer que eu sou um neonazista ou um antissemita ou um caso patológico, etc.

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Na Austrália o Holocausto tem sido debatido em três de nossas quatro estações de televisão nacionais. Ele tem sido amplamente debatido em importantes jornais tais como o Melbourne Age e importantes (para os padrões australianos) semanários e mensais. Para traçar alguma comparação americana; se você pudesse conseguir debater indo na NBC, ABC e CBS, Los Angeles TimesThe New York Times, e a revista do Mr. William Buckley’s, a National Review, você então teria alguma coisa como o debate que tem acontecido na Austrália. Naturalmente, conforme eu tenho indicado pela minha referência às oitenta cartas que eu enviei quando eu estive aqui a última vez e somente uma sendo publicada, é muito difícil conseguir este assunto importante discutido na mídia e talvez outros assuntos também; os quais levam, naturalmente, diretamente ao assunto, ou a questão, de quem controla a mídia nos Estados Unidos. Apenas olhando nos créditos dos apavorantes programas de TV e apavorantes filmes que nós usualmente recebemos da América na Austrália, é para mim muito óbvio quem controla partes muitos significantes da mídia aqui na América. As pessoas que controlam a mídia aqui são, naturalmente, judeus sionistas, e judeus antissionistas tais como Alfred Lilienthal e outras pessoas muito corajosas têm todos os tipos de dificuldades em conseguir suas visões ventiladas.

Eu penso que de fato há muito mais judeus antissionistas então do que é aparente à primeira encarada, porque os judeus, como muitos gentis, têm estado sob lavagem cerebral para aceitar uma certa visão da história, e eles, como os gentis, encontram muito dificuldade para resistir a grupos de pressão, pensar por eles mesmos, e ignorar ameaças verbais por eles próprios, e não se preocupar sobre suas perspectivas de emprego. Há alguns judeus na Austrália, e alguns na América, que estão preparados para olhar dentro da questão do Holocausto, e é realmente apenas uma questão de começar a perguntar as questões certas. Porque se você não pergunta as questões certas ou se você não pergunta quaisquer questões relevantes, você não consegue quaisquer respostas ou você certamente não consegue as respostas certas. Você tem apensas de conseguir perguntar questões tais como “Por que nós temos muita propaganda sobre o Holocausto?” “Por que os americanos conhecem que seis milhões de judeus morreram na Segunda Guerra Mundial, mas não conhecem quantos muitos americanos morreram?” “Por que nós conseguimos muita propaganda de Hollywood sobre os sofrimentos dos judeus e tão pouca informação sobre o sofrimento de outros povos?” Naturalmente, os judeus sofreram durante a Segunda Guerra Mundial, os alemães sofreram durante a Segunda Guerra Mundial. Simplesmente aproximadamente todos sofrem na guerra. Se há de haver outra guerra mundial surgindo da supressão a cerca do Holocausto e da ascensão de Israel, naturalmente isso será um Holocausto real, um holocausto massivo nos qual todos os povos – australianos, alemães, americanos – irão sofrer.

Naturalmente, eu sou da Austrália: a qual é virtualmente uma colônia da América, e a América é virtualmente uma colônia de Israel, então nós não desejamos particularmente estar recebendo, no fim, uma guerra surgindo da censura na América e do surgimento da falta de coragem de acadêmicos americanos (especialmente) e, de fato, dos acadêmicos de todos os lugares, para discutir este assunto. Qualquer um que teve muito a ver em tentar conseguir um debate em relação ao Holocausto – (e há um Sr. Smith aqui que publicou uma pequena revista chamada Smith’s Journal que talvez saberia do que eu estou falando) – saberia que há todos tipos de estratagema e mecanismos para tentar silenciar o debate. Um dos mais efetivos estratagemas é apenas o que poderia ser chamado, eu suponho, o tratamento silencioso – para não ter, afinal, qualquer debate. Mas há uma grande responsabilidade jazendo sobre os historiadores nesse assunto.

A primeira coisa que eu fiz como um advogado bastante lógico quando eu primeiramente li o livro de {Athur} Butz (The Hoax of thr Twentieth Century, IHR, $10,00; brochura, $6,00) eu pensei comigo mesmo enquanto cambaleava (porque é de mais que aborrecer a mente pensar que se pode ser inescrupulosamente enganado por tanto tempo em tal questão histórica básica) – a primeira coisa que eu fiz foi enviar cópias de Butz para historiadores ao redor da Austrália pedindo pelos comentários deles. Aguns deles escreveram de volta dizendo que eu era um neonazista e um antissemita, esse tipo de coisa. Outros podem ter feito alguns pontos com o mínimo de esforço e reflexão, os quais eu respondi. Então eu respondi as respostas deles e então houve silencia e eu escreveria mais cartas dizendo “Poderia você cuidar mais elaboradamente sobre isto, etc.” Então eu pensei que a principal razão que não havia um debate sobre o Holocausto é que se houvesse um debate, se houvesse um livre comércio de ideias sobre esse assunto, não haveria nem uma dúvida quanto ao que é a verdade. A verdade é exposta mais ou menos na tese de Butz ou na de Faurisson. Nas é impossível ter liberdade de expressão e então livre debate e chegar à verdade onde você tem pessoas perseguidas, onde você tem pessoas se tornando talvez desnecessariamente medrosas, onde você tem uma mídia controlada impedindo uma discussão livre dessas questões.

Arthur R. Butz: The Hoax of the Twentieth Century—The Case Against the Presumed Extermination of European Jewry; 4th, edição corrigida e ampliada. Para comprar livro físico ou baixar gratuitamente o PDF acesse Holocaust Handbooks & Documentaries – Presented by Castle Hill Publishers and CODOH.

Eu disse antes que o problema é não tanto que as respostas erradas estão sendo dadas, mas que as questões certas não estão sendo perguntadas. Por causa que você somente tem de começar perguntando questões tais como “Por que o Zyklon B foi usado?” “Por que haviam campos de concentração?” “Por que Auschwitz estava lá?” “Por que ele foi estabelecido?”  “Que funções industriais ocorreram em Auschwitz?” “Os alemães tinham mão de obra curta em 1944?” “Foi logicamente viável mover tantas muitas pessoas, digamos, da Hungria para Auschwitz em 1944?” Apenas uma série de questões e respostas são muito óbvias, eu acho, a partir mesmo de uma leitura razoavelmente sem esforço dos dados disponíveis. Se você se manter fazendo as perguntas para as questões certas, você conseguira eventualmente as respostas certas.

{John T. Bennett: ‘{…}você somente tem de começar perguntando questões tais como “Por que o Zyklon B foi usado?” “Por que haviam campos de concentração?” “Por que Auschwitz estava lá?” “Por que ele foi estabelecido?”  “Que funções industriais ocorreram em Auschwitz?” “Os alemães tinham mão de obra curta em 1944?” “Foi logicamente viável mover tantas muitas pessoas, digamos, da Hungria para Auschwitz em 1944?”’}

Eu tinha cessado de fazer questões sobre o Holocausto por causa que eu acho um tanto aborrecedor. Eu acharia igualmente aborrecedor se tivessem os alemães vencido a guerra e tivessem os alemães um grande controle sobre a mídia aqui; se eu estivesse encarando filmes do Holocausto duas vezes por semana sobre o bombardeio das cidades alemãs. Isto estava na minha mente sobre as mais próximas coisas a uma política de genocídio na Segunda Guerra Mundial, mas nós ouvimos pouco, muito pouco sobre isto na mídia. Eu acho que foi o tipo de guerra onde a vitória total levou não à falsidade total (porque há grande quantidade de verdade na versão judaica da lenda do Holocausto, conforme Butz aponta), mas também a um grande grau de mentiras em relação ao Holocausto.           

Normalmente, naturalmente, as pessoas tais como eu mesmo não se incomodariam olhando o Holocausto, não se importariam em conseguir entrar em algum tipo de problema em que entrei na Austrália, não fosse pelo fato que é, como os judeus sionistas dizem, “a arma de propaganda número um de Israel” e Israel e suas políticas poderiam muito facilmente levar a uma guerra mundial.

Eu mesmo não sou religioso e é um pouco difícil para mim compreender o que motiva um povo religioso. Mas na Austrália, onde nós temos uma enormemente vasta quantidade de deserto, seria contundente para mim como sendo extremamente estranho se um grupo de fanáticos tentassem conseguir controle de alguns quilômetros quadrados de deserto por causa de algum livro escrito a muito tempo atrás dizendo que a eles foram dado direito a isso. Nas, infelizmente, este pequeno pedaço de deserto chamado Cisjordânia é importante para eles; Jerusalém é importante para eles. Infelizmente, ela também é importante para os muçulmanos e para os árabes, e talvez infelizmente os árabes controlam uma grande parte do petróleo mundial. E infelizmente para a maioria de nós que dirigimos veículos a motor, conforme nós temos que pagar o preço. E, de fato, o Dr. Lilienthal escreveu um livro, a What Price Israel? e de fato um preço que nós estamos pagando. E eu penso que foi o Dr. Lielenthal, e outros judeus antissionistas, que apontaram a muito tempo atrás que tentando plantar um tipo de colônia ocidental em um mundo muçulmano iria inevitavelmente levar a um tipo de problema que isso tem levado.

Quando eu estive aqui a última vez na América, foi minha primeira viagem através dos mares porque eu não acredito que as pessoas aprendam muito de viagens; eu somente vim porque eu pensei que era uma causa importante. Eu enfatizei a importância de tentar superar o problema da censura do qual você tem muito mais aqui na América do que nós temos na Austrália, pela ação de indivíduos, e eu sou um grande crente que indivíduos podem fazer muito – independentemente do que os grupos possam fazer. Indivíduos podem enviar panfletos para a mídia, conforme eu fiz quando estive aqui a última vez. Eles podem doar vários livros para bibliotecas, eles podem escrever cartas para jornais. Eu sei que é muito de partir o coração se você escrever dez cartas para os jornais e nenhuma delas for publicada. As pessoas tendem a desistir. Mas eu acho que é muito importante apensas ser tenazmente implacável e persistente num assunto o qual pode levar – justamente direta ou indiretamente – à guerra mundial.

Eu tenho sido Secretário do Conselho de Liberdades Civis em Victoria por quatorze anos e eu sei que sua visão de liberdades civis seja talvez tingida pela ACLU, a qual consiste principalmente de benfeitores de tendência liberal de esquerda, eu suponho, que tendem a acreditar em liberdade de expressão para causas que eles esposam, mas não de outra forma; enquanto eu pessoalmente acredito em liberdade de expressão para todos, a menos que haja uma clara e direta ameaça à ordem pública ou à segurança nacional.

Eu tenho tentado encorajar a liberdade de expressão na Austrália sobre a questão do Holocausto, e talvez tenha atraído menos forte criticismo na Austrália e tive tido maior acesso à mídia por causa que minha bona fides não está em dúvida e eu tenho desenvolvido uma reputação de defender a liberdade de expressão das pessoas. De fato, cerca de dez anos atrás eu defendi o direito de vários auto-estilizados nazistas na Austrália à liberdade de expressão, acreditando então que eles estavam associados com um movimento que tinha levado à morte deliberada de seis milhões de judeus. Eu suponho como muitas outras pessoas, que eu estava tão condicionado a não perguntar questões, que se alguém inquerisse qualquer aspecto do Holocausto, eu tenderia a acreditar que a pessoa dever ser um nazista, que ela deve ser o tipo de pessoa que iria gasear judeus – tipo de uma mais que ridícula situação catch 22 {expressão americana para uma situação sem saída.}

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Se você diz que não houve plano de genocídio na Segunda Guerra Mundial e não houve gaseamento em massa, as pessoas tendem a dizer “Oh, você é um nazista ou um neonazista, você é um tipo de pessoa que acredita que deve haver um plano de genocídio e deve haver gaseamento em massa.” Há tanto de ilógica nesta área que eu, como um advogado, estou assombrado e como eu tenho indicado, eu tento indultar em algum tipo de debate com os acadêmicos australianos e nunca tenho vindo a cruzar com tantas tentativas desesperadas para obscurecer as questões, ignoram o assunto, e se recusam a indultar em diálogo. Eu penso que a razão é bastante óbvia, isto é, como um judeu sionista na Austrália disse em relação ao Holocausto, “é a arma de propaganda número um de Israel” e eles não irão perdê-la com facilidade ou graciosamente.

Infelizmente do ponto de vista dos judeus, o principal ou um grupo significante de vítimas da mitologia do Holocausto são os judeus próprios porque ela é usada para apoiar o Estado de Israel o qual não há aos judeus segurança e nunca irá. Ele apenas leva à insegurança para todas as pessoas e todos os países por causa do prospecto de uma guerra mundial surgindo aparentemente de Israel, para mim, uma pessoa não religiosa, de políticas loucas de tentar agarrar um pouco do deserto porque um livro algum tempo atrás disse que eles seriam capazes de controla-lo. Eles podem ter o inteiro deserto australiano, e se eles quiserem, e construírem seus kibutzes ou o que quer que seja lá.

Então, eu penso que se deve ter em mente que os judeus são tão condicionados [*a] como os não-judeus nessa questão e talvez haverá somente uma discussão livre na América sobre o assunto quando pessoas tais como Alfred Lilienthal e talvez o Sr. Rothbard, [*b] e outros judeus revisionistas, possam ter acesso à mídia e fazer suas visões conhecidas.

Bem, como eu tenho indicado, eu tenho tido um tempo bastante fácil disso na Austrália, mas como você sabe tudo que os australianos fazem é deitar nas praias e laconicamente falar e falar arrastado e manter seus lábios juntos, então o sopro de vento não entra – isto é o porquê nós temos nosso sotaque, você vê. Portanto eu tenho tido um tempo bastante fácil disso na Austrália em comparação. Mas em outros países – e esta é uma razão porquê é tão difícil chegar à verdade sobre este assunto – há um prospecto de dizer libelo difamatório para pessoas tais como o professor Faurisson na França, há o prospecto de prisão e ostracismo social na Alemanha Ocidental, e há o prospecto na Inglaterra de ser socialmente condenado ao ostracismo perdendo um emprego e ser chamado de nazista ou antissemita ou qualquer outra coisa. É bastante fácil calar essas pessoas. Muitas das pessoas que andam por aí dizendo “Oh sim, eu acredito em liberdade de expressão e concordo com Voltaire, mesmo se eu discordo com o que você diz eu defenderei até a morte o direito de você dizê-lo.” Quando as fichas estão no chão, não há muitas pessoas que vão junto com Voltaire. É realmente uma pena que a ACLU {American Civil Liberties Union – União Americana pelas Liberdades Civis} na América não tenha, por exemplo, criticado os então chamados jornais libertários aqui por se recusarem a aceitar anúncios para o livro de Butz. É uma pena que a ACLU {American Civil Liberties Union – União Americana pelas Liberdades Civis} não tenha chamado a atenção para a supressão do caso palestino na mídia americana.

Eu realmente não desejo soar muito antiamericano, eu compreendo que se deve tentar ser agradável em países os quais se visita. Eu cutuquei de brincadeira em Los Angeles na maior parte do discurso o qual em dei na convenção do último ano. Eu suponho que não deveria fazer igualmente aqui, mesmo embora é tal cidade deliciosamente fácil de cutucar de brincadeira; então eu não vou fazer isso.

Mas se as pessoas na América que se colocam elas mesmas a frente como defensoras da liberdade de expressão realmente saíssem e fizessem alguma coisa sobre a supressão das ideias e ao grau de censura política na América, talvez a América pudesse ser mais objetiva em relação a Israel e menos provável de ser vista como uma colônia de Israel.


Fonte: John Bennett, The Holocaust Debate, The Journal for Historical Review, primavera de 1981, volume 2, número 1, página 12. Disponível em http://www.ihr.org/jhr/v02/v02p-12_Bennett.html. Tradução e palavras entre chaves por Mykel Alexander via World Traditional Front em 14 de fevereiro de 2021. Disponível em https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2021/02/o-debate-do-holocausto-por-john-t.html


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Notas

[*a] Nota de Mykel Alexander: O condicionamento do povo judeu por uma liderança dominante é talvez abordado da maneira mais didática até então na obra Controversy of Zion de Douglas Reed. Para breve apresentação desta obra ver:

– Controvérsia de Sião – por Knud Bjeld Eriksen, Tradução de Norberto Toedter,  , O Sentinela. Disponível em https://www.osentinela.org/controversia-de-siao/. Originalmente em inglês: https://www.controversyofzion.info/

[*b] Nota de Mykel Alexander: Ver especialmente:

– Murray Rothbard, On the Importance of Revisionism for Our Time, The Journal of Historical Review, maio-junho de 1995 (volume 15, nº 3), páginas 35-37. Este artigo apareceu primeiro no Rampart Journal of Individualist Thought, primavera de 1966 (volume 2, nº 1). Disponível em http://www.ihr.org/jhr/v15/v15n3p35_Rothbard.html

Tradução de Mykel Alexander como: Murray N. Rothbard, Sobre a importância do revisionismo para nosso tempo,  , O Sentinela. Disponível em https://www.osentinela.org/murray-n-rothbard-sobre-a-importancia-do-revisionismo-para-nosso-tempo/

– Alfred M. Lilienthal, Zionism and American Jews, The Journal of Historical Review, verão de 1981 (volume 2, nº 2), páginas 181-191. Este artigo apareceu primeiramente em Arab Perspectives, junho de 1980.


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